Lista de gerações de aviões a jato

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde março de 2013). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Searchtool.svg
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto e colocar uma explicação mais detalhada na discussão.
F-22, o caça mais moderno atualmente.

Introdução[editar | editar código-fonte]

Tornou-se comum na comunidade da aviação classificar os caças por "gerações", para fins históricos.[1] Não há definições formais ou oficiais definições destas gerações, eles são uma espécie de consenso que capta uma "fase" reconhecível do desenvolvimento de abordagens das concepções dos caças, e do desempenho de suas capacidades, bem como sua evolução tecnológica.

Em essência, estas fases capturam um design geral, uma filosofia, baseada nas percepções e demandas das guerras aéreas e nos ambientes colocados pelos estrategistas militares da aviação, bem como o estado da arte tecnológico.

Aeronaves de primeira geração[editar | editar código-fonte]

The Me 262, exemplo da primeira geração de caças a jato.

A Primeira Geração de caças a jato, foi desenvolvida nos meados dos anos 40, e sobreviveu um período relativamente curto de tempo. Diferentes dos caças de hélice dos finais da Segunda Grande Guerra, a grande diferença em relação a estes consistia no uso de motores a reação, o que permitia acréscimos de 150 a 200 km/h velocidade final da aeronave e tetos de voo de 13 a 15 mil metros, em vez dos 10 a 11 mil metros dos seus concorrentes a hélice. Estas vantagens tornaram os primeiros aviões alemães a reação oponente temíveis, embora a escassez de combustível e falta de confiabilidade dos seus motores fosse um grande problema para estes primeiros aparelhos. Incluem: F-86, Mig-15 entre outros.

Exemplos de aviões de primeira geração:[editar | editar código-fonte]

MD450 Ouragan no India's No. 47 "Black Archers" Squadron
Captured Heinkel He 162 em ensaios pós-guerra nos EUA
MiG-15 na Polónia.
F9F Panther e AJ-2 Savage em reabastecimento em voo, 1953

Caças Interceptadores[editar | editar código-fonte]

Bombardeiros[editar | editar código-fonte]

Caças de Superioridade Aérea[editar | editar código-fonte]

Muitos destes também possuam variantes bombardeiros.

Uma notável caça pós-guerra que nunca foi utilizado operacionalmente foi o FMA IAE 33 Pulqui II, um caça protótipo construído na Argentina. O Pulqui II foi baseada em modelos antigos por engenheiros alemães e teve como base inicial para os desenhos Focke-Wulf Ta 183, propôs o sucessor do Me 262.

Aeronaves de segunda geração[editar | editar código-fonte]

O Norte-Americano F-100 Super Sabre
The Mirage III

A segunda geração seriam os primeiros supersonicos. O desenvolvimento da segunda geração foi moldada pelos significativos avanços tecnológicos, as lições aprendidas com batalhas aéreas da Guerra da Coréia.

Avanços na aerodinâmica, propulsão e materiais desenvolvidos para o espaço (principalmente ligas de alumínio) permitiu aos projetistas experimentar com uma maior varidedade outras inovações aeronáuticas como novos formatos de asas e de fuselagens.

Exemplos de caças de segunda geração[editar | editar código-fonte]

Aeronaves de terceira geração[editar | editar código-fonte]

A terceira geração assistiu e continuou maturação das inovações de segunda geração, mas é mais marcada pela ênfase renovada na manobrabilidade e na tradicional capacidade terra-ataque. Ao longo da década de 1960, aumentando o poder de combate a com experiência demonstrou que a luta contra mísseis guiados poderá e deveria recair nas lutas aereas.

Esta fase também ficou marcada pela expansão das capacidades de ataque ao solo, principalmente os mísseis guiados e o testemunho da introdução de radares mais sofisticados.

Aeronaves de quarta geração[editar | editar código-fonte]

Aeronaves classificadas como de quarta geração são aqueles em serviço dentro dos anos 1980 até 2010 aproximadamente, representando os conceitos de design da década de 1970. A quarta geração desenhos são fortemente influenciados pelas lições aprendidas com a geração anterior dos aviãos de combate. Representantes lutadores incluem a série "teen" de caças-americano (F-14, F-15, F-16 e F/A-18 Hornet) e os soviéticos MiG-29 e Su-27. Os custos crescentes demonstraram o êxito do papel dos multi-aviões, como o F-4 Phantom II onde se deu origem à popularidade dos aviões multi-função. A Longa distância ar-ar míssil foi originalmente pensada para tornar-se obsoleta, mas os projetistas responderam com uma ênfase numa renovada manobrabilidade.

O rápido avanço dos microcomputadores nos anos 1980 e 1990 permitiu atualizações rápidas para os aviões desta geração, incorporando ao sistema melhoramentos, como AESA. Devido à nas tais capacidades melhoradas destes aviões e em novos desenhos da década de 1990 chamou-se de 4ª geração e meia e por vezes utilizado para se referir a estes tipos de aviões.

Exemplos de aviões de quarta geração:[editar | editar código-fonte]

Aeronaves que entraram em serviço[editar | editar código-fonte]

F-16CG Fighting Falcon

Aeronaves canceladas[editar | editar código-fonte]

Quarta geração e meia[editar | editar código-fonte]


Aeronaves que entraram em serviço[editar | editar código-fonte]

Aeronaves Canceladas[editar | editar código-fonte]

Quinta geração de aeronaves[editar | editar código-fonte]

Fifth generation F-22 Raptor
Fifth generation F-35 Lightning II

Em serviço[editar | editar código-fonte]

Em produção[editar | editar código-fonte]

Em desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Aeronaves de demonstração de tecnologia[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]