Anexo:Lista dos meios de transporte e acessos em Campo Grande

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Campo Grande dispõe de um complexo sistema intermodal de transporte urbano e interurbano que atende aos padrões de necessidade para o tamanho que possui. É um importante pólo de desenvolvimento social do estado e se liga aos demais municípios e estados do Brasil por via aérea e rodoviária. No transporte urbano a cidade é servida por ônibus, fresquinhos, táxis e moto-táxis. No sistema interurbano há as opções do ônibus (através de seu terminal rodoviário de passageiros) e por avião (através de seu aeroporto internacional). Como a cidade possui ruas e avenidas largas, seu trânsito ainda tem um bom fluxo.

Transporte aéreo[editar | editar código-fonte]

Aeroporto de Campo Grande

O acesso por via aérea é feito pelo Aeroporto Internacional de Campo Grande, que se situa na zona oeste de Campo Grande. É o principal aeroporto e com maior embarque e desembarque de passageiros do estado. Conta com praça de alimentação e várias lojas.

Recebe aviões de todo país e um võo internacional até Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), que é realizado pela GOL Linhas Aéreas.

Transporte terrestre[editar | editar código-fonte]

Situada exatamente no epicentro de Mato Grosso do Sul, Campo Grande possui um sistema interurbano com as opções de transporte rodoviário, ferroviário e aéreo. Se destaca também no transporte urbano. O transporte terrestre é classificado da seguinte forma:

Rodoviário[editar | editar código-fonte]

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Campo Grande possui um importante entroncamento rodoviário que possibilita sua interligação com os principais centros do MS, da região e do resto do Brasil. Sua malha rodoviária é praticamente toda asfaltada. As principais rodovias que passam pela cidade são:

Nome Ligação
BR-060 Bela VistaBrasília
BR-163 Horizontina (Rio Grande do Sul) – Santarém (Pará)
BR-262 Vitória (Espírito Santo)Corumbá
BR-267 (atende indiretamente) Divisa SP-MS – Porto Murtinho
MS-080 Campo Grande – Rio Negro

Passageiros[editar | editar código-fonte]

O transporte por ônibus é feito através da nova Estação Rodoviária, inaugurada em Outubro de 2009 e intitulada Senador Antônio Mendes Canale (situado na Avenida Gury Marques, localizada na zona sul de Campo Grande, entre os terminais Morenão e Guaicurus), em substituíção ao antigo Terminal Rodoviário Heitor Eduardo Laburu, situado no bairro Amambaí. Os dois funcionaram simultaneamente até 31 de janeiro de 2010, quando a rodoviária do bairro Amambaí foi definitivamente desativada. A antiga rodoviária foi cercada para preservar o local, que poderá abrigar o Camelódromo.

O terminal faz a interligação da cidade com o resto do estado e o Brasil e registra um bom fluxo de passageiros para outras cidades, especialmente em datas comemorativas.

Cargas[editar | editar código-fonte]

Está em estudo a implantação de um porto seco de cargas local.

Urbano[editar | editar código-fonte]

Capital com trânsito de metrópole

A maioria dos motoristas que precisam enfrentar o corre-corre dos dias úteis nas ruas de Campo Grande já não encontra a mesma agilidade de anos atrás e é sempre o recomeço de uma batalha. A cidade pode não ter os engarrafamentos dos grandes centros urbanos, mas em alguns momentos já registra o caos do trânsito de uma metrópole, já que a frota aumentou muito nos últimos anos. O resultado é sentido pelos motoristas que trafegam pela capital diariamente. Os que vivem na cidade há mais de 5 anos são unânimes em dizer que a Cidade Morena não é mais um local tranqüilo para se dirigir. O trânsito na Capital consequentemente tornou-se complicado, com um aumento acentuado de acidentes nos horários de pico, principalmente das 17 às 20 horas. Os congestionamentos são diários no início da manhã e no fim da tarde em várias vias da cidade. De acordo com a Companhia de Trânsito de Campo Grande - Ciptran – as mais problemáticas são: Afonso Pena, Zahran, Ernesto Geisel, Mato Grosso, Julio de Castilhos, Rui Barbosa e Calógeras.

