Anhangá

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Anhangá é o nome que os índios tupis da América do Sul davam aos espíritos que vagavam pela terra após a morte, atormentando os viventes. Podia assumir qualquer forma, porém sua forma mais famosa era a de um veado de olhos de fogo e com uma cruz na testa.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Anhangá" vem do termo tupi añánga, "espírito".[1]

Protetor dos Animais[editar | editar código-fonte]

Segundo alguns mitos, era o protetor da caça nas florestas, protegendo os animais contra os caçadores. Quando a caça conseguia fugir, os índios diziam que Anhangá as havia protegido e ajudado a escapar.

Versão Cristã do Mito[editar | editar código-fonte]

Os jesuítas catequizadores dos índios utilizaram o vocábulo Anhangá para se referir ao demônio cristão. Isto por conta de Anhangá (que quer dizer "alma velha") ser semelhante ao termo "Anhanguera", que quer dizer "diabo velho". Entrementes, na mitologia indígena, o ser que mais se assemelha ao diabo cristão é Jurupari, o espírito maligno.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  • Anhangá, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

Ver também[editar | editar código-fonte]

Wikcionário
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Referências

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