Clube Atlético Mineiro

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Atlético
Atletico mineiro galo.png
Nome Clube Atlético Mineiro
Alcunhas Galo
Alvinegro
Glorioso
Galo Doido
Time da Massa
Galão da Massa
Torcedor/Adepto Atleticano
Mascote Galo
Fundação 25 de março de 1908 (106 anos)
Estádio Independência
Localização Brasão de Belo Horizonte (Minas Gerais).svg Belo Horizonte, Minas Gerais MG,  Brasil
Mando de jogo em Independência
Capacidade (mando) 23.018 pessoas[1]
Presidente Brasil Alexandre Kalil
Treinador Brasil Levir Culpi
Patrocinador Brasil Banco BMG
Brasil MRV Engenharia
Itália TIM
Brasil Brahma
Estados Unidos Pepsi
Estados Unidos Gatorade
Material esportivo Alemanha Puma
Competição Minas Gerais Campeonato Mineiro
Brasil Campeonato Brasileiro
Brasil Copa do Brasil
Flags of South American Conmebol Members.gif Copa Libertadores
Flags of South American Conmebol Members.gif Recopa Sul-Americana
Minas Gerais A 2014
Brasil A 2014
Brasil CB 2014
Flags of South American Conmebol Members.gif CL 2014
Flags of South American Conmebol Members.gif RS 2014
2º colocado
Em disputa
Em disputa
Oitavas-de-final
Campeão
Minas Gerais A 2013
Brasil A 2013
Brasil CB 2013
Flags of South American Conmebol Members.gif CL 2013
FIFA Flag.svg MC 2013
Campeão
8º colocado
Oitavas-de-final
Campeão
3º colocado
Minas Gerais A 2012
Brasil A 2012
Brasil CB 2012
Campeão
2º colocado
Oitavas-de-final
Ranking nacional Baixa12.º lugar, 11 520 pontos[2]
Website atletico.com.br
Kit left arm atleticomg14h.png Kit body atleticomg14h.png Kit right arm atleticomg14h.png
Kit shorts.png
Kit socks atleticomg14h.png
Uniforme
titular
Kit left arm atleticomg14a.png Kit body atleticomg14a.png Kit right arm atleticomg14a.png
Kit shorts.png
Kit socks atleticomg14a.png
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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O Clube Atlético Mineiro (conhecido apenas por Atlético e cujo acrônimo é CAM) é um clube multi-esportivo brasileiro sediado na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais.[3] [4] [5] Fundado em 25 de março de 1908 por um grupo de estudantes, tem como suas cores tradicionais o preto e o branco, seu símbolo e alcunha mais popular é o Galo, mascote oficial no final da década de 1930.[6] [7] De acordo com a empresa BDO RCS Auditores Independentes, a marca do clube é a nona de maior valor no Brasil, ultrapassando os 357 milhões de reais.[8] O Atlético é o clube de fora do Eixo Rio-São Paulo mais popular do Brasil.[9]

Embora tenha atuado em outras modalidades esportivas ao longo dos anos, seu reconhecimento e suas principais conquistas foram alcançados no futebol. O clube é o maior campeão do Estado de Minas Gerais, possui 42 Campeonatos Mineiros[10] e uma grande vantagem nos clássicos contra seu rival Cruzeiro.[11] A nível nacional foi Campeão Brasileiro uma vez,[nota 1] e conquistou outros dois títulos nacionais oficiais: a Copa dos Campeões Brasileiros em 1978 [13] [14] [15] [16] e a Copa dos Campeões Estaduais em 1937.[17] [18] [19] [20] Na esfera internacional, possui quatro títulos internacionais oficiais:[21] uma Copa Libertadores da América,[22] duas Copas Conmebol [nota 2] [28] e uma Recopa Sul-Americana. [29]

De modalidades esportivas importantes ao longo da história atleticana, destacam-se o voleibol onde o clube é ainda hoje, o segundo maior campeão estadual (apenas abaixo do Minas Tênis Clube). O atletismo rendeu ao clube três conquistas na Corrida Internacional de São Silvestre, conquistados por João da Mata (1983) e Robert Cheruiyot (2007) no masculino, e Alice Timbilili (2007) no feminino.[30] No futsal, o Atlético Pax de Minas, através de craques como Manoel Tobias e Falcão, dominou o Brasil e o mundo, conquistando títulos como a Taça Brasil em 1985, a Liga Futsal em 1997 e 1999, e a Copa Intercontinental em 1998.

