Arena Fonte Nova

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Complexo Esportivo Cultural Octávio Mangabeira
EstadioForteNova-cancha1.jpg
Nomes
Nome Complexo Esportivo Cultural Octávio Mangabeira
Apelido Fonte Nova
Antigos nomes Estádio Octávio Mangabeira
Características
Local Ladeira da Fonte das Pedras, s/nº - Nazaré, Salvador - Bahia
 Brasil
CEP: 40050-565
Gramado Tipo bermuda celebration[1] (105 x 68 m)
Capacidade 50.000[nota 1] [nota 2]
51.900[nota 3]
Construção
Data 29 de agosto de 20108 de março de 2013
Custo Aprox. R$ 592 milhões[3]
Inauguração
Data 5 de abril de 2013 (inauguração oficial)[8]
7 de abril de 2013 (partida inaugural)[9]
Partida inaugural Brasil Bahia 1 – 5 Brasil Vitória[9]
Primeiro gol Renato Cajá (Vitória)
Recordes
Público recorde 51.227
Data recorde 1º de julho de 2014
Partida com mais público Flag of Belgium (civil).svg Bélgica 2 – 1 Flag of the United States.svg Estados Unidos
Outras informações
Fechado 26 de novembro de 2007
(antiga Fonte Nova)
Demolido 29 de agosto de 2010
(antiga Fonte Nova)
Competições Brasil Copa das Confederações de 2013
Brasil Copa do Mundo de 2014
Flags of the Union of South American Nations.gif Taça Libertadores da América
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana
Brasil Campeonato Brasileiro
Brasil Copa do Brasil
BandeirasNordesteBrasil.gif Copa do Nordeste
Bahia Campeonato Baiano
Proprietário Governo do Estado da Bahia
Administrador Fonte Nova Negócios e Participações S.A[2] [10]
Arquiteto Marc Duwe (Setepla Tecnometal Engenharia e Tetra Projetos) e Claas Schulitz (Schulitz + Partner Architekten)[11] [12]
Mandante Esporte Clube Bahia

O Complexo Esportivo Cultural Octávio Mangabeira (nome oficial)[13] ou Itaipava Arena Fonte Nova (por questões de patrocínios de nome, sendo o nome não-oficial, embora conhecido popularmente como Arena Fonte Nova ou simplesmente Fonte Nova)[2] [14] [15] é um estádio de futebol localizado em Salvador, no estado brasileiro da Bahia, no mesmo local do antigo Estádio Octávio Mangabeira.[16]

No início do mês de janeiro de 2013, atingiu 90% das obras concluídas, sendo o quarto estádio mais avançado dentre os doze que sediaram a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014.[17] [18] E em março, alcançou 99% das obras concluídas.[19] [20]

Foi oficialmente inaugurada no dia 5 de abril, com presença da presidente Dilma Rousseff.[8] [21] [22]

O primeiro jogo do estádio foi o clássico Ba-Vi, ocorrido dois dias depois, onde o Vitória se sagrou vencedor por 5 a 1.[9] [23] [24] [25] Renato Cajá, jogador do rubro-negro baiano, entrou para a história da Arena ao marcar o primeiro gol após a inauguração.

Utilizando o mesmo modelo de gestão multiuso de sucesso na Europa, o do Amsterdam Arena, um dos maiores centros de lazer do mundo, casa do Ajax e parceiro na operação da nova arena baiana, o empreendimento colocará a Bahia no circuito do entretenimento mundial.

Para a construção da nova arena, a antiga estrutura foi implodida em 29 de agosto de 2010 para dar lugar à Arena Fonte Nova, que, entre os projetos já confirmados, foi a sede baiana para a Copa do Mundo de 2014.

A arena tem capacidade para 50.000 pessoas em três níveis de arquibancadas com assentos cobertos, camarotes, restaurante panorâmico com vista para o estádio e para o Dique do Tororó, e cerca de duas mil e quinhentas vagas de estacionamento. Sua estrutura abriga também sala de imprensa, quiosques, elevadores, sanitários e um centro de negócios que funcionará independentemente dos jogos.

