Clube Atlético Paranaense

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Atlético Paranaense)
Ir para: navegação, pesquisa
Atlético Paranaense
Atletico Paranaense logo.png
Nome Clube Atlético Paranaense
Alcunhas Furacão
Rubro-Negro
CAP
Torcedor/Adepto Atleticano
Rubro-Negro
Mascote Cartola
Fundação 26 de março de 1924 (87 anos)
Estádio Arena da Baixada
Capacidade 28.413[1]
Localização Curitiba - PR, Brasil
Presidente Brasil Mario Celso Petraglia[2]
Treinador Uruguai Juan Ramón Carrasco
Patrocinador Estados Unidos Coca-Cola
Brasil Infomídia
Brasil Unimed Curitiba
Brasil Netshoes
Brasil Timemania
Material esportivo Inglaterra Umbro
Divisão 2011 Paraná 2º lugar
Brasil 17º lugar
Divisão 2010 Paraná 2º lugar
Brasil 5º lugar
Ranking nacional 19º lugar, 1.428 pontos[3]
Website Atlético Paranaense.com
Kit left arm.png Kit body cap12h.png Kit right arm.png
Kit shorts red stripes.png
Kit socks.png
Uniforme
titular
Kit left arm.png Kit body cap12a.png Kit right arm.png
Kit shorts red stripes.png
Kit socks.png
Uniforme
alternativo

O Clube Atlético Paranaense é um clube de futebol brasileiro de Curitiba, Estado do Paraná. Foi fundado em 26 de março de 1924 a partir da fusão do Internacional Futebol Clube e do América Futebol Clube[4]. Atualmente é o 14º clube brasileiro no ranking da CONMEBOL.[5] Também é o primeiro clube paranaense a disputar um campeonato nacional, a chegar na final da Libertadores e atualmente é o 9° colocado no ranking nacional(.[6]

Conhecido como Furacão, foi o Campeão Brasileiro de 2001 e vice-campeão da Copa Libertadores da América de 2005, além de possuir uma Seletiva da Taça Libertadores da América de 1999. O Furacão foi o primeiro time do futebol paranaense a participar de uma competição internacional[carece de fontes?]. No Campeonato Brasileiro de Futebol de 2010, foi o único representante paranaense na Série A, conseguindo terminar na 5ª colocação.

Em um levantamento divulgado pela IFFHS (Fundação Internacional de História e Estatística do Futebol, entidade que divulga mensalmente o ranking mundial de clubes reconhecido pela FIFA) em 30 de novembro de 2010, o Atlético Paranaense foi elencado como o 9º maior clube de futebol do Brasil no Século XXI e o 74º do mundo, ficando à frente de clubes como Manchester City,Arsenal, Athletic Bilbao, da Espanha,Juventus da Itália,e de brasileiros como Vasco da Gama, Atlético Mineiro e Botafogo.[7]. Em novo levantamento pela mesma entidade (de dezembro de 2011), o clube se mantem entre os maiores do país e caindo algumas posições no ranking mundial: 11° clube do país, a frente de Atlético-MG,Vasco da Gama,Atlético-GO,Avaí e Coritiba , e 79° do mundo.[8]

Índice

[editar] História

[editar] O primeiro jogo

A primeira partida de futebol (amistosa) que a nova agremiação realizou foi no dia 6 de abril de 1924, contra o Universal FC. e obteve vitória por 4x2. O Atlético jogou com Tapyr, Marrecão e Ferrário; Franico, Lourival e Malello; Smythe, Ari, Marreco, Maneco e Motta.

Os gols foram marcados por Marreco, Ari (2) e Malello. O árbitro foi José Falcine, atleta do Savoia, que mais tarde jogou no rubro-negro.[carece de fontes?]

[editar] Década de 1920

Com a união de forças, o Clube Atlético Paranaense ficou uma equipe reforçada e pôde fazer frente aos mais temíveis esquadrões existentes como o Britânia, o Savoia, o Palestra Itália e o Coritiba. Realizando uma campanha brilhante, o Atlético conquistava seu primeiro título de campeão paranaense, em 1925.

Após ser vice-campeão por 3 anos seguidos (1926, 1927 e 1928), o Atlético Paranaense voltou a vestir a faixa de campeão em 1929.[carece de fontes?]