Cronologia

História

A cidade de Belo Horizonte foi fundada em 1897 para ser a nova capital do Estado de Minas Gerais.[31] Nos primeiros anos do século XX, havia poucas opções de lazer para a população, principalmente nas áreas periféricas da capital.

Em 1903 chegou à cidade Vitor Serpa, acadêmico de direito que havia aprendido jogar futebol na Suiça.[32] Junto a outros companheiros, Serpa fundou o Sport Belo Horizonte,[33] o primeiro clube de futebol do estado. O clube refletia a hierarquia social e só aceitava como sócios ou jogadores os membros da alta classe local.

Era amadora (1908-1933)

Em 25 de março de 1908, 22 estudantes de classe média fundaram o Atlético Mineiro Futebol Clube.[32] Quase um ano depois, o Atlético enfrentaria o Sport Belo Horizonte em sua primeira partida oficial: em 21 de março de 1909 venceu por 3x0 com Aníbal Machado marcando o primeiro gol da historia do clube. Pouco tempo depois, os jovens fundadores adotaram o nome de Clube Atlético Mineiro e também o famoso uniforme atual, com listras alvinegras.[32]

Em 1914 o Atlético conquistaria seu primeiro título oficial, a Taça Bueno Brandão, torneio patrocinado pelo governador Júlio Bueno Brandão.[34] No ano seguinte foi realizado o primeiro Campeonato Mineiro da história, também vencido pelo Atlético. No entanto, seria o América que dominaria o futebol do estado por aqueles anos, conquistando todos os campeonatos estaduais de 1916 a 1925. A torcida do Atlético esperava por um herói, e os torcedores acreditaram tê-lo encontrado quando Mário de Castro liderou o time na conquista do primeiro bi-campeonato da história do clube nos anos 1926 e 1927. Neste último, o título veio depois de uma goleada por 9x2 sobre o Cruzeiro, até hoje, a maior goleada do clássico. Foi por esse tempo que surgiu o Trio Maldito, formado por Mário de Castro, Jairo e Said, que juntos formaram umas das mais famosas linhas de ataque do período amador do futebol brasileiro.[35] [36]

Em 1929 o Atlético realizaria um antigo sonho: construiu o Estádio Presidente Antônio Carlos, seu estádio particular, que recebeu o nome do governador do estado e sócio do clube, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada (IV). O estádio foi inaugurado em 30 de maio daquele ano com uma vitória por 4x2 sobre o Corinthians Paulista.[37] Meses depois da festa de inauguração, no dia 1 de setembro, o Atlético protagonizou um feito pioneiro do futebol local: derrotou por 3x1 o Vitória Futebol Clube de Portugal,[38] na primeira partida internacional realizada nas alterosas.[39] O estádio do Atlético possibilitou aos cidadãos da região assistir a um jogo noturno pela primeira vez. A inauguração da iluminação do estádio aconteceu em 9 de agosto de 1930 e contou com a ilustre presença de Jules Rimet,[40] presidente da FIFA. Ainda na etapa amadora, o Atlético seria outra vez bi-campeão estadual nos anos 1931 e 1932.

Era profissional (1933-presente)

Nos primeiros anos do profissionalismo, o time alvinegro contaria com a categoria de Guará, que manteve a mística goleadora dos atacantes do Atlético; a segurança de Kafunga, considerado o maior goleiro da história atleticana; além do talento de Zezé Procópio, apenas para citar alguns. Através da excelência de Kafunga, Zezé Procópio e Guará, entre outros tantos craques daquele período, o Atlético se consagraria campeão dos estaduais de 1936, 1938 e 1939. Mas aquela geração iria mais além das montanhas mineiras: em 1937 o Atlético conquistou a Copa dos Campeões (FBF),[41] o primeiro título nacional oficial da história do clube.

A década de 1940 seria ainda mais prospera para o Atlético. O time conquistou os títulos estaduais de 1941, 1942, 1946, 1947 e 1949. A torcida atleticana ainda vibrou com jogadores de muito talento, como Carlyle Guimarães Cardoso,[42] artífice do título de 1947. Na década seguinte, o Atlético - já com o status de maior campeão de Minas Gerais e também como campeão nacional oficial[43] - empreenderia sua primeira grande aventura internacional. Em 1950 o clube realizou uma pioneira excursão à Europa, e depois de conquistar grandes vitórias, recebeu de Peco Bauwens,[44] - presidente da DFB - o troféu de campeão do inverno europeu, título simbólico que ficaria famoso no Brasil como Campeão do Gelo.[45] Naquela mesma década, o Atlético ampliaria a hegemonia no estado, conquistando os campeonatos de 1950, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956 e 1958, sete títulos em dez anos.