Além de partidas de futebol, a Arena Fonte Nova permitirá a realização de outros eventos como shows musicais de artistas de renome nacional e internacional, congressos e encontros de negócios.[26] Sua estrutura verticalizada, com três anéis de arquibancada, colocará o público mais próximo do espetáculo promovendo um maior envolvimento e favorecendo a acústica. [2]

Concessão e naming rights[editar | editar código-fonte]

A Arena Fonte Nova foi construída pela Fonte Nova Negócios e Participações (FNP), concessionárias formadas pelas empresas OAS e Odebrecht (Consórcio Arena Salvador), que cuidará da administração, operação e manutenção da nova arena pelos próximos 35 anos, conforme contrato de Parceria público-privada (PPP) celebrada entre a concessionária e o Governo do Estado da Bahia em 2010.[2] [3] [27] [28] [29]

Ao longo desse período, a FNP vai viabilizar a organização, produção e execução de eventos dos mais variados tipos e tamanhos, tornando a Arena Fonte Nova um projeto rentável e que promova o desenvolvimento sustentável da região e sirva como uma verdadeira arena multiuso. Após esse período, a Arena Fonte Nova retorna ao controle do Governo da Bahia.

A partir de 2013, a cervejaria Itaipava, do grupo Petrópolis, passou a assinar o nome da nova Arena de "Itaipava Arena Fonte Nova" sob um contrato de patrocínio até o ano de 2023, num valor de R$100 milhões (R$10 milhões em 10 anos).[2] [14] [28] Esse foi o primeiro contrato de naming rights assinado para estádios da Copa.[2] [15] [28]

O contrato concede à Itaipava e outras marcas da empresa o direito de comercialização de seus produtos com exclusividade em todos os bares e restaurantes do equipamento.[2] [28] No entanto, o nome oficial será "Complexo Esportivo Cultural Octávio Mangabeira" como forma de homenagem ao ex-governador da Bahia, Octávio Mangabeira (que idealizou a construção do equipamento).[13] Esse episódio gerou muita polêmica.[30]

Construção[editar | editar código-fonte]

Princípio e demolição[editar | editar código-fonte]

Obras no estádio em fevereiro de 2011.

O projeto arquitetônico, que preserva o formato de ferradura com abertura para o Dique do Tororó, representa não apenas uma reverência ao projeto original, de Diógenes Rebouças,[31] como também dará maior funcionalidade à arena, possibilitando montagem e desmontagem de palcos para os mais variados espetáculos. Inicialmente o nome se chamaria Arena Salvador.[31] [32]

A empresa paulista Setepla Tecnometal Engenharia[11] [33] e a alemã Schulitz + Partner Architekten em parceria com a paulista Tetra Projetos[11] [12] [34] foram responsáveis pelo desenvolvimento do projeto. Elas foram escolhidas entre outras seis empresas que participaram do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) – instrumento que permite o setor público obter, de consultores externos ou das empresas interessadas em disputar futuros contratos de concessão, estudos de viabilidade sobre projetos de infraestrutura que estão na agenda da tomada de decisão do poder concedente –,[35] realizado pelo Governo do Estado para o projeto da Fonte Nova.[31] A avaliação das propostas foi realizada pelo Núcleo Técnico constituído pelo Governo do Estado, que contou com o suporte da FIA (Fundação Instituto de Administração, da USP), baseada em mais de 50 critérios técnicos nos itens de sustentabilidade, instalações e jurídicos.[36]

O Governo estadual também promoveu uma consulta pública a servir de sugestões para a reconstrução e operação ao edital da nova arena, em que 50% referiram-se à capacidade do estádio. Diante disso, o Governo optou por reduzir a capacidade final de 80 mil para 50 mil lugares devido a fatores como o desenho arquitetônico, as limitações de espaço e o custo final de construção. A capacidade do estádio permitia à Salvador disputar vaga para sediar jogos até as quartas de final do Mundial de 2014 e jogos da Copa das Confederações de 2013.[32]

