Anexo:Lista de bairros e conjuntos habitacionais de Feira de Santana

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Mapa dos nove distritos em diferentes cores. A Região Central está em azul claro, enquanto a área da Região Central dentro da avenida do Contorno está em azul escuro. Matinha está em cor laranja, Tiquaruçu está de rosa, Jaguara está de verde, Governador João Durval Carneiro está em amarelo, Bonfim de Feira está em lilás, Humildes está em marrom, Jaíba está em cinza e Maria Quitéria está em vermelho.
Vista parcial da cidade.

Este anexo contém uma lista de bairros e conjuntos habitacionais de Feira de Santana. Há também informações sobre os bairros de Feira, um município brasileiro localizado na Bahia, organizadas por seções.

35º BI[editar | editar código-fonte]

Situado ao lado do Batalhão de Infantaria, o bairro possui cerca de 800 habitantes. Em sua localidade, existia a Fazenda da Copa, a qual foi vendida em lotes de terra. O bairro fica próximo a órgãos importantes, como o Hospital Geral Cleriston Andrade, o Hospital Estadual da Criança, o Complexo Policial, o Sest/Senat, o Sesc e o próprio Batalhão de Infantaria. O bairro goza, ainda, de certa tranquilidade, mas ultimamente tem passado por alguns problemas com relação a violência e drogas. A comunidade com suas próprias economias, está, há cerca de 7 anos, construindo o Centro Paroquial Nossa Senhora do Rosário.


Dados:

O bairro possui 6 bares, 3 igrejas (Quadrangular, Católica e Cristã), 2 escolas, cerca de 400 casas, 2 materiais de construção, 1 armazém, 1 locadora de dvd, 1 eletrônica, 2 sorveterias, 2 oficinas para carros, 1 oficina de bicicleta, 3 minimercados, 1 moderna delicatessen e 1 conjunto habitacional.


Transporte coletivo:

Atendido atualmente pela empresa 18 de Setembro, as linhas que transportam moradores e visitantes são: 015 35º BI/Adenil via Jomafa, 018 Aviário via 35º BI, 020 Conjunto Feira VII via Av. João Durval, 021 Liberdade e 025 Subaé/35º BI via Jomafa (todas Bairro/Terminal Central). Transporte clandestino, com mototáxi e carros que fazem lotação, são outras opções.


Segurança:

O bairro já esteve mais seguro. Drogas é o maior problema do bairro atualmente, mas os pequenos assaltos ocorrem não muito frequentemente.


Internet:

A cidade de Feira de Santana possui poucas alternativas locais de conexão. A internet a rádio é a maior opção para o local. Existem dois provedores autorizados pela Anatel na cidade, e os dois estão fornecendo conexão ao bairro. A internet ADSL, em breve, será uma outra opção.


Imóveis:

Existem casas para aluguel e compra, além de terrenos ainda sem alicerce.


Lazer:

Este é o fraco do bairro, não existem praças e nem mesmo locais destinados à diversão, como lan-houses, quadras poliesportivas, restaurantes... Existem somente bares.

Aeroporto[editar | editar código-fonte]

Seu nome foi concedido em virtude da proximidade do Aeroporto João Durval Carneiro. Está situado do lado esquerdo da estrada que leva ao povoado de Jaíba e é o bairro menos populoso da cidade; de acordo com o último censo, o bairro conta com apenas 648 habitantes.

Asa Branca[editar | editar código-fonte]

Ali situava-se uma fazenda de Antônio da Serraria. Fica entre o bairro Pampalona e o distrito de Maria Quitéria.

Aviário[editar | editar código-fonte]

O ex-governador Landulfo Alves, a fim de estimular a criação de aves, implantou ali um criatório de galinhas. Diz-se que a ideia era mostrar à população como poderia haver um criatório deste tipo de ave de forma sadia. Atualmente não mais existe este criatório e o governo municipal tem construído casas populares naquele bairro.