[editar] Década de 1930

O Atlético era a melhor equipe do futebol paranaense no início dos anos de 1930. Mantendo os mesmos jogadores que haviam se sagrado campeões em 1929, os reforços de Chumbinho e Érico, o Atlético tornou-se uma equipe que se impôs aos adversários. Em 1930, ganhou o título de bicampeão paranaense (primeira vez na história do clube) com duas vitórias sobre o Coritiba por 3x2 durante o campeonato. A partida que consagrou o bicampeonato foi na segunda vitória sobre o Coritiba, em 28 de dezembro de 1930, em uma verdadeira guerra campal com o resultado de 3x2 para o rubro negro (gols de Zinder Lins, Marreco e Levoratto). A última partida do certame de 1930 o Atlético não compareceu, para comemorar com a sua torcida. Este jogo era para ser com o Palestra Itália[9]. Outro feito notável nesse ano, aconteceu no dia 21 de julho, quando em partida amistosa venceu o poderoso Corinthians por 1x0, gol de Marreco, uma grande conquista para o Atlético.

Em 1934, o Atlético Paranaense já era proprietário, em definitivo, do terreno da Baixada da Água Verde, e o estádio passou a ser denominado de Joaquim Américo Guimarães, sugestão de Alcídio Abreu, para homenagear o grande desportista que havia morrido em 1917.

Nesse ano, após tropeçar em 1931, 1932 e 1933, o rubro-negro voltou a ter uma equipe competitiva e fez bonito. Sagrou-se campeão paranaense de 1934. Na equipe campeã desse ano figurava como goleiro, o jovem Alfredo Gottardi, o "Caju", que viria a ser o maior ídolo de todos os tempos da torcida atleticana.

Em 1936, com apenas 12 anos de existência, o Atlético Paranaense conquistava seu quinto título paranaense, e dessa vez, de forma invicta.[carece de fontes?]

[editar] Década de 1940 - Surgia o Furacão

O campeonato de 1940 foi muito disputado. Atlético e o Ferroviário lideraram o certame. O tricolor ferroviário conquistou o 1º turno, enquanto o Atlético Paranaense laureou-se no segundo. Era preciso uma decisão em "melhor de três pontos" para se conhecer o campeão. Em virtude de uma confusão acontecida no último jogo do returno, estava empatado o clássico em 2x2, quando o Ferroviário fez um gol, prontamente anulado pelo árbitro em razão de um impedimento. O antigo Britânia não se conformou e abandonou o campo aos 35 minutos do 2º tempo. O Tribunal de Justiça da Federação Paranaense de Futebol, julgando o caso, deu vitória ao Atlético - 3-2, pois o Ferroviário se negara a continuar jogando. Este motivo anulou a "melhor de três". O clube ficou 180 dias suspenso e o Atlético Paranaense foi considerado campeão paranaense de 1940.

Em 1943, o Atlético Paranaense trouxe para o elenco o técnico e dois jogadores da Seleção Paraguaia de Futebol. Com a equipe reforçada e com mais qualidade, o rubro-negro voltou a mandar no campeonato. Dois turnos bem disputados. Coritiba campeão do primeiro turno e Atlético do segundo. Novamente, uma "melhor de três pontos" teria que acontecer, o Atlético Paranaense venceu os dois Atletibas por 3-2 e a torcida festejou o título de campeão.

A rivalidade entre o Atlético Paranaense e Coritiba andava em alta. Por duas vezes nos anos 1940 haviam decidido o título. Uma vitória para cada lado.

Em 1945, o campeonato seria decidido no maior clássico do futebol paranaense. O Atlético Paranaense foi campeão do 1º turno de forma invicta. O Coritiba foi o campeão do 2º turno. Seria realizada uma "melhor de três" para decidir o título. Foram partidas para entrarem na história do futebol paranaense. O Coritiba venceu a primeira por 2-1, no Belfort Duarte, atual Couto Pereira. A segunda foi vencida pelo Atlético Paranaense, na Baixada, por 5-4. A terceira partida foi marcada para o Estádio Belfort Duarte. Foi um jogo muito disputado. Terminou empatado no tempo normal, 1-1. O jogo foi para a prorrogação. Aos sete minutos o atacante Xavier, do Atlético Paranaense, fez o gol da vitória. Coritiba 1-2 Atlético Paranaense. A torcida fez uma das maiores festas, com carreatas, fogos de artifício e cânticos até o raiar do sol.