As obras de construção da nova arena, ficaram a cargo das empresas Odebrecht e OAS, que começaram em maio de 2010 com a colocação de tapumes no entorno do antigo estádio da Fonte Nova e a preparação do canteiro de obras para a demolição das velhas estruturas.[37] O governo baiano optou pela demolição total da praça esportiva.[31]

Com isso, o ginásio poliesportivo, a piscina olímpica e a pista de atletismo que funcionavam no local também precisaram ser demolidas, o que causou críticas por falta desses equipamentos esportivos na cidade.[38]

A demolição total aconteceu em 29 de agosto de 2010 e foi seguido da etapa de reciclagem dos materiais de demolição, concluída em meados de novembro do mesmo ano, que gerou 77,5 mil toneladas de material, que foi 100% reutilizado.[27] 90% do concreto britado do antigo estádio foi reaproveitado na própria Arena e o restante em obras públicas de Salvador.[36] [39]

Avanço das obras[editar | editar código-fonte]

2011[editar | editar código-fonte]

Em dezembro de 2011, o estádio já estava com 38% de avanço físico e contava com 2.100 pessoas entre homens e mulheres, sendo que foram finalizadas as etapas de demolição, reciclagem do concreto, terraplanagem e fundações da Arena. As próximas etapas seriam os serviços de montagem da superestrutura da arena (pré-moldada e moldada in loco), com pilares, vigas e lajes. Também foi iniciada a colocação das vigas de sustentação às arquibancadas.[40]

2012[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2012, o estádio foi visitado pelo secretário geral da FIFA, Jérôme Valcke, que se mostrou satisfeito com o adiantamento das obras e elogiou a capital baiana. No dia 2 de fevereiro de 2012, após pouco menos de um ano e meio depois da demolição do antigo estádio, a Arena Fonte Nova ultrapassou 50% das obras, tornando-se o segundo estádio com as obras mais adiantadas dentre os doze que sediarão a Copa do Mundo de 2014, atrás apenas do Castelão, em Fortaleza.[41] Ao fim do mês de agosto do mesmo ano, atingiu então 70% das obras concluídas, sendo agora o quarto estádio mais avançado, devido ao adiantamento das obras do Estádio Nacional de Brasília e do Mineirão, em Belo Horizonte.[42]

Dois meses depois, ao fim de outubro e já em andamento o processo de içamento dos cabos da cobertura do estádio – nesse processo a Arena efetivou um processo inédito no Brasil e o segundo realizado na América Latina: o Big Lift, o grande içamento dos cabos de aço tensionados da cobertura, que reuniu uma equipe altamente qualificada de engenheiros da Alemanha, Suíça, França e Estados Unidos[3] –, as obras atingiram 80% de conclusão.[43] A chamada superestrutura do estádio, composta por pilares, vigas, lajes e pelas arquibancadas, foi totalmente concluída no mês de agosto, e posteriormente foi iniciada a instalação da cobertura. Esta estrutura será revestida por uma membrana impermeável, auto-limpante e translúcida. No total, serão 36 mil m² para cobrir os 50 mil assentos da Arena Fonte Nova.

2013[editar | editar código-fonte]

Já em processo de conclusão, as obras da Arena Fonte Nova iniciaram o ano de 2013 atingindo quase 91% de avanço físico.[17] [18] [44] Mais de seis frentes de serviços estavam sendo realizadas paralelamente. No que se referia aos acabamentos, os pisos estavam 96% finalizados e os revestimentos 87%. As instalações hidráulicas, elétricas e de TI chegaram a 88% e o edifício-garagem com 85% da estrutura executada. Mais de 12% da membrana da cobertura da Arena Fonte Nova já havia sido instalada. Tais dados foram fechados em 31 de dezembro.[18]

Vista aérea da Arena Fonte Nova e seu entorno em março de 2013.

