Arouca

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Arouca
Brasão de Arouca Bandeira de Arouca
Brasão Bandeira
Vila de Arouca (Área Metropolitana do Porto).JPG
Arouca
Localização de Arouca
Gentílico Arouquense
Área 329,11 km²
População 22 359 hab. (2011)
Densidade populacional 67,94 hab./km²
N.º de freguesias 16
Presidente da
Câmara Municipal
Artur Neves (PS)
Fundação do município
(ou foral)
1513
Região (NUTS II) Norte
Sub-região (NUTS III) Entre Douro e Vouga
Distrito Aveiro
Antiga província Douro Litoral
Orago Santa Mafalda
Feriado municipal 2 de Maio (Rainha Santa Mafalda)
Sítio oficial www.cm-arouca.pt
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg

Arouca é um concelho da Área Metropolitana do Porto[1] e da Região Norte[2] , que têm, como capital, a cidade do Porto. O município, com 329,11 km² de área territorial[3] e com 22 359 habitantes (2011)[4] [5] , está subdividido em 16 freguesias[6] e a sua sede, com cerca de 5 200 habitantes, é a vila de Arouca, que se situa na União das Freguesias de Arouca e Burgo, no vale do Rio Arda, na Bacia Hidrográfica do Rio Douro. O município de Arouca pertenceu, no passado, à província do Douro Litoral, cuja capital era a cidade do Porto; localiza-se na subregião nortenha de Entre Douro e Vouga, estando integrado na parte do extremo nordeste do distrito de Aveiro que faz fronteira com o distrito do Porto.

População

População do concelho de Arouca (1801 – 2011)
1801 1849 1900 1930 1960 1981 1991 2001 2011
7 072 11 111 16 671 21 433 26 378 23 896 23 894 24 227 22 359

Freguesias

Freguesias do concelho de Arouca.

O concelho de Arouca está dividido em 16 freguesias:

Identidade Estrutural Autóctone de Arouca

Mapa do concelho de Arouca - Área Metropolitana do Porto
Marco Geodésico de Sobreiros, São Miguel do Mato (Arouca), Vista do rio Douro - fronteira com Gondomar

Apesar de estar integrado no distrito de Aveiro, na parte do seu extremo nordeste que faz fronteira com o distrito do Porto, a identidade estrutural autóctone do concelho de Arouca (em termos físicos, orográficos, geológicos, étnicos, arquitectónicos, gastronómicos e linguísticos) possui a identidade autóctone dos municípios do distrito do Porto[7] , situa-se na bacia hidrográfica do rio Douro, para onde corre o rio Arda a partir do vale de Arouca, que desagua no rio Douro na zona de Pedorido; a cidade de referência dos arouquenses sempre foi a cidade do Porto, à semelhança daquilo que acontece com os habitantes de Santa Maria da Feira, de São João da Madeira e de Espinho. O contacto dos arouquenses com Aveiro (cidade que fica a uma distância considerável da vila de Arouca, a cerca de 74 km por estrada, a sudoeste, num percurso muito sinuoso) sempre foi escasso, fugaz e, quando existe, costuma ser meramente burocrático. Os arouquenses nunca manifestaram nem manifestam qualquer sentimento de pertença ou de afinidade em relação a Aveiro, que é uma cidade da Região Centro, da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro e da Beira Litoral que possui elementos identitários muito distintos dos do concelho de Arouca, que é um concelho da região Norte (Portugal), da Área Metropolitana do Porto e do Douro Litoral, cuja capital é a cidade do Porto. Foi o espaço urbano do Porto e o território do Grande Porto que sempre funcionaram (e funcionam, actualmente, com muito mais intensidade) como o espaço urbano e o território de referência para os arouquenses, sendo comum muitos arouquenses e seus descendentes residirem no espaço urbano do Porto ou no território do Grande Porto durante os dias da semana, onde trabalham ou estudam e onde têm um domicílio, e passarem o fim-de-semana em Arouca no seu domícilio natal ou num domicílio secundário, vivendo entre Arouca e o Porto ou entre Arouca e o Grande Porto. A freguesia de São Miguel do Mato (Arouca) faz fronteira com Gondomar, município do Grande Porto, e as outras duas freguesias do denominado «Fundo do Concelho», para além de São Miguel do Mato (Arouca), que são Escariz (Arouca) e Fermedo (que pertenciam às antigas Terras de Santa Maria), sofrem uma forte influência do temperamento dos concelhos industriais limítrofes do Grande Porto e situam-se mais próximas de outros centros urbanos, como São João da Madeira, Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis ou Vale de Cambra, do que da vila de Arouca, sede do município. A tendência de mobilidade socioeconómica dos arouquenses sempre foi em direcção ao litoral, direcção oeste e noroeste (a parte oeste do concelho de Arouca, freguesia de Escariz (Arouca), dista cerca de 20 km do Oceano Atlântico), sobretudo para o espaço urbano do Porto e arredores (a fronteira de São Miguel do Mato (Arouca) com Gondomar, donde se avista o rio Douro, dista cerca de 20 km da cidade do Porto), tendo havido sempre movimentos pendulares diários para os concelhos limítrofes mais industrializados e urbanizados, localizados a oeste e a noroeste, facto que, na contemporaneidade, se tornou ainda muito mais intenso.

