Arquivo Geral das Índias
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| Património Mundial — UNESCO | ||||
A Catedral de Sevilha e o Arquivo Geral das Índias
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| Informações | ||||
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| Inscrição: | 1987 | |||
| Localização: | ||||
| Critérios: | i, ii, iii, vi | |||
| Descrição UNESCO: | fr en | |||
O Arquivo Geral das Índias (em castelhano, Archivo General de Indias) é um arquivo histórico espanhol no centro de Sevilha que foi criado em 1785 por iniciativa do rei Carlos III, visando centralizar num único lugar a documentação referente às colónias espanholas que até então se encontrava dispersa por diversos arquivos em Simancas, Cádiz e Sevilha.
O arquivo conserva cerca de 43000 documentos, com 80 milhões de páginas e 8000 mapas e desenhos que procedem, fundamentalmente, dos organismos metropolitanos encarregues da administração das colónias.[1] O acervo inclui documentos como o Tratado de Tordesilhas ou documentos pessoais de Cristóvão Colombo, Fernão de Magalhães, Vasco Nuñez de Balboa, Francisco Pizarro e Hernán Cortés. Grande parte deles provêm do antigo Conselho das Índias e da Casa de Contratação.
O edifício e seu conteúdo encontram-se classificados como Património Mundial pela UNESCO desde 1987, no sítio denominado Catedral, Alcazar e Arquivo das Índias em Sevilha.
Referências
- ↑ Archivo General de Indias cervantes.es 7-7-2008