Anexo Discussão:Lista de presidentes do Brasil

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Estrela de anexo destacado Anexo:Lista de presidentes do Brasil é um anexo destacado, o que significa que foi identificado como um dos melhores anexos produzidos pela comunidade. Se puder atualizar ou melhorá-la, por favor, faça-o.
Etapas passadas por este anexo
Data Processo Resultado
9 de novembro de 2008 Candidato a anexo destacado Não promovido
4 de maio de 2011 Candidato a anexo destacado Promovido
Estatuto actual: Anexo destacado

Eu já comentei...[editar | editar código-fonte]

Foram 39 presidentes; não 35, Júlio Prestes e Tancredo Neves NUNCA empossaram e, os 6 governantes que assumiram durante a Junta Governativa e a Junta Militar DEVEM SER considerados, ALGUÉM AQUI considerou tais detalhes?

Observação[editar | editar código-fonte]

Rodrigues Alves venceu dois mandatos; mas empossou o primeiro e falaceu antes do outro!

Título[editar | editar código-fonte]

Este título, Lista de presidentes do Brasil, reflete mais fielmente o conteúdo da página. Uma "lista de presidentes da República Federativa do Brasil" deveria começar ali na ditadura, em 67, com Castelo Branco (ou sei lá quem era o presidente-general-ditador de plantão. Afinal, foi a promulgação da Constituição que mudou o nome do país de Estados Unidos do Brasil pra República Federativa do Brasil. Amorim Parga 03:42, 15 Ago 2004 (UTC)

O "presidente-general-ditador de plantão" era o Exmo. Gal. Arthur da Costa e Silva, um dos que impediram o golpe stalinista de 64 e que fizeram possível, entre outras coisas, vc hoje poder dizer injúrias livremente.--WerneckPetropolis 00:35, 16 Fevereiro 2006 (UTC)
Werneck, infelizmente nunca houve stalinistas de fato no Brasil, o que por si só já pode ser apontado como uma das causas de nosso atraso. Houve, por outro lado, inúmeros fascistas, desde Gustavo Barroso a Filinto Müller, que passou de carrasco do Getúlio a líder da ARENA e do Médici, o führer tupiniquim. Mais infelizmente ainda, justamente por não termos um regime stalinista em nosso país, pessoas como você têm a liberdade de dizer asneiras.--Pedro 23:26, 17 Fevereiro 2006 (UTC)
Bom, quanto a ter stalinistas, acabamos de por dois mais ou menos pra fora: tavarish yosef dirceu e tavarish gushiken. Quanto ao Gal Medici, se é pra chamar de chefe seria mais próprio chamá-lo de "Capo" e não de "Führer". Quanto a dizer asneiras, que bom que a Revolução de 64 criou bases para a democracia brasileira. Que bom que eu possa dizer besteiras como a de que moro em um país que nos anos 1970 passou a fabricar quase de tudo enquanto que a famosa Soyuz Sovietskaya Socialist Republika não conseguia fazer nem uma porcaria de uma máquina de lavar que prestasse (embora seus líderes andassem de limousine Mercedes-Benz). Você me lembra um cara que nos anos 1980 disse que somente se sentiu livre quando conseguiu entrar na Albânia. Ha, ha, ha. Viva a democracia, ainda que ela tenha que deixar um microfone aberto para caras como você. Acorda garoto, use o seu talento para coisa produtiva. Dâ svidania tavarish.--WerneckPetropolis 01:30, 2 Março 2006 (UTC)
No Brasil nunca houve estalinistas? E o Partido Comunista do Brasil? Todavia, é certo que João Goulart não era estalinista.--Araribóia 17:27, 1 Março 2006 (UTC)
Você tem razão, eu não quis dizer isso. Abraços,--WerneckPetropolis 01:30, 2 Março 2006 (UTC)
Não guardo simpatias pelo Regime Militar, nem sou entusiasta do período populista. Concordo que devemos relativizar mais as questões, vista a impossibilidade de se manter a velha polarização direita/esquerda, mocinho/bandido etc. Num livro muito bom de Vizentini que li recentemente, por exemplo, levanta-se a hipótese de que, ao contrário do que se pensa, o Regime Militar foi muito mais nacionalista do que muitos períodos populistas e do que a Primeira República inteira.
Foi quando se consolidou a indústria nacional (ao final do Regime, o Brasil era o único país latino-americano com um parque industrial completo -- os outros mal tinham qualquer indústria), criou-se a maioria das estatais em setores estratégicos e levantaram-se barreiras comerciais, para além de acordos comércio-científico-tecnológicos com inúmeros países alernativos aos EUA, inclusa a URSS (dâ tavarish). Isso se deve principalmente porquê, após Castello Branco, houve o "golpe dentro do golpe", em que um setor mais radical do Exército -- porém mais desenvolvimentista (com apoio dos industriais e executivos nacionais) -- tomou o poder (afastando momentaneamente Golbery e promovendo a política externa universalista, por exemplo).
Acredito também que um de seus maiores legados, a exorbitante dívida externa, seja resultado do mal planejamento dum projeto econômico keynesianista, que em si não é uma má proposta e vem a ser muito mais humana do que a atual linha econômica enveredada por FHC e continuada por Lula. Um dos resultados dessa política keynesiana foi a já aqui citada melhoria da infra-estrutura nacional (comunicações, energia e logística), quase rudimentar até então.
Já dizer que eles estabeleceram as bases fundamentais para um país democrático, evitando o "perigo vermelho", é algo que descordo. Mas enfim, democracia é isso. Chego a acreditar que uma geração inteira emburreceu-se pela censura promovida e pelo sucateamento do ensino público (a começar por uma linha pedagógica duvidosa), criando-se alienados ou extremistas. As eleições de 1990, a meu ver é claro, é um óbvio sintoma da necessidade que se faz de reeducar politicamente todos nós. Tonyjeff 14:21, 21 Março 2006 (UTC)