A década de 1960 seria um período difícil para o clube, que conquistou apenas os estaduais de 1962 e 1963. Mas, se em matéria de títulos a torcida alvinegra não teve tantos motivos para comemorar, no que se refere a grandes façanhas, o torcedor pode vibrar com grandes distinções: em 1965, na abertura do Estádio Mineirão, Bugle - jogador do Atlético - foi quem marcou o primeiro gol da história do Gigante da Pampulha;[46] em 1968, o Atlético representou a Seleção Brasileira e venceu por 3x2 a Seleção Iugoslava, vice-campeã da Eurocopa daquele ano;[47] no ano seguinte, o Atlético derrotou por 2x1 a Seleção Brasileira, a mesma que ganharia o tricampeonato mundial em 1970.[48]

Seria no final da década de 1960 e inicio dos anos 1970 que o Atlético ressurgiria com mais força. Treinado por Telê Santana e liderado pelo grande atacante Dadá Maravilha, o Atlético venceu o estadual de 1970 e se consagrou Campeão Brasileiro de 1971. Anos depois da grande conquista alvinegra, Reinaldo[49] - o maior craque da história do clube - estreou no time profissional. Reinaldo foi o líder de uma incrível geração de craques extraordinários[50] como Luisinho, Toninho Cerezo, Paulo Isidoro e Éder Aleixo, entre outros, que fizeram o Atlético famoso no mundo nas diversas excursões internacionais que o clube realizou no período. O Atlético recuperaria o domínio do Estado de Minas Gerais nas décadas de 1970 e 1980, quando conquistou onze títulos em quatorze anos (de 1976 a 1989), incluindo um hexa-campeonato de 1978 a 1983. Lamentavelmente, aquela geração não conseguiu transladar o domínio estadual para a dimensão nacional, ficando bem próximo do título do Campeonato Brasileiro em duas ocasiões: em 1977 perdeu a final para o São Paulo e em 1980 perdeu a final para o Flamengo.

Cquote1.svg Tanto no jogo de apresentação, como no de ontem, o Clube Atlético Mineiro de Belo Horizonte, mostrou que não havia o menor exagero quando se publicou sua história e sua superioridade sobre o Cruzeiro.
Trata-se de um time extraordinário (...)
Cquote2.svg
Hoja de Lunes (A Coruña, 1976). Imprensa espanhola depois da conquista do Troféu Conde de Fenosa.[51]

A década de 1990 seria de altos e baixos para o Atlético, o time conquistou os campeonatos estaduais de 1991, 1995 e 1999. A nível internacional, foi campeão da Copa Conmebol de 1992 e 1997. Ainda no final daquela década, a torcida atleticana vibrou com grandes atuações da dupla Marques[52] e Guilherme, responsáveis por levar a equipe às finais do Brasileirão de 1999.

Com a classificação para a Copa Libertadores da América de 2000 e a conquista do Bi-campeonato estadual em 2000, o novo milênio parecia promissor, no entanto, o Atlético viveria uma crise sem precedentes que culminaria com o rebaixamento à Série B em 2005. A recuperação foi rápida, e o clube retornou à Série A em sua primeira tentativa. No ano seguinte conquistou o estadual com uma bela atuação contra seu rival. Mas as coisas seguiriam mal, o time sempre convivia com o risco de rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

Na virada da última década, o Atlético conquistou o estadual de 2010, mas, foi a partir de 2012 que os frutos começariam a ser colhidos. Passando por uma reestruturação na gestão do presidente Alexandre Kalil, o Atlético foi bi-campeão estadual nos anos 2012 e 2013, vice-campeão do Brasileirão de 2012, campeão da Copa Libertadores de 2013, terceiro colocado no Mundial da FIFA de 2013, e campeão da Recopa de 2014. De quebra, a torcida ganhou um novo ídolo: Ronaldinho Gaúcho. Assim, a torcida do Atlético voltou a ter suas esperanças renovadas para os próximos anos.

