Arapiraca

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Município de Arapiraca
[[Imagem:|250px|none|Igreja Matriz de nossa senhora do bom conselho]]
"Capital do Fumo, Capital do Agreste Alagoano"
Brasão de Arapiraca
Bandeira de Arapiraca
Brasão Bandeira
Hino
Aniversário
Fundação 30 de outubro de 1924
Gentílico arapiraquense
Lema "Cada vez mais forte"
Prefeito(a) Luciano Barbosa (PMDB)
Localização
Localização de Arapiraca
Unidade federativa Alagoas
Mesorregião Agreste Alagoano IBGE/2008 [1]
Microrregião Arapiraca IBGE/2008 [1]
Região metropolitana {{{região_metropolitana}}}
Municípios limítrofes Igaci, São Sebastião, Coité do Nóia, Limoeiro de Anadia, Anadia, Lagoa da Canoa, Feira Grande, Craíbas e Junqueiro
Distância até a capital 128 quilômetros
Características geográficas
Área 351 km²
População 208.447 hab. est. IBGE/2008 [2]
Metro {{{população_metro}}} hab. est. IBGE/2008 [2]
Densidade 576,6 hab./km²
Altitude 264 metros
Clima semi-arido
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,656 médio PNUD/2000 [3]
PIB R$ 1.046.873 mil IBGE/2006 [4]
PIB per capita R$ 5.172,00 IBGE/2006 [5]

Arapiraca é um município que fica localizado na região central (Agreste) de Alagoas.

Índice

[editar] Geografia

Sua população é de 208.447 habitantes (2008) e sua área é de 351 km² (576,6 h/km²). A cidade, situada numa ampla planície, fica a 265 metros de altitude, distando 128 quilômetros de Maceió e 44 quilômetros de Palmeira dos Índios. O clima é considerado um dos mais saudáveis do estado.

O mais importante município do interior alagoano, Arapiraca destaca-se como importante centro comercial da região agreste localizando-se no centro geográfico do estado de Alagoas. A área de influência direta do município atinge uma população de aproximadamente meio milhão de habitantes.

Limita ao norte com o município de Igaci, ao sul com o município de São Sebastião, a leste com os municípios de Coité do Nóia e Limoeiro de Anadia, a oeste com os municípios de Lagoa da Canoa e Feira Grande, a noroeste com o município de Craíbas e a sudeste com o município de Junqueiro.


Vista aérea de Arapiraca

[editar] Administração

Seu prefeito atual (2004/2012) é Luciano Barbosa, ex-ministro da Integração Nacional do governo Fernando Henrique Cardoso. Em outubro de 2008, é reeleito com mais de 90% dos votos válidos (68, 15% do número total de eleitores do municipio) para um período de mais 4 anos no governo do município, a partir de 1º de janeiro de 2009. Arapiraca conta com 119.578 eleitores (TSE/março 2009).

[editar] Economia

Plantação de tabaco

A cultura do fumo teve importância fundamental para a elevação de Arapiraca a categoria de município, uma vez que o conhecido "ouro verde" brotava nos latifúndios das tradicionais famílias que resolveram se estabelecer no local, que alcançou maior desenvolvimento econômico que Anadia.

De sociedade eminentemente rural, Arapiraca cresce e destaca-se conhecida como a Capital Brasileira do Fumo, por ser o município com a maior produção de tabaco do país.

Paralelo ao desenvolvimento da cultura fumageira, Arapiraca desenvolveu uma feira livre, às segundas-feiras, onde comerciantes locais e de municípios vizinhos mantém bancas onde se oferecem uma infinidade de mercadorias. A região central do Estado de Alagoas deu destaque e influência ao seu comércio.

De acordo com dados do IBGE o município apresenta um PIB de 1.046.873,00 reais (2006). A renda per capita ainda é baixa e a distribuição da riqueza é seletiva, permitindo bolsões de pobreza.

Atualmente (2008) há uma profusão de projetos no campo da urbanização pública (moradia e vias públicas) e do mercado imobiliário (conjuntos residenciais de casas e de apartamentos). O campo da educação está em franco crescimento, com duas universidades públicas, UNEAL e UFAL, além de uma dúzia de faculdades privadas.

[editar] História

O local começou a ser povoado na primeira metade do século XIX. Como distrito, Arapiraca esteve subordinada, sucessivamente, a Penedo, Porto Real do Colégio, São Brás e Limoeiro. Foi elevado à categoria de município em 30 de outubro de 1924, constituindo-se de territórios desmembrados de Palmeira dos Índios, Porto Real, São Brás, Traipu e Limoeiro.

A partir da década de 1970, por conta da grande área plantada de fumo, que gerou um excesso do produto nas pequenas indústrias de beneficiamento do tabaco que haviam na região, e a consequente diminuição no preço, seguiu-se um ciclo de decadência da fumicultura. Desde os anos de 1980 experimenta um crescimento econômico com seu comércio (com destaque para a tradicional feira livre) e serviços. Além disso, o setor industrial do município tem apresentado relativo crescimento nos últimos anos.

[editar] Ver também

Referências

  1. 1,0 1,1 Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. Estimativas da população para 1º de julho de 2008 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2008). Página visitada em 5 de setembro de 2008.
  3. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  4. Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. Erro de citação Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas IBGE_PIB_2006

[editar] Ligações externas



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