Arquitetura renascentista francesa

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A arquitetura renascentista francesa é um estilo de arquitetura que foi importado da Itália durante o início do século XVI e desenvolvido à luz das tradições arquitetônicas da França.

Durante os primeiros anos do século XVI, os franceses estiveram envolvidos em guerras no norte da Itália, trazendo de volta para a França não apenas tesouros da arte renascentista, mas também suas idéias estilísticas. Um grande número de construções foram feitas no Vallée de la Loire, e muitos castelos renascentistas apareceram então, sendo o exemplo mais antigo o Castelo de Amboise (1491 d.C.), no qual Leonardo da Vinci passou seus últimos anos. O estilo tornou-se dominante durante o reinado de Francisco I.

A construção do Castelo de Chambord, iniciada em 1519, durou aproximadamente vinte anos.

O Castelo de Chambord é uma combinação de estruturas góticas e ornamentos italianos. Foi dito que "O prazer com a qual os construtores empilharam os ornamentos italianos para elaborar os telhados pertence ao antigo espírito gótico de contribuição ornamental".[1]

O estilo se desenvolveu progressivamente em um maneirismo francês, conhecido como estilo de Henrique II, através de arquitetos como Sebastiano Serlio, que foi contratado a partir de 1540 para trabalhar no Palácio de Fontainebleau. Em Fontainebleau, artistas italianos como Rosso Fiorentino, Francesco Primaticcio e Niccolo dell' Abbate formaram a Escola de Fontainebleau. Outros, como Philibert Delorme, Androuet du Cerceau, Giacomo Vignola e Pierre Lescot, foram influenciados pelas novas idéias. A fachada interior do sudoeste do Cour Carrée do Museu do Louvre, em Paris, foi projetada por Lescot e coberto com esculturas exteriores por Jean Goujon. A arquitetura continuou a se desenvolver nos reinos de Henrique II e Henrique III.

Referências

  1. Cropplestone, Trewin (1963). World Architecture. Hamlyn. Página 254.