Títulos

A Copa Libertadores, o título mais importante da história do clube.
A Copa Conmebol, uma das competições precursoras da Copa Sul-Americana, conquistada em 92 e 97.
CONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
O título máximo das Américas.png Copa Libertadores da América 1 2013
CONMEBOL - CONMEBOL Cup.svg Copa Conmebol 2 1992 e 1997Cscr-featured.png
CONMEBOL recopa trophy.svg Recopa Sul-Americana 1 2014Cscr-featured.png
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Cbf brazilian championship trophy 02.svg Campeonato Brasileiro 1 1971
CBF - Taça Brasil.svg Copa dos Campeões Estaduais 1 1937
Cbf brazilian championship trophy.svg Copa dos Campeões do Brasil 1 1978Cscr-featured.png
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 1 2006
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Minas Gerais Campeonato Mineiro 42 1915, 1926, 1927, 1931, 1932Cscr-featured.png, 1936, 1938Cscr-featured.png, 1939, 1941, 1942Cscr-featured.png, 1946, 1947, 1949, 1950, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1958, 1962, 1963, 1970, 1976Cscr-featured.png, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1985, 1986, 1988, 1989, 1991, 1995, 1999, 2000, 2007, 2010, 2012Cscr-featured.png e 2013
Minas Gerais Taça Minas Gerais 5 1975Cscr-featured.png, 1976Cscr-featured.png, 1979, 1986Cscr-featured.png e 1987
Minas Gerais Taça Belo Horizonte 3 1970, 1971 1972
Minas Gerais Torneio da FMF 1 1974
Minas Gerais Torneio Incentivo Mineiro - FMF 1 1993
Minas Gerais Torneio Início 8 1928, 1931, 1932, 1939, 1947, 1949, 1950 e 1954
MUNICIPAIS
Competição Títulos Temporadas
Bandeira de Belo Horizonte.png Taça Bueno Brandão 1 1914
Bandeira de Belo Horizonte.png Copa Belo Horizonte 1 1959

Cscr-featured.png - Campeão Invicto

Campanhas de destaque

Clube Atlético Mineiro
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Rotating earth (Very small).gif Mundial de Clubes da FIFA 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2013) 0 (não possui)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 1 (2013) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (1978)
Flags of the Union of South American Nations.gif Recopa Sul-Americana 1 (2014) 0 (não possui)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Conmebol 2 (1992 e 1997) 1 (1995) 0 (não possui) 2 (1993 e 1998)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Mercosul 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2000)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Ouro 0 (não possui) 1 (1993) 0 (não possui) 0 (não possui)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Master da Conmebol 0 (não possui) 1 (1996) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro 1 (1971) 4 (1977, 1980, 1999, 2012) 6 (1970, 1976, 1983, 1986, 1991, 1996) 4 (1985, 1994, 1997, 2001)
Brasil Copa dos Campeões Estaduais 1 (1937) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Copa do Brasil 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2000 e 2002)
Brasil Copa dos Campeões do Brasil 1 (1978) 0 (não possui) 0 (não possui)

Retrospecto em competições atuais

Retrospecto do Clube Atlético Mineiro em competições oficiais atuais.[53]

Última atualização: 31 de dezembro de 2013

CBF logo.jpg Competições nacionais (CBF)
Competição Títulos J V E D GP GC
Campeonato Brasileiro Unificado 01 1.230 514 349 367 1.772 1.434
Copa do Brasil 00 130 66 26 38 274 159
Conmebol32.svg Competições Sul-Americanas (CONMEBOL)
Competição Títulos J V E D GP GC
Copa Libertadores da América 01 55 23 19 13 83 63
Copa Sul-Americana 00 16 3 3 10 15 24
Recopa Sul-Americana 01 2 2 0 0 5 3
FIFA Logo (2010).svg Competições Mundiais (FIFA)
Competição Títulos J V E D GP GC
Mundial de Clubes da FIFA 00 2 1 0 1 4 5

J Jogos, V Vitórias, E Empates, D Derrotas, GP Gols Pró e GC Gols Contra

Temporada 2014

Elenco atual

Última atualização: 27 de outubro de 2014.

