Arquitetura brutalista

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes fiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde agosto de 2013). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Série de artigos sobre
História da arquitetura

Arquitetura da Pré-História

Neolítica | Rupestre

Arquitetura antiga

Egípcia | Clássica | Grega | Romana

Arquitetura da Idade Média

Bizantina | Carolíngia | Otoniana | Românica | Gótica

Arquitetura do Renascimento
Maneirismo
Arquitetura barroca

Rococó | Neoclássica

Arquitetura do século XIX

Neogótico | Arts & crafts | Revivalista | Protomoderna | Eclética

Arquitetura moderna

Bauhaus | International style | Orgânica | Brutalista | Construtivista

Arquitetura pós-moderna

High-tech | Desconstrutivista | Regionalista crítica | Neomoderna


Por geografia

Europa | Islão | Oriental | Américas | África | Oceania

Por tipologia

Civil | Militar | Religiosa

Prefeitura de Boston.

A arquitectura brutalista foi um movimento arquitetônico desenvolvido por arquitetos modernos em meados das décadas de 50 e 60. O brutalismo desenvolveu-se a partir de uma radicalização de determinados preceitos modernos. Apesar de hoje ser chamado como movimento, não se constituiu efetivamente de um projeto coletivo com ideais comuns.

O brutalismo privilegiava a verdade estrutural das edificações, de forma a nunca esconder os seus elementos estruturais (o que se conseguia ao tornar o concreto armado aparente ou destacando os perfis metálicos de vigas e pilares). Apesar das duras críticas dos brutalistas à "ornamentação desnecessária", em muitos casos eles mesmos se viram em situações formalistas ao extremo.[carece de fontes?]

Os últimos projetos de Le Corbusier costumam ser apontados como prenunciadores do movimento. No Brasil, a arquitetura brutalista, juntamente com o construtivismo russo influenciou a obra de diversos representantes da chamada Escola Paulista, dentre os quais João Batista Vilanova Artigas, Hans Broos e Paulo Mendes da Rocha

Em São Paulo[editar | editar código-fonte]

Esse tipo de arquitetura é relativamente comum na região central de São Paulo e teve como grande colaborador o arquiteto João Batista Vilanova Artigas. Um dos exemplos mais lembrados são os prédios da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP) e o Edifício São Vito[carece de fontes?], que foi demolido. grande parte do acervo brutalista desapareceu devido à forte atuação do mercado imobiliário, uma vez que essa arquitetura não caiu no gosto dos consumidores. Ainda assim, é possível apreciar este tipo de arquitetura em vários locais da cidade, entre eles as estações do Metrô, especialmente aquelas construídas nos anos 70 e 80. Algumas delas, como a Estação Armênia, chegaram a ganhar prêmios de arquitetura na época. Outros exemplos são a Igreja São Bonifácio, projetada por Hans Broos, o condomínio empresarial Central Park Ibirapuera, na Rua Estela, o prédio do MASP na Avenida Paulista, a residência do arquiteto Paulo Mendes da Rocha, na rua R. Eng. João de Ulhoa Cintra, no Butantã, o prédio do Tribunal de Contas do Município de São Paulo, na Avenida Professor Ascendino Reis, na Vila Clementino, e o Estádio do Morumbi, além da Casa brutalista, da década de 1970, projetada por Ruy Ohtake[1] [2]

Arquitetos brutalistas[editar | editar código-fonte]

Referências

Ícone de esboço Este artigo sobre arquitetura é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.