Baraúnas[editar | editar código-fonte]

Ganhou este nome em virtude da presença dos muitos pés da árvore conhecida como Baraúna. Fica entre o bairro Sobradinho e a Avenida José Falcão da Silva. O último censo contou 8.093 habitantes no bairro.

Brasília[editar | editar código-fonte]

Era uma chácara da família do Coronel Agostinho Froés da Mota. Toda cercada de eucaliptos, ali cultivava-se de tudo. Em 1955, a família loteou o terreno, preservando a casa sede da chácara. O primeiro nome do bairro foi Chácara de D. Lolô, em homenagem à segunda esposa do Coronel. Passou a chamar-se Brasília posteriormente, em homenagem à capital federal, que estava sendo construída na época; a ideia de batismo foi do então deputado Hamilton Cohim.

Calumbi[editar | editar código-fonte]

Era uma fazenda da tradicional família Pinto. Seu nome se deu em virtude da abundância de arbustos cheios de espinhos, chamados calumbi, ali outrora existentes.

Campo Limpo[editar | editar código-fonte]

Ganhou este nome pelo fato de aquela zona ser bastante plana e sem árvores altas que dificultassem a visão ao longe. É o segundo bairro mais populoso do município, com 47.060 habitantes.

Caseb[editar | editar código-fonte]

O Governo da Bahia tinha naquele bairro um armazém onde depositava insumos, que socorriam a população em tempos dífíceis, não permitindo as grandes altas no preço destes produtos e funcionando, portanto, como regulador de mercado. Naquela região do entorno da Avenida João Durval, antiga Avenida Anchieta, existiam apenas dois prédios: um deles era da Usina Itapetingui e o outro, onde hoje fica a Cesta do Povo, funcionava o prédio do governo (armazém) da CASEB (Companhia de Armazéns e Silos do Estado da Bahia), que deu nome ao bairro.

Capuchinhos[editar | editar código-fonte]

Ganhou este nome por ser morada dos frades capuchinhos, frades estes que batizaram as ruas do bairro com nomes de santos.

Campo do Gado Novo[editar | editar código-fonte]

O bairro dista 6 km do centro da cidade e ganhou este nome por abrigar currais de gado e o Complexo Matadouro Campo do Gado. A grande Feira de Gado Bovino movimenta, principalmente às segundas-feiras, o Complexo Matadouro Campo do Gado. O negócio com animais se estende à venda de produtos do artesanato regional, especialmente peças de vestuário e de montaria do vaqueiro, bebidas e comidas típicas.

Chácara São Cosme[editar | editar código-fonte]

Era a chácara do distinto Sílio Soledade; Sr. Sílio, mais tarde, vendeu parte do terreno para um imigrante pernambucano que ali construiu casas e as alugou para seus conterrâneos.

Cidade Nova[editar | editar código-fonte]

Criado no ano de 1969, com o status de primeiro conjunto habitacional transformado em bairro, foi construído em dois anos pela Urbis e atualmente é praticamente autossuficiente, com boa infraestrutura. A curiosidade é que este bairro, pela data de sua construção, batizou o nome das ruas com o nome dos jogadores da Seleção Brasileira de Futebol do ano de 1970.

CIS[editar | editar código-fonte]

Nomenclatura de Centro Industrial do Subaé. Ganhou este nome pela proximidade do centro industrial. Segundo o último censo, conta com 7.887 moradores.

Conceição[editar | editar código-fonte]

Chamou-se outrora de Santo Antônio Velho e foi, mais tarde, batizado com o nome de Conceição em virtude da construção da Igreja de Nossa Senhora da Conceição. O bairro foi criado praticamente por pernambucanos que se instalaram na região. Dona Milú e Sr. José Gonçalo foram cofundadores do bairro, por doarem o terreno para construção da Igreja, hoje conhecida como Paróquia Imaculada Conceição. Mais tarde, uma parte deste terreno foi doado para construção da Escola Estadual Imaculada Conceição.

Devido à construção do Shopping Iguatemi (atual Boulevard) e à proximidade com o Anel de Contorno, o bairro foi crescendo e os loteamentos Juca Campelo e 5 de Maio (desmembrados de fazendas, posteriormente transformados em lotes), próximos ao bairro Santo Antônio, dividiram o bairro da Conceição em Conceição I, Conceição II e Conceição III.