O processo de colocação dos assentos da Arena, que foi iniciada em dezembro do ano passado, estava 30% concluída no início de janeiro. As cores utilizadas nas cadeiras remetem a tons de verde utilizados na marca do projeto e simbolizam as águas esverdeadas do Dique do Tororó, lagoa que fica nas imediações do estádio. Alguns dos espaços VIPs já estavam prontas, juntamente com a decoração e mobiliário.[44]

O plantio do gramado foi concluído no final do mês de janeiro e uma nova parte das 50 mil cadeiras das arquibancadas já havia sido colocadas.[45]

No mesmo mês, 3.150 colaboradores, entre administrativo, operários, engenheiros, técnicos e terceirizados, se revezaram em três turmas que trabalhavam 22 horas por dia.[17]

Em março, o consórcio responsável pelas obras, entregou simbolicamente a arena ao Governo do Estado. Com 99% das obras concluídas, e faltando apenas os reparos finais e testes dos seus equipamentos.[19] [20] Foi o terceiro estádio (depois do Castelão e Mineirão) a ficar pronto e o primeiro construído do zero para as Copa das Confederações e do Mundo.[20] [46] Ao todo, foram mais de 10 mil pessoas envolvidas desde a implosão da antiga estrutura, edificação do novo equipamento, até chegar à atual fase de operação.[22] [28]

Inauguração[editar | editar código-fonte]
Jogadores de Bahia e Vitória perfilados na partida de inauguração do estádio, em 7 de abril de 2013.

A presidente Dilma Rousseff participou da inauguração oficial da Arena, depois de 2 anos e 7 meses de construção, a convite do Governador do Estado, Jaques Wagner, em evento realizado no dia 5 de abril. A cerimônia ainda contou com a presença de autoridades como o Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, dos Transportes, César Borges, da Justiça, José Eduardo Cardozo, a ministra da Secretaria de Políticas da Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, além de representantes do Consórcio Arena Salvador.[8]

Já a partida inaugural ocorreu em 7 de abril no maior clássico do Estado, que é o Ba-Vi, válida pela 4ª rodada do Campeonato Baiano. Porém, antes do jogo, houve uma programação cultural com apresentações de artistas baianos; as cantoras Ivete Sangalo, Cláudia Leitte, Mariene de Castro e Márcia Short, o cantor Dan Miranda (vocalista da banda Filhos de Jorge), o grupo Olodum e o ator Fábio Lago estavam presentes.[22] [47]

No jogo, o meia Renato Cajá do Vitória fez o primeiro gol da Arena Fonte Nova, na goleada de 5 a 1 de seu time, aos 41 minutos do primeiro tempo, numa cobrança de pênalti.[9] [23] [24] [25] O público presente foi de 37.410 pessoas, sendo 32.274 pagantes, gerando um renda de R$1.954.900,00 (um milhão, novecentos e cinquenta e quatro mil e novecentos reais), um recorde do futebol baiano até então.[9] [25] [48]

No segundo clássico Ba-Vi que ocorreu na arena em 28 de abril, se deu o evento-teste oficial da arena antes da Copa das Confederações. Nessa ocasião, profissionais do Comitê Organizador Local (COL) acompanharam detalhes da operação em aspectos de sete áreas de serviços na Fonte Nova: Competições, Limpeza e Coleta de Resíduos, Segurança, Serviços ao Espectador, Serviços Médicos, Tecnologia da Informação e Transporte.[22] [49]

Projeto arquitetônico e estrutura[editar | editar código-fonte]

Detalhe do vão frontal da Fonte Nova e a abertura voltada para o Dique do Tororó.