Em 1949, o Atlético Paranaense foi um "Furacão" que passou pelos campos do Paraná. Com a manchete de primeira página no extinto jornal Desportos Ilustrados do dia 20 de maio de 1949 anunciando a goleada do Atlético em cima do Britânia S.C. (no domingo, dia 19 de maio) em letras garrafais:O “Furacão” Levou o “Tigre” de Roldão, nasceu o apelido do rubro-negro paranaense. Não só o time de "49", como os demais times formados pelo clube, receberam o carinhoso apelido de Furacão e assim sendo, o termo furacão foi inserido no hino atleticano, não só para idolatrar o esquadrão de 1949, que arrasou todos os adversários com placares acima de quatro gols, mas também para representar a força que o clube tem junto a sua torcida e o receio e o respeito que seus adversários devem ter nos confrontos dentro das quatro linhas[10].

O Desportos Ilustrados, naquela edição de segunda-feira, 20 de maio de 1949 e sua manchete, não imaginava o momento histórico que estampava em sua primeira página. A partir daquele dia as manchetes de todos os jornais paranaenses só falavam do "Furacão" rubro-negro que liquidava as equipes adversárias sempre com goleadas. Em 1949 foram onze goleadas seguidas (recorde quebrado apenas 59 anos depois), tornando-se campeão paranaense daquele ano.[11]

[editar] Era dos jejuns (1950-1981)

Depois de conquistar facilmente o campeonato paranaense de 1949, o Atlético-PR despencou terrivelmente, no início do ano 1950, que acabou apenas em 1982, período em que o torcedor atleticano quer esquecer. No total, O Atlético só conquistou 2 títulos nesse período: Paranaense de 1958 e de 1970.

Mas o pior estava por vir, em 1967 a situação financeira do clube despencou, e com uma campanha de somente três vitórias, onze empates e quatorze derrotas, o Atlético-PR foi rebaixado para a segunda divisão do paranaense de 1967. Quando surge Jofre Cabral e Silva que conseguiu tirar o time da segunda divisão e deu ânimo para os jogadores rubro-negros, trazendo os campeões mundiais de 1962 Djalma Santos e Bellini. Desta maneira os Rubro negros voltaram com tudo no paranaense de 1968. Mas ele acabou morrendo devido a um infarto, durante uma partida do clube, declarando momentos antes "Não deixem - nunca - morrer o meu Atlético!". Com a moral baixa, o Atlético-PR não conseguiu vencer o paranaense daquele ano.

Em 1970 o Atlético-PR conquistou o título de campeonato paranaense, goleando o Seleto por 4-1 jogando fora de casa. Depois, o Atlético-PR voltou a "pifar" novamente, sem conquistar um título até 1982, com os jogadores Washington e Assis, até hoje ídolos da torcida atleticana. Assim, o rubro-negro paranaense nunca mais passou por outro desses jejuns. [carece de fontes?]

[editar] Era da revolução (1995-2008)

Em 1995, depois de perder de 5-1 para seu rival, Coritiba, assumiu uma nova diretoria, onde lançaram o "Atlético Total" um novo projeto estratégico do clube e que começou bem, com a volta do Atlético à Série A do Brasileirão de 96, ficando na oitava posição.

Em 1997, o antigo estádio Joaquim Américo foi derrubado para a construção do novo estádio. Em 2004 foi firmada uma parceria com a empresa fabricante de aparelhos celulares japonesa Kyocera, renomeando o estádio para Kyocera Arena. Em 2005, após 10 anos de contenda judicial, o Atlético-PR firmou acordo assumindo definitivamente o direito de uso do terreno vizinho.

Em 2001, o Atlético Paranaense vence seu primeiro Campeonato Brasileiro (final contra o São Caetano, onde ganhou por 4-2 e 1-0) e em 2004 foi vice, com o artilheiro Washington marcando um recorde histórico de trinta e quatro gols numa única edição do Campeonato Brasileiro. Em 2001, o grande nome dos jogos foi o artilheiro Alex Mineiro.