Vandalismo?[editar | editar código-fonte]

Não creio que a contribuição de Gaf.arq tenha sido vandalismo. Mas, de fato, a exatidão nas datas parece ser necessária. --Patrick 16:39, 13 Set 2004 (UTC)


E se existisse uma página de pessoas que já governaram o Brasil. Teria que constar o Severino?!! Nero 01:51, 19 Abr 2005 (UTC)

Quem governa é o povo. O presidente representa a nação e administra o executivo.--WerneckPetropolis 00:35, 16 Fevereiro 2006 (UTC)

De fato x "de facto"[editar | editar código-fonte]

De fato significa "realmente", "na verdade" e não deve aparecer entre aspas. "De facto" é latim e indica um fato ocorrido sem o necessário amparo legal. --WerneckPetropolis 00:35, 16 Fevereiro 2006 (UTC)

A Wikipedia em português trabalha com as grafias portuguesa e brasileira, indiscriminadamente. A expressão "de facto", neste caso, não se refere ao latim, mas à ortografia vigente em Portugal. A Wikipedia não é um site brasileiro.--Pedro 23:32, 17 Fevereiro 2006 (UTC)
"De facto" aí é latim, não "ortografia vigente em Portugal". E significa, como já foi dito, fato ocorrido sem amparo legal. Getulio Vargas governou o Brasil de 1930 a 1934 sem Constituição. Não se pode imaginar fato mais sem amparo legal que este.--Araribóia 17:27, 1 Março 2006 (UTC)
Vc tem toda razão. Fui eu quem trocou de "facto" para "fato" sem atinar para o que vinha depois. Me perdoe, vou ser mais cuidadoso no futuro.--WerneckPetropolis 01:30, 2 Março 2006 (UTC)

Padronização[editar | editar código-fonte]

Olá, andei trabalhando nos últimos dias neste artigo, a tentar padronizar as hiperligações e os nomes dos presidentes de acordo com a grafia vigente no português do Brasil – a qual é usada na maioria dos artigos já criados de cada presidente. Gostaria de propor a todos um esforço para seguirmos um padrão, seja esse ou outro, a fim de diminuir a confusão que permeia esta categoria e ser a Wiki referência futura para a polêmica. O sítio oficial do Executivo (http://www.planalto.gov.br) ora utiliza a grafia moderna ora a antiga para alguns presidentes da Primeira República (para além de seus vices). Também ainda não tenho certeza sobre o uso correto de inicial maiúscula nas palavras presidente e vice-presidente, conforme já notei. Tentarei trazer referências confiáveis.