Várias ações estão sendo estudadas pela Agetran como reestruturar avenidas importantes como a Bandeirantes, a Ceará e a Julio de Castilhos ou então construir passarelas e pontes, principalmente na região do rio Anhaduizinho. Paralelo a isso, a Agetran também realiza intervenções pontuais, como por exemplo, na Afonso Pena, próximo do Shopping, onde foi construída uma nova conversão que proporcionará maior fluidez de veículos. Para realizar parte dessas ações, a prefeitura conta com a ajuda de recursos federais obtidos do BNDES e do BID para viabilizar o montante que ultrapassa os R$ 100 milhões em investimentos. O trânsito nas avenidas urbanas locais é tumultuado todas as noites, principalmente devido ao grande fluxo de veículos e pessoas chegam e saem das universidades. Os problemas de trânsito da Rua Ceará, por exemplo, já não são novidades para pedestres e motoristas que circulam pela via. A própria Ciptran (Companhia de Trânsito de Campo Grande), incluiu a rua entre as dez campeãs de acidentes de trânsito. A grande aposta da administração local é investir em ações futuras. De acordo com a Agetran, a prefeitura contratou uma empresa de consultoria chamada Logitrans que iniciou em agosto de 2007 um estudo para elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana (PDMU), concluído em agosto de 2008. O plano apresentará ações para serem desenvolvidas nos próximos 10 anos, podendo ser revisto a qualquer momento. Segundo a Agetran, a principal aposta da prefeitura para minimizar a questão é investir em transporte público, sendo este a saída para todos os problemas de trânsito.

Fiscalização[editar | editar código-fonte]

A AGETRAN, órgão municipal público, é a empresa que planeja e fiscaliza as atividades relacionadas ao trânsito e aos transportes (onibus, fresquinhos, táxis e moto-táxis) de Campo Grande, além de ter responsabilidade no planejamento, coordenação e execução do sistema viário. Os fiscais de trânsito (os amarelinhos) trabalham em grandes eventos que necessitam de um gerenciamento do trânsito, em locais de conflito entre pedestres e veículos, no atendimento de chamadas de acidentes ou veículos estacionados inadequadamente ou na fiscalização de vias estratégicas equipados com lombadas eletrônicas. A cidade conta com diversos dispositivos eletrônicos que fiscalizam eletrônicamente os motoristas e multam quando ocorrer infração à lei.

Vias arteriais[editar | editar código-fonte]

Av. Afonso Pena, principal via de Campo Grande
Via Parque
Avenida Gury Marques

Possui atualmente 7.332 logradouros, entre ruas e avenidas, tendo a maioria de suas vias públicas pavimentadas. As principais vias arteriais do trânsito urbano de Campo Grande são:

Artérias urbanas de Campo Grande
Nome Tipo Extensão
13 de Maio rua 4,3 km
14 de Julho rua 5,3 km
Afonso Pena avenida 7,8 km
Amazonas rua 3,5 km
Ana Rosa Castilho Ocampos avenida 3,3 km
Anel Rodoviário estrada 55 km
Aracruz avenida 2 km
Bahia rua 3 km
Bandeirantes avenida 4,2 km
Bom Pastor avenida 1,8 km
Calógeras avenida 3,3 km
Candido Garcia de Lima avenida 2,8 km
Capiberibe avenida 0,9 km
Ceará rua 3,1 km
Conde da Boa Vista avenida 1,6 km
Coronel Antonino avenida 1,9 km
Costa e Silva avenida 2,5 km
Cruz de Malta avenida 0,5 km
das Bandeiras avenida 4 km
Doutor Euler de Azevedo rua 3,5 km
Duque de Caxias avenida 12,8 km
Eduardo Elias Zahran avenida 3,3 km
Europa avenida 0,9 km
Ezequiel Ferreira Lima avenida 1,7 km
Fernando Correia da Costa avenida 2,3 km
Francisco Pereira Coutinho rua 2,6 km
Graciliano Ramos avenida 1,6 km
Guaicurus avenida 9,7 km
Gualter Barbosa avenida 2,4 km
Gury Marques avenida 9,1 km
Hiroshima avenida 3,7 km
Joana D’arc avenida 2,9 km
João Pedro de Souza avenida 1,5 km
Joaquim Murtinho rua 6,3 km
Joaquim Nabuco rua 0,4
José Nogueira Vieira avenida 3,6 km
José Pereira rua 0,5
Júlio de Castilho avenida 5,3 km
Lino Villacha rua 3 km
Manoel da Costa Lima avenida 3,7 km
Marechal Deodoro avenida 1,2 km
Marechal Floriano avenida 2,1 km
Marechal Mallet avenida 2,3 km
Marquês do Pombal rua 3 km
Mascarenhas de Morais avenida 3,7 km
Ministro João Arinos avenida 1,2 km
Murilo Rolim Junior avenida 0,7 km
Presidente Vargas avenida 0,6 km
Primeiro de Maio avenida 0,9
Rachel de Queiroz avenida 2,4 km
Rancharia estrada 1,2 km
Redentor avenida 4 km
Roda Velha avenida 1,1 km
Rodolfo José Pinho avenida 1,5 km
Salgado Filho avenida 4 km
Senhor do Bomfim avenida 2,8 km
Tamandaré avenida 10,4 km
Tiradentes avenida 3 km
Três Barras avenida 4,7 km
Via Morena avenida 3,8 km (extensão não-definitiva)
Via Norte-Sul avenida 12,4 km (extensão não-definitiva)
Via Park avenida 3,2 km
Wilson Paes de Barros avenida 3,8 km