Recentemente, um episódio inusitado entrou para a história do futebol nacional. Classificado, à final da Libertadores de 2005, o clube não pôde fazer o 1º jogo da decisão em seu estádio, que mesmo sendo considerado na época[12] como o mais moderno da América Latina, não possui a capacidade mínima de 40 mil lugares exigida pelo regulamento, problema este que será suprido após a finalização da Arena da Baixada. Mesmo assim, a diretoria do Clube Atlético Paranaense investiu em regime de urgência um milhão de reais na construção de arquibancadas móveis para dar capacidade ao estádio para mais de 42 mil pessoas. Estas mesmas arquibancadas já haviam sido utilizadas no mesmo campeonato na fase anterior, em jogos realizados na América do Sul, sob o aval da CONMEBOL. Mesmo com a autorização oficial de uso das arquibancadas após vistoria do Corpo de Bombeiros e o órgão oficial de engenharia responsável pela vistoria entregues à CONMEBOL em tempo pelo Clube, a CONMEBOL transferiu o jogo à revelia para uma cidade distante de Curitiba, ao invés de indicar estádios no interior do Paraná, como Londrina ou Cascavel, que tinham estádios com esta capacidade como, por exemplo, o Estádio Olímpico de Cascavel. Assim, o Atlético-PR precisou mandar a partida no Estádio Beira-Rio, pertencente ao Internacional, onde empatou por 1x1. Na segunda partida, no Estádio do Morumbi, o Atlético-PR lutou mas sucumbiu no minutos finais e acabou levando quatro gols no final do jogo pelo time do São Paulo, diante de mais de 70 mil torcedores, perdendo o título da Copa Libertadores da América.

O Atlético-PR participou de três Taças Libertadores da América, em 2000, 2002 e 2005, quando foi vice-campeão na controvertida final.

Na Copa Sul-americana de 2006, o Atlético-PR também fez uma boa campanha, passando pelo Paraná Clube, River Plate e Nacional do Uruguai, chegando à semifinal do torneio, onde foi eliminado pelo Pachuca.

Em 2008, o Atlético-PR quebrou o recorde de vitórias seguidas do "Furacão de 49", ganhou 12 partidas seguidas.

[editar] 2009-2011

Em 2009, o Atlético-PR conquistou o Campeonato Paranaense.

Em 2011 o clube terminou o Campeonato Brasileiro de Futebol em 17° posição e assim, foi rebaixado para a série B do principal campeonato nacional a ser disputado em 2012.

[editar] Hino

[editar] Títulos

[editar] Nacionais

(2001)
(1995)

[editar] Estaduais

(1925, 1929, 1930, 1934, 1936, 1940, 1943, 1945, 1949, 1958, 1970, 1982, 1983, 1985, 1988, 1990, 1998, 2000, 2001, 2002 (Supercampeonato Paranaense), 2005 e 2009).
(1936, 1947, 1955, 1958, 1987 e 1988).
(1998 e 2003).
  • Paraná Copa Sesquicentenário do Paraná: 1
(2003).

[editar] Destaques

[editar] Jogos Internacionais

[editar] Seleções e Selecionados

[editar] Estatísticas

[editar] Últimas temporadas

  • Para visualizar todas as temporadas, clique em anexo.
Clube Atlético Paranaense
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Libertadores da América Copa Sul-Americana Campeonato Paranaense
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima Pos.
2003 A 12º 46 17 10 19 67 72 2ª Fase
2004 A 46 25 11 10 93 56
2005 A 42 18 7 17 76 67 Final
2006 A 13º 38 14 8 16 61 62 2ª Fase Semifinal
2007 A 12º 38 14 12 12 51 50 Quartas-de-final 1ª Fase
2008 A 13º 38 12 9 17 45 54 1ª Fase Oitavas-de-final
2009 A 14º 38 13 9 16 42 49 Oitavas-de-final 1ª Fase 1ª Fase
2010 A 38 17 9 12 43 44 Oitavas-de-final
2011 A 17º 38 10 11 17 38 55 Quartas-de-final 1ª Fase
2012 B


Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Rebaixado à Série B
     Acesso à Série A

[editar] Infra-estrutura

[editar] A arena do Atlético Paranaense

Seu estádio é Joaquim Américo - Arena da baixada, popularmente conhecida pelos torcedores apenas como "Baixada", "Arena", "Caldeirão" ou "Estadio mais moderno da América Latina". O atual estádio é o terceiro a ser construído no mesmo lugar, que é a sede do clube desde sua inauguração em 1924, mas o primeiro estádio é ainda anterior. O "Caldeirão" original é de 1914, levantado em madeira pelo Internacional - um dos times fundadores do Atlético. O jogo de inauguração foi no dia 6 de setembro de 1914, entre as equipes do Internacional (que originou o Atlético) e do Flamengo (RJ). Jogo que foi vencido pela equipe carioca por 7x1

A primeira grande reforma da Baixada ocorreu em 1967, com ampliação das arquibancadas. Essa reforma foi comandada por Alberto e Alfredo (Caju) Gottardi, ex-jogadores do Clube.