Capela do Senhor da Pedra, Vila Nova de Gaia, Distrito do Porto: as danças tradicionais de Arouca (Douro Litoral), como 'O Senhor da Pedra', revelam a ligação muito antiga que os arouquenses sempre mantiveram com o litoral e com a região do Porto: ligação que, na contemporaneidade, se tornou muito mais intensa e regular.
AROUCA - Área Metropolitana do Porto

O município de Arouca é limitado a noroeste por Gondomar e por Santa Maria da Feira, a sudoeste por Oliveira de Azeméis e a sul por Vale de Cambra, a norte pelos municípios de Castelo de Paiva e Cinfães, a leste por Castro Daire, a leste e a sul por São Pedro do Sul. O território do município de Arouca insere-se, integralmente, na região Norte (Portugal) e não num hipotético e fantasioso Centro-Norte. O território de Arouca não possui qualquer elemento ou característica relevantes da região Centro de Portugal. Mesmo as freguesias de transição, situadas a sul e a leste, como as freguesias de Cabreiros e Albergaria da Serra e as freguesias de Covelo de Paivó e Janarde (situadas numa zona montanhosa e muito pouco populosas, muito pouco desenvolvidas e bastante periféricas em relação às freguesias centrais que constituem o núcleo identitário do concelho de Arouca no vale do Arda ou que sofrem a sua influência : e esse núcleo identitário é constituído pelas freguesias de Arouca e Burgo, Moldes, Santa Eulália, Urrô, Várzea, Rossas, Tropeço, Chave (Arouca) e Mansores, que têm uma identidade que se enquadra, integralmente, no Douro Litoral) são ainda subsidiárias da identidade da região Norte (Portugal), apesar de já possuírem um pouco do temperamento da sub-região de Dão-Lafões, que é uma fronteira real entre o Douro Litoral e a Beira Alta, ainda com algumas das características dos vales do Douro Litoral que existem entre serras e montanhas : Dão-Lafões é uma zona de transição entre a região demarcada do vinho verde (e o território de Arouca enquadra-se, quase na sua totalidade, na região demarcada do vinho verde, cuja sede administrativa está localizada na cidade do Porto) e o vinho da região do Dão, onde existe o vinho de Lafões, que é um vinho de transição entre os verdes e os maduros do Dão. Assim, a verdadeira identidade estrutural autóctone do município de Arouca, concelho da região Norte (Portugal), insere-se na Bacia Hidrográfica do rio Douro, Douro Litoral, possuindo a identidade dos concelhos do distrito do Porto, e a cidade e o território de referência dos arouquenses sempre foram a cidade do Porto e o Grande Porto, onde moram milhares de arouquenses e seus descendentes na contemporaneidade, por sempre ter sido o espaço natural da sua tendência de mobilidade socioeconómica e com o qual têm uma afinidade e empatia espontâneas (a recente A32 (autoestrada)[8] , Concessão do Douro Litoral, é o primeiro passo para se efectivar, em termos de acessos rodoviários modernos, essa velha ligação umbilical dos arouquenses à cidade do Porto, capital da sua grande área metropolitana), de tal modo que os arouquenses vêem o Porto e o Grande Porto como o prolongamento do território do município de Arouca e vice-versa, por serem locais, unidos, que fazem parte da sua vida quotidiana bem como da de seus descendentes.

Doçaria conventual de Arouca

A doçaria conventual e senhorial de Arouca é uma requintada doçaria monástica e senhorial. Confeccionada pelas casas senhoriais e pelas freiras, era considerada o ex-libris do convento: a sua continuidade foi preservada por transmissão familiar até aos presentes dias, utilizando os métodos ancestrais e o cariz e fórmulas primitivas.