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Emprestado: Jogador emprestado
  • Suspenso: Jogador suspenso
  • Lesão: Jogador contundido
  • Prata da casa: Prata da casa (Jogador da base)
  • Seleção brasileira: Seleção Brasileira
  • Flag map of Argentina.svg: Seleção Argentina
Goleiros
Jogador
1 Brasil Victor
40 Brasil Uilson Prata da casa
87 Brasil Giovanni Lesão
Defensores
Jogador Pos.
3 Brasil Leonardo Silva Capitão² Z
4 Brasil Réver Capitão Lesão Z
6 Brasil Edcarlos Z
35 Brasil Jemerson Prata da casa Z
43 Brasil Tiago Z
Brasil Emerson Lesão Z
2 Brasil Marcos Rocha Prata da casa LD
20 Brasil Alex Silva Prata da casa LD
16 Brasil Pedro Botelho Emprestado Lesão LE
19 Brasil Emerson Conceição LE
94 Brasil Douglas Santos Emprestado LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Brasil Pierre V
8 Brasil Leandro Donizete Lesão V
15 Brasil Claudinei Emprestado Lesão V
18 Brasil Rafael Carioca Emprestado V
28 Brasil Josué V
41 Brasil Paulinho Prata da casa V
95 Brasil Eduardo Prata da casa V
Brasil Lucas Cândido Prata da casa Lesão V
23 Argentina Jesús Dátolo M
31 Brasil Dodô Prata da casa M
70 Brasil Maicosuel M
Atacantes
Jogador
7 Brasil
9 Brasil Diego Tardelli Seleção brasileira
13 Brasil Carlos Prata da casa
17 Brasil Guilherme Lesão
22 Brasil Marion Prata da casa
27 Brasil Luan
89 Brasil Cesinha Emprestado
90 Brasil André

Comissão técnica

Comissão técnica
Nome Função
Brasil Levir Culpi Treinador
Brasil Luiz Matter Auxiliar-técnico
Brasil Carlos Alberto Isidoro Supervisor Técnico de Futebol
Brasil Carlinhos Neves Preparador Físico
Brasil Luis Otávio Kalil Preparador Físico
Brasil Chiquinho Treinador de Goleiros
Brasil Rodrigo Lasmar Médico
Brasil Marcus Vinícius Médico
Brasil Otaviano Oliveira Médico
Brasil Marcelo Lasmar Dentista
Brasil Rômulo Frank Fisioterapeuta
Brasil Guilherme Fialho Fisioterapeuta
Brasil Roberto Chiari Fisiologista
Brasil Evandro Vasconcelos Nutricionista
Brasil Fabíola Efigênia Podóloga
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Belmiro Oliveira Massagista
Brasil Eduardo Vasconcelos Massagista
Brasil Hélio Gomes Massagista
Brasil Rubens Pinheiro Auxiliar de Campo
Brasil João de Deus Roupeiro
Brasil Luciano Caxeado Roupeiro
Brasil Lúcio Fábio Segurança
Brasil Wanderson Dener Segurança
Brasil Willian Lobo Segurança
Brasil Jorge Fraga Segurança
Brasil Domênico Bhering Assessor de Comunicação
Brasil Cássio Arreguy Assessor de Imprensa
Brasil Evaldo Prudêncio Supervisor Administrativo
Brasil Bernardo Motta Assistente do Depto. de Futebol
Brasil Alexandre Ceolin Auxiliar de Tecnologia Esportiva


Transferências 2014

Volta de Empréstimo: Jogadores que voltam de empréstimo
Emprestado: Jogadores emprestados


Estatísticas

Temporadas

Últimas dez temporadas
Brasil Nacionais Flags of South American Conmebol Members.gif Internacionais Minas Gerais Estaduais
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continental/Mundial Campeonato Mineiro
Div Pos Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Div Pos
2005 A 20º 47 42 13 8 21 54 59 Quartas de final Módulo I
2006 B 71 38 20 11 7 70 39 Quartas de final Módulo I
2007 A 55 38 15 10 13 63 51 Quartas de final Módulo I
2008 A 12º 48 38 12 12 14 50 61 Quartas de final SA Fase Nacional Módulo I
2009 A 56 38 16 8 14 55 56 Oitavas de final SA Fase Nacional Módulo I
2010 A 13º 45 38 13 6 19 52 64 Quartas de final SA Quartas de final Módulo I
2011 A 15º 45 38 13 6 19 50 60 2ª Fase SA Fase Nacional Módulo I
2012 A 72 38 20 12 6 64 37 Oitavas de final Módulo I
2013 A 57 38 15 12 11 49 38 Oitavas de final CL MC Campeão Semifinal Módulo I
2014 A Em disputa Em disputa CL RS Oitavas de final Campeão Módulo I


Legenda:
     Campeão.
     Vice-campeão.
     Classificado à Copa Libertadores da América pela campanha no Campeonato Brasileiro.
     Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa do Brasil ou Copa Libertadores.
     Classificado à Copa Sul-Americana.
     Rebaixado à Série B.
     Acesso à Série A.