A segunda grande reforma aconteceu entre 1992 e 1994, com a construção de um tobogã no gol de fundos. Em 1997 o estádio foi inteiramente colocado abaixo para a construção da Arena, como é conhecida hoje.

A versão atual do estádio foi inaugurada em 1999, e ainda está em construção não sendo completo, tendo apenas 3 lados e o 1º lance do 4º lado, é considerada o estádio mais moderno do país e da América Latina, porém não atende, ainda, a todas as exigências da FIFA.

[editar] O CT para o "Caju"

[editar] CAP S/A

Em novembro de 2011 o Atlético Paranaense constituiu uma Sociedade de propósito específico (SPE) com a finalidade de administrar as reformas da Arena da Baixada, obras necessárias para a adaptação ao livro de encargos da FIFA e aos jogos que ocorreram nesta praça esportiva na Copa do Mundo de 2014[13].

Com a denominação de CAP S/A - Arena dos Paranaenses, a empresa poderá contrair empréstimos, ficando assim, estes recursos disponíveis exclusivamente para as obras e não fazendo parte da contabilidade do Clube Atlético Paranaense.

Após a conclusão das obras e finalização das dívidas efetuadas pelo CAP S/A, esta empresa será extinta.

[editar] Rivalidade

[editar] Uniformes

[editar] Uniformes 2012

  • 1º - Camisa com listras verticais em preto e vermelho, mangas da camisa vermelhas, calção e meias pretas;
  • 2º - Camisa branca com faixas pretas e vermelhas, calção e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme

[editar] Uniformes dos goleiros

  • 1º - Cinza com detalhes pretos e vermelhos, calções e meias cinzas.
  • 2º - Grená com detalhes pretos e vermelhos, calções e meias grenás.
  • 3º - Bege com detalhes pretos e vermelhos, calções e meias beges.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme

[editar] Uniformes de treino

  • 1º - Laranja com detalhes brancos;
  • 2º - Branco com detalhes laranjas;
  • 3º - Preto com detalhes vermelhos.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'

[editar] Outros uniformes

  • 2011
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
4º Uniforme
  • 2010
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
  • 2009
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
  • 2008
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme

[editar] Outras Temporadas

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2007
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2004
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2001
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1988
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1983

[editar] Presidentes

[editar] Ídolos

Brasil Adriano Gabiru
Brasil Alberto Valentim do Carmo
Brasil Alex Mineiro
Brasil Alfredo Gottardi Júnior
Brasil Assis
Brasil Bellini
Brasil Caju
Brasil Carlos Alberto Isidoro
Brasil Cireno Brandalise
Brasil Cocito
Brasil Diego Brum
Brasil Diego
Brasil Djalma Santos
Brasil Edu
Brasil Flávio
Brasil Geninho
Brasil Ilan
Brasil Jackson Nascimento
Brasil Julio Pepicelli
Brasil Kelly
Brasil Kléber Pereira
Brasil Kléberson
Brasil Lucas
Brasil Nilo Izidoro Biazzetto
Brasil Nilson Borges
Brasil Nivaldo Carneiro
Brasil Oséas
Brasil Paulo Rink
Brasil Paulo Baier
Brasil Ricardo Pinto
Brasil Roberto Costa
Brasil Sicupira
Brasil Washington
Brasil Jadson
Brasil Zanetti
Brasil Zé Roberto
Brasil Ziquita
Brasil Wilson Galon

[carece de fontes?]


[editar] Seleção dos 80 anos

No ano de 2004 o Clube Atlético Paranaense comemorou os 80 anos de existência e para celebrar a história do Furacão, a equipe do site "Furacao.com" reuniu 15 profissionais, entre eles jornalistas, escritores, colunistas, historiadores e ex-jogadores para eleger a Seleção dos 80 anos.[14] Nela estão jogadores que atuaram nos primeiros anos do Clube e outros que atuaram já no século XXI. Também foi eleito o técnico e o dirigente que marcaram época no Furacão.