Quanto aos artigos de cada presidente, tomei a iniciativa de manter como principal a entrada referente ao nome pelo qual cada é popularmente conhecido. Assim, Castello Branco ou Afonso Pena tornaram-se os artigos principais dos respectivos, sendo criadas páginas de desambigüação secundárias (até porque acredito que a grande maioria dos usuários procurará, por ex., Campos Sales em busca do político, e não do município cearense). Esse modelo já vinha sendo adotado para alguns poucos, como Deodoro da Fonseca e Venceslau Brás.

Trocando em miúdos, não inventei nada, apenas tentei padronizar o modelo mais coerente que já existia. Não tomem isso como vandalismo, por favor. Gostaria era que, fosse qual fosse o modelo, seja adotado como padrão. Não sei se já existe, mas um portal para o tema ajuda a ser estabelecido cânone para futuras contribuições Tonyjeff 13:54, 21 Março 2006 (UTC)

Prezado Tonyjeff:
O Formulario Ortografico da Lingua Portuguesa, publicado pela Academia Brasileira de Letras, determina que:
"49. Emprega-se letra inicial maiúscula:
(…)
7.o - Nos nomes que designam altos cargos, dignidades ou postos: Papa, Cardeal, Arcebispo, Bispo, Patriarca, Vigário, Vigário- Geral, Presidente da República, Ministro da Educação, Governador do Estado, Embaixador, Almirantado, Secretário de Estado, etc."
http://www.necco.ca/formulario_ortografico_1943.htm
http://www.academia.org.br/vocabulario/frame7.htm
Obrigado por suas colaborações!--Araribóia 22:09, 1 Abril 2006 (UTC)
O emprego de iniciais maiúsculas ocorre somente quando o título vem seguido do nome da personalidade e não quando citado isoladamente, assim teremos "o Presidente Lula disse…", mas "quando presidente, Costa e Silva demonstrava…". Dantaddσυζήτηση 02:59, 7 Novembro 2006 (UTC)
O Formulário Ortográfico da Lingua Portuguesa não faz nenhuma distinção no emprego de iniciais maiúsculas quando o nome do cargo é seguido ou não do nome de seu ocupante. Portanto, escrever "presidente da república" com letra minúscula é erro de português (pelo menos do português brasileiro). o comentário precedente não foi assinado por 200.152.203.69 (discussão • contrib.) 19:27, 10 Novembro 2006 (UTC)

Não existe nenhum erro de português quando o cargo é citado de forma genérica sem especificar o nome do "dignitário". As palavras "presidente", "bispo" ou "cardeal" são substantivos como quaisquer outros, assim como "pipoqueiro", "camelô" ou "faxineira", sendo escritos com inicial minúscula. Já está na hora de acabar com estes privilégios que até mesmo na ortografia querem conferir a uns e outros. Todos são igualmente importantes, do caminhoneiro ao papa. Dantaddσυζήτηση 19:19, 2 Dezembro 2006 (UTC)

E não sou o único que pensa assim, como esta, esta e esta resposta no Ciberdúvidas demonstram. Dantaddσυζήτηση 19:45, 2 Dezembro 2006 (UTC)
Todas as citações que você postou são de um sítio não-oficial de Portugal, onde a ortografia é diferente da nossa. E a sua argumentação sobre privilégios é de um ideologismo irritante. Esses agentes gramscianos querem esquerdizar até a Gramática. Então vamos agora oficializar o "menas" presidencial, para que não haja mais privilégios lingüísticos. E achar que o Presidente da República é tão importante quanto um faxineiro só revela cegueira ideológica para a realidade dos fatos. o comentário precedente não foi assinado por 200.152.203.69 (discussão • contrib.) Dantaddσυζήτηση 22:06, 7 Dezembro 2006 (UTC)