Passageiros[editar | editar código-fonte]

Formado por opções de transporte coletivo e seletivo. Mais informações sobre os meios de transporte urbanos abaixo.

Coletivo

Formado pelo transporte de massa (ônibus e moto-táxi), sendo a modalidade que atende a maior parte da população de Campo Grande.

Ônibus

Sistema

O transporte coletivo realizado por ônibus em Campo Grande é denominado de Sistema Integrado de Transporte (SIT Campo Grande). O Sistema entrou em operação em 1991 e consiste em proporcionar ao usuário a opção de deslocamento através da integração física e tarifária de Terminais de Integração. Essa integração possibilita a acessibilidade a vários pontos da cidade com o pagamento de uma única tarifa. Há um projeto da criação de um corredor de ônibus na Avenida Afonso Pena, que terá uma faixa maior e exclusiva para se locomover e outras vias importantes como a Bandeirantes, Via Morena, Rui Barbosa e Calógeras se conectarão a Afonso Pena. Com isso as pessoas circularão de ônibus ao invés de carro ou moto. Outra projeto da prefeitura é a implantação do VLT (Veículo Leve sobre Trilho), que diferente do metrô por requerer menos investimentos e se torna uma opção eficiente para a locomoção da população. Há ainda a possibilidade de baratear a tarifa do transporte urbano.

Terminais de transbordo

Com 10 terminais de integração em toda cidade, transportam 300 mil passageiros por dia em toda a cidade, chegando a cerca de 110 milhões de usuários por ano.

Nove terminais de transbordo fazem parte do transporte urbano. São eles:
Terminal Localicação Observação
Aero Rancho Av. Guinter Huns Inaugurado em 2000.
General Osório Entre as avenidas Coronel Antonino e Mascarenhas de Morais Inaugurado em 1991.
Hércules Maymone Entre as avenidas Eduardo Elias Zahran e Joaquim Murtinho Inaugurado em 2010. Por ele passam linha de ônibus para os terminais Bandeirantes, Nova Bahia, Gal. Osório e Morenão; e partem linhas para a zona leste da cidade.
Júlio de Castilhos Av. Júlio de Castilho com rua Sagarana Inaugurado em 1992.
Jurandir Santana Nogueira (Moreninhas) Av. Barreiras Inaugurado em 2001.
Reni Taveira Belmontes (Nova Bahia) Av. Cônsul Assaf Trad Inaugurado em 2000.
Nicanor Paes de Almeida (Bandeirantes) Entre as avenidas Marechal Deodoro e Bandeirantes Inaugurado em 1991 é o maior terminal de Campo Grande tendo três plataformas.
Paulo Pereira de Souza (Morenão) Av. Costa e Silva Inaugurado em 1992, é o mais movimentado da cidade. Deste terminal saem ônibus para todos os outros terminais da cidade.
Sebastião Rosa Pires (Guaicurus) Av. Gury Marques Inaugurado em 2000.