Goleiro
1 Brasil Caju
Laterais
2 Brasil Djalma Santos
6 Brasil Júlio Pepicelli
Zagueiros
3 Brasil Alfredo
4 Brasil Zanetti
Meias/Atacantes
8 Brasil Sicupira
10 Brasil Jackson Nascimento
5 Brasil Kléberson
7 Brasil Assis
11 Brasil Cireno
Atacantes
9 Brasil Alex Mineiro
Técnico
Brasil Geninho
Dirigente
Brasil Petraglia

[editar] Maior Artilheiro

O maior artilheiro do Atlético em todos os tempos é o ex-jogador Sicupira, conhecido como "o craque da 8" o artilheiro chegou ao Atlético em 1968 e logo em seu primeiro jogo, no dia 2 de setembro contra o São Paulo, já deixou sua marca, um golaço de bicicleta. No Atlético permaneceu até 1976, com uma breve passagem, em 1972, pelo Corinthians Paulista. Em seus 8 anos de Baixada deixou eternizado 154 gols pelo Furacão. Sicupira é hoje cronista e mantém uma postura de imparcialidade em sua profissão.[15]

[editar] Jogadores estrangeiros

Colômbia
Argentina
Paraguai
Polônia
Hungria
  • Hungria Roland Tüske
Bósnia e Herzegovina
  • Bósnia e Herzegovina Sanin Pintul
Croácia
  • Croácia Domagoj Kranjcec
Bolívia
  • Bolívia Raldes
Uruguai
Emirados Árabes Unidos
Panamá
Peru
  • Peru Augusto Lobatón
  • Peru Carlos Flores Murillo
Equador

[editar] Jogos memoráveis

A seguir uma lista das partidas mais importantes da história do futebol Atleticano.[carece de fontes?]

[editar] Elenco profissional

  • Emprestado: Jogador emprestado
  • Jogador Lesionado: Jogador contundido
  • Seleção Brasileira: Seleção brasileira
  • Prata da casa: Prata da Casa

[editar] Elenco atual

Goleiros
Jogador
Brasil Renan Rocha Jogador Lesionado Prata da casa
Brasil Santos Jogador Lesionado Prata da casa
Brasil Rodolfo Prata da casa
Brasil Vinícius Prata da casa
Defensores
Jogador Pos.
Brasil ManoelPrata da casa Z
Brasil Gustavo Z
Brasil Rafael Schmitz Z
Brasil Gabriel Marques Z
Brasil Bruno CostaPrata da casa Z
Brasil PabloPrata da casa LD
Brasil Adriano LD
Brasil HéraclesPrata da casa LE
Brasil Paulo OtávioPrata da casa LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil DeividPrata da casa V
Brasil Alan BahiaPrata da casa V
Brasil Renan FoguinhoPrata da casa V
Brasil Renan Teixeira V
Brasil Paulo Baier M
Uruguai Martín Ligüera M
Brasil Marcinho M
Brasil HarrisonPrata da casa M
Brasil Zezinho M
Atacantes
Jogador
Uruguai Morro García
Argentina Nieto
Brasil Bruno Mineiro
Equador Guerrón
Brasil Edigar JunioPrata da casa
Brasil RicardinhoPrata da casa
Brasil MarceloPrata da casa
Brasil Léo Mineiro
Brasil Bruno FurlanPrata da casa
Comissão técnica
Nome Pos.
Uruguai Juan Ramón Carrasco T
Uruguai Omar Garate AS
Uruguai Alejandro Martínez PF
Brasil Márcio Henriques PF
Brasil Jean Carlo Lourenço PF
Brasil Edy Carlos PF
Uruguai César Olivera TG

[editar] Transferências 2012

Vindo por Empréstimo.: Jogadores que chegaram por empréstimo

Emprestado.: Jogadores emprestados pelo Atlético-PR

Regresso após empréstimo.: Jogadores que voltaram após serem emprestados

Fim de contrato.: Jogadores que saíram após o fim do contrato

A Partir de Janeiro de 2012
Entradas
  Jogador Clube Anterior
Fairytale right.png Uruguai Martín Ligüera Chile Unión Española
Fairytale right.png Brasil Renan Teixeira Roménia CFR Cluj
Fairytale right.png Brasil Léo Brasil América-MG
Fairytale right.png Brasil Felipinho Coreia do Sul Jeju United
Fairytale right.png Brasil Zezinho Uruguai Deportivo Maldonado
Fairytale right.png Brasil Adriel Brasil Atlético-GO
Fairytale right.png Brasil Adriano Brasil Atlético-GO
Fairytale right.png Brasil Rafael Schmitz França Valenciennes
Fairytale right.png Brasil Gabriel Marques Uruguai River Plate
Fairytale right.png Brasil Alan Bahia Brasil Goiás Regresso após empréstimo.
Fairytale right.png Colômbia Deiner Córdoba Colômbia Deportivo Pereira
Fairytale right.png Argentina Léo Pereira Brasil Juventude
A Partir de Janeiro de 2012
Saídas
  Jogador Clube de Destino
Fairytale left red.png Brasil Branquinho Japão Cerezo Osaka
Fairytale left red.png Brasil João Carlos Brasil Fortaleza