Primeiro, as regras do português europeu e do português brasileiro no que concerne a tratamentos são idênticas. Segundo, o Ciberdúvidas conta com especialistas tanto de Portugal como do Brasil. Terceiro, o formulário ortográfico é muito claro que a inicial maiúscula só se emprega quando o substantivo em questão está sendo usado em direta referência à pessoa. Quarto, cegueira ideológica irritante é aquela que quer distinguir pessoas desnecessariamente. Por que usar "ele foi Cardeal" e não "ele foi Mecânico"? Por que escrever "ele é Presidente" e não "ele é Jornaleiro"? É simplesmente desprezível que ainda hoje este tipo de preconceito exista. E não diga bobagens sobre Gramsci e afins…você anda lendo muito Olavo de Carvalho (que por acaso não usa iniciais maiúsculas para cargo nenhum e, como eu, não é de esquerda). Dantaddσυζήτηση 22:06, 7 Dezembro 2006 (UTC)

Contagem[editar | editar código-fonte]

Remodelei completamente a lista, reorganizando e criando novas notas, assim como inserindo uma coluna identificativa dos mandatos. O problema que surgiu foi a contagem ordinal dos presidentes, pois várias fontes divergem. Já encontrei que Lula é o trigésimo presidente ou que Costa e Silva teria sido o trigésimo, mas não pude encontrar nenhuma fonte oficial sobre essa "numeração". Se alguém tiver alguma indicação, peço que apresente-a aqui.

Para a numeração usada atualmente na lista, usei o critério de não ordenar os presidentes que não tomaram posse (três deles) e também as duas juntas militares. Dantaddσυζήτηση 14:37, 7 Novembro 2006 (UTC)

Está ótima, sendo devidamente separado "mandato" de numeração do chefe do executivo, fazendo-se as necessárias ressalvas aos que não assumiram o cargo. Excelente. --Tonyjeff ¿Uíqui-o-quê? 16:18, 7 Novembro 2006 (UTC)

Creio que a previsão de término de mandato do presidente Lula está incorreta. O mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi encerrado em 1 de janeiro de 2003. Seguindo a mesma lógica, o mandato do Lula terminará em 1 de janeiro de 2011. Augusto Cezar Linhares de Souza 16h30min de 29 de outubro de 2009o comentário precedente não foi assinado por 200.130.3.129 (discussão • contrib.) Heitor discussão 20h34min de 30 de outubro de 2009 (UTC)

Biografias de todos os presidentes sem resultados eleitorais[editar | editar código-fonte]

Encontra o artigo Eleições presidenciais no Brasil ou Archontology.org em inglês para os resultados cada a biografia.

Eleições[editar | editar código-fonte]

O presidente Tancredo Neves (tal como José Sarney) não foram eleitos por sufrágio direto? e o presidente Collor não teria sido o segundo presidente eleito depois da Ditadura militar? Porque os doir primeiros presidentes citados nesse argumento estão de amarelo(como se eles tivessem sido eleitos por sufrágio indireto)? não seria bom vocês reverem isso? a ditadura teria acabado em 1984? o comentário precedente não foi assinado por 189.121.73.128 (discussão • contrib.) 21h53min de 19 de Novembro de 2008

Tancredo e Sarney não foram eleitos por sufrágio direto, mas indireto. É bom estudar antes de palpitar. Dantadd (α—ω) 18h33min de 1 de Dezembro de 2008 (UTC)

Reversão[editar | editar código-fonte]

Reverti as mudanças feitas pelo usuário Melancolicsphere DC pelos seguintes motivos:

  1. Não foi discutida
  2. Retirou a referência utilíssima aos períodos de mandato constitucional
  3. Retirou a referência ao vice-presidente que serviu sob cada presidente
  4. Transformou menções diretas aos partidos em indecifráveis legendas coloridas
  5. Descentralizou toda a lista, resultando num desastre estético

