Anexo:Lista de cidades brasileiras que possuem segundo turno nas eleições municipais

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Esta é uma lista das cidades brasileiras que podem ter segundo turno em eleição, ou seja, cidades com mais de 200 mil eleitores.[1] [2]

Capitais (em ordem alfabética)

  1. Aracaju (SE)
  2. Belém (PA)
  3. Belo Horizonte (MG)
  4. Campo Grande (MS)
  5. Cuiabá (MT)
  6. Curitiba (PR)
  7. Florianópolis (SC)
  8. Fortaleza (CE)
  9. Goiânia (GO)
  10. João Pessoa (PB)
  11. Macapá (AP)
  12. Maceió (AL)
  13. Manaus (AM)
  14. Natal (RN)
  15. Porto Alegre (RS)
  16. Porto Velho (RO)
  17. Recife (PE)
  18. Rio Branco (AC)
  19. Rio de Janeiro (RJ)
  20. Salvador (BA)
  21. São Luís (MA)
  22. São Paulo (SP)
  23. Teresina (PI)
  24. Vitória (ES)

Observação 1: Não obstante o município de Brasília possuir o quarto maior eleitorado do Brasil, em função da natureza sui generis do Distrito Federal, que possui ao mesmo tempo atribuições dos estados e dos municípios, não há eleições municipais, somente as eleições distritais realizadas junto com as eleições nacionais (para presidente, senador(es) e deputados federais) a cada quatro anos, que elegem o governador e os deputados distritais.[3] [4]

Observação 2: Boa Vista (RR) e Palmas (TO) até o momento não podem realizar o segundo turno nas eleições municipais, visto que ainda não possuem o número mínimo de eleitores exigido pela Constituição Federal e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que é superior a 200.000 eleitores.[3]

Não-capitais (em ordem alfabética)

  1. Ananindeua ( PA)
  2. Anápolis ( GO)
  3. Aparecida de Goiânia ( GO)
  4. Barueri ( SP)
  5. Bauru ( SP)
  6. Belford Roxo ( RJ)
  7. Betim ( MG)
  8. Blumenau ( SC)
  9. Campina Grande ( PB)
  10. Campinas ( SP)
  11. Campos dos Goytacazes ( RJ)
  12. Canoas ( RS)
  13. Carapicuíba ( SP)
  14. Cariacica ( ES)
  15. Cascavel ( PR)
  16. Caxias do Sul ( RS)
  17. Contagem ( MG)
  18. Diadema ( SP)
  19. Duque de Caxias ( RJ)
  20. Feira de Santana ( BA)
  21. Franca ( SP)
  22. Guarujá ( SP)
  23. Guarulhos ( SP)
  24. Itaquaquecetuba ( SP)
  25. Jaboatão dos Guararapes ( PE)
  26. Joinville ( SC)
  27. Juiz de Fora ( MG)
  28. Jundiaí ( SP)
  29. Limeira ( SP)
  30. Londrina ( PR)
  31. Maringá ( PR)
  32. Mauá ( SP)
  33. Mogi das Cruzes ( SP)
  34. Montes Claros ( MG)
  35. Niterói ( RJ)
  36. Nova Iguaçu ( RJ)
  37. Olinda ( PE)
  38. Osasco ( SP)
  39. Pelotas ( RS)
  40. Petrolina ( PE)
  41. Petrópolis ( RJ)
  42. Piracicaba ( SP)
  43. Ponta Grossa ( PR)
  44. Ribeirão Preto ( SP)
  45. Santos ( SP)
  46. Santo André ( SP)
  47. São Bernardo do Campo ( SP)
  48. São Gonçalo ( RJ)
  49. São João de Meriti ( RJ)
  50. São José do Rio Preto ( SP)
  51. São José dos Campos ( SP)
  52. São Vicente ( SP)
  53. Serra ( ES)
  54. Sorocaba ( SP)
  55. Taubaté ( SP)
  56. Uberaba ( MG)
  57. Uberlândia ( MG)
  58. Vila Velha ( ES)
  59. Vitória da Conquista ( BA)
  60. Volta Redonda ( RJ)

Referências

  1. Arts. 28, 29, inciso II, e 77 da Constituição Federal.
  2. Emenda Constitucional nº 16, de 04 de junho de 1997.
  3. a b http://www.tse.jus.br/internet/eleicoes/evolucao_eleitorado.htm consultada em 20/08/2010.
  4. BRASIL (Legislação) (5 de outubro de 1988). Constituição Federal de 1988, artigo 32, §§1º a 4º Presidência da República - Legislação. Visitado em 23 de outubro de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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