[editar] Elenco Sub-23

Goleiros
Jogador
Brasil Hugo
Brasil Alexandre
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Bruno Pires Z
Brasil Diego Bairo Z
Brasil João Z
Brasil Pedro Pina Z
Brasil Felipe Coltro LD
Brasil João Antônio LD
Brasil Tomas LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Cleberson V
Brasil Guilherme Batata V
Brasil Rosseto V
Brasil Renato V
Brasil Adriel V
Brasil Lucas Sotero M
Brasil Jenison M
Brasil Geziel Miranda M
Colômbia Deiner Córdoba M
Brasil Bruno Pelissari M
Atacantes
Jogador
Brasil Pedro Oldoni
Brasil Dennis
Brasil Taiberson
Brasil Júnior
Brasil Léo Pereira
Brasil Felipinho
Brasil Patrick
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Luccas Neto T

[editar] Treinadores

[editar] Curiosidades

Broom icon.svg
Seções de curiosidades são desencorajadas pelas políticas da Wikipédia.
Este artigo pode ser melhorado, integrando ao texto os itens relevantes e removendo os supérfluos ou impróprios.
  • O Atlético Paranaense foi o primeiro time do estado do Paraná a fazer uma excursão internacional, o furacão viajou ao Paraguai onde fez três partidas contra times paraguaios, os times do Paraguai foram Cerro Porteño, Nacional e Olímpia.
  • O Clube Atlético Paranaense também foi o primeiro time do estado do Paraná a participar de uma competição de âmbito nacional. A primeira partida em um "nacional" ocorreu em 23 de agosto de 1959.
  • A equipe rubro negra, campeã de 1958 com a consagrada comissão técnica formada pelos eternos ídolos Jackson Nascimento e Caju mais Pedro Sthengel Guimarães, conquistou o direito de representar o Paraná na primeira Taça Brasil em 1959. A estreia do Paraná e, consequentemente, do furacão foi no domingo, 23 de agosto, na cidade catarinense deTubarão aonde conseguiu uma vitória por 2x1 no Hercílio Luz.

Nesta partida, comandada pelo capitão "Tocafundo" e com gols do ponta-esquerda Tião aos 9 minutos do primeiro tempo e do atacante Gaivota aos 30 minutos do segundo tempo, o Atlético Paranaense fez um jogo histórico para a nação rubro negra, bem como para o estado do Paraná.

  • O Atlético também tem várias campanhas de destaque, como o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro de futebol de 1983, onde foi registrado no estádio Couto Pereira o maior público daquele estádio cerca de quase 67.391 pessoas.
  • O Rubro-Negro também é um dos fundadores da Federação Paranaense de Futsal, também já teve outras modalidades esportivas, já teve time de Basketball, e Futsal, onde foi revelado o jogador Paulo Rink.

[editar] Guias de jogos

[editar] Preliminar

Preliminar foi uma revista tipo match guides (em português: guias de jogos) do Clube Atlético Paranaense. A revista era editada e entregue no estádio Kyocera Arena nos dias de jogos do clube. O conteúdo deste periódico fazia referente aos detalhes do confronto, do adversário, do campeonato em questão, estatísticas e reportagens especiais e curiosidades[16][17][18].

Seu lançamento ocorreu em abril de 2006[16] no jogo contra o Fluminense[16]. O periódico foi editado entre 2006 e 2008 e foi substituida pelo revista Uh! Caldeirão[19].

[editar] Uh! Caldeirão

A Uh! Caldeirão foi uma revista brasileira de conteúdo futebolístico do Clube Atlético Paranaense[16][20]. O periódico foi o guia oficial do C.A.P. para os jogos do clube dentro da Arena da Baixada[16][19].

Em um formato de 14,8 cm x 21 cm[21], a revista era distribuída gratuitamente em cada partida dentro do estádio atleticano e sua tiragem era de aproximadamente 10 mil exemplares para os jogos do Campeonato Paranaense, 15 mil exemplares nos confrontos da Copa do Brasil e de 15 a 20 mil nas disputas do Campeonato Brasileiro[21]. Com informações sobre o jogo que iria acontecer (na ocasião da sua distribuição), tanto do Atlético como do time adversário e sobre a competição da disputa. A revista não possuia periodicidade definida, pois suas edições ocorriam conforme a sucessão de jogos realizados dentro do Estádio Joaquim Américo Guimarães.

