Anexo:Lista de imperatrizes do Brasil

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Durante a breve experiência monárquica brasileira, ascenderam ao trono apenas três imperatrizes. D. Leopoldina de Áustria, a primeira imperatriz, foi a única a participar ativamente da política do novo país, seja tornando-se regente devido às freqüentes ausências de seu marido, D. Pedro I, seja pela sua atuação como correspondente dos Habsburgo, mantendo seu pai, Francisco II de Áustria, informado dos ocorridos no Brasil e procurando garantir alguns interesses da Santa Aliança. Ela foi quem idealizou a bandeira nacional[carece de fontes?], com o verde dos Bragança e o amarelo dos Habsburgo[carece de fontes?]. Devido a sua morte prematura, e à partida de D. Pedro I junto a D. Amélia de Leuchtenberg, não houve quem por direito de fato pudesse reger o Império até a maioridade de seu filho caçula, D. Pedro II. Assim sendo, institucionalizou-se o chamado Período Regencial, no qual há uma ocupação do cargo de regente do Império por sucessivas personalidades políticas da época, eleitas pela Câmara.

A sucessora de D. Leopoldina, D. Amélia de Leuchtenberg, permaneceu pouco tempo no cargo. Acompanhou D. Pedro I em seu retorno a Portugal, após a abdicação de ambos ao trono brasileiro, para lutar pelo direito regencial da filha desse, D. Maria II de Portugal.

Já a terceira imperatriz, D. Teresa de Duas Sicílias, apresentou uma atuação muito mais discreta nos rumos da política nacional, estando sempre ao lado de seu marido, D. Pedro II, e falecendo pouco após o exílio. Sua filha, D. Isabel, nunca chegou a ascender ao trono brasileiro, haja vista a proclamação da República Brasileira em 1889, apesar de ter atuado como regente do Império por três vezes, a mais notável quando da abolição da escravatura.

Imperatrizes do Brasil – Dinastia de Bragança[editar | editar código-fonte]

Nome De Até Casa Originária Consorte de Filha de
1 D. Leopoldina de Áustria
29- Imperatriz rainha D. Leopoldina.jpg
07 de setembro de 1822 11 de dezembro de 1826 Dinastia de Habsburgo (Áustria) D. Pedro I Francisco I da Áustria e de Maria Teresa da Sicília.
2 D. Carlota Joaquina de Bourbon
Carlota Joaquina.jpg
29 de agosto de 1825 10 de março de 1826 Dinastia de Bourbon (Espanha) D. João I Carlos IV de Espanha e de Maria Luísa de Parma.
3 D. Amélia de Leuchtenberg
Anônimo - D. Amélia, duquesa de Bragança.JPG
2 de agosto de 1829 7 de abril de 1831 Dinastia de Beauharnais (França) D. Pedro I Eugênio de Beauharnais e de Augusta da Baviera.
4 D. Teresa Cristina de Duas Sicílias
Imperatriz D. Tereza Cristina2.jpg
30 de maio de 1843 15 de novembro de 1889 Dinastia de Bourbon (Reino das Duas Sicílias D. Pedro II Francisco I das Duas Sicílias e de Maria Isabel de Bourbon.

Imperatriz titular do Brasil[editar | editar código-fonte]

Pelo tratado do Rio de Janeiro, firmado entre Portugal e Brasil em 1825, que colocou termos à guerra da independência do Brasil, reconhecia-se a autonomia do antigo reino, mas reservava-se o título de imperador titular do Brasil a D. João VI. Por conseguinte, seu cônjuge, D. Carlota Joaquina de Bourbon, tornou-se a imperatriz titular do Brasil. Com a morte do marido, sete meses depois, D. Carlota perde o título tanto do trono português quanto do brasileiro, tornando-se rainha mãe ou imperatriz mãe.

Observação[editar | editar código-fonte]

Se tivesse assumido o trono, a filha primogênita de D. Pedro II, D. Isabel do Brasil, então princesa imperial do Brasil à época da proclamação da República, ter-se-ia tornado imperadora do Brasil, e não imperatriz, pois este título se refere à consorte do imperador e aquele à chefa de Estado do Império.

Ver também[editar | editar código-fonte]