Frota

Na cidade há uma frota total de 518 veículos. Porém, este número de veículos não é o suficiente para atender a demanda de passageiros, pois a cidade sofre com a demora e a superlotação dos ônibus. Mas esse problema está sendo resolvido aos poucos pela prefeitura. Abaixo a relação:

  • 224 ônibus convencionais e alongados simples;
  • 47 ônibus alongados articulados;
  • 213 ônibus adaptados para deficientes físicos;
  • 34 microônibus

Linhas

A cidade é servida por um total de 182 linhas, entretanto, há uma severa falta de linhas alternativas na cidade, pois há regiões inteiras da cidade que, na maior parte do tempo, possuem apenas uma única linha de ônibus para se deslocarem para outras partes da cidade, principalmente a região sul da cidade. Com a implantação total do sistema integrado, esse problema está aos poucos sendo contornado.

Informações aqui.

Empresas

As empresas que prestam o serviço são:

Moto-táxis

Modalidade de transporte coletivo muito popular em Campo Grande, sendo muito requisitado especialmente de madrugada, quando os ônibus urbanos deixam de circular. São no total 847 moto-táxis cadastrados que atendem em 91 pontos. O serviço foi regulamentado em 2001 pela prefeitura.

Seletivo

Opção de transporte mais exclusiva disponivel á população. Nessa modalidade temos os táxis e os fresquinhos (micro-onibus de atendimento mais exclusivo).

Executivo

O Executivo é um transporte urbano (composto apenas por microônibus) com preço mais elevado e serviços diferenciados, como ar-condicionado e televisão, sendo assim uma alternativa ao onibus convencional. Totalizam em Campo Grande 25 veículos cadastrados com essa finalidade, divididos em 10 linhas.

Táxis

Opção de meio de transporte considerada mais exclusiva, pois possui um preço mais elevado. Igual ao moto-táxi, também é muito requisitado especialmente de madrugada, quando a cidade carece de opção de ônibus urbanos para atender a população. Esta modalidade de transporte totaliza 938 veículos cadastrados que faz o transporte por veículos de passeio e atendem em 109 pontos. Estes são monitorados por três radiotáxis. Campo Grande conta com um sistema de pagamento rápido e seguro para os taxis: o cartão de crédito.

Privado[editar | editar código-fonte]

O sistema privado de transporte de Campo Grande é uma opção de meio de transporte individual, pois atende apenas poucas pessoas, sendo caracterizado por veiculos pequenos, como por exemplo automóveis. Segundo o IBGE, em 2009 Campo Grande tinha 755.107 habitantes e 336.214 veículos (o que dá uma taxa de motorização de 2,24 habitantes por carro).

A frota da Capital dobrou em menos de 10 anos. Segundo o Departamento Estadual de Trânsito, Detran-MS, em 1997, trafegavam um frota total de 140.507 veículos nas largas avenidas da capital. Em 2009, o número encostou em 350 mil veículos, já o número de motos passou de 15.582 para impressionantes 80 mil unidades. Dados da Agência Municipal de Trânsito – Agetran – mostram que de janeiro de 2005 até abril de 2008, o número de veículos que passaram a circular na cidade equivale a frota total da cidade de Dourados ou três vezes a frota de Corumbá. O acesso fácil à aquisição de veículos é apontado como um fator que gerou o elevado crescimento da frota em tão pouco tempo. Comprar um carro ou uma moto hoje é muito fácil, além disso o transporte coletivo tem suas deficiências, optar por um veículo próprio é a saída mais frequente. E o aumento da frota em 10 anos vai acarretar em transtornos nas vias públicas, principalmente porque essas vias foram projetadas e não passaram por mudanças em contrapartida a frota cresce e todos querem fazer o trajeto que faziam antes gastando o mesmo tempo. Atualmente o crescimento da frota é desproporcional ao que a estrutura viária comporta, apesar de a cidade ter vias largas. A compra do automóvel, assim, é a solução encontrada pelos moradores para vencer as distâncias urbanas da capital.