Trabalhei muito nesta lista e estou disposto a ajudar a melhorá-la, mas as últimas mudanças apenas a pioraram. Dantadd (α—ω) 18h33min de 1 de Dezembro de 2008 (UTC)

Bem, isso é a sua opinião, é claro. Realmente não fiz as mudanças baseadas em discussão, peço desculpas, mas acredito que melhorei a lista, nem que um pouco só. Por exemplo, o estilo que promovi com as diferentes cores vem do anexo destacado na wiki-en en:List of Presidents of Portugal, e ainda que lá tivesse menos partidos (o que posso reconhecer como um problema na "nova lista"), era de uma identificação mais fácil. A lista atual é confusa, principalmente quando há um presidente eleito diretamente que é derrubado e outro eleito indireto, as cores ficam estranhas e é de difícil identificação. Tanto que foi isso a mudança que sugeri na votação para anexo em destaque, na qual não houve qualquer mudança. Quanto aos vice-presidentes, é uma informação desnecessária, afinal, então por que existe Lista de vice-presidentes do Brasil? Se for para ter uma lista de vice-presidentes do Brasil nesta aqui, melhor excluir a outra. E quanto a divisão em períodos, eu não vejo isso como algo ruim à lista, não chega a atrapalhar a contagem de mandatos, etc. É apenas uma linha informando o começo de um novo período da história brasileira.
Espero que possamos chegar a um meio termo quanto a essa lista. Eu penso em fazer nela algo como fiz em Signatários da Declaração de Independência da Lituânia, com alguns textos abaixo, o que também poderia fazer com que as Listas de presidentes do Brasil por ocupação, ou algo semelhante, fossem suprimidas. Abraço, melancolicsphere (discussão) 17h16min de 4 de Dezembro de 2008 (UTC)
Quando reformulei a lista, me inspirei na lista de presidentes dos Estados Unidos da Wikipédia em inglês, que traz o interessante recurso dos mandatos constitucionais. A menção aos vice-presidentes é bastante útil e haver uma lista específica não lhe tira tal qualidade. Numa lista como esta, devemos focar o essencial: nome, fotografia, início e fim do mandato, partido, vice-presidente e contagem de mandatos. Não devemos misturar mais dados à lista, que fica pesada e de difícil compreensão. Legenda para partidos é algo contraproducente, sendo perfeitamente possível indicar nominalmente cada partido. Por fim, não me oponho à indicação do período histórico em que se situa cada presidente, desde que os outros dados da lista fiquem inalterados. Uma possibilidade é fazer uma tabela depois da lista indicando a numeração que é abrangida por cada período. Dantadd (α—ω) 19h03min de 4 de Dezembro de 2008 (UTC)
Acho que podemos chegar a um meio termo aqui, tem coisas que concordo e outras que discordo, mas vamos ver se você concorda com a proposta:
  1. As cores da lista focarão o tipo de sufrágio pelo qual o presidente foi eleito. (A única coisa a ser revista é quanto a cor do mandato quando presidentes com diferentes sufrágios dividem o mesmo mandato, a meu ver seria melhor adicionar um cinza no mandato nesses casos.)
  2. A lista de presidentes do Brasil focará o essencial a ela: nome, fotografia, início e fim do mandato, partido e contagem de mandatos. Os vice-presidentes não entram na lista, uma vez que não é essencial a uma lista de presidentes que haja uma lista de vice-presidentes, deixando somente à Lista de vice-presidentes do Brasil tal tarefa.
  3. O período histórico será indicado cada vez que começa um novo como uma faixa cinza antes do primeiro presidente deste período.
  4. A imagem inicial será mudada do Brasão de armas do Brasil para a Bandeira Presidencial do Brasil, uma vez que esta tem muito mais a ver com o assunto em questão do que o brasão sozinho.
  5. A introdução da "nova versão" (aquela que eu fiz) volta, uma vez que complementa os dados apresentados nesta, sendo modificadas somente as partes que falam a forma como os presidentes serão representados na lista, adequando-as a antiga forma de representação.
  6. Será adicionado algumas seções abaixo da lista tal qual Signatários da Declaração de Independência da Lituânia, contendo em prosa as ocupações, os estados de onde originaram, etc. Além disso, um breve resumo histórico do mandato dos presidentes. (A partir disso seria avaliado se vale a pena manter outras listas de presidentes a não ser esta, como Lista dos presidentes do Brasil por profissão, etc.)
Espero seus comentários. melancolicsphere (discussão) 14h31min de 5 de Dezembro de 2008 (UTC)