Excursões internacionais

Ídolos

Possuir grandes jogadores, sempre foi uma tradição no Galo. O maior artilheiro do clube é Reinaldo, com a incrível marca de 255 gols, seguido por Dario (211), Mário de Castro (195), Guará (168) e Lucas Miranda (152). O atleta que mais vezes defendeu o clube foi João Leite, com 684 jogos, à frente de Vanderlei Paiva (559), Luizinho (537), Vantuir, Paulo Roberto (507) e Kafunga (504).

O Atlético também já foi comandado por treinadores de renome como Abel Braga, Barbatana, Carlos Alberto Parreira, Carlos Alberto Silva, Emerson Leão, Yustrich, Jair Pereira,Geninho , Levir Culpi, Mussula, Procópio Cardoso, Ricardo Diéz, Rubens Minelli, Telê Santana (considerado um dos maiores treinadores da história do Brasil) e Vanderlei Luxemburgo, entre outros. Campeão Brasileiro de 1971, Telê foi o técnico que mais vezes dirigiu o Galo, com 434 partidas.

Reinaldo

O maior craque do Galo foi Reinaldo,[54] [55] que por 12 anos jogou pelo time. Reinaldo ficou consagrado por sua genialidade, seus dribles desconcertantes e sua vocação para o gol. Conseguiu levar o Atlético a sete títulos mineiros em oito anos (1976, 78, 79, 80, 81, 82 e 83)[56] sendo artilheiro do time e do campeonato inúmeras vezes. Em 1977, Reinaldo estabeleceu um recorde que só foi batido 20 anos depois: o de artilheiro do Campeonato Brasileiro com 28 gols em apenas 18 partidas disputadas.[57] Pelo Atlético, o Rei - como era chamado pela massa atleticana - marcou 255 gols em 475 partidas.[58] Reinaldo abandonou os campos em decorrência das contusões que o perseguiam, frutos da violência com que era marcado pelos adversários.[58]

Os dez maiores artilheiros

Abaixo está uma lista com os dez maiores artilheiros do Atlético. Reinaldo encabeça a relação.[59] [60]

Artilharia
Jogador Gols
Reinaldo Gol marcado 255
Dadá Maravilha Gol marcado 211
Mário de Castro Gol marcado 195
Guará Gol marcado 168
Lucas Gol marcado 152
Said Gol marcado 142
Guilherme Gol marcado 139
Ubaldo Gol marcado 135
Marques Gol marcado 135
Nívio Gol marcado 126

Duplas de ataque

Atrávés das décadas, o Atlético vem demonstrando tradição em revelar duplas de ataque que se destacam no cenário nacional.

Maiores Duplas
Dupla de Ataque Década
Aníbal Machado ↔ Mário Neves 10
Mário de CastroSaid 20
GuaráZezé Procópio 30
CarlyleNívio 40
Vavá ↔ Ubaldo 50
LôlaRonaldo Drummond 60
Dadá MaravilhaReinaldo 70
GérsonSérgio Araújo 80
EullerRenaldo 90
GuilhermeMarques 00
TardelliRonaldinho Gaúcho 10

Maiores treinadores

O primeiro grande treinador do Galo foi Floriano Peixoto, um dos primeiros estrategistas do futebol brasileiro. Floriano era chamado pelos jornalistas de Marechal das Vitórias e foi Campeão dos campeões em 1937.

O uruguaio Ricardo Diéz viveu dias de muitas glórias. Foi contratado pela primeira vez em 1950, e comandou a equipe na excursão à Europa, quando o Galo voltou consagrado como campeão do Gelo. Outro feito inesquecível no clube alvinegro foi a conquista do tricampeonato mineiro de 1952-1953-1954. Ele dirigiu o time na decisão de 1954, já no ano seguinte. O Atlético havia sido bicampeão por seis vezes, mas sempre perdia a chance de conquistar o terceiro estadual consecutivo. Na sequência, Ricardo Diéz completou o penta, com os títulos de 1955 e 1956, quando iniciou a campanha, mas deixou o clube antes do fim.

