Arnaldo Matos

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Arnaldo Matos nasceu a 24 de Fevereiro de 1939, em Stª Cruz, na Madeira.

Arnaldo Matos é o único dos quatro fundadores do MRPP. Deixou o partido em 1982 porque "a contra-revolução ganhou" e considerava o papel do partido na nova sociedade inútil, e apesar de ainda ser crítico do actual sistema socio-político é oposto à esquerda actual (que considera ser "uma m**da" [censura de citação não sic]) e os sindicatos (cujas abordagens teóricas e na prática considera gastas).[1] Apesar disso, continua a falar em comícios do PCTP/MRPP e a estar associado ao partido, embora formalmente desligado dele e afastado da esquerda tradicional.

Começou por ser conhecido pelas camadas de jovens operários e estudantes militantes e simpatizantes do PCTP/MRPP no pós-25 de Abril, por ser “delegado do Comité Lenine”, que era o Comité Central do MRPP. Logo após a legalização do movimento, em 18 de Fevereiro de 1975, Arnaldo Matos foi preso pela primeira vez em Mirandela, pelo COPCON, e foi a partir dessa data que todo o Partido ficou a saber o seu nome. “Libertação imediata do camarada Arnaldo Matos!”, gritaram então alguns militantes e simpatizantes no Rossio (Lisboa).

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Lília Bernardes (2/5/2004). Entrevista: Arnaldo Matos, Advogado e ex-líder do PCTP/MRPP Diário de Notícias. Visitado em 24/12/2011.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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