Antônio Carlos Magalhães Neto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
ACM Neto
Antônio Carlos Magalhães Neto
ACM Neto
67º prefeito de Salvador Bandeira de Salvador.svg
Período de governo 1 de janeiro de 2013
a atualidade
Antecessor(a) João Henrique Carneiro
Deputado federal pela Bahia Bahia
Período de governo 1 de fevereiro de 2003
a 1 de janeiro de 2013
Vida
Nascimento 26 de janeiro de 1979 (35 anos)
Salvador, BA
Dados pessoais
Partido DEM
Profissão Advogado

Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Neto, conhecido como ACM Neto, (Salvador, 26 de janeiro de 1979) é um Bacharel em Direito e político brasileiro, atual prefeito de Salvador. É neto do falecido Antônio Carlos Magalhães (ACM) e filho de Antônio Carlos Magalhães Júnior (diretor da Rede Bahia) e herdeiro político de uma das mais tradicionais famílias políticas do país.

Funções e cargos políticos[editar | editar código-fonte]

Principais cargos e funções exercidas na esfera política:

  • Formado em Direito pela Universidade Federal da Bahia, desde muito jovem militou na política, tendo sido, inclusive, o primeiro vice-presidente do grêmio do Colegio Modulo onde completou o segundo grau. Acompanhou de perto campanhas do avô, Antônio Carlos Magalhães, e do tio, Luís Eduardo Magalhães;
  • Foi assessor da Secretaria de Educação do Estado da Bahia, de 1999 a 2002.
  • Em 2002, foi eleito deputado federal, sendo o candidato mais votado da Bahia pelo PFL (atual DEM); assumiu o mandato de 2003 a 2007. Neste período, ficou em evidência na mídia por conta de sua participação na CPI dos Correios
  • Reelegeu-se deputado nas eleições de 2006, tomando posse em 1 de fevereiro de 2007.
  • Candidato à prefeitura de Salvador em 2008, não alcançou votação o suficiente para ir para segundo turno. Com 99% das urnas apuradas, o mesmo obteve 26% dos votos contra 30% dos seus concorrentes. No segundo turno, apoiou João Henrique de Barradas Carneiro (PMDB).
  • Em 2009, ocupando o cargo de Corregedor da Câmara dos Deputados e integrante do Conselho de Ética, pediu a cassação do deputado Edmar Moreira (sem partido-MG), acusado de utilizar a verba indenizatória da Câmara em benefício das próprias empresas. ACM Neto não votou pela cassação do deputado no Conselho de Ética porque era o acusador, mas o seu suplente, Roberto Magalhães (DEM-BA), votou pela cassação. ACM Neto criticou a decisão do Conselho de absolver o parlamentar mineiro.
  • Em 2010, reelegeu-se deputado federal, sendo o mais votado da Bahia e o oitavo mais votado no Brasil. Nesse mesmo ano, o seu companheiro de partido José Roberto Arruda disse que utilizou dinheiro público para financiar a campanha de ACM Neto de 2008.
  • Em 2011, defendeu no plenário proposta de aumento do mínimo para R$560,00. Ainda no mesmo ano, foi apontado como o 6º parlamentar mais influente no Congresso.[1]
  • Em 2012 foi eleito Prefeito de Salvador no segundo turno, com 53% dos votos contra 46% do seu concorrente a eleição, Nelson Pelegrino.

Atentado[editar | editar código-fonte]

No dia 17 de dezembro de 2006, em Salvador, ACM Neto foi atacado pelas costas pela pensionista Rita de Cássia Sampaio de Souza com golpes de faca. Após isso, foi internado no Hospital da Bahia. Sua agressora foi presa, sendo indiciada por tentativa de homicídio qualificado.[2]

Prefeitura de Salvador[editar | editar código-fonte]

Em 28 de outubro do ano de 2012, o então deputado é eleito prefeito de Salvador derrotando Nelson Pelegrino nas urnas no segundo turno. No pleito, ACM Neto superou seu adversário com mais de 53% dos votos válidos.

Referências

  1. iBahia acessado em 27 de outubro de 2012
  2. Gazeta do Sul acessado em 6 de maio de 2008

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Antonio Carlos Peixoto de Magalhães Neto
Ícone de esboço Este artigo sobre um político brasileiro é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.