Anna Prado

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Anna Prado (??, PA, ?? de ?? de ???? - Belém do Pará, 23 de abril de 1923) foi uma médium brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Pioneira da prática de efeitos físicos no país, Anna Prado foi uma das maiores colaboradoras do escritor espírita Raymundo Nogueira de Faria, para a preparação de sua obra "O Trabalho dos Mortos", publicada pela Federação Espírita Brasileira (FEB) em 1921. A obra detalha os fenômenos de efeitos físicos de materialização nos quais Anna Prado era o agente mediúnico, sendo ilustrada por fotografias de autoria do maestro Ettore Bosio.

Casada com Eurípedes Prado, guarda-livros da firma Albuquerque & Cia., de Belém do Pará, as sessões aconteciam na residência da família, sendo a filha do casal, Antonina Prado, médium psicógrafa.

Um dos feitos mediúnicos mais expressivos de Anna registrou-se em 28 de abril de 1921, quando o espírito de Rachel Figner se materializou na presença de seu pai, Frederico Figner, diretor da conceituada Casa Edison, no Rio de Janeiro. Além das fotografias das materializações, foram produzidas moldes em parafina de flores, mãos e pés materializados. O fenômeno teve ampla cobertura da imprensa regional à época, muito contribuindo para a divulgação do Espiritismo.

Morreu em um acidente com o fogão no qual pegou fogo em suas vestes (PROGRAMA PINGA FOGO 1971 TV TUPI CANAL 4 SP)

  • FARIA, Raimundo Nogueira de. O Trabalho dos Mortos. Rio de Janeiro: FEB, 1921.

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