Pão-de-ló de Arouca

Entre os ingredientes utilizados, encontram-se os ovos, açúcar e amêndoas. São exemplos da doçaria conventual desta vila as castanhas doces, as roscas de amêndoa, as barrigas de freira, o manjar de língua, o pão de S. Bernardo, as morcelas e os charutos.

Carne arouquesa

Arouca também é conhecida por ser um concelho onde se confeccionam pratos de grande qualidade da carne de gado arouquês, raça bovina autóctone, nomeadamente a vitela assada no forno e os famosos bifes de Alvarenga.

Danças e Corais Tradicionais

Danças Arouca viveu, durante alguns séculos, num comunitarismo agro-pastoril que lhe era imposto pela situação geográfica e por certo isolamento rural, entrecortado por contactos frequentes com o povo duriense e da beira-mar, geralmente por altura das grandes festas e romarias de então, como à Capela do Senhor da Pedra, em Vila Nova de Gaia, no Distrito do Porto. Devido a esse facto, as danças autóctones/tradicionais mantiveram-se intactas até a um passado recente, cuja identidade se enquadra na região do Douro Litoral, que se confinam a dois períodos de actividade coreográfica, o de tensão e o de distensão, reguladas por um cantador integrado no suporte rítmico, como a Cana Verde, o Senhor da Pedra, o Verdegar/Verdegalo, a Rabela, a Tirana ou a Rusga. A antiga província do Douro Litoral tem como capital o Porto. As danças do Douro Litoral são muito animadas, não tanto como as do Minho, mas muito mais alegres do que as das Beiras, do Alentejo ou de Trás-os-Montes.

Corais polifónicos Os corais polifónicos da região de Arouca não são fáceis de descrever : têm uma solenidade que ultrapassa qualquer singeleza lírica. São cantos antiquíssimos que foram guardados, sobretudo, entre as mulheres. É a voz feminina que povoa todas as palavras e faz, da mais simples quadra, uma declaração solene de uma beleza pouco explicável. É como que todo um tempo se condensasse nas gargantas das cantadeiras; é o manto das gerações que as cobre e faz tornar sublime o que parece vulgar e aparente. São corais femininos cantados a duas vozes(canto escontriado) ou três, a possibilidade dum coral a três vozes paralelas ou sobrepostas.A mulher arouquense só cantava em uníssono junto do berço e, fora de casa, na horta, à eira e no lavadoiro, e não o fazia em trânsito desacompanhada. Com outras ao pé, é que funciona.O canto arouquense só tomou aspecto folclórico depois que o etno-musicólogo Prof. Virgílio Pereira o descobriu e dele se ocupou para proclamar: «O cancioneiro de Arouca é o mais rico e significativo do país. Vocês, arouquenses, não sabeis a riqueza folclórica que tendes nos cantos populares da vossa gente rural, espécies raras dos velhos «fabordões» e «gymeis».«Arouca é um centro difusor, como verifiquei por Resende e Cinfães, dessas vossas maravilhosas espécies musicais». Facto é que Arouca dispõe dum acervo musical particularmente rico e significativo, como resulta da apreciação do mais categorizado etno-musicólogo que o prospectou e registou no livro «CANCIONEIRO DE AROUCA», que a extinta Junta de Província do Douro Litoral havia de editar e que Associação da Defesa da Cultura Arouquense reeditou. As 531 espécies musicais ali coligidas são, só já pelo número, particularmente significativas.

Os grupos etnográficos arouquenses que melhor preservaram e promovem as suas danças e corais tradicionais são o Conjunto Etnográfico de Moldes de Danças e Corais Arouquenses e o Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Fermedo e Mato: dois grupos cuja identidade se enquadrou, desde a sua origem, na região do Douro Litoral.

Locais de interesse

Frecha da Mizarela

Eventos Importantes

Geoparque Arouca

O Geopark Arouca, que corresponde à área administrativa do Concelho de Arouca, é reconhecido pelo excepcional Património Geológico de relevância internacional, com particular destaque para as pedras parideiras da Castanheira, as Trilobites Gigantes de Canelas e os Icnofósseis do Vale do Paiva. O fenômeno das pedras parideiras que ocorre em Arouca é tido como único no mundo.[9] O valioso e singular Património Geológico inventariado, cobrindo um total de 41 geossítios, constitui a base do projecto Geopark Arouca, aliados a uma estratégia de desenvolvimento territorial que assegurará a sua protecção, dinamização e uso. Em simultâneo e em complementariedade, associam-se outros importantes valores, como os arqueológicos, ecológicos, históricos, desportivos e/ou culturais e ainda a promoção da etnografia, artesanato e gastronomia da região, tendo em vista a atracção de um turismo de elevada qualidade baseado nos valores da Natureza e da Cultura. Em Abril de 2009, o Geopark Arouca foi reconhecido pelas Redes Europeia e Global de Geoparks, sob os auspícios da UNESCO. A entidade responsável pela gestão do Geopark Arouca é a AGA - Associação Geopark Arouca.

