Lista das criaturas de Primeval

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Esta é a lista de todas as criaturas da série de televisão britânica de ficção científica Primeval.

A[editar | editar código-fonte]

fósseis de Amonites
Período de Origem: Mesozoico
1º Aparição: 1º Episódio/1º Temporada
Nº de Mortes: Nenhuma
Regresso: Não. Morreu fora de água.

As amonites são um grupo de animais marinhos, do filo Mollusca, da classe Cephalopoda e da subclasse Ammonoidea. O parente vivo mais próximo da amonite não é o Náutilo como muito se pensa por estes terem o mesmo aspecto exterior, mas sim a subclasse Coleoidea (polvos, lulas e chocos). As suas conchas geralmente tomavam a forma encaracolada.

Muitas das espécies de amonites viviam em mar aberto. Pensa-se terem sido sido bons nadadores. Predavam peixes, crustáceos e outras criaturas pequenas, enquanto eles mesmos eram predados por répteis marinhos.

Na série Helen Cutter coloca uma amonite na mesa de Nick para provar que estava viva e no túmulo de Stephen como uma alternativa às flores.

Reconstituição artística de um Anurognathus
Período de Origem: Jurássico Superior, Mesozoico
1º Aparição: 5º Episódio/1º Temporada
Nº de Mortes: 2
Regresso: Não. Mortos numa explosão de gás.

O Anurognathus era um minúsculo pterossauro que tinha uma cabeça pequena com dentes pontiagudos para a captura de insetos, e que, embora pertencente ao grupo de pterossauros com cauda longa, a sua cauda era relativamente curta, permitindo maior capacidade de manobra para o voo na floresta. Anurognathus viveu no período Jurássico, há 130 milhões de anos atrás e tinha uma envergadura de 50 cm e um corpo de 9 cm de comprimento (cabeça incluída), não poderia ter pesado mais do que algumas gramas. Apesar disto, na série mostram-se como sendo criaturas muito mortíferas.

Na série o Anurognathus é como uma "piranha com asas", com um olfato incrivelmente apurado capaz de detectar sangue de centenas de metros de distância. Um bando pode tirar a carne dos ossos numa questão de minutos. Eles utilizam o poder dos números para compensar o seu diminuto tamanho. Na série um bando invade um campo de golfe, colocando qualquer pessoa que sangre um pouco, em perigo de ataque.

Esta espécie da série pode-se considerar fictícia. Esta espécie de Anurognathus evoluiu a partir de Anurognathus ammoni do Jurássico que viveu cerca de 150 milhões de anos atrás e tinha pequenos dentes em forma de agulha para caçar insectos. Esta espécie da série terá desenvolvido dentes cortantes para tirar pedaços de carne aos grandes dinossauros. Esse comportamento pode ser ligeiramente baseado na teoria de que um Anurognathidae, o Jeholopterus, era hematófago, como o morcego-vampiro moderno. As criaturas vistas aqui foram refeitas daquelas do documentário Walking with Dinosaurs pelos produtores para maior efeito dramático.

  • Aranha gigante
Reconstituição artística de uma Megarachne
Período de Origem: Carbonífero, Paleozoico
1º Aparição: 2º Episódio/1º Temporada
Nº de Mortes: 1
Regresso: Sim.

As aranhas gigantes não são verdadeiras aranhas (ordem Araneae) apesar das aparências, mas sim uma espécie de Solifugae, uma forma distinta de aracnídeo. O nome deriva do latim e significa aqueles que fogem do sol.

Os adultos têm até um metro de largura por um metro de comprimento, porque a exuberante floresta tropical do Carbonífero satura a atmosfera com oxigénio, permitindo-lhes crescer mais do que os artrópodes modernos. Têm pinças em vez de garras como a aranha camelo dos dias modernos, só que muito maior.

Elas também têm longos pedipalpos, que funcionam como órgãos sensoriais semelhantes a antenas de insetos e dão a aparência de duas pernas extra.

Um enorme bando delas invade o metropolitano de Londres. Ryan e as outras forças especiais entram no túnel do metropolitano, são atacados pelo grupo de aranhas, e um dos soldados acaba morto. Eventualmente, descobrem que elas evitam a luz, e usando lanternas, fazem todas as aranhas gigantes atravessar a anomalia.

Desde de que a aranha gigante foi dita como proveniente do período carbonífero, é possível que possa ter sido baseada na megarachne.