Nas décadas seguintes o Atlético teve outros ótimos treinadores como Barbatana, por vários anos funcionário do clube e Iustrich, o iugoslavo linha dura. O Atlético Mineiro apostou na década de 1970 em Telê Santana. No Galo, Telê se tornou Mestre, venceu um Campeonato Brasileiro de Futebol e alguns estaduais.

Procópio Cardoso, Émerson Leão e Levir Culpi também são reverenciados pelos torcedores pois conquistaram os últimos títulos do clube ou conseguiram contornar situações críticas nos últimos anos. Cuca também é um dos grandes queridos da Torcida do Galo, após conseguir a 1ª Copa Libertadores da história do Galo.

Mais atuantes
Técnico Jogos
Telê Santana 434
Procópio Cardoso 328
Barbatana 227
Levir Culpi 200
Ricardo Diéz 168
Iustrich 159
Cuca 153

Atualização em 31/12/2013

Goleiros

Na memória recente do clube, alguns nomes se destacam como: Diego; Velloso e Taffarel (goleiro do título Mundial de 94) dentre outros já consagrados no cenário esportivo mundial, grandes nomes como: Kafunga, nas décadas de 30 a 50 (Campeão do Gelo e recordista de temporadas jogadas pelo clube, 19 anos); Mazurkiewicz, na década de 70 (maior goleiro uruguaio, defendeu o que seria o gol mais bonito de Pelé) e João Leite, nas décadas de 70 e 80 (recordista de partidas pelo clube, 684 jogos, campeão da Copa Conmebol [equivalente à atual Copa Sul-Americana] em 92, campeão dos campeões do Brasil em 1978, além de Vice campeão brasileiro invicto em 77).

Outros ídolos

Desde os primórdios, vários jogadores ganharam uma importância fundamental na história do Atlético, e por isso são considerados ídolos. Desde o Trio Maldito, formado por Jairo, Mário de Castro e Said, passando pelo grande goleiro Kafunga, Guará, Nivio e Zé do Monte nas décadas de 40, 50 e 60. Já na década de 1970, a conquista do Campeonato Brasileiro de 1971 eternizou nomes como Vantuir, Grapete, Humberto Ramos, Dario e Careca. Reinaldo, João Leite, Cerezo, Paulo Isidoro, Marcelo Oliveira, Luisinho, Éder, Paulo Roberto Prestes se destacaram defendendo o Atlético Mineiro nas décadas de 70 e 80. Já na década de 1990, grandes jogadores como Taffarel, Velloso, Beletti, Mancini, Gallo, Euller, Marques, Guilherme e Gilberto Silva ocuparam espaço de grande destaque nas conquistas da Copa Conmebol.[61] Ídolos recentes da torcida são os jogadores: Diego Tardelli, Bernard, Réver, Victor e Ronaldinho Gaúcho.

Ronaldinho

No dia 4 de junho de 2012, o jogador acertou com o clube mineiro. Antes mesmo do anúncio oficial da contratação, o SporTV mostrou imagens ao vivo do jogador treinando com o restante do elenco atleticano, na Cidade do Galo, centro de treinamentos do clube.[62] O contrato inicial foi válido por 6 meses (junho a dezembro) e o jogador recebeu cerca de 300 mil reais por mês, 1/4 do que o jogador recebia no Flamengo.[63]

A sua estreia foi em 10 de junho, no Pacaembu, contra o Palmeiras. No jogo, Ronaldinho teve boa movimentação, com passes precisos e boas jogadas.[64] Em 23 de junho de 2012, na vitória por 5 a 1 diante do Naútico marcou seu primeiro gol defendendo a equipe atleticana.[65] Ronaldinho marcou 10 gols pelo Atlético-MG durante o Campeonato Brasileiro de 2012, com destaque para o golaço marcado contra com arquirrival Cruzeiro no clássico disputado no dia 26 de agosto no estádio Independência, em Belo Horizonte. [66] Ainda no Brasileiro de 2012 Ronaldinho fez seu primeiro Hat-trick no time alvinegro, com excelente participação goleada de 6x0 sobre o Figueirense marcando 3 gols e dando 2 assistências, sendo um dos gols, o primeiro de falta dele pelo Galo.

