Antônio Maria Alves de Siqueira

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Antônio Maria Alves de Siqueira
Arcebispo da Igreja Católica

Título

Arcebispo
Ordenação e Nomeação
Ordenação Presbiteral 15 de Agosto de 1930
Ordenação Episcopal 20 de Julho de 1947
Lema Episcopal IN FIDE ET LENITATE
(Na fé e na mansidão)
Nomeado Arcebispo 19 de Julho de 1957
Dados Pessoais
Nascimento BrasilSão Paulo
14 de novembro de 1906
Falecimento 20 de abril de 1993 (86 anos)
Arcebispos
Categoria:Hierarquia católica
Projeto Catolicismo

Dom Antônio Maria Alves de Siqueira (São Paulo, 14 de novembro de 1906Guarulhos, 20 de abril de 1993) foi um arcebispo católico brasileiro, coadjutor da São Paulo e arcebispo de Campinas.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Dom Antônio Maria Alves de Siqueira nasceu no subdistrito de Santa Cecília, na cidade de São Paulo, em 14 de novembro de 1906, filho de Antônio Alves de Siqueira e de Luiza Alves de Siqueira.

Em 1918 matriculou-se no Seminário Menor de Pirapora. Entre 1924 e 1930 cursou Filosofia e Teologia em São Paulo. Recebeu o sacerdócio das mãos de Dom Duarte Leopoldo e Silva, em 15 de agosto de 1930. Durante 17 anos lecionou no Seminário Central do Ipiranga, do qual foi diretor espiritual, vice-reitor e reitor. Foi Presidente da Comissão de Música Sacra e Diretor da liga das Senhoras Católicas de 1931 a 1947. Dom José Gaspar o nomeou membro do Cabido Metropolitano e confiou-lhe a parte musical e artística do Congresso Eucarístico de 1942.

No dia 20 de julho de 1947 foi sagrado bispo auxiliar de São Paulo e no dia 19 de julho de 1957 foi designado Arcebispo titular de Calcídia, na Síria, e Arcebispo coadjutor da mesma Arquidiocese. Seu lema Episcopal, In fide et lenitate - Na Fé e na Mansidão, foi expressão de toda a sua vida.

Em 1966 foi nomeado Arcebispo Coadjutor com direto a sucessão a Arquidiocese de Campinas. Por ocasião de sua nomeação, Dom Antônio exercia o cargo de Vigário episcopal de Jundiaí, com a incumbência de preparar a cidade para sede de uma nova Diocese.

Com a renúncia de Dom Paulo de Tarso Campos, assumiu a Arquidiocese de Campinas em 19 de setembro de 1968, tornado-se o 4º bispo de Campinas e 2º arcebispo metropolitano.

No dia 07 de março de 1976, Dom Antônio deu posse a Dom Gilberto Pereira Lopes, que fora nomeado arcebispo coadjutor com direito à sucessão de Campinas em 24 de dezembro de 1975.

Juntamente com Dom Gilberto e os demais Bispos da Província, Dom Antônio criou o Instituto Teológico Paulo VI, na Pontifícia Universidade Católica de Campinas, e o Seminário Provincial de Teologia para estudantes de toda a Província Eclesiástica.

No mês de agosto de 1978 confiou todo o trabalho pastoral e administrativo a Dom Gilberto, Arcebispo Coadjutor, reservando-se apenas uma presença mais assídua na Pontifícia Universidade Católica de Campinas e assistência amiga aos presbíteros, conforme aprovação do Cardeal Sebastião Baggio, Prefeito da Congregação dos Bispos. Em novembro do mesmo ano, Dom Antônio deixou o Palácio Episcopal para morar em uma residência mais simples, no Bairro Nova Campinas, com sua irmã e familiares. Neste período continuou sua missão sacerdotal pregando retiros espirituais.

Com a morte repentina de seu sobrinho, em 1980, Dom Antônio preferiu morar na Casa São Rafael, do Lar dos Velhinhos de Campinas. Durante os anos em que lá morou, teve o acompanhamento da Irmã Maria Eugênia, da Congregação das Filhas de São José.

Em 1984, já com a doença de Alzheimer, passava mais tempo em Guarulhos, no Hospital Stella Maris, que ele próprio ajudou a fundar quando Auxiliar de São Paulo. Foi neste Hospital que Dom Antônio morreu no dia 20 de abril de 1993, aos 86 anos. Seu sepultamento se deu no dia 21 de abril de 1993, na cripta da Catedral Metropolitana de Campinas, após a Missa Exequial presidida por Dom Gilberto Pereira Lopes.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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