O partido arquitetônico original foi mantido, com o design que combina a tradição do estádio antigo (preservando o formato de ferradura e a abertura para o Dique do Tororó como uma reverência). O projeto atende às exigências aplicáveis às arenas que recepcionam eventos e competições.[50] No Setor Sul permanece o vão aberto voltado para o Dique do Tororó, único manancial natural da cidade, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que além de preservar o formato do antigo estádio também serve para garantir ventilação natural e suprir de forma complementar como palco para a realização de shows, congressos, feiras, festivais, etc.[29] [50] [51] Essa confluência da Fonte Nova mede 42 metros de altura.[22] A Arena Fonte Nova tem 3 níveis de arquibancadas divididos em 10 níveis de pavimentos.[52] Uma característica da nova arena foi a aproximação das arquibancadas do campo, otimizando as condições de visibilidade do público.[50] Foi construído um edifício-garagem com 2 níveis de pavimentos e a cobertura protege em 100% dos assentos.[29]

O arquiteto Marc Duwe afirmou ter se inspirado no estádio da Copa do Mundo de 2006, o AWD-Arena, do Hannover 96;[53] em colaboração com a empresa alemã de engenharia RFR Stuttgart foi desenvolvido o material da cobertura da Arena.[12] [29] A cobertura foi projetada especialmente para o conforto do público, filtrando a luz do sol em até 70%, reduzindo o calor mas permitindo a iluminação. A membrana utilizada na cobertura é do tipo translúcida com estrutura tensionada protegendo toda a arquibancada; entre as características da membrana translúcida, tem o fato de ser flexível, resistente e autolimpante. O material é confeccionado em plástico de alta performance, reforçado com fibras de vidro. Além disso, é resistente às correntes de ventos. Para a escolha dos brises mais adequados da fachada ao orçamento da obra e às condições climáticas de Salvador, foram feitos vários estudos até se chegar aos de alumínio, considerados a melhor opção. As análises iniciais previam tubos de acrílico. Os brises revestem 9.740 metros quadrados da fachada.[12]

A forma de construção da Arena permite não só uma boa ventilação, mas também permite o uso durante todo o ano para diversos eventos: durante a época de futebol estará disponível na superfície livre no lado sul a montagem e desmontagem de palcos para shows. Há ainda dois restaurantes panorâmicos sobre a abertura no setor sul com vista para o campo e para o Dique do Tororó, áreas de conveniência, quiosques, centro cultural e business lounge, dentre outros, que funcionarão em todos os dias do ano.[51] Os administradores afirmam que é um novo produto turístico da cidade.[54]

Segurança, conforto e sustentabilidade[editar | editar código-fonte]

Construída com tecnologia de ponta, a nova Arena contará com um avançado sistema de segurança, com o qual terá 240 câmeras de circuito interno distribuídos das catracas à cobertura do estádio, permitindo o monitoramento em todos os pontos da Arena Fonte Nova, além disso, se um possível incidente ocorrer na Arena, o tempo de evacuação será de oito minutos.[55] O conforto é outro atrativo do equipamento que terá uma moderna cobertura sustentada por uma estrutura tensionada por cabos e treliças. Essa estrutura é então coberta com uma membrana impermeável tipo PTFE, que diminui de 30% a 40% o consumo de aço, representando uma economia de matéria-prima o que é ambientalmente favorável.

O projeto da Arena Fonte Nova prevê outras medidas de sustentabilidade ecológica que atendem ao programa Green Goal da FIFA nos itens: economia de água, reuso do esgoto tratado, aproveitamento da água da chuva, diminuição e reciclagem do lixo gerado, sustentabilidade energética, ventilação e iluminação natural.[56] [57] [58] A Arena já está inscrita no programa de autenticação da U.S. Green Building Council (USGBC), que concede, aos empreendimentos que atendem aos critérios ambientais instituídos pela ONG, o Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), certificação e orientação ambiental para edificações, utilizado em 143 países, e possui o intuito de incentivar a transformação dos projetos, obra e operação das edificações, sempre com foco na sustentabilidade de suas atuações.[59] [60] Além disso, foi a primeira arena multiuso do mundo a receber Certificação Internacional de Qualidade ISO 9001 do Sistema de Gestão de Qualidade para o Escopo de Construção de Arenas Multiuso[28] e a primeira arena do Brasil a conquistar o nível prata da certificação internacional LEED.[61] A Arena Fonte Nova também terá uma usina de energia solar, que vai gerar toda a energia necessária para o seu funcionamento, reduzindo o consumo de energia na arena em até 10%.[62]

Localização, transportes e acessos[editar | editar código-fonte]

A Fonte Nova fica localizada às margens do Dique do Tororó, região central da cidade e perto do porto e a 27,2 km do aeroporto. Os torcedores precisam descer dos ônibus nas avenidas próximas ao Dique – Av. Mário Leal Ferreira (Bonocô) e Av. Vasco da Gama – e andar até a Arena. Duas estações de metrô ficam perto: a Campo da Pólvora (mais perto, cerca de cinco minutos a pé) e Brotas.