Vamos lá. Acredito que as cores são bastante didáticas como estão. Jânio foi eleito por sufrágio direto, Jango também, Ranieri Mazzili não. Isto deve estar claro. Não abro mão da menção aos vice-presidentes, essencial para entender sucessões como Jânio→Jango, Deodoro→Floriano, Collor→Itamar entre outras. A introdução que você havia feito pode ser colocada, sem apagar o que já estava lá, eliminando apenas sobreposições. Sou absolutamente contra frases dentro da lista, pois escapa à sua finalidade e torna sua leitura confusa. Informações sobre estado de origem, ocupações e outras podem ser inseridas numa outra lista (podemos fazer qualquer tipo de lista com dados úteis, basta criá-las). Sou também contra a eliminação de qualquer outra lista, pois cada uma tem uma finalidade específica a cumprir. Portanto, dos itens apontados por você concordo com a expansão da introdução e a divisão em períodos históricos, se for - obviamente - tecnicamente possível. Dantadd (α—ω) 22h07min de 8 de Dezembro de 2008 (UTC)

Bem, já fizemos progressos. Vou promover as mudanças já acordadas. Quanto aos vice-presidentes, tudo bem, concordo em deixá-los na lista. Porém, quanto aos outros itens, acredito que você não tenha entendido certas partes do que eu disse.

Também acredito que fazer frases dentro da lista não é uma idéia, porém, quando eu disse que quero tomar como exemplo o anexo Signatários da Declaração de Independência da Lituânia, não me referi a lista do anexo, e sim a adicionar as informações das listas exemplo Lista dos presidentes do Brasil por profissão em prosa (texto), tal qual as seções abaixo da lista do anexo Signatários…, que começa pela seção "Antecedentes pessoais e profissionais". As outras listas de presidentes do Brasil por .... não tem muito razão de existir, uma vez que não possuem muito para onde ir. O melhor seria reuní-las todas neste anexo, em prosa de uma forma mais geral, e deixando que as referências para as frases com essas informações fossem as que realmente aprofundassem. Saber o nome de todos os presidentes que foram advogados realmente não é relevante, e é algo que os usuários podem saber no momento em que clicarem no artigo de um presidente. Por isso insisto em fundir todas as listas de presidentes nesta, a fim de deixá-la a mais completa possível.

Mudarei também a imagem inicial para a bandeira Presidencial, como havia comentado anteriormente. melancolicsphere (discussão) 23h40min de 14 de Dezembro de 2008 (UTC)

À propósito, o que eu queria dizer quanto as cores da lista é somente quanto ao mandato e não quanto aos presidentes. Digo que o melhor seria colocar cinza na parte de mandato quando há um presidente eleito por sufrágio universal seguido de outro que não é, sendo que é o mesmo mandato, uma vez que, a meu ver não faz sentido: se o Brasil estava sendo governado por alguém eleito sem sufrágio universal após a deposição de outro que foi eleito por sufrágio universal, então o mandato continua sendo por sufrágio universal? É como se o Ranieri Mazzili pudesse dizer que ele estava sendo presidente com mandato de sufrágio universal, sendo que foi eleito sem isso. Entende? melancolicsphere (discussão) 15h13min de 15 de Dezembro de 2008 (UTC)

Enumeração de Ranieri Mazzilli[editar | editar código-fonte]