Definição Unidades[1]
Automóveis 186.995
Motocicletas e motonetas 102.949
Outros veículos 46.270
Frota total do município 336.214

Ferroviário[editar | editar código-fonte]

Com bitola de 1,00 m de largura (bitola estreita) e distância total de 1.618 km entre Bauru e as fronteiras com Paraguai e Bolívia, esse trecho se chamava Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB) e pertencia a Rede Ferroviária Federal (RFFSA). A abertura de frentes pioneiras com a construção de ferrovias formam conquistas e avanços nas terras indígenas, mas também acaba causando graves problemas sociais, como a desterritorialização, marginalização e empobrecimento dos nativos, que se deslocam para as periferias das cidades. Entretanto, foi extinta com a privatização da Rede Ferroviária Federal (RFFSA) entre 1992 e 1996, quando foi privatizada e vendida a concessionária Novoeste S/A, pertencente a empresa norte-americana Noel Group, grupo de gestao corrupta e fraudulenta que abandonou essa malha, ocasionando a falta de manutenção da ferrovia e prejudicado o transporte da produção agrícola de Mato Grosso do Sul, funcionando de forma precária e restringindo-se exclusivamente ao transporte de carga. Em 2006 a Novoeste foi vendida á ALL, sua gestora atual. A ferrovia inicia em Bauru e percorre 840 km até Campo Grande, onde se divide em dois ramais:

  • Ramal Campo Grande - Paraguai: ramal de 410 km e bitola de 1,00 m que começa em Campo Grande e vai até Ponta Porã, fronteira com o Paraguai. Esse ramal é continuação do trecho Bauru-Campo Grande, que totalizando 1250 km.
  • Ramal Campo Grande - Bolívia: esse trecho foi construído há mais de meio século e percorre desde Bauru (São Paulo) até Corumbá, totalizando 1.299 km (sendo 459 km a partir de Campo Grande) e o seu eixo permite o acesso à Bolívia, Peru e Chile. Entre Corumbá e Santa Cruz encontra-se em operação uma ferrovia do sistema ferroviário boliviano, a Red Oriental, (antiga Estrada de Ferro Brasil – Bolívia), com 643 km e bitola de 1,00 m, também privatizada recentemente. Segundo informações, não há tráfego mútuo entre estas 2 ferrovias que encontram-se em Corumbá.

Mais informações do trecho aqui.

Passageiros[editar | editar código-fonte]

A linha de passageiros iniciava em Bauru e percorria 840 km até Campo Grande, onde se dividia em dois ramais:

  • Ramal Brasil-Bolívia: antigo Trem do Pantanal, este meio de transporte já funcionou conduzindo passageiros com a função de turismo ou de comércio de exportação, partindo de São Paulo a Bauru, de Bauru a Corumbá e de Corumbá à Bolívia, percorrendo 1.618 km em território brasileiro. Depois de mais de 10 anos desativada, a linha de passageiros foi reativada em maio de 2009 pelo governo estadual e federal, mas apenas o trecho Campo Grande-Miranda. Faz parte das metas do governo estadual e federal reativar a linha para passageiros do trecho Miranda-Corumbá lentamente até 2011, o que era para ter acontecido já em 2010. Entre Corumbá e Santa Cruz encontra-se em operação uma ferrovia do sistema ferroviário boliviano (Red Oriental, antiga Estrada de Ferro Brasil – Bolívia). Não há tráfego mútuo entre estas 2 ferrovias que encontram-se em Corumbá, sendo necessário fazer-se o transbordo das mercadorias de um trem para o outro, com passagem pela alfândega.
  • Ramal Campo Grande-Paraguai: ramal de 410 km que começa em Campo Grande e vai até Ponta Porã, fronteira com o Paraguai. Esse ramal é continuação do trecho Bauru-Campo Grande, que totalizando 1250 km. Fez sua última viagem em 1996 para logo depois ser desativado. Atualmente a ALL administra o trecho transportando apenas carga. Até o momento não há previsão para reativar o trecho para passageiros.

Carga[editar | editar código-fonte]

A ALL administra a ferrovia (adquirida da Novoeste em 2006), transportando anualmente mais de 2 milhões de toneladas de mercadorias tais como: minério de ferro, minério de manganês, soja, cimento, derivados de petróleo, combustíveis, produtos siderúrgicos dentre outros. Este elemento articula os vetores sócio-econômicos, e através dela ocorre a integração de novos países ao bloco regional Mercosul.

Referências

  1. Detran-MS 2009