As Índias Negras
| As Índias Negras | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Autor (es) | Júlio Verne | ||||||
| País | França | ||||||
| Série | As viagens extraordinárias | ||||||
| Arte de capa | Jules Ferrat | ||||||
| Editora | |||||||
| Lançamento | 1877 | ||||||
| Cronologia | |||||||
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As Índias Negras (no original, Les Indes noires) é um romance de Júlio Verne publicado pela primeira vez em 1877. O título do romance deve-se ao paralelismo entre a riqueza das Índias orientais com a riqueza gerada pela revolução industrial no ocidente, que era impulsionada pelo carvão, dai o nome Índias negras.
Enredo [editar]
Este livro fala da vida de alguns mineiros escoceses que, quando a mina de carvão se esgotou, foram forçados a deixar o seu trabalho na mina. Dez anos depois Simon Ford e a sua família que ficaram a viver dentro da mina encontram um novo filão de carvão na companhia de Jaime Starr (antigo engenheiro da mina que tinha sido convidado a estar presente aquando abrissem uma abertura para a nova galeria). Depois de um desastre e de terem sido salvos por um amigo da família funda uma cidade subterrânea na nova galeria e dão-lhe o nome de Nova Aberfoyle (a antiga hulheira chamava-se Aberfoyle), mas passados três anos os desastres continuam e Harry Ford (filho de Simão Ford) está convencido que os ataques são propositados e decide investigar.