Período de Origem: Carbonífero, Paleozoico
1º Aparição: 2º Episódio/1º Temporada
Outras aparições: 7º episódio/2º Temporada
Nº de Mortes: 1 e quase matou Stepen
Regresso: Episódio 2/1: Não. Morreu eletrocutada. Episódio 7/2: Não. Morreu em combate com outras criaturas.

A Arthropleura terá medido de 2-3m de comprimento (6,1 m de comprimento na série). É um parente gigante dos actuais milípedes e centopéias, nativa do Carbonífero Superior do Reino Unido e os Estados Unidos. Foi o maior invertebrado terrestre de todos os tempos conhecido até à data e tornou-se tão grande por causa da alta percentagem de oxigénio na atmosfera da Terra nesse período geológico. Têm uma visão fraca, mas tem um excelente olfato e tato.

Uma aparece no metropolitano de Londres no segundo episódio. Apesar de não ser um carnívoro, têm mandíbulas poderosas e mordida venenosa e é facilmente provocado para atacar. Para efeito dramático, a Arthropleura no episódio 2 foi refeito como sendo venenoso, maior do que o animal real e altamente agressivo. Stephen é mordido, mas felizmente a equipa do hospital consegue criar um antídoto com o veneno que teve que ser extraído da Arthropleura. Salvam a vida de Stephen

Os sintomas da intoxicação do veneno da Arthropleura incluem:

  • 1. Agitação descontrolada.
  • 2. Anafilaxia.
  • 3. Perda de memória a curto prazo em pacientes recuperados.

A Arthropleura reapareceu no final da 2ª temporada da série como uma das muitas criaturas capturadas por Leek. Mas como ele terá sobrevivido sem a atmosfera carbonífera que precisava para viver, permanece um mistério. A Arthropleura retratada aqui é diferente das vistas no registo fóssil, além de diferente da Arthropleura de Walking with Monsters, bem como de Prehistoric Park, refeita pelos produtores para torná-la mais assustadora.

Modelos de Australopithecus
Período de Origem: Plioceno, Cenozoico
1º Aparição: 10º Episódio/3º Temporada
Nº de Mortes: Nenhuma
Regresso: Encontrado no seu período de origem.

O Australopithecus é tido como o ancestral dos humanos modernos. Helen Cutter acredita que a única maneira de parar a destruição da vida na Terra provocada pela humanidade é impedir que os seres humanos evoluam, então ela tenta extinguir o Australopithecus. Ela começa por envenenar as águas do bebedouro de um grupo familiar, mas morreu antes que pudesse completar o seu plano.

C[editar | editar código-fonte]

  • Criatura Camuflagem (Gremlin)
Período de Origem: Futuro
1º Aparição: 2º Episódio/3º Temporada
Nº de Mortes: 3
Regresso: Sim.

A criatura camuflagem (do inglês camouflage beast, e o nome nunca é divulgado na série), também denominado gremlin por alguns fãs da série, por ser muito parecido. Tem um extraordinário poder de camuflagem, podendo desaparecer literalmente à visão humana. Esta atravessou uma anomalia e matou dois adolescentes, 14 anos antes da formação da equipa. Junta-se assim ao smilodon como as duas criaturas que surgiram, num passado recente, antes da descoberta das anomalias pela equipa de Cutter. Ficou a viver numa casa abandonada, e era alimentado por uma menina que vivia nas redondezas. Estava à espera que uma nova anomalia se abri-se para poder regressar ao seu tempo, que foi o que aconteceu nesse episódio.

Esta criatura é baseada no ai-ai, que é visto como um símbolo de morte em Madagáscar. A criatura tem um tipo de linguagem, porque quando está sozinho, faz uma espécie de assobio, um sussurro. Possuí características faciais de morcego, consegue andar pelas paredes e tem natureza predatória sugerindo que possa estar relacionado com o Predador do Futuro.


Período de Origem: Pérmico, Paleozoico
1º Aparição: 1º Episódio/1º Temporada
Outras Aparições: O "Rex" aparece em quase todos os episódios.
Nº de Mortes: Nenhuma
Regresso: Não. Mantido pela Abby como mascote.

