Anna Karenina

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{{Info/Livro | nome = Анна Каренина | título_língua_pt= Ana Karênina | imagem = AnnaKareninaTitle.jpg | legenda = Capa da primeira edição. | autor = Liev Tolstói | idioma2 = ru | origem =  Rússia | assunto = | gênero = romance | série = | tempo = | espaço = | ilustrador = | artista_capa = | editora = Ру́сский ве́стник
(revista "O Mensageiro Russo") | lançamento = 1873 | formato = | páginas = 864 | isbn = 9781847490599 | tradutor_br = Manuel Siqueira Paranhos | editora_br = Nova Cultural | lançamento_br = 1995 | páginas_br = | isbn_br = 8535104968 | tradutor_pt = José Saramago | editora_pt = | lançamento_pt = | páginas_pt = | isbn_pt = | precedido_por = | seguido_por = |tradutor_pt/adaptaçao = Ana Carolina Vieira Rodriguez | editora_pt =Editora RIDEEL | lançamento_pt = | páginas_pt = | isbn_pt =


Anna Karenina (Анна Каренина), ou Ana Karênina, em algumas traduções (Anna Karénina, na transliteração direta para o alfabeto latino), ou Anna Kariênina, conforme a edição mais recente em língua portuguesa (publicada no Brasil pela editora Cosac & Naify, em 2010), é um romance do escritor russo Liev Tolstói, publicado entre 1873 e 1877. É uma das obras-primas do autor, ao lado de Guerra e Paz.

Este romance tem um dos inícios mais conhecidos da literatura mundial: "Todas as famílias felizes são iguais. As infelizes o são cada uma à sua maneira".

Sinopse[editar | editar código-fonte]

A trama gira em torno do caso extra-conjugal da personagem que dá título à obra, uma aristocrata da Rússia Czarista que, a despeito de parecer ter tudo (beleza, riqueza, popularidade e um filho amado), sente-se vazia até encontrar o impetuoso oficial Conde Vronski.

No decorrer da obra, também são tratadas questões importantes da vida no campo na Rússia da época, onde algumas personagens debatem a respeito das melhores maneiras de gerir suas propriedades de terras, bem como o tratamento com os camponeses, então chamados de mujiques.

Adaptações para o cinema[editar | editar código-fonte]

Esta história teve várias adaptações para o cinema, e entre as mais conhecidas estão:

    O livro fala também sobre religião,Levin e sua falta de crença ,mas logo perto do nascimento de seu filho ele reza o Pai Nosso.O que lhe deixa confuso em relação á Deus,mas com o Amor de Kitty e todo o carinho que ele teve o fez pensar:"Deus me ama,e o mínimo que posso fazer é ama-lo também,agradece-lo e respeita-lo.

Referências

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