Espécies Autóctones

Os vales e as zonas de serra do concelho de Arouca têm diversas espécies autóctones (de matriz mediterrânica), domésticas e selvagens. As espécies domésticas são o podengo português médio (cão coelheiro / coelheiro / cão de caça aos coelhos, também comumente conhecido pela expressão 'cão de caça'), utilizado na caça aos coelhos e como cão de guarda nas antigas casas dos lavradores e proprietários rurais; o perdigueiro português (também comumente conhecido pela expressão 'cão de caça às perdizes'), cuja raça foi apurada, precisamente, nalgumas das casas senhoriais de Arouca. A raça bovina arouquesa, que fornece a deliciosa carne arouquesa : animais de pequeno porte, uma raça bovina endógena/autóctone, que não é proveniente de uma fusão de raças anteriores, com uma identidade bem definida, de corpulência mediana, esqueleto regular e musculado e com pelagem castanha clara.

Nos terrenos de monte, a partir do início da estação de Outono, os cogumelos comestíveis da espécie 'Macrolepiota procera, Scop. ex. Fr, Sing' são abundantes no concelho de Arouca. Chamados, pelos arouquenses, de ‘Târtulhos’, ‘Tortulhos’ ou 'Sarrôlhos', constituem uma das delícias da antiga gastronomia arouquense: cozinhados num refogado com bacalhau ou assados na brasa.

Uma das espécies autóctones mais importantes é a truta fário, existente em abundância, sobretudo, no rio Urtigosa: nascido nas faldas da Serra da Freita e afluente do Arda, onde desagua na freguesia de Rossas, é ,talvez, um dos melhores exemplos de preservação dos rios em Arouca. Ordenamento, regulamentação, acções de limpeza regulares, sensibilização, acções de repovoamento com trutas fario, monitorização da qualidade da água e das espécies, fiscalização ( é, talvez, o único rio do país onde existe um Polícia Florestal Auxiliar), Zonas de Protecção e de Abrigo, Concessão de Pesca Desportiva, e, sobretudo, a adesão dos pescadores que, mais do que pescar, ajudam a preservar, bem como a população em geral. Sendo de realçar também o rio Paivó e o Rio de Frades, que desagua no primeiro nas proximidades de Bouceguedim - são sem receio de exagerar, os rios de águas mais puras e cristalinas de Arouca, com uma paisagem envolvente monumental, sobretudo à medida que se caminha para a nascente. Por ser de tal importância para o concelho, por constituir um ecossistema ímpar neste país, os rios Paivó e Frades têm de ser objecto urgente de um projecto de ordenamento sistemático e preservação. As espécies piscícolas abundantes, nos rios de Arouca, são, para além da truta fário (Salmo trutta fario), a enguia (Anguilla anguilla), o escalo (Leuciscus leuciscus), também denominado bordalo, e a boga (Chondrostoma polylesis). No rio Paiva, podem-se encontrar também o barbo (Barbus barbus) e a carpa (Ciprinus carpio).Junto às margens dos rios, regista-se a ocorrência de muitos mamíferos, répteis e aves. Entre os mamíferos podemos registar: Lontra; a raposa; o javali; a gineta; o toirão; a doninha; o ouriço-cacheiro. Entre as aves será importante salientar duas, que são características dos rios e ribeiros de montanha: o melro-de-água; o guarda-rios. Depois,podemos assinalar: a rola; o pombo torcaz;o chapim-real;o pisco-de-peito ruivo;o gaio-comum; a pega rabuda; a trepadeira-azul; a alvéola-amarela; a garça-real;o gavião da Europa; o mocho galego; a coruja do mato, etc.