Um Coelurosauravus macho, mais tarde chamado de "Rex", entrou para o presente através de uma anomalia do tempo e um jovem rapaz encontra-o na floresta de Dean. Fica com ele e mantém-no como animal de estimação. O rapaz fica com interesse de o doar ao jardim zoológico local e Abby fica encarregada de o ir buscar. Quando o vê, Abby acha tratar-se um dragão-voador do sudeste asiático, mas mais tarde descobre tratar-se de uma criatura do passado e preocupasse em fazê-la regressar. Apesar da tentativa para enviá-lo de volta para o Pérmico, este regressa e Abby fica com ele em segredo. Mais tarde Cutter descobre, mas deixa Abby ficar com ele. Torna-se assim a criatura de com maior destaque na série. Rex passa por todo o tipo de aventuras desde ser preso dentro do frigorífico a ser posto à venda na internet. O Coelurosauravus é incorretamente mostrado como sendo capaz de voar ao invés de simplesmente planar, e aparece como sendo muito maior do que seu tamanho real de 30 cm. Além disso, tem uma crista na cabeça, algo que é totalmente especulativo.

D[editar | editar código-fonte]

Esqueleto de Deinonychus
Período de Origem: Cretácico Inferior, Mesozoico
1º Aparição: 1º Episódio/2º Temporada
Outras Aparições: 7º Episódio/2º Temporada e 10º Episódio/3º Temporada
Nº de Mortes: 4, e 1 ferido
Regresso: Episódio 1/2: Um voltou, outro foi canibalizado e outro decapitado. Episódio 7/2: Não. Morreu em combate com outras criaturas. Episódio 10/3: Morreu no Plioceno vítima de uma queda.

Os Deinonychus, mais conhecidos por raptors na série são dinossauros carnívoros bípedes, com uma cauda longa e rígida e têm uma grande garra em forma de foice em cada pata traseira, que se julga ser usada para matar as suas presas. Distinguem-se dos outros membros da família Dromaeosauridae pelo seu crânio longo e baixo, com um focinho arrebitado. O Deinonychus era grande para um dromaeossaurídeo. Os machos eram muito mais fortes do que as fêmeas, como mostra a série, visto que uma dose basta para tranquilizar uma fêmea enquanto que para um macho precisa-se de três doses de tranquilizante.

Os raptors viviam e caçavam em bandos. Foi uma das apenas cinco espécies, juntamente com os predadores do futuro, vermes, aranhas gigantes e Embolotherium onde indivíduos jovens puderam ser vistos. Os raptors juvenis apresentam diferenças morfológicas em relação aos adultos. Os pais parecem investir poucos cuidados às suas crias o que por vezes resulta em canibalismo, embora não tenha sido confirmado que o raptor canibal era o pai pois pode ter sido apenas um outro macho do grupo, ou se os raptores eram como leões, matavam as crias de outros machos. Na série os raptors têm o corpo coberto de escamas com algumas proto-penas que podem ser eriçadas quando atacam.

Na sua primeira aparição um pequeno grupo de raptors atravessa uma anomalia e invadem um centro comercial. No episódio 7/2 pelo menos dois podem ser vistos na prisão de criaturas de Leek. O Deinoncyhus volta a aparecer no último episódio da terceira temporada (10/3) atacando Danny, Conner e Abby. Inicialmente três aparecem a comer uma carcaça de hadrossauro numa floresta e então começam a perseguir os três membros da equipa. Um deles mata Helen Cutter, no final do episódio depois de seguir Danny através de anomalia que liga o Cretácico ao Plioceno.

Modelo de Diictodon
Período de Origem: Pérmico, Paleozoico
1º Aparição: 3º Episódio/3º Temporada
Outras Aparições: Sid e Nancy aparecem ao longo da 3º temporada
Nº de Mortes: Nenhuma
Regresso: Sim. Excepto um casal que ficou aos cuidados da Abby e do Conner.

Os Diictodon são um género de therapsida, com cerca de 45 cm de comprimento. Estes répteis-mamíferos (Synapsida) viveram durante o Pérmico e os seus fósseis foram encontrados na África e na Ásia. Este pequeno animal herbívoro era um dos sinapsídeos mais bem sucedidos do período Pérmico. Na série um grupo de mais de quinze Diictodon's aparecem num hospital de Londres invadindo as condutas de ar, e roendo a rede elétrica do hospital e a equipa é chamada a removê-los. Abby pega num que envia um sinal de socorro chamando todos os outros de volta à anomalia. Um cai duma conduta de ar (Sid) e aterra dentro de um carrinho que o Connor trazia. A última Diictodon (Nancy) tenta atravessar a anomalia mas esta desaparece antes que consiga. São adotados por Abby e Connor que lhes dão nome e ficam a viver com Connor enquanto o irmão mais novo da Abby fica em casa dela.

Modelo de um dodó.
Período de Origem: Século XVII
1º Aparição: 4º Episódio/1º Temporada
Nº de Mortes: 1
Regresso: Dois foram mortos por parasitas os outros regressaram.

