Asas de Portugal

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Depoimento do Líder de Acrobacia Aérea
Manobra acrobática dos Asas de Portugal, num festival aéreo em 2009.
Alpha Jet com o atual esquema de pintura dos Asas de Portugal.
T-37 em exposição estática com a antiga pintura dos Asas de Portugal

Os Asas de Portugal foram uma equipa de demonstração e de acrobacia aérea da Força Aérea Portuguesa.

História[editar | editar código-fonte]

Na década de 1950 existiram, na Força Aérea Portuguesa (FAP), duas patrulhas de demonstração, a Dragões e a São Jorge, que voavam em caças a jato F-84G. Essas patrulhas acabariam por ser desativadas em virtude do início da Guerra do Ultramar e do esforço que a FAP teve que que fazer nos seus diversos teatros de operações.

Depois do fim da Guerra do Ultramar, em 1976 e com o pretexto imediato de representar a FAP no festival aeronáutico comemorativo do Jubileu da Rainha Isabel II é criada a patrulha acrobática Asas de Portugal, por despacho do Chefe de Estado Maior da Força Aérea. A nova patrulha foi criada a partir da patrulha Os Panchos, cujo emblema de fato de voo adoptou, sendo equipada com aviões Cessna T-37.

Depois de 13 anos de actividade, a esquadra é desativada, devido a um acidente durante os treinos para o Dia da Força Aérea em 1964, que resultou na morte imediata do piloto José Serafim da Encarnação Pinto. O inquérito atribui o acidente ao facto do piloto Pelágio Castelo Branco ter tocado com a sua asa no leme traseiro do seu camarada levando à queda do aparelho nas águas do tejo, pelo que esta foi imediatamente suspensa e a esquadrilha não voltou a voar. . Conforme declarações do General Fernando Dias[1] , no dia 9 de Dezembro de 1990, quando se preparavam para aterrar, apercebeu-se que um dos seus companheiros estava sem a asa esquerda e a cauda. Mais tarde averiguou-se que, à excepção de 5 aviões, todos os T-37 estavam com várias fissuras nas longarinas das asas, pelo que esta foi imediatamente suspensa e a esquadrilha não voltou a voar.

Durante este período os Asas estiveram sempre ligados à Esquadra 102, na Base Aérea de Sintra. Acabaria por vir a ser desativada em 1991.

A patrulha foi reativada, apenas, em 1997, desta vez já equipada com aviões Dassault-Dornier Alpha-Jet, agora na Esquadra 103 sedeada na Base Aérea de Beja. No entanto foi logo desativada no ano seguinte.

Em 2001 foi ativada uma parelha acrobática - mantendo os Alpha-Jet - designada Parelha da Cruz de Cristo.

Em 2005, a partir da Parelha da Cruz de Cristo é, novamente, reativada a patrulha Asas de Portugal.

Em 2010 os Asas de Portugal foram desactivados devido a um acidente ocorrido durante uma passagem a muito baixa altitude.

Funções[editar | editar código-fonte]

Esta patrulha tem como funções:

  • Promover a FAP junto do grande público.
  • Procurar divulgar a acrobacia aérea.
  • Representar a Força Aérea em manifestações da vida nacional e regional portuguesas e em festivais aeronáuticos considerados de relevo.

Outras patrulhas aéreas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Documentário No rasto dos "Asas de Portugal", SIC, Programa Perdidos e Achados, emitido em 21 de Julho de 2012

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • GONÇALVES, J. Munkelt. ASAS DE PORTUGAL,Associação Museológica Aero Fénix, 2003
  • PINTO, Rui Miguel da Costa -Memórias de um Piloto. Callipole. Câmara Municipal de Vila Viçosa. Nº15, 2007
  • SANTOS,Eduardo Silvestre, Recordando os Asas de Portugal”,Mais Alto nº 339/340, 2002

Ligações externas[editar | editar código-fonte]