Ataulfo Alves

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Ataulfo Alves
Nome completo: Ataulfo Alves de Souza
Data de nascimento: 2 de maio de 1909
País: Brasil Brasil
Origem(ns): Miraí, Minas Gerais
Data de morte: 20 de abril de 1969 (59 anos)
Gênero(s): Samba
Período em atividade: 1929 - 1969
Gravadora(s): Odeon
Sinter
Copacabana
Philips
Polydor
Afiliação(ões): Ataulfo Alves & Suas Pastoras

Ataulfo Alves de Souza (Miraí, 2 de maio de 1909Rio de Janeiro, 20 de abril de 1969) foi um compositor e cantor de samba brasileiro.

Ataulfo Alves era um dos sete filhos de um violeiro, sanfoneiro e repentista da Zona da Mata, chamado "Capitão" Severino.

Aos oito anos de idade, já escrevia versos. Foi leiteiro, condutor de bois, carregador de malas, menino de recados, engraxate, marceneiro e lavrador, ao mesmo tempo em que frequentava a escola. Aos dez anos, perde o pai e sua mãe vai morar com os filhos no centro de Miraí.

Aos dezoito anos, fixou residência no Rio de Janeiro acompanhando um médico para o qual trabalhava dia e noite, trabalhando como ajudante de farmácia. Aos dezenove anos tocava violão, cavaquinho e bandolim. Casou-se com Judite, tendo o casal cinco filhos.

Aos vinte começou a compor e tornou-se diretor de harmonia de Fale Quem Quiser, bloco organizado pelo pessoal do bairro.

Em 1933, Almirante gravou o samba Sexta-feira, sua primeira composição a ser lançada em disco. Dias depois, Carmen Miranda, gravou Tempo Perdido, garantindo sua entrada no mundo artístico.

Sua musicografia ultrapassa 320 canções, sendo uma das maiores da música popular brasileira.

Faleceu em decorrência do agravamento de uma úlcera, após uma intervenção cirúrgica, no Rio de Janeiro, poucos dias antes de completar 60 anos de idade.

[editar] Maiores sucessos

  • Ai, que saudades da Amélia (com Mário Lago)
  • Atire a primeira pedra (com Mário Lago)
  • Bom crioulo
  • Errei, erramos (com Artur Vargas Jr)
  • Errei, sim
  • Faz como eu
  • Gente bem também samba
  • Jubileu
  • Laranja madura
  • Leva meu samba
  • Meus tempos de criança
  • Marcha pró-oriente
  • Mulata assanhada
  • Na cadência do samba (com Paulo Gesta)
  • Nem que chova canivete
  • O bonde de São Januário (com Wilson Batista)
  • O homem e o cão
  • Oh! Seu Oscar (com Wilson Batista)
  • Pois é
  • Requebro da mulata
  • Sei que é covardia (com Claudionor Cruz)
  • Vai, mas vai mesmo
  • Vida da minha vida
  • Vassalo do samba
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