Os dodós são aves não voadoras do Holoceno tardio. O dodô foi encontrado apenas nas ilhas das Maurícias. Relacionado com os pombos e rolas, tinham cerca de um metro de altura, e pesavam aproximadamente 23 kg. Têm a plumagem acinzentada, asas muito pequenas, pernas amarelas e muito robustas, e um tufo de penas na extremidade traseira. O esterno é incapaz de os fazer levantar voo, estas aves evoluíram para tomar vantagem de um ecossistema de ilha sem predadores. Alimentam-se de frutos caídos.

O nome veio das palavras portuguesas doudo ou doido. O nome foi dado porque o dodó aparentemente nunca tentava correr ou fugir quando caçado - portanto, foram tradicionalmente considerados como estúpidos. A espécie foi caçada até à extinção no final do século XVII, menos de duzentos anos após a chegada dos 1º exploradores europeus.

Todo um bando de dodós aparece numa cozinha de um estádio. Nick Cutter rapidamente percebe que eles são amigáveis e de confiança, pois nunca tiveram que lidar com predadores antes. Na realidade, eram tão inteligentes quanto qualquer outro pássaro. Apesar de os dodós serem realmente inofensivos alguns transportavam um parasita mortal.


Período de Origem: Cretácico Superior, Mesozoico
1º Aparição: 7º Episódio/3º Temporada
Nº de Mortes: Nenhuma
Regresso: Não. Foi mantido aos cuidados da Abby, por ter ficado ferido.

O Dracorex hogwartsia, que significa "Dragão Rei de Hogwarts", aparece no 7º episódio da 3º temporada, sendo perseguido através da anomalia por um cavaleiro medieval, que tem como missão matá-lo por julgar ser um dragão. O Dracorex fica ferido e Abby teve que o guardar até que uma anomalia ao seu período de origem aparecesse.

Os designers deram ao Dracorex várias características para o tornar mais parecido a um dragão. Deram-lhe dentes afiados de dragão, o que é improvável para uma criatura provavelmente omnívora, e duas pequenas velas semelhantes às asas de dragão no dorso.

E[editar | editar código-fonte]

Período de Origem: Silúrico, Paleozoico
1º Aparição: 5º Episódio/2º Temporada
Nº de Mortes: Nenhuma
Regresso: Sim.

Na série o período Silúrico não é apenas casa dos escorpiões gigantes, grandes milípedes vagueiam pela areia. Preferem esconder-se na areia, mas pode emergir se forem assustados por algum predador. Estes milípedes são possivelmente a principal presa dos escorpiões gigantes. É possível que a Arthropleura tenha evoluído a partir desta espécie.

Um destes insetos foge pela anomalia para o presente e Abby e Connor fazem tudo por fazê-lo regressar correndo as ruas da cidade à sua procura.

Reconstituição artística de um adulto e cria de Embolotherium
Período de Origem: Eoceno Superior, Cenozoico
1º Aparição: 9º Episódio/3º Temporada
Nº de Mortes: 1
Regresso: Sim.

O Embolotherium, são parentes distantes dos rinocerontes, e assemelham-se muito a estes. Os machos têm um chifre em forma de coração em cima do nariz com 70 cm e as fêmeas um menos desenvolvido e menos exuberante. Uma manada de Embolotherium's aparece numa floresta próxima de um parque de campismo. A manada é composta por um macho e um grupo de fêmeas e um bebé. Depois de uma tentativa falhada de os fazer regressar, porque a anomalia fechou-se, conseguem fazê-los regressar porque Eve (Helen) faz abrir uma nova anomalia.

  • Escorpião do Sílurico
Período de Origem: Silúrico, Paleozoico
1º Aparição: 5º Episódio/2º Temporada
Outras Aparições: 7º Episódio/2º Temporada
Nº de Mortes: 6
Regresso: Episódio 5/2: Encontrado no seu período de origem. Episódio 7/2: Presume-se que sim, apesar de não se mostrar na série.

O Escorpião do Silúrico é uma criatura de dimensões imensas e é semelhante ao Brontoscorpio. Eles têm uma longa cauda em forma de chicote, pinças, picos e o corpo achatado, semelhante ao escorpiões chicote de hoje em dia. Os escorpiões nunca atravessaram a anomalia na sua 1º aparição, onde vivem nos desertos do Sílurico, mas no final da 2º temporada, juntamente com muitas outras criaturas, foi trazido para o presente pelo Oliver Leek para formar o seu exercito de predadores. Para mostrar os seu poder Oliver solta um escorpião numa praia e este mata dois turistas. Eles encontram as presas através das vibrações que detetam pelo solo e subsolo. Foram refeitos dos de "Walking with monsters" para serem maiores e mais assustadores. Na realidade, escorpiões destas dimensões não seriam capazes de respirar, e muito menos de se mover.