Foi um dos principais responsáveis pela campanha da equipe, que terminou a competição em 2º lugar. Em 3 de dezembro de 2012, ganhou a Bola de Ouro da revista Placar. [67] Seu contrato com o Clube Atlético Mineiro foi renovado até dezembro de 2013. [68]

Ainda em 2013 Ronaldinho foi Campeão da Libertadores da América de 2013 com o Galo tendo grande participação principalmente na fase de grupos da competição.

Estrangeiros

Futebol Feminino

O Clube Atlético Mineiro também conta com uma equipe de futebol feminino, as Estrelas do Galo.

O Projeto

O projeto Estrelas do Galo iniciou-se no dia 1 de julho em 2005, com o objetivo de integrar a mulher no cenário do futebol feminino de campo. O projeto deu certo e, hoje, a equipe participa das principais competições regionais e nacionais.

Estrutura

As Estrelas do Galo treinam na Vila Olímpica, em Belo Horizonte. Também mandam a maioria dos jogos no clube recreativo. O projeto também conta com uma escolinha de futebol feminino.

No início de 2013 o departamento de futebol feminino foi extinto.

Cores e símbolos

Uniforme

O uniforme do Atlético Mineiro é composto por faixas verticais alvinegras (pretas e brancas) com o escudo no peito acima do coração. O número na parte de trás da camisa é dourado, vermelho, preto ou branco, dependendo da coleção. O calção é preto e as meias são brancas com listras pretas na horizontal ou totalmente brancas. Os uniformes reservas podem ser compostos por camisas brancas, calções brancos e meias pretas; ou por camisas pretas e calções brancos e meias pretas. O atual fabricante de material esportivo é a marca brasileira Lupo.

Em 25 de novembro de 2006 durante a disputa da serie B , o Atlético imortalizou a camisa 12, que representa o torcedor atleticano e portanto, não será mais utilizada por nenhum atleta. A iniciativa atleticana em homenagem à torcida foi pioneira no Brasil.

Em 23 de fevereiro de 2009, o Atlético Mineiro teve a camisa do centenário eleita como a mais bonita do mundo, segundo o site Football Shirts, da Inglaterra.[69]

Em 17 de Janeiro de 2010, a camisa do Atlético Mineiro é eleita a mais bonita do Brasil, através do "S.E.E Trivela" que fez uma pesquisa entre jornalistas e blogueiros das camisas dos times brasileiros mais bonitas de 2009.[70]

Uniforme dos jogadores

  • Uniforme principal - Preto com listras verticais em branco;
  • Uniforme reserva - Branco com detalhes e números em preto.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme

Uniforme dos goleiros

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3

Uniforme de treino

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Goleiros
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
C. Técnica

Escudo

O escudo do Atlético Mineiro é utilizado pelo clube desde 1922, tendo sofrido pequenas alterações até chegar no formato atual. A estrela amarela representa o único Campeonato Brasileiro, conquistado pelo Galo em 1971. O escudo também recebeu estrelas vermelhas em duas ocasiões: na conquista do Torneio Campeão dos Campeões, em 1978, e da 1ª Copa Conmebol, em 1992. As estrelas vermelhas foram retiradas em 1999.

Mascotes

O principal mascote do Atlético Mineiro é o Galo, que foi desenvolvido pelo chargista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, no final dos anos 1930 e redesenhado em 1945 com a justificativa de que o "O Atlético sempre foi um time de raça. Mais parece um galo de briga, que nunca se entrega e luta até morrer". A popularização do mascote se tornou forte a partir dos anos 1950 e logo após a inauguração do Mineirão, na qual os torcedores do Atlético adotaram como grito de guerra o mascote do clube. A intensa identificação entre o mascote e a torcida pôde ser vista já em 1976, quando o Atlético se tornou o primeiro clube do mundo a utilizar mascotes mirins fantasiados de Galo na entrada em campo do time. Em uma partida válida pelo Campeonato Brasileiro de 2005 contra o Flamengo, outra novidade: nasce o personagem Galo Doido, o famoso mascote que acompanha os jogos do Atlético[71] .

Patrocinadores

O Atlético utiliza patrocínios em suas camisas alvinegras desde 1982 quando a Credireal estampou o seu logotipo. Em 1987, a Coca-Cola se tornou a patrocinadora oficial do Galo, assim como todos os clubes envolvidos na Copa