As principais vias de acesso para chegar ao estádio são as Avenidas Bonocô e Vasco da Gama. Os torcedores também podem chegar ao estádio pelo bairro de Nazaré e pela Ladeira dos Galés, no bairro de Brotas.

Setorização[editar | editar código-fonte]

A Fonte Nova tem cinco divisões, que por sua vez estão subdivididas. Os setores são: Norte, Leste (arquibancada inferior, cadeira especial – arquibancada intermediária e arquibancada superior), Oeste (arquibancada inferior, e arquibancada intermediária e superior), Sul (mirante e arquibancada superior) e Lounge Premium. Para jogos como campeonato estadual e brasileiro, os ingressos geralmente são vendidos nas bilheterias do próprio estádio e em lojas localizadas nos shoppings de Salvador.

O acesso também é setorizado. O portão Oeste 2, situado na Rua Rui Barbosa, dá acesso ao Lounge Premium e camarotes nos dias de jogo. Quem vai para os assentos do setor Norte, além das arquibancadas intermediária e superior do setor Leste, deve utilizar os portões Norte 1 e Norte 2. O portão Sul, por sua vez, dá acesso a todo o Setor Oeste e Sul, além das cadeiras inferiores do setor Leste.

Entorno[editar | editar código-fonte]

A PPP do contrato previu intervenções da região que envolve a Arena, de modo entrar no cálculo do retorno do investimento do consórcio. Isso inclui: empreendimentos como um shopping, hotel, o funcionamento de uma unidade avançada de universidade nas dependências da nova arena e torres comerciais, com o intuito de transformá-lo num centro de negócios que funcione 24 horas por dia e se somarão ao conteúdo Futebol.[26] [63] [64] [65] [66]

Eventos[editar | editar código-fonte]

Partidas importantes[editar | editar código-fonte]

1 Considerando apenas o público pagante, divulgado oficialmente através do borderô ou súmula.

Ba-Vis[editar | editar código-fonte]

Shows[editar | editar código-fonte]

Jogos Olímpicos de Verão de 2016[editar | editar código-fonte]

Olympic rings with white rims.svg Jogos da XXXI Olimpíada Olympic rings with white rims.svg
Brasil Rio de Janeiro 2016
Faltam
594
dias

Além da Copa do Mundo de 2014, a Arena Fonte Nova sediará também partidas dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016. Apesar da cidade-sede do evento ser o Rio de Janeiro, partidas do futebol masculino e feminino também serão realizados em outras quatro cidades,[95] dentre elas está Salvador, onde jogos ocorrerão na Arena Fonte Nova, aproveitando os investimentos da Copa do Mundo.[95] [96] [97]

Características[editar | editar código-fonte]

Vista panorâmica do campo à noite.

Físicas[editar | editar código-fonte]

  • Estádio em formato de ferradura (aberta de um dos lados);
  • Distribuição verticalizada – 3 níveis de anéis (inferior, intermediária e superior) distribuídos em 10 níveis de pavimentos;
  • Cobertura em 100% dos assentos, com tecnologia que protege da forte incidência solar de Salvador e da chuva, com um sistema que reutiliza a água para a irrigação do gramado e uso nos sanitários;
  • Capacidade para 50.000 espectadores;
  • Gramado: 9 mil m², com sistema de irrigação por gravidade e a vácuo, além de drenagem, poda e iluminação artificial;
  • Campo: 105m x 68m, com 10m de distância nas laterais e 12,30m nas linhas de fundo, em relação às arquibancadas;
  • Capacidade de estacionamento: aproxidamente 2.500 vagas no total (juntando as vagas no interior do estádio, edifício-garagem e descobertas na área externa), com espaços reservados para pessoas com deficiência e para veículos que adotam a carona solidária.

