Anthony George Berry

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Sir Anthony George Berry (12 de fevereiro de 192512 de outubro de 1984) foi um político britânico, um membro do parlamento conservador pelo distrito eleitoral de Enfield Southgate e um Whip durante o governo de Margaret Thatcher. Berry foi morto no bombardeamento do hotel Brighton.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Anthony Berry nasceu como o filho mais jovem do 1° Visconde Kemsley, um magnata galês da imprensa, e de sua esposa, Mary Holmes. Suas conexões com a aristocracia podem ter influenciado seu apontamento como Tesoureiro da Casa Real.

Em 1954, ele casou-se com Mary Burke-Roche, filha mais velha de Edmund Burke-Roche, 4° Barão Fermoy. Mary é a irmã de Frances Shand Kydd, a mãe da falecida Diana, Princesa de Gales. Sir Anthony e sua esposa Mary tiveram quatro filhos:

  • Alexandra Mary Berry, nascida em 1955
  • Antonia Ruth Berry, nascida em 1957
  • Joanna Cynthia Berry, nascida em 1957
  • Edward Anthony Morys Berry, nascido em 1960

Eles se divorciaram em 1966. Posteriormente, no mesmo ano, Anthony casou-se com Sarah Clifford-Turner. E eles tiveram dois filhos: George (1967) e Sasha Jane (1969).

Em 12 de outubro de 1984, Berry foi morto com a explosão do hotel Brighton, em Brighton. A bomba foi implantada pelo IRA durante a conferência do Partido Conservador e tinha como alvo principal a primeira-ministra Margaret Thatcher. Ele tinha cinqüenta e nove anos.

Em setembro de 1986, Patrick Magee, o responsável pela morte de Anthony e de outras vítimas, foi condenado a trinta e cinco anos de prisão. Em 1999, Pat foi libertado por causa do Acordo de Belfast.

Em 2006, a exposição The F Word: Images of Forgiveness, que destaca as histórias pessoais de pessoas atingidas por tragédias em muitas partes do mundo, contou com a história da filha de Sir Anthony Berry, Jo Tufnell.

Em novembro de 2000, Jo, uma mãe de três filhos que vive ao norte de Gales, reconciliou-se e tornou-se amiga pessoal de Magee, o assassino de seu pai, após a morte deste. "Algumas vezes, quando estive com Pat, compreendi sua vida com tanta clareza que não há mais nada a perdoar", disse ela, que tem a esperança de que algo positivo resultou do trauma.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]