F[editar | editar código-fonte]

  • Fungo do Futuro
Inseto infetado com um fungo Cordyceps
Período de Origem: Futuro
1º Aparição: 5º Episódio/3º Temporada
Nº de Mortes: 4
Regresso: Não. Foi congelado pelo sistema de climatização do ARC.

Este fungo é parasita, extremamente agressivo e alimenta-se da carne de tudo o que lhe toca. Logo que alguém toma contacto com ele, ele imediatamente começa a envolver o hospedeiro numa carapaça que toma vagamente a forma do hospedeiro. Na série toma a vaga forma humana quando contagia humanos mas não adquire nenhuma característica humana, como a inteligência, agindo com base no instinto. Por outras palavras, o fungo mata eficazmente o hospedeiro assim que concluída a transformação. A equipa do ARC pensou que o calor poderia matar o fungo, mas este apenas acelera a sua reprodução. No final a congelação foi a solução.

O ciclo de vida do fungo do futuro é o seguinte:

  • Esporos são inalados para os pulmões do hospedeiro.
  • Os esporos convertem o hospedeiro numa criatura fungo que utiliza o hospedeiro para se desenvolver e espalhar o fungo.
  • O fungo enraíza-se a si próprio no solo e espera para espalhar os esporos para que estes cheguem até novos hospedeiros.

O ciclo de vida do fungo do futuro foi baseado no do fungo Cordyceps do Sudeste Asiático. Cordyceps cresce dentro de um hospedeiro (normalmente uma formiga), que substitui o tecido circundante com o seu próprio tecido, evitando os órgãos vitais. Em seguida, altera o comportamento do hospedeiro para fazê-lo ir para uma área de condições adequadas ao seu desenvolvimento. Cordyceps cresce então em todo o corpo do hospedeiro, matando-o, antes de se enraizar. Cordyceps então liberta esporos, infectando mais hospedeiros, quer por inalação de esporos através da traqueia quer por esporos que caiam na pele ou no exoesqueleto.

G[editar | editar código-fonte]

Reconstituição artística de um Giganotosaurus
Período de Origem: Cretácico Inferior, Mesozoico
1º Aparição: 4º Episódio/3º Temporada
Outras Aparições:
Nº de Mortes: 4
Regresso: Sim

O Giganotosaurus carolinii do latim "lagarto gigante do sul" foi uma espécie de dinossauro carnívoro que viveu durante o período Cretáceo na América do Sul, mais especificamente na Patagónia, e foi um dos maiores dinossauros carnívoros que já existiram. Acredita-se que caçava em bandos, em ataques coordenados. Por serem muito grandes, acredita-se que um grupo de quatro ou cinco Giganotosaurus poderia matar até mesmo um Argentinosaurus.

No 4º episódio da 3º temporada, um Giganotosaurus aparece num hangar de um aeroporto e devora Nigel Marven que havia sido contratado por dois jornalistas que queriam documentar o aparecimento do dinossauro. O Giganotosaurus saí do hangar começa a atacar um avião. É graças a um helicóptero pilotado por Danny Quinn que ele é atraído de volta à anomalia. No decurso da ação os dois jornalistas são mortos. Danny Quinn revela que há um grande grupo do outro lado da anomalia, e Conner apenas consegue bloqueá-la. Durante o episódio é mostrado ser capaz de correr a alta velocidade por uma grande distância, considerando o seu enorme tamanho e peso. É apelidado de "G-Rex" pelos personagens durante todo o episódio, pois é retratado como um "T-Rex" apenas ligeiramente maior.

Reconstituição artística de um Gorgonopsid
Período de Origem: Pérmico, Paleozoico
1º Aparição: 1º Episódio/1º Temporada
Outras Aparições: 6º Episódio/1º Temporada
Nº de Mortes: 1
Regresso: Episódio 1/1: Não. Foi abatido. Episódio 6/1: Encontrado no período de origem.

Os Gorgonopsia são um grupo de seres, comummente chamados de "répteis semelhantes a mamíferos", embora na maioria dos sistemas de classificação atuais, eles não sejam classificados como répteis pois são mais relacionados com mamíferos. As suas características de mamífero incluem a heterodontia, patas traseiras em forma de pilar, os ossos no ouvido interno, entre outras. Foi mesmo proposto que os sinapsídeos fossem endotérmicos.