Museus e Centros Interpretativos

Museu Municipal de Arouca

Museu de Arte Sacra

Casa das Pedras Parideiras – Centro de Interpretação

Centro de Interpretação Geológica de Canelas

Desportos radicais

Em Arouca, encontram-se condições únicas para a prática de desportos radicais, sendo mesmo o território mais privilegiado para o fazer na Área Metropolitana do Porto, como BTT, Canoagem, Canyoning, Hidrospeed, Montanhismo / Escalada ou Rafting.

Futebol Clube de Arouca

O Futebol Clube de Arouca é um clube português, fundado a 25 de Dezembro de 1951 por Fernando Pinto Calçada, localizado na vila de Arouca. O seu estádio é o Estádio Municipal de Arouca, que se encontra situado no Vale do rio Arda, na Vila de Arouca, junto à zona desportiva. O seu presidente atual é Carlos Pinho.

A história do Futebol Clube de Arouca está muito ligada ao Futebol Clube do Porto, sendo a filial nº 40 do Futebol Clube do Porto. Em Arouca, nasceram Afonso Pinto de Magalhães, um dos presidentes do Futebol Clube do Porto; o médico estomatologista Fernando Peres, que foi médico do Futebol Clube do Porto nos anos 60 e 70 do século XX; e o ortopedista Dr. José Carlos Noronha, que é colaborador do Futebol Clube do Porto. O antigo campo de futebol do Futebol Clube de Arouca, localizado no lugar das Costeiras, entre Arouca e Moldes, tem o nome de 'Campo Afonso Pinto de Magalhães', pelo facto do banqueiro ter comprado o terreno e ter contribuído para construir o campo de futebol. A 12 de Maio de 2013, confirmou a subida ao principal escalão de futebol nacional, pela primeira vez na sua história. O treinador escolhido para a nova época é Pedro Emanuel.

Acessibilidades ao Concelho de Arouca e à Vila de Arouca

O acesso ao concelho de Arouca e à vila Arouca, na contemporaneidade, pode ser feito, por automóvel, de modo mais rápido e eficiente a partir do Porto e do território da Área Metropolitana do Porto, pela A32 (autoestrada) - Auto-Estrada do Douro Litoral, para onde também existem autocarros diários, com ligações nacionais e internacionais:

Para quem viajar de avião, comboio ou barco e quer deslocar-se ao concelho de Arouca, a forma mais eficiente será a partir dos seguintes locais:

Geminações

O concelho de Arouca é geminado com as seguintes cidades:[10]

Referências

  1. Localização do território do município de Arouca no espaço da Área Metropolitana do Porto, onde a identidade autóctone e endógena de Arouca se enquadra
  2. Região Norte de Portugal, onde a identidade autóctone e endógena do território do município de Arouca se insere
  3. Instituto Geográfico Português (2013). Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013 (XLS-ZIP). Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Página visitada em 28/11/2013.
  4. INE. Censos 2011 Resultados Definitivos – Região Norte. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística, 2012. p. 118. ISBN 978-989-25-0186-4 ISSN 0872-6493 Página visitada em 27/07/2013.
  5. INE (2012). Quadros de apuramento por freguesia (XLSX-ZIP). Censos 2011 (resultados definitivos). Instituto Nacional de Estatística. Página visitada em 27/07/2013. "Tabelas anexas à publicação oficial; informação no separador "Q101_NORTE""
  6. Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias. Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
  7. A identidade estrutural autóctone do concelho de Arouca possui a identidade autóctone dos municípios do distrito do Porto
  8. Autoestrada A32, que constitui a primeira etapa de acessos rodoviários modernos de Arouca à cidade do Porto e ao Grande Porto
  9. [1]
  10. [2]
  11. [3]

Ligações externas

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Concelhos da sub-região de Entre Douro e Vouga (Região Norte) Mapa da sub-região de Entre Douro e Vouga (Região Norte)
Arouca
Oliveira de Azeméis
Santa Maria da Feira
São João da Madeira
Vale de Cambra
Arouca
Oliveira de Azeméis
Santa Maria da Feira
São João da Madeira
Vale de Cambra


Concelhos do Distrito de Aveiro Mapa do distrito de Aveiro
Águeda
Albergaria-a-Velha
Anadia
Arouca
Aveiro
Castelo de Paiva
Espinho
Estarreja
Ílhavo
Mealhada
Murtosa
Oliveira de Azeméis
Oliveira do Bairro
Ovar
Santa Maria da Feira
São João da Madeira
Sever do Vouga
Vagos
Vale de Cambra
Águeda
Albergaria-a-Velha
Anadia
Arouca
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Castelo de Paiva
Espinho
Estarreja
Ílhavo
Mealhada
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