Arquitetura sustentável

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Arquitetura

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A arquitetura sustentável, também conhecida como arquitetura verde e eco-arquitetura é uma maneira de conceber o projeto arquitetônico de forma sustentável, procurando otimizar recursos naturais e sistemas de edificação que de tal modo minimizem o impacto ambiental dos edifícios sobre o meio ambiente e seus habitantes.

Os princípios da arquitetura sustentável incluem:

História[editar | editar código-fonte]

Construções antigas da Amazônia: As civilizações antigas (há cerca de 9 mil anos) da Amazônia construíam montículos, palafitas feitas de terra preta e cacos de cerâmica, dispostos em camadas intercaladas, com cerca de 2 metros de altura e 20 cm de comprimento, que serviam para conter o excesso de água e impedir que a umidade atingisse as cabanas construídas sobre a estrutura, mostrando a adaptação das aldeias à natureza.[1]

Características[editar | editar código-fonte]

Esse movimento surgiu no final da década de 2000 e concentra-se na criação de uma harmonia entre a obra final, o seu processo de construção e o meio ambiente. Pretende evitar em cada um dos passos agressões desnecessárias para o ambiente, otimizando processos de construção, reduzindo os resíduos resultantes, e diminuindo os consumos energéticos do edifício. Tem ainda como objectivo que a construção atinja um nível de conforto térmico e de qualidade do ar adequado, reduzindo assim a necessidade da utilização de sistemas de ventilação ou aquecimento artificiais.

Água[editar | editar código-fonte]

O projeto de um edifício sustentável deve prever a redução no consumo de água e uma gestão inteligente deste recurso, através de tecnologias de reúso de água, utilização das águas pluviais e equipamentos de redução de consumo tais como torneiras e chuveiros com temporizadores ou sensores.

Energia[editar | editar código-fonte]

Um aspecto já tradicional da arquitetura sustentável é o aquecimento solar da água.

Materiais Ecológicos[editar | editar código-fonte]

São considerados materiais ecológicos (eco-eficientes) aqueles produzidos com menor impacto no meio ambiente. Entre os utilizados na construção sustentável pode-se citar: blocos de terra comprimida, o adobe, tintas sem componentes voláteis tóxicos, materiais reciclados, madeira certificada ou de curto ciclo de renovação, tijolo ecológico, entre outros.

Os materiais regionais são priorizados na construção sustentável, pois reduzem o percurso de transporte e emissão de gás carbônico da queima do combustível e priorizam o desenvolvimento do comércio/indústria regional.

Resíduos[editar | editar código-fonte]

Os resíduos da construção civil têm impacto significativo no volume de resíduos das cidades. Para além do seu grande volume, quando não separados na origem tornam-se de difícil reutilização, impossibilitando muitas vezes a sua reciclagem. A atenção dada a este pormenor é outra das suas características.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. DIDONÊ, Débora. O Brasil antes do Brasil. Revista Nova Escola, ano XXIII, n. 212, maio, 2008.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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