Na série um aparece na floresta de Dean e causa vários estragos e mortes.

Na série os Gorgonopsias são muito pacientes e implacáveis. Uma vez que detetam o cheiro de sangue das suas presas decidem apanhá-las a qualquer custo. Em seguida, armazenam as suas presas em árvores como os leopardos.

Eles são também resistentes e de grande longevidade pois na série um Gorgonopsid macho ainda mantinha o seu território em torno da anomalia pelo menos oito anos depois, mesmo depois de sofrer ferimentos horríveis por causa de um combate com um Predador do Futuro. Devido à espessa e blindada pele é muito difícil conseguir alvejá-los.

H[editar | editar código-fonte]


Período de Origem: Cretácico Superior, Mesozoico
1º Aparição: 3º Episódio/1º Temporada
Nº de Mortes: 1
Regresso: Presume-se que sim.

Hesperornis é um género extinto de aves aquáticas não voadoras que viveram durante o Cretáceo Superior. Os Hesperornis são aves bastante grandes, atingindo até 1,5 metros de comprimento. Eles praticamente não tinham asas, nadando com as poderosas patas traseiras. Os seus dedos deveriam provavelmente ter membranas interdigitais.

Tal como muitas outras aves do Mesozoico, como o Ichthyornis, o Hesperornis tinha dentes no bico, que eram usados para segurar as presas (peixes mais provável). A ordem hesperornithiformes tinham um arranjo dentário diferente do de qualquer outra ave conhecida, com os dentes assentes num sulco longitudinal, e não em bases individuais.

Caçavam nas águas do grande mar interior da América do Norte, que na época eram águas tropicais, muito mais quentes do que hoje. A sua alimentação era principalmente à base de peixes, os seus dentes eram úteis para lidar com escorregadias e duras escamas.

A sua primeira aparição ocorre numa cave inundada, onde um exemplar ataca um canalizador.

Mais tarde, quando Nick Cutter nada através da anomalia encontra-se num mar tropical, com um bando de Hesperornis nadando em torno dele. Mais tarde encontra uma colónia de Hesperornis nas arribas da costa. Dois Hesperornis decidem ir investigar Nick, mas Helen Cutter afugenta-os, atirando-lhes pedras pequenas, e diz que "tendem a ser mais burros do que agressivos, atacando apenas quando estão em pânico ou perturbados."

O Hesperornis é apresentado como estando coberto de escamas, quando na vida real, o Hesperornis estaria provavelmente coberto de penas. Também não poderia por-se de pé ou andar porque as pernas estão exageradamente posicionadas na parte traseira do corpo. Assim, eles limitar-se-iam a andar de barriga, como os pinguins.

M[editar | editar código-fonte]

Reconstituição artística de um Mamute Columbiano
Período de Origem: Pleistoceno, Cenozoico
1º Aparição: 6º Episódio/2º Temporada
Outras Aparições: 2º Episódio/4º Temporada
Nº de Mortes: 1
Regresso: Não. Foi mantido aos cuidados do ARC.

O mamute colombiano era a maior espécie de Mamute e também o maior elefante que já viveu, medindo 4 metros de altura no ombro e pesando 9,8 toneladas e ostentando presas de 5 metros de comprimento. Era um herbívoro, com uma dieta composta de variadas plantas que vão desde as gramíneas às coníferas. Estima-se que um grande macho comeria cerca de 318,2 kg de material vegetal por dia.

Os restos fósseis de mamute colombiano foram descobertos nos poços de alcatrão de La Brea, na Califórnia e este mamute também viveu no México, onde seus restos são muito comuns. Foi um dos últimos membros de megafauna tendo apenas se extinguido há apenas cerca de 7.800 anos atrás.

O mamute aparece na 2º temporada perturbando o trânsito na auto-estrada M25. À medida que tenta desesperadamente fazer o seu caminho para fora da auto-estrada destrói completamente todos os carros que estão no seu caminho. A equipa utiliza urina de elefante fêmea, para o atrair para a anomalia, mas como esta se fecha antes do mamute passar a equipa consegue atraí-lo para um reboque de camião e prendê-lo aí. Fica cativo numa grande garagem no ARC, onde é alimentado e cuidado.

Após ser perseguido pela ARC por um Predador do Futuro, Lester solta o mamute, que empala o predador com as suas presas. Lester ganha alguma simpatia com o mamute, afirmando na brincadeira que poderia ser o animal de estimação que os seus filhos tanto lhe pedem. O mamute é presumivelmente mantido preso no ARC por todos os episódios seguintes, embora não reapareça. Pode ter morrido na explosão do ARC, e o seu paradeiro é desconhecido.