Feira IV[editar | editar código-fonte]

Conjunto habitacional localizado no bairro Pedra do Descanso.

Feira V[editar | editar código-fonte]

Conjunto habitacional localizado às margens do Anel de Contorno, entre as avenidas Maria Quitéria e João Durval. O conjunto pertence ao bairro Mangabeira. Conta com uma boa estrutura, com diversos supermercados, farmácia, dois campos de futebol, igrejas, academias de musculação, bares, escolas particulares e uma escola estadual, além de 3 praças.

Feira VI[editar | editar código-fonte]

Conhecido inicialmente como Conjunto Habitacional Áureo Filho, o conjunto - que pertence ao bairro Campo Limpo - teve como proposta inicial servir de residência para os policiais do Batalhão de Polícia. Com o passar do tempo, este cenário foi modificando-se, passando a agregar outros moradores e tornando-se também o local de residência de muitos funcionários e estudantes da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Atualmente, o conjunto é constituído, em sua maioria, por residências universitárias, uma vez que muitos de seus antigos moradores venderam suas casas, o que propiciou a construção de prédios para aluguel a estudantes da UEFS ou, ainda, a muitos que ainda se encontram na fase de pré-vestibular, que já se fixam no conjunto desde este período.

Feira VII[editar | editar código-fonte]

É um conjunto habitacional pertencente ao bairro Tomba. É limitado por vários outros conjuntos: Elza Azevedo, Fraternidade, Liberdade, Panorama, Sítio Matias e Terra do Bosque. Atualmente, está em péssimas condições de saneamento, porém é um conjunto autossuficiente, por contar com mercados; farmácias; materiais de construção; quadras poliesportivas; campos de futebol; lan-houses; escolas particulares, municipais (com destaque para a Escola Municipal José Raimundo Pereira de Azevedo, a maior de Feira de Santana) e estaduais; lojas de diversos gêneros: roupas, sapatos, materiais escolares; oficinas; e igrejas de diversos segmentos.

Feira IX[editar | editar código-fonte]

Conjunto habitacional localizado no bairro Calumbi. Expandiu-se, com o passar dos anos, formando um conjunto conhecido como Conjunto Feira IX.

Feira X[editar | editar código-fonte]

Conjunto habitacional localizado no bairro Muchila. É um dos mais populosos de Feira de Santana.

Gabriela[editar | editar código-fonte]

As suas ruas, de modo geral, levam nomes de novelas, assim como o próprio nome do bairro, da obra homônima de Jorge Amado.

Jardim Acácia[editar | editar código-fonte]

Esta árvore está relacionada aos símbolos maçônicos e seu nome foi escolhido pelo proprietário do loteamento, Walter Ribeiro Souza Costa, que é Maçom.

Jardim Cruzeiro[editar | editar código-fonte]

Bairro onde estão situados o estádio da cidade "Joia da Princesa" e a Paróquia de Nosso Senhor do Bonfim. Conta com 14.694 habitantes. No Jardim Cruzeiro, encontram-se também o Observatório Antares, mantido pela UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana); o Hospital Inácia Pinto dos Santos (mais conhecido como Hospital da Mulher); e a AABB (Associação Atlética Banco do Brasil).

Lagoa Grande[editar | editar código-fonte]

Ganhou o nome em homenagem à importante lagoa que abasteceu a cidade com água potável até o início da década de 1970.

Limoeiro[editar | editar código-fonte]

Distante 9 km do centro da cidade, é uma localidade bem antiga, procura até hoje garantir a categoria de Bairro. Possui uma igreja de porte médio e seu calçamento é feito de paralelepípedos.

Muchila[editar | editar código-fonte]

Falava-se de uma fazenda com este nome naquela zona desde o século XVII.

Nova Esperança[editar | editar código-fonte]

Formado por pessoas de baixa renda, fica entre o bairro Gabriela e a BR-116 Sul. Segundo o último censo, o bairro tinha 1.797 habitantes.