A primeira edição da revista circulou no confronto entre o C.A.P. e o Corinthians Paulista no sábado, dia 27 de junho de 2009, pela 8° rodada do Campeonato Brasileiro[20][22]. O destaque desta edição foi a estréia, no time paranaense, do técnico Waldemar Lemos[22].

A revista foi a substituta do periódico Preliminar[18], lançada em maio de 2006 como o Guia de Jogo Oficial[17] do clube e também distribuido gratuituamente nos dias de jogos na então Kyocera Arena. Este conceito (guia oficial de jogo), o C.A.P. copiou nos moldes dos clubes ingleses que editam os chamados match guides[23].

A Uh! Caldeirão teve sua última edição no dia 5 de dezembro de 2010 (última rodada do Brasileirão 2010) quando o rubro negro paranaense ganhou de 1 x 0 do Avaí. A revista foi substituida pelo “Guia de Jogo Oficial do CAP”, num conceito mais simples, compacto e adaptado aos “match guides” esportivos norte-americano e do futebol europeu, sendo diferente do formato "revista" que possuia a Uh! Caldeirão[24]. O novo guia (Guia de Jogo Oficial do CAP) estreiou no jogo contra o Corinthinas Paranaense, na noite de 10 de março de 2011, pelo Campeonato Paranaense de 2011.

[editar] Ver também

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Commons Imagens e media no Commons

[editar] Ligações externas

Referências

  1. Laudos dos Estádios F.P.F.
  2. Conselho Administrativo tomou posse (em Português). Clube Atlético Paranaense. Página visitada em 14 de dezembro de 2008.
  3. Ranking de clubes CBF de 2012 (13 de Dezembro de 2011). Página visitada em 13 de Dezembro de 2011.
  4. Finados timaços Jornal Gazeta do Povo - edição comemorativa de n° 30.000 - acessado em 8 de dezembro de 2012
  5. Ranking de clubes Conmebol (13 de Dezembro de 2011). Página visitada em 13 de Dezembro de 2011.
  6. Ranking de clubes CBF de 2012 (13 de Dezembro de 2011). Página visitada em 13 de Dezembro de 2011.
  7. Atlético é o 6º melhor clube brasileiro da década. Paraná-Online. Página visitada em 02 de dezembro de 2010.
  8. Ranking de clubes IFFHS de 2012 (13 de Dezembro de 2011). Página visitada em 13 de Dezembro de 2011.
  9. Atlético celebra 81 anos da conquista do bicampeonato de 1930 Site do Clube Atlético Paranaense - acessado em 28 de dezembro de 2011
  10. Surgiu um Furacão em 1949 - texto Professor Heriberto - 2 de fevereiro de 2008 site oficial do Clube Atlético Paranaense – acessado em 7 de junho de 2010
  11. CARDOSO, Francisco Genaro. História do Futebol Paranaense. 1ª ed. Curitiba: Ed. Grafipar. 1978. 450p (pag´s: 139 e 428)
  12. Argentina reinaugura estádio mais moderno da América do Sul Folha
  13. Atl´tico registra o CAP S/A para dar continuidade ás obras da Arena Portal Redação em Campo - acessado em 26 de janeiro de 2012
  14. Seleção dos 80 anos Furacão (em português). Furacao.com. Página visitada em 13 de dezembro de 2008.
  15. Jogadores: Sicupira. Furacao.com. Página visitada em 9 de dezembro de 2010.
  16. a b c d e Atlético lança a revista Preliminar Site Oficial do CAP - acessado em 11 de março de 2011
  17. a b Revista Preliminar comemora 300 mil exemplares Site M&M Online
  18. a b Revista Preliminar lança cotas para Brasileirão 2008 ClickMarket
  19. a b Atlético lança novo guia de jogos Furacão.com
  20. a b CAP lança nova revista de jogo UH!Caldeirão Site oficial do Clube Atlético Paranaense — acessado em 25 de julho de 2010
  21. a b Mídia Site oficial da revista — acessado em 25 de julho de 2010
  22. a b Edição N°1 Site oficial da revista — acessado em 25 de julho de 2010
  23. Atlético lança a revista Preliminar Site Oficial do CAP
  24. Atlético Paranaense lança novo Guia de Jogo oficial Site Oficial do Clube Atlético Paranaense em 11 de março de 2011
Ferramentas pessoais
Espaços nominais

Variantes
Ações
Navegação
Colaboração
Imprimir/exportar
Ferramentas
Noutras línguas