  • Megopteran
Período de Origem: Futuro
1º Aparição: 8º Episódio/3º Temporada
Nº de Mortes: 5
Regresso: Sim, mas um foi morto por atropelamento.

ITV lançou um concurso para os fãs da série criarem uma criatura do futuro. A criatura apareceria na 3º temporada. O vencedor foi Carim Nahaboo de Essex com 16 anos. A sua criatura é um grande inseto predador do futuro possivelmente do grupo Hymenoptera que, como descreve Carim, "evoluiu a partir de besouros carnívoros, como o besouro-tigre". A criatura pode voar e correr depressa por longas distâncias e vive nas selvas do futuro. Tem o tamanho de um homem adulto. É conhecida como Mega-Optera - Megopteran, nome dado pelo rapaz que o criou mas o nome nunca é divulgado na série.

No episódio 8/3 um grupo de deles aparecem numa garagem de um autódromo. Colocam os seus ovos em hospedeiros. A criatura reaparece no final da 3º temporada onde aparecem no edifício de Christine Johnson.

  • Mer
Período de Origem: Futuro
1º Aparição: 4º Episódio/2º Temporada
Outras Aparições: 7º Episódio/2º Temporada
Nº de Mortes: Nenhuma
Regresso: Episódio 4/2: Sim. Episódio 7/2: Não. Morreu em combate com outras criaturas.

Os Mer aparecem pela primeira vez no episódio 4/2. São predadores aquáticos do futuro, aparecem no presente usando a rede de esgotos da cidade para caçar as suas presas. Têm sucesso na captura de um rapaz e de Abby. Mais tarde levam-na para o futuro e a equipa atravessa a anomalia para a salvar. Têm crânios finos e ficam facilmente inconscientes, se lhes atirado um objeto pesado como um pedra.

Parece haver dois tipos de Mer;

  • A Mer-Rainha é de cor vermelha e muito maior do que seus subordinados. Tem dentes na sua mandíbula inferior, enquanto que os outros não. Quando Abby tenta escapar do futuro, a Mer-Rainha reage violentamente, ao ponto de ela esmagar qualquer outro Mer que esteja no seu caminho.
  • Os restantes Mer são de cor azulada e trabalham na captura de alimento. Não matam suas presas imediatamente, em vez disso arrastam-nas até ao seu lar, onde, presumivelmente, são consumidos, conforme necessário.

Nick especula que o Mer pode ser uma forma evoluída dos seres humanos no futuro, que se tornaram semelhantes às focas.

No episódio 7/2, é revelado que Leek conseguiu adquirir uma criatura Mer para sua coleção.

Reconstituição artística de um Mosasaurus beaugei
Período de Origem: Cretácico Superior, Mesozoico
1º Aparição: 3º Episódio/1º Temporada
Nº de Mortes: 1
Regresso: Sim.

Os mosassauros foram répteis marinhos semelhantes a serpentes marinha e eram vorazes predadores. Os mosassauros não eram dinossauros, evoluíram a partir dos aigialossauros, parentes próximos dos lagartos monitor e varanos dos dias de hoje. Os mosassauros respiravam ar e eram nadadores poderosos que estavam bem adaptadas a viver nos mares quentes e pouco profundos do Cretácico. Os Mosassauros são muito territoriais e podem praticar canibalismo. O encontro entre dois acabava sempre em violência ou no caso de ser de sexos opostos em acasalamento.

O crânio era robusto, com as mandíbulas articuladas com o crânio. Tinha o corpo em forma de barril, os olhos bastante grandes, mas uma visão binocular pobre e bolbos olfatívos pouco desenvolvidos, os especialistas acreditam que os mosassauros viviam perto da superfície do oceano, onde predaram peixes, tartarugas, amonites, bem como outros mosassauros de menor dimensão. Por causa do seu crânio robusto e mandibulas articuladas, os mosassauros eram incapazes de engolir as presas inteiras. Em vez disso, com a ajuda dos dentes afiados como facas, os mosassauros eram capazes de rasgar as suas presas em pedaços mais manejáveis e que pudessem ser mais facilmente engolidos.

Na série um mosassauro aparece numa piscina e mata um nadador e mais tarde o mesmo reaparece num lago próximo. O mosassauro aparece tendo uma pele blindada com escamas como as dos crocodilos mas na realidade teria tido uma pele lisa e hidrodinâmica, coberta com escamas como as dos lagartos ou cobras. Também engoliu um nadador inteiro, embora as suas mandíbulas e os grandes músculos do pescoço tenham evoluiu para rasgar as presas aos pedaços. O mosassauro representado também tem um corpo mas afilado parecendo mais com uma serpente do que na vida real, e um par de chifres curtos na cabeça, como um dinossauro terópode.

