Antonio Ibáñez de la Riva Herrera

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Antonio Ibáñez de la Riva Herrera (Solares, 1633 - Madri, 1710), foi um religioso e administrador espanhol. Foi nomeado arcebispo de Toledo, porém falece antes de tomar posse.

Estudiou em Salamanca, onde ordenou-se sacerdote. Foi nomeado sucessivamente Colegial Maior de Santo Ildefonso de Alcalá, canônigo magistral da Catedral de Málaga, bispo de Ceuta (1685-1687) e arcebispo de Zaragoza (1687-1710). Entre 1690 e 1692 presidiu o Conselho de Castela. Foi também Presidente da Sala de Millones, planteando a reforma do reinado de Carlos II, para eliminar a fraude fiscal no reino. Por duas vezes ocupou os cargos de Vice-Rei e Capitão Geral de Aragão, a primeira delas entre 1693 e 1696, e a segunda em plena Guerra de Sucessão Espanhola, entre 1703 e 1705. No seu segundo mandato aragonês manteve-se fiel à causa de Filipe V, quem o nomeou Inquisidor Geral e colocou-lhe na sé de Toledo.

Convocou um Sínodo em Zaragoza em 1697 elaborando as Constituições Sínodas e fundou o Montepío de Zaragoza. Durante seu arcebispado em Zaragoza levaram-se a cabo as obras de construção da nova torre da catedral, cuja primeira pedra se havia colocado em julho de 1681, sendo arcebispo Diego de Castrillo. As obras se encarregaram aos mestres aragoneses Pedro Cuyeo, Gaspar Serrano e Jaime de Busiñac.

En 1695 foi nomeado pelo Rei superintendente das obras da Basílica del Pilar de Zaragoza, efetuando-se durante seu mandato a cimentação dos lados norte e sul.

Ordenou também a construção em 1692 de sua residência em Solares, o chamado Palácio dos Marqueses de Valbuena.

Faleceu em Madri, aos 77 anos.

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