Arquitetura brutalista
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A arquitectura brutalista foi um movimento arquitetônico desenvolvido por arquitetos modernos em meados das décadas de 50 e 60. O brutalismo desenvolveu-se a partir de uma radicalização de determinados preceitos modernos. Apesar de hoje ser chamado como movimento, não se constituiu efetivamente de um projeto coletivo com ideais comuns.
O brutalismo privilegiava a verdade estrutural das edificações, de forma a nunca esconder os seus elementos estruturais (o que se conseguia ao tornar o concreto armado aparente ou destacando os perfis metálicos de vigas e pilares). Apesar das duras críticas dos brutalistas à "ornamentação desnecessária", em muitos casos eles mesmos se viram em situações formalistas ao extremo.[carece de fontes]
Os últimos projetos de Le Corbusier costumam ser apontados como prenunciadores do movimento. No Brasil, a arquitetura brutalista, juntamente com o construtivismo russo influenciou a obra de diversos representantes da chamada Escola Paulista, dentre os quais João Batista Vilanova Artigas, Hans Broos e Paulo Mendes da Rocha
Em São Paulo[editar]
Esse tipo de arquitetura é relativamente comum na região central de São Paulo e teve como grande colaborador o arquiteto João Batista Vilanova Artigas. Um dos exemplos mais lembrados são os prédios da FAU (Faculdade Federal de Arquitetura e Urbanismo) e o Edifício São Vito[carece de fontes], que foi demolido. grande parte do acervo brutalista desapareceu devido à forte atuação do mercado imobiliário, uma vez que essa arquitetura não caiu no gosto dos consumidores. Ainda assim, é possível apreciar este tipo de arquitetura em vários locais da cidade, entre eles as estações do Metrô, especialmente aquelas construídas nos anos 70 e 80. Algumas delas, como a Estação Armênia, chegaram a ganhar prêmios de arquitetura na época. Outros exemplos são a Igreja São Bonifácio, projetada por Hans Broos, o condomínio empresarial Central Park Ibirapuera, na Rua Estela, o prédio do MASP na Avenida Paulista, a residencia do arquiteto paulo mendes da rocha, na rua R. Eng. João de Ulhoa Cintra, no Butantã, o prédio do Tribunal de Contas do Município de São Paulo, na Avenida Professor Ascendino Reis, na Vila Clementino, e o Estádio do Morumbi
Arquitetos brutalistas[editar]
- Frank Lloyd Wright [carece de fontes]
- Le Corbusier
- Paulo Mendes da Rocha
- Hans Broos
- João Batista Vilanova Artigas
- Pardal Monteiro
- Arne Jacobsen [carece de fontes]
- Philip Johnson [carece de fontes]
- Ieoh Ming Pei
- Rino Levi [carece de fontes]
- Carlos Paolera
- Francisco Castro Rodrigues
- Francisco Keil do Amaral
- Gregori Warchavchik [carece de fontes]
- Vasco Vieira da Costa
- Eero Saarinen [carece de fontes]
- Alvar Aalto [carece de fontes]
- Michael Hopkins
- Nauro Esteves
- MMM Roberto [carece de fontes]
- Konstantin Melnikov [carece de fontes]
- Pietro Belluschi
- Gordon Bunshaft [carece de fontes]
- Lina Bo Bardi
- Lúcio Costa [carece de fontes]
- Buckminster Fuller [carece de fontes]