Abelha-europeia

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Como ler uma caixa taxonómicaAbelha-europeia
Apis mellifera 2 Luc Viatour edit 1.jpg
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Hymenoptera
Subordem: Apocrita
Superfamília: Apoidea
Família: Apidae
Género: Apis
Espécie: A. mellifera
Nome binomial
Apis mellifera
Linnaeus, 1758
Sub-espécies
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A abelha-europeia (Apis mellifera) é uma abelha social, de origem europeia, cujas operárias medem de 12 mm a 13 mm de comprimento e apresentam pêlos do tórax mais escuros.

Introduzida no Brasil em 1839, para suprir apiários na produção de mel e cera. Também é chamada de abelha-alemã, abelha-comum, abelha-da-europa, abelha-de-mel, abelha-doméstica, abelha-do-reino, abelha-escura, abelha-europa, abelha-preta e oropa.

Mel, pólen, própolis e um exemplo de organização social é o que as abelhas generosamente oferecem ao homem.

A abelha comum ocidental, a Apis mellifera, é originária da Ásia e da Europa e foi introduzida na América por ingleses e espanhóis. Vive em colónias permanentes, formadas por uma rainha (no máximo duas, excepcionalmente), abelhas operárias (entre 10 mil e 15 mil), e entre 500 e 1.500 zangões, ou machos. As fêmeas diferenciam-se dos zangões(machos)pois estas possuem ferrão.

As abelhas vivem em colmeias, que podem ser artificiais ou naturais. Em seu interior, as operárias usam cera para construir os favos (formados por células em forma de prisma hexagonal), onde armazenam mel e pólen para alimentar tanto as larvas como os insectos adultos.

A rainha ocupa-se exclusivamente em colocar ovos: cerca de 3 mil por dia. Quando uma colmeia necessita de uma fêmea fecunda, as obreiras constroem um alvéolo maior e nele são depositados todos os ovos fecundados. As larvas desses ovos recebem uma alimentação especial e convertem-se em rainhas. Como em cada comunidade só pode viver uma rainha, gera-se uma "disputa pelo poder" sendo as vencidas expulsas da colmeia.

Os zangões são os elementos improdutivos da colónia e a sua única função é fecundar a rainha.

Normalmente, todos os anos cada colónia libera um ou mais enxames sempre contendo uma rainha que se instala noutro lugar, com abundância de flores, fundando uma nova colónia. É assim que a espécie se propaga.

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