Internas[editar | editar código-fonte]

  • Três tipos de assentos: para o público geral, do setor premium e dos camarotes. As cadeiras comuns são rebatíveis, feitas em resina plástica e sem braços; as cadeiras premium são fabricadas em resina plástica, acolchoadas, com braços e guarda copos e com encosto até a altura das costas; os assentos dos camarotes são iguais ao premium, acolchoados, com braço e porta copos, mas com encosto até a altura da cabeça;
  • 70 camarotes com capacidade total de 1.250 pessoas. Os locais são decorados e mobiliados com sofás, cadeiras e TV, além de possuírem banheiro privativo. À frente de cada camarote há um espaço delimitado na arquibancada com os assentos;
  • 39 quiosques de alimentação;
  • Salão de negócios e convenções;
  • Área para restaurante panorâmico;
  • 12 elevadores e espaço para cadeirantes, obesos e deficientes visuais na arquibancada, além de acompanhantes, com piso tátil, facilitando o acesso a pessoas com mobilidade reduzida;
  • Sala de imprensa;
  • 94 sanitários, sendo 23 para deficientes;
  • 2 telões de 100 m², com resolução superior à Full HD de 578 polegadas, com tecnologia SMD, que fornece imagens mais nítidas.

Externas[editar | editar código-fonte]

  • Edifício-garagem;
  • Área de hospitalidade;
  • 126 catracas que dão acesso ao local;
  • Iluminação cenográfica programável, destacando o equipamento em dias de jogos, seguindo as cores do time mandante da partida;
  • Área total do terreno de 116 mil m², sendo 90 mil m² dedicados à área da arena, além do edifício-garagem.

Níveis da Arena[editar | editar código-fonte]

  • Nível 1: Estacionamento (subterrâneo);
  • Nível 2: Estacionamento (nível do gramado);
  • Nível 3: Estacionamento;
  • Nível 4: Estacionamento (vestiários e zona mista);
  • Nível 5: Zona de circulação (quiosques e banheiros);
  • Nível 6: Business Lounge (salão de negócios);
  • Nível 7: Camarotes e restaurantes;
  • Nível 8: Lounge de mídia;
  • Nível 9: Salas de controle;
  • Nível 10: Área de imprensa (zona de transmissão).

Notas

  1. Capacidade oficial descrita pelos administradores da Arena.[2] [3]
  2. Por determinação da FIFA, foram acrescidos mais 5.000 assentos móveis durante a Copa das Confederações em 2013 e a Copa do Mundo em 2014, aumentando, assim, a capacidade da Arena para 55 mil lugares.[4] [5]
  3. Capacidade pré-determinada pela FIFA para a Copa das Confederações de 2013 e Copa do Mundo de 2014.[6] [7]