Novo Horizonte[editar | editar código-fonte]

O nome do bairro deve-se ao fato de ele ficar em uma região de expansão da urbanização da cidade, que é a parte ao norte da região central. Com o campus universitário da UEFS no bairro, a tendência é que a população da região norte da cidade aumente em decorrer do tempo.

Olhos D'Água[editar | editar código-fonte]

Acusado erroneamente de ser o nascedouro da cidade, o bairro ganhou este nome por abrigar uma casa apontada como sede da Fazenda Olhos D'Água, de propriedade dos fundadores do município.

Papagaio[editar | editar código-fonte]

Abrigou o extinto Instituto Baiano do Fumo. Hoje, pertence à Arquidiocese de Feira de Santana.

Parque Getúlio Vargas[editar | editar código-fonte]

Leva este nome pela proximidade, no lado esquerdo de quem vai do centro para o Anel de Contorno, com a Avenida Getúlio Vargas. Moram ali 3.023 feirenses, segundo o último censo.

Parque Ipê[editar | editar código-fonte]

Ganhou este nome de um dos colaboradores da loteadora Ficol, responsável pela criação do bairro. Possui 16.469 moradores, segundo o último censo.

Pedra do Descanso[editar | editar código-fonte]

Segundo relatos, existia ali uma grande pedra, na qual os viajantes descansavam ao retornar de grandes jornadas. Prevalecia uma área composta por fazendas, com vegetação de pastagem ou nativa, que foi dando lugar a conjuntos de condomínios residenciais. Entretanto, esses condomínios ainda não atraíram investimentos comerciais para satisfazer as necessidades das diversas famílias que aí residem, contendo um grande mercado consumidor à espera de ser descoberto. Contrastando com os conjuntos residencias, há também uma concentração habitacional desordenada e carente de infraestrutura, evidenciando a má distribuição de rendas que ainda persiste na sociedade feirense, baiana e brasileira.

Ponto Central[editar | editar código-fonte]

Era uma chácara bastante afastada do centro comercial da cidade, era de propriedade de um pernambucano chamado José Campos Alves que, de forma corajosa, instalou energia elétrica naquela localidade de forma independente nos idos de 1954. Existiu, por muito tempo, uma lenda mal-assombrada naquele bairro, que falava sobre um carro de boi fantasma que fazia enorme barulho.

Queimadinha[editar | editar código-fonte]

Ganhou este nome em virtude das queimadas que eram provocadas por ali, quando ocorriam missas ou festas profanas no tempo em que ainda não existia luz elétrica. Ali era instalada a fábrica de cal Sublime e o famoso Cabaré Sonho Azul, criado próximo à Lagoa do Prato Raso, o qual, aos poucos, foi se acabando com a chegada das casas.

Rua Nova[editar | editar código-fonte]

Um dos bairros mais humildes da cidade, era uma fazenda de uma senhora chamada Dona Pomba. A própria Dona Pomba doou muitas terras a pessoas humildes, o que acabou culminando com a criação do bairro.

Santa Mônica[editar | editar código-fonte]

A origem do bairro está claramente ligada ao advento, em 1950, dos frades capuchinhos para Feira de Santana, acolhidos pelo fazendeiro Fraterno Elisário, que doou uma porção de terra para a instalação do atual conjunto religioso: Convento, Igreja dos Capuchinhos, Colégio Santo Antônio, Rádio Sociedade e Faculdade UNEF (Unidade de Ensino Superior de Feira de Santana). Mais tarde, teve muitos lotes adquiridos pelo empresário Modesto Cerqueira, dono da TV Subaé e diversas concessionárias de veículos na cidade.

Santo Antônio dos Prazeres[editar | editar código-fonte]

Um dos bairros mais antigos do município. Seu nome está ligado à inauguração da água encanada, em 1957, extraída da Lagoa Grande, próxima a este bairro, com a presença do prefeito João Marinho Falcão e do então presidente Juscelino Kubitschek. Aquele era o caminho obrigatório para quem ía para os atuais Distrito de Jaíba, Povoado de São Roque e Coração de Maria.