O presente artigo lista Ranieri Mazzilli como o 23º e o 25º Presidente da República. Mazzilli não deveria ser incluído na enumeração porque a presidência dele foi interina, a qual ele assumiu na qualidade de Presidente da Câmara dos Deputados:

  1. Note que o critério usado para enumeração no próprio artigo é "Presidentes que foram empossados no cargo".
  2. Note também o que a página oficial da Presidência da República diz a respeito do período de governo de 25.08.1961 a 08.09.1961 (14 dias): "Posse: não houve solenidade de posse. O termo de posse assinado é do Executivo, por isso a ausência do termo no Livro de Posse é compreensível."[1]
    E o segundo período de 02.04.1964 a 15.04.1964 (13 dias) é classificado como Governo Provisório: "Posse: O caráter transitório do segundo mandato presidencial de Ranieri Mazzilli dispensou a cerimônia e o assentamento da sua posse no Livro de Posse."[2] (ênfases minhas)
  3. Mas na verdade Mazzilli assumiu a Presidência não somente duas, mas seis vezes no total, como o próprio artigo sobre Ranieri Mazzilli diz.[3] Será que deveremos também listá-lo como o 26º, 27º, 28º, e o 29º Presidente? Acho que não. Nos Estados Unidos, por exemplo, Vice-Presidentes que assumem o poder presidencial em caráter temporário também não são enumerados.

Por razões de consistência, assim como as juntas militares, governos provisórios e interinos também não deveriam ser enumerados, a não ser que sejam formalmente empossados. --HYC (discussão) 09h40min de 15 de agosto de 2009 (UTC)

Concordo contigo. O problema é que não há (ou pelo menos não encontrei) uma fonte oficial que enumere os presidentes. Algumas fontes atribuem número ao segundo mandato de Rodrigues Alves, que nunca ocorreu porque ele morreu antes de tomar posse, o que não me parece cabível. O mesmo vale para Tancredo Neves. Quanto a Ranieri Mazzilli, também acredito que não deveria ser enumerado, na verdade quando refiz a contagem procurei uma opção de concórdia para que não houvesse uma disparidade muito grande no número total. Dantadd (α—ω) 23h32min de 20 de agosto de 2009 (UTC)

Nesse caso, estou reajustando a enumeração dos Presidentes do Brasil de acordo com os critérios mencionados no artigo. Com a remoção da enumeração de Ranieri Mazzilli, Lula passa a ser o 33º Presidente, em vez de 35º. Se alguém discordar e quiser reverter a minha edição, por favor indique a justificativa nesta discussão. Se houver consenso quanto a este ponto, outros artigos sobre os Presidentes deverão ser editados de acordo. (Creio que não haja enumeração oficial para os Presidentes no Brasil, como Dantadd já mencionou acima.) --HYC (discussão) 22h57min de 22 de agosto de 2009 (UTC)

Acredito que o "segundo mandato" deve ser enumerado, pois neste caso ele foi o presidente titular (não estava exercendo em nome de outro), embora por curto tempo. Porém, o "primeiro mandato" deveria ser descartado da lista, pois o dono do mandato após a renúncia de Jânio era o Jango, mesmo estando em viagem oficial à China, sendo Mazzilli considerado apenas "Presidente em Exercício". Fabio Rogerio (discussão) 14h35min de 27 de outubro de 2011 (UTC)

Vice de Prudente de Morais Manuel Vitorino[editar | editar código-fonte]

Dr Manuel Vitorino assumiu por 6 meses a presidência.

Manuel Vitorino deveria estar na lista[editar | editar código-fonte]

É uma injustiça não ter Manuel Vitorino na lista de presidentes do Brasil. Ele assumiu a presidência por quase quatro meses (10/11/1896 até 04/03/1897). A razão foi o afastamento de Prudente de Morais por motivos de sáude. Apesar dos momentos históricos serem diferentes, Carlos Luz por exemplo, está na lista e ficou bem menos tempo que Manuel Vitorino, apenas dois dias - 08/11/1955 até 11/11/1955. o comentário precedente deveria ter sido assinado por Gomes Netto (discussão • contrib.) Marcos converse comigo! 22h33min de 10 de setembro de 2010 (UTC).

