Anexo:Cronologia do Universo

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Cosmologia
WMAP 2008.png
Universo · Big Bang
Idade do universo
Cronologia do Universo
Derradeiro destino do Universo

Esta cronologia descreve os eventos do Universo, segundo a Teoria do Big Bang, ao tempo em que utiliza os parâmetros de tempo astronômico e as coordenadas da expansão dos astros. Observações sugerem que o Universo, tal como atualmente é conhecido pela Humanidade, teve seu começo ao redor de 13,7 bilhões de anos atrás. Desde então a evolução do Universo atravessou 3 fases: O Universo primordial, ainda pouco compreendido, em que havia uma gama de partículas que somente podem ser reproduzidas mediante os complexos aceleradores e que surgiram logo após o Big Bang, cujos detalhes são apenas teóricos.

Após este momento, no Universo inicial, sua evolução processou-se de acordo com teorias conhecidas pela Física de partículas. Foi neste momento que os primeiros prótons, elétrons e nêutrons se uniram, formando núcleos e, finalmente, átomos. Com a formação do hidrogênio neutro, foi emitida a radiação cósmica de fundo em micro-ondas.

Finalmente, a época de formação das estruturas celestes teve início, com o surgimento dos primeiros quasares e primeiras estrelas, e depois das galáxias, grupos de galáxias e super-grupos de galáxias formaram-se, conhecida pela força de expansão que faz se distanciem do ponto inicial.

O futuro do Universo não é algo solidamente conhecido, mas teorizações são feitas, sendo a mais destacada na atualidade (2008) a Big Rip ("Grande Rasgo" ou infinita fragmentação, dissociação e dissipação de toda a matéria em todos os seus níveis de organização), o Big Crunch, Big bounce, universo oscilante e outros modelos cíclicos com suas futuras contrações e reinícios de processos de expansão. Dentro de um determinado aspecto, sempre é considerada como certa a morte térmica do universo, ou sua crescente entropia até o total esfriamento, ou ainda um esfriamento extremo, dentro dos modelos cíclicos.

Períodos iniciais do Universo[editar | editar código-fonte]

Toda a compreensão que se tem do começo do Universo (Cosmogonia), é especulativo. Nenhum acelerador de partículas atualmente existente possui energia suficiente para provar com certeza aquilo que possa ter ocorrido neste período. Os cenários são completamente diferentes. Algumas das teorias existentes são a de Hartle-Hawking, a teoria das cordas, expansão das partículas, cosmologia das cordas de gás, e a teoria Wielkiej Kraksy (Universo ekpyrótico). Algumas dessas teorias são associadas, outras não.

A Era de Planck[editar | editar código-fonte]

Até 10-43 segundos após o Big Bang

Se supersimetria está correta, então neste tempo as quatro forças fundamentais – eletromagnetismo, força nuclear fraca, força nuclear forte e gravidade – todas teriam a mesma intensidade, então elas possivelmente eram unificadas em uma única força fundamental. Pequeno é nosso conhecimento sobre esta era, embora diferentes teorias façam diferentes predições. A teoria de Einstein da relatividade geral prediz um singularidade gravitacional antes deste tempo, mas sob estas condições se espera que a teoria sofra uma queda de suas leis devido a efeitos quânticos. Físicos esperam que teorias propostas de gravidade quântica, tais como a teoria das cordas e a gravidade quântica em loop, irão eventualmente conduzir a um melhor entendimento desta era.

A era da Grande Unificação[editar | editar código-fonte]

Entre 10-43 segundos e 10-35 segundos após o Big Bang

Com a expansão do universo e resfriamento da época Planck, a gravidade começou a separação da interações de gauge fundamentais: o eletromagnetismo e as forças nucleares forte e fraca. A Física nesta escala pode ser descrita por uma grande teoria da unificação na qual a teoria de gauge do modelo padrão esteja embutida num grupo maior, que é dividido para produzir as forças observadas na natureza. Eventualmente, a grande unificação foi quebrada, separando-se a força nuclear forte da força eletrofraca. Isto, então, deve ter produzido os monopólos magnéticos.


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Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]