P[editar | editar código-fonte]

  • Parasita
Período de Origem: Século XVII
1º Aparição: 4º Episódio/1º Temporada
Nº de Mortes: 1
Regresso: Não. Um morreu asfixiado num frasco, outro no corpo do hospedeiro.

Esta espécie de parasita é um cestóide que atinge até 30 cm de comprimento, pesa até 70g e viveu no Holoceno tardio. Este pertence ao grupo Taeniidae, que se distinguem das outras famílias da ordem Cestoidea por ter uma cabeça distinta, equipados com quatro discos adaptados à sucção.

Alimenta-se dos nutrientes da corrente sanguínea dos seus hospedeiros, destruindo os órgãos internos no processo. Em seguida ataca o cérebro do hospedeiro manipulando-o para para que este atinja os objectivos do parasita. Faz com que o hospedeiro se torne agressivo e fotofóbico. A mordida do hospedeiro serve para espalhar os ovos do parasita, que são libertados na saliva, a um novo hospedeiro. É sugerido que os parasitas podem ser responsáveis pelo o mito dos vampiros.

Os parasitas adultos, matam o hospedeiro e a si mesmos como parte de seu ciclo de vida. Cada indivíduo têm partes masculinas e femininas nas suas estruturas reprodutivas pelo que se podem reproduzir de forma independente. Qualquer criatura sangue quente é um bom hospedeiro, até mesmo os seres humanos.

Na série serve-se dos dodós/dodôs como hospedeiros e ver parar ao presente com eles. Um dodó consegue transmitir o parasita a um amigo de Connor e este acaba por morrer.

  • Predador do Futuro
Período de Origem: Futuro
1º Aparição: 6º Episódio/1º Temporada
Outras Aparições: Vários episódios da 2º, 3º e 4º Temporadas
Nº de Mortes: Várias, fala-se até que no futuro exterminou a humanidade.
Regresso: Algumas vezes não outras sim.

O Predador do Futuro é,sem dúvida, a criatura mais mortal da série,com seus movimentos rápidos como um raio e crueldade inigualável.Na série, especula-se que seja descendente dos morcegos,capaz de usar ecolocalização para caças suas presas. Aparece no último episódio da 1º Temporada,quando luta com um Gorgonopsid.Também aparece preso na cadeia de Leek na 2º Temporada,onde vários predadores formam seu exército que,no fim,acaba por matá-lo.Também aparece no 8º episódio da 3º Temporada, mas é retratado em seu período de origem.

Período de Origem: Paleoceno
1º Aparição: 1º Episódio/3º Temporada
Nº de Mortes: 2
Regresso: Sim.

É uma espécie de crocodilo pré-histórico,capaz de se erguer nas duas patas e de caminhar de forma mais reta que outros crocodilos.Veio do período Eoceno e saiu de uma anomalia dentro de um ídolo egípcio,motivo pelo qual é confundido com uma divindade egípcia. Aparece no 1º episódio da 3º Temporada.

Período de Origem:
1º Aparição: 5º Episódio/1º Temporada
Outras Aparições: 2º Episódio/2º Temporada e 10º Episódio/3º Temporada
Nº de Mortes: Nenhuma
Regresso: Episódio 5/1: Sim Episódios 2/2 e 10/3: Encontrado no seu período de origem.

A princípio,acredita-se que a morte de um golfista num campo pode ter sido causada por um Pteranodon enorme.Mas logo em seguida, conclui-se que os responsáveis foram Anurognathus. O Pteranodon é quase inofensivo,apenas sobrevoa o céu a procura de algo para comer. O único ataque foi feito a Connor,enquanto este apareceu no campo com o Coelurosauravus ´´Rex``(motivo pelo qual foram atacados). No final, a criatura é sedada por Stephen e levado de volta ao seu período de orige

                                                                                                                            pequeno raptor ávoricola  periodo de origem:jurassico primeira aparição:3º episodio/4ª temporada  outras aparições:5ºepisodio/5ªtemporada nº de mortos:1 regresso:não    no começo ele aparece no tempo dele mais atevessa a anomalia mais volta e eles travam a anomalie mais ethan a abre e o solta.ela foi morta por causa de uma queda                                                                                                

T[editar | editar código-fonte]

V[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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