Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro

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Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro
Brasão do estado do Rio de Janeiro.svg
Tipo
Tipo Órgão legislativo
Liderança
Paulo Melo, (PMDB)
desde 2011
Estrutura
Sede de assembleia
Rio-PalacioTiradentes.jpg
Palácio Tiradentes, Rio de Janeiro, RJ
Site
http://www.alerj.rj.gov.br/

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) é o órgão de representação proporcional do Poder Legislativo através dos deputados estaduais do estado do Rio de Janeiro.

História[editar | editar código-fonte]

Antiga Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, atual Câmara Municipal de Niterói.

Sua história começa em 1834, após a edição do Ato Adicional à constituição imperial e a criação do Município Neutro na área atualmente compreendida pela cidade do Rio de Janeiro, passando esta a ser separada da província.

Tão logo estabeleceu-se a capital dessa província em Niterói, recém-elevada de vila à condição de cidade para exercer essa condição, fundou-se a Assembleia Legislativa da Província do Rio de Janeiro, responsável pela representação dos anseios do povo fluminense. Sua sede, até a 1919 compartilhava o prédio da Câmara Municipal de Niterói, no Jardim São João, quando da criação de sede própria, situada na conjunto cívico da Praça da República de Niterói, também no Centro da cidade.

Após a promulgação da Lei complementar número 20, que decretava, em 15 de março de 1975, a fusão dos estados do Rio e da Guanabara, a ALERJ foi transferida do prédio da Assembleia Legislativa da Praça da República de Niterói para o Palácio Tiradentes, situado na Rua da Assembleia, no Centro da cidade do Rio de Janeiro, onde anteriormente funcionava a Assembleia Legislativa do Estado da Guanabara (ALEG), e antes a Câmara dos Deputados do Brasil, até o ano de 1960, quando da criação de Brasília. O edifício que ocupava passa, então, a ser sede da Câmara Municipal de Niterói.

Legislatura[editar | editar código-fonte]

Durante a legislatura 2007-2011, 33 dos 70 deputados da casa respondiam a processos na justiça por diversos crimes, como estelionato, improbidade administrativa, formação de quadrilha e homicídio.

Na legislatura 2011-2015, com o fim do mandato de Jorge Picciani, foi eleito presidente Paulo Melo.

Composição (2011-2015)[editar | editar código-fonte]

Partidos Cadeiras
PSD 13
PMDB 11
PDT 8
PT 6
PR 5
PSB 4
Outros 24
Total 71

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]