Symbol declined.svg Discordo. Entendo, Gomes, mas observe que Carlos Luz chegou a assumir a presidência da república depois que Café Filho renunciou pelo mesmo motivo que Prudente de Morais que ficou na Presidência até 1898, e não até 1896, por esse motivo reverti a sua alteração. Marcos converse comigo! 22h33min de 10 de setembro de 2010 (UTC).
  • Então a lista deve informar que não abarca aqueles que assumiram provisoriamente; isso contrasta com a contabilidade que faz o próprio governo - e com os "agrados" que eram (ou são, nem sei mais) com os presidentes do Congresso, e até do Supremo, se ausentando do país o titular, vice, etc., para assim assinarem gloriosamente alguns atos por poucas horas... Desta forma, se bem me recordo, até o ACM já presidiu o Brasil - e ninguém sabe!

Contudo, creio que, justamente por a "contagem" oficial diferir com certeza da nossa, seria interessante fossem colocadas observações sobre interinos... A lista - e a wiki - só teria a ganhar com o aumento de dados informados, acho. Conhecer (discussão) 06h25min de 24 de setembro de 2010 (UTC)

    • PS: meio off-topic, mas curioso: na sua abdicação, D. Pedro Primeiro se identificou como "décimo da Independência e do Império"... E eu jurava que era o primeiro... he, he... Conhecer (discussão) 06h27min de 24 de setembro de 2010 (UTC)

Dilma Rousseff[editar | editar código-fonte]

Pessoal, protegi o anexo depois de mais de 50 edições nos últimos dois dias, entre tentativas de inserção de Dilma Rousseff na lista, e suas reversões. Por favor, tentem chegar a um consenso nesta discussão, antes de modificar tanto esta página. Está mais do que claro que esta alteração é controversa, então que tal discuti-la previamente? Se houver consenso, mesmo antes de expirar a proteção, basta solicitar a alteração aos administradores aqui. CasteloBrancomsg 00h19min de 2 de novembro de 2010 (UTC)

Esta é uma lista de presidentes do Brasil e não de futuros presidentes. No dia 1º de janeiro de 2011, após a posse, o nome dela aqui estará. Dantadd (α—ω) 02h42min de 9 de novembro de 2010 (UTC)

Itamar Franco[editar | editar código-fonte]

Olá! Quando Itamar Franco assumiu a presidência já estava no PMDB. Gostaria de saber se o critério adotado foi o da eleição, pois quando ele exerceu o mandato não estava mais filiado ao PRN. Agradeço e aguardo resposta. Matheus (discussão) 17h24min de 1 de janeiro de 2011 (UTC)

Formados pela UFRJ[editar | editar código-fonte]

Pessoal, não sei se vocês poderiam me ajudar nesta que questão, mas vamos lá: gostaria de saber quais foram os presidentes formados pela atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (denominada também de Universidade do Brasil), ou por uma de suas unidades antes da universidade de sido criada em 1920, como Escola Politécnica (antiga Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho), Faculdade Nacional de Medicina, Faculdade Nacional de Direito (antigas Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais e Faculdade Livre de Direito) e Faculdade Nacional de Filosofia. Keepswk (discussão) 21h03min de 7 de março de 2012 (UTC)

Pedro Aleixo[editar | editar código-fonte]

Considerando que Júlio Prestes e Tancredo Neves constam na tabela de presidentes, sugiro incluir Pedro Aleixo entre Costa e Silva e a Junta Militar, até porque a Lei nº 12.486/2011 manda considerá-lo ex-presidente da República, para todos os efeitos legais. comentário não assinado de 189.9.20.49 (discussão • contrib)

O website da Presidência não traz Pedro Aleixo na Galeria dos Presidentes. Dantadd (α—ω) 01h06min de 8 de janeiro de 2014 (UTC)