São João[editar | editar código-fonte]

Antigo Campo Velho do Gado. O nome antigo deu-se em virtude de ali estarem localizadas as antigas instalações do Campo do Gado. Neste bairro, foram construídos importantes equipamentos públicos, como o Centro de Convenções de Feira de Santana e o Museu Parque do Saber, o qual conta com um Teatro Virtual.

Curiosamente, o bairro São João sediou o Segundo Campo do Gado, já que o primeiro localizou-se onde hoje está a Biblioteca Municipal e o terceiro está no bairro do Campo do Gado Novo.

Sobradinho[editar | editar código-fonte]

Ali localizava-se, segundo a lenda, um sobrado antigo e mal-assombrado que assustava toda a população da parnasiana Feira de Sant'Anna. Outra versão contesta a primeira e diz que onde hoje é o bairro do Sobradinho localizava-se um sobrado dos padres jesuítas e que servia como depósito de ouro, trazido pelos tropeiros das minas de Mundo Novo e de Jacobina.

Sim[editar | editar código-fonte]

Este bairro é recente na história do município e ganhou este nome em virtude da instalação do Serviço de Integração do Migrante, que surgiu no governo de João Durval Carneiro. Naquele bairro, localiza-se a FTC (Faculdade de Tecnologia e Ciências). Segundo o último censo, conta com 2.700 habitantes.

Subaé[editar | editar código-fonte]

Formado no entorno do centro industrial da BR-324, ganhou este nome em virtude do rio genuinamente feirense que nasce lá. Este rio é de demasiada importância e tem recebido a atenção das autoridades e órgãos competentes.

Tomba[editar | editar código-fonte]

É um bairro da cidade de Feira de Santana, no estado da Bahia. Localizado na zona sul da cidade, a 2 km do centro, próximo à Avenida do Contorno, é o elo entre Feira de Santana e São Gonçalo dos Campos. É o bairro mais populoso da cidade, com 55.007 moradores, segundo o último Censo.

O bairro em si surgiu após a construção da Fazenda Olhos D'Água, para a qual a cidade depois se tornou freguesia. Como toda cidade do interior, contava com ruas principais, e os bairros que se localizavam após estas ruas eram chamados de Ponta de Rua; o Tomba era uma delas. O bairro inicialmente era apelidado preconceituosamente de Morro do Macaco, por ali residirem pessoas pobres, donos de fazenda e, segundo moradores, uma extensa fauna de Mata Atlântica e Caatinga. Com o passar do tempo, ali foi construída uma estrada de ferro, que ligava o Sertão ao Recôncavo e, sempre que o trem passava naquele trecho, tinha que diminuir a velocidade e colocar os passageiros para andar, caso contrário o trem tombaria, nomeando o lugar como: "O lugar que o trem tomba" (depois somente Tomba). Hoje, o bairro tem um comércio forte e é independente, com lojas dos grupos Cencosud e Walmart, um núcleo industrial com grandes empresas, uma rede bancária com vários caixas eletrônicos, uma agência do Banco Postal, loteria da CEF, postos de gasolina, lojas de conveniência e uma feira livre na Praça Macário Barreto.

Pelo fato de o Tomba ser um bairro muito grande, existem alguns sub-bairros dentro do mesmo. São eles: Conjunto Amazonas; Conjunto Feira VII; Conjunto Francisco Pinto; Conjunto Fraternidade; Conjunto Hildes Ferreira; Conjunto Luanda; Conjunto Luciano Barreto; Conjunto Oyama Figueiredo; Conjunto Sérgio Carneiro; Conjunto Sítio Matias; Conjunto Terra do Bosque; Eucalipto; Loteamento Alto da Caatinga; Loteamento Bela Vista do Sul; Loteamento Diplomata; Loteamento Elza Azevedo; Loteamento Papa João XXIII; Parque Panorama; Parque Tamandari; Vila Verde.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]