As duas princesas de Bamarre

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As duas Princesas de Bamarre é um romance escrito em 2001 por Gail Carlson Levine, autor de Ella Encantada. A história é sobre duas irmãs muito próximas, porém tão diferentes uma da outra quanto a noite é do dia. Quando uma delas se torna vítima de uma doença fatal que assola o reino, a outra deve criar coragem para descobrir a cura e salvar sua irmã.

Atualmente só está disponível a versão em inglês do romance. [carece de fontes?]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

A princesa Addie é medrosa e tímida. A princesa Meryl é audaz e destemida. Elas são irmãs, e são o mundo um da outra. Em Bamarre, há uma epidemia fatal chamada A Morte Cinza, que tem três estágios: Fraqueza, Sono, e por último, Febre. Enquanto a fraqueza pode durar de quatro horas até semanas, o sono sempre dura nove dias e a febre sempre dura três. Bamarre também possui feiticeiros, ogros, anões, elfos, grifos, dragões e fadas, além de fantasmas que atraem os viajantes até suas mortes caso não sejam descobertos. As fadas porém, não foram mais vistas desde que Drualt, o mais conhecido herói de Bamarre, foi visitá-las após a trágica morte de seu amor.

As duas princesas se tornam amigas de Rhys, um aprendiz de feiticeiro que está ajudando o seu pai. Pouco tempo depois, Meryl contrai a Morte Cinza. Addie não se conforma com o fato de que Meryl irá morrer, enquanto Meryl tenta, em vão, provar a teoria de sua irmã de que, a Morte Cinza pode ser curada caso o doente se recuse a ficar assim, correndo quando fraco, ficando acordado quando cansado, etc. Como uma lendária profececia feita por um espírito diz que a Morte Cinza será curada quando "Covardes encontrarem coragem e a chuva cair por toda Bamarre", Addie convence seu covarde pai a procurar uma cura e reza para que a chuva caia. Quando o rei retorna tão covarde quanto antes e não são vistas nuvens no céu, Addie decide procurar a cura ela mesma. Usando um par de botas de sete léguas e uma luneta mágica de sua falecida mãe, uma cópia de Drualt, uma capa de invisibilidade, algumas ervas e a espada de Meryl, Addie viaja até a floresta Mulee para encontrar o espírito, somente para ser enganada por um que toma a forma de Rhys. O verdadeiro Rhys a faz perceber a verdade, e ela descobre com o espírito que um dragão seria a melhor aposta para encontrar a cura. Rhys tem que ir para a Cidadela dos Feiticeiros, mas não antes de Addie perceber que há mais coisas por trás de sua amizade.

Após ter acidentalmente subjugado um grupo de grifos, Addie é encontrada pela dracena Vollys e levada para o seu covil. Apesar de dragões serem criaturas solitárias, às vezes eles se sentem muito sozinhos, assim Addie é forçada a entreter Vollys para evitar se tornar uma refeição. Ainda que ela morra de medo do dragão, ela descobre que Vollys sempre fica triste quando come os seus "convidados" após eles a terem enfurecido em demasia. Addie também conhece a versão dos dragões da história de Drualt, que apresenta o herói como um vilão que mata sem piedade nobres dragões, incluindo a mãe de Vollys. Vollys também conta que a Morte Cinza veio do cadáver de sua mãe, uma vingança pela sua morte. Como ela acredita que Addie não pode escapar, menciona que a doença pode ser curada com a água de uma cachoeira do Monte Ziriat, a montanha invisível das fadas. Ela conta, inclusive, onde a montanha fica. Enquanto isso, Addie descobre com sua luneta mágica que sua irmã entrou na fase do Sono da doença, e mair tarde na fase da Febre.

Annie consegue escapar de Vollys, e retorna ao castelo. Após reencontrar Ryhs, Meryl conta a Addie que só irá viver até o próximo nascer do sol. Addie os conta sobre a cura, e ela e Ryhs usam as botas de sete léguas para levar Meryl até a montanha. Eles chegam ao mesmo vilarejo que recusou ajudar a amada de Drualt, devido à sua covardia. Após serem questionados, alguns moradores dizem já ter ouvido falar da Morte Cinza, embora ninguém ali a tenha tido. Os três também descobrem que os aldeões bebem de uma cachoeira que vem de uma montanha tão alta e cercada de névoa que ninguém jamais a viu. Percebendo que eles falavam do Monte Ziriat, Rhys e as princesas encontram alguns poucos aldeões corajosos e dispostos o suficiente para mostrá-los a cachoeira, que fica a algumas horas dali, apesar da noite escura e das ameaças de ogros e grifos. Enquanto eles caminham, Ryhs e Addie confessam o seu amor um pelo outro. Quando eles chegam a cachoeira, o grupo é atacado por ogros, grifos e pela furiosa Vollys. O céu começa a clarear, e Addie diz a Meryl para correr até a água e beber. Porém, enquanto ela corre, Addie é pega inesperadamente por um ogro e grita. Sua irmã corre para salvá-la quando o primeiro raio de sol vem, junto com o começo da chuva. Addie fica inconsciente, Meryl cai no chão, e pequenos seres de luz descem do céu.

Quando Addie acorda, Meryl, que parece diferente, a conta que elas foram resgatadas por fadas e levadas ao topo do Monte Ziriat. A chuva caiu por todos os lugares, curando todos os doentes, exceto aqueles em que já se encontravam em estado terminal. Quando Addie ganhou a coragem para salvar sua irmã e quando os aldeões covardes se redimiram salvando Meryl e Addie, as fadas fizeram a água encantada de sua cachoeira chover por toda Bamarre. Meryl também conta a Addie que ela também estava a um passo da morte quando a chuva veio e as fadas não puderam de fato a salvar. Porém, elas a ofereceram a oportunidade de se tornar uma delas e combater os terríveis, monsturosas criaturas, e o resultado dessa batalha afeta o mundo abaixo. Meryl aceitou a oferta, e agora é uma fada, não podendo retornar com Addie. Addie também fica sabendo que está acompanhada de Drualt, que também foi transofrmado depois de deixar Bamarre, e que ele foi a presença que ela sentiu durante as horas mais sombrias, a animando e dando forças para continuar. Rhys e Addie casaram e viveram felizes para sempre, com Meryl como madrinha de suas crianças, as primeiras depois de centenas de anos.


NOTA: Morte Cinza também pode ser traduzida como Peste Cinza, em referência à Peste Negra que assolou a Europa durante a Idade Média, e em inglês é referida frequentemente como Black Death.

"Os terríveis" se pode traduzir também como medo, amedrontadores, etc.