Referências

  1. Gramado do estádio da Fonte Nova está concluído placar.com.br (24 de janeiro de 2013). Visitado em 1 de abril de 2013.
  2. a b c d e f g h Itaipava Arena Fonte Nova é a primeira das novas arenas do Brasil com naming rights OAS Arenas.
  3. a b c d Ficha técnica da Arena Fonte Nova Odebrecht Arenas. Visitado em 16 de julho de 2012.
  4. Portal da Copa (5 de abril de 2013). Fonte Nova: três tipos de assento e capacidade ampliada nos megaeventos.
  5. http://globoesporte.globo.com/ba/noticia/2014/07/na-arena-fonte-nova-empresa-inicia-retirada-da-arquibancada-movel.html
  6. http://pt.fifa.com/confederationscup/destination/stadiums/stadium=5002308/
  7. http://pt.fifa.com/worldcup/destination/stadiums/stadium=5002308/index.html
  8. a b c Arena Fonte Nova é inaugurada com presença de Dilma Rousseff na Bahia g1.globo.com (5 de abril de 2013). Visitado em 5 de abril de 2013.
  9. a b c d e Fonte Nova, filme velho: Vitória bate Bahia na reinauguração do estádio globoesporte.globo.com (7 de abril de 2012). Visitado em 7 de abril de 2012.
  10. FONTE NOVA NEGÓCIOS E PARTICIPAÇÕES S.A. RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
  11. a b c copa2014.org.br. Entrevista com Marc Duwe. Visitado em 8 de dezembro de 2010.
  12. a b c d Cida Paiva. Tetra Projetos e Schulitz: Itaipava Arena Fonte Nova, Salvador Arcoweb.
  13. a b Arena Fonte Nova não perderá nome de Octávio Mangabeira, diz governo NossaCara.com.
  14. a b Por R$100 milhões, Fonte Nova fecha com cervejaria e ganha novo nome globoesporte.com.
  15. a b Fonte Nova é 1º estádio da Copa a acertar naming rights Estadão.
  16. secopa.ba.gov.br. Arena Fonte Nova. Visitado em 8 de dezembro de 2010.
  17. a b c Arena Fonte Nova passa dos 90% de avanço físico [ligação inativa] arenafontenova.com.br (8 de janeiro de 2013). Visitado em 8 de janeiro de 2013.
  18. a b c Obras na Arena Fonte Nova alcançam 90% de avanço físico globoesporte.globo.com (8 de janeiro de 2013). Visitado em 8 de janeiro de 2013.
  19. a b Fonte Nova é ‘entregue’ ao governo, e imprensa conhece espaços internos globoesporte.com (8 de março de 2013). Visitado em 2 de abril de 2013.
  20. a b c Arena Fonte Nova é terceiro estádio a ficar pronto para Copa das Confederações superesportes.com.br (8 de março de 2013). Visitado em 2 de abril de 2013.
  21. Dilma participará da inauguração da Arena Fonte Nova, diz governo da BA g1.com (27 de março de 2013). Visitado em 2 de abril de 2013.
  22. a b c d e Gabriel Fialho (4 de abril de 2013). Fonte Nova: inauguração terá presidenta Dilma Rousseff nesta sexta copa2014.gov.br ESPBR.com.
  23. a b Vitória humilha o Bahia na reabertura da Arena Fonte Nova LANCEPRESS! Lance!Net (7 de abril de 2013). Visitado em 8 de abril de 2013.
  24. a b Clima quente e passeio do Vitória marcam Ba-Vi de inauguração da Fonte Nova iG (7 de abril de 2013). Visitado em 8 de abril de 2013.
  25. a b c Renato Cajá faz o primeiro gol da Arena Fonte Nova no clássico BAVI; Vitória goleia Bahia por 5X1 Vox7.
  26. a b Itaipava Arena Fonte Nova completa seu primeiro ano e confirma caráter multiuso Odebrecht (7 de abril de 2014). Visitado em 16 de julho de 2014.
  27. a b Arena Fonte Nova - Salvador - BA
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Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Maiores estádios do Brasil  Esta caixa: verdicedite 
Estádio Localização Capacidade
Rio de Janeiro
Maracanã (atual)
Brasília
Mané Garrincha
São Paulo
Morumbi (anterior)
Belo Horizonte
Mineirão
1 Maracanã Rio de Janeiro, Rio de Janeiro 74 738
2 Mané Garrincha Brasília, Distrito Federal 69 349
3 Morumbi São Paulo, São Paulo 67 052
4 Castelão Fortaleza, Ceará 60 342
5 Arruda Recife, Pernambuco 60 044
6 Mineirão Belo Horizonte, Minas Gerais 58 259
7 Arena do Grêmio Porto Alegre, Rio Grande do Sul 55 538
8 Parque do Sabiá Uberlândia, Minas Gerais 53 350
9 Fonte Nova Salvador, Bahia 51 900
10 Beira-Rio Porto Alegre, Rio Grande do Sul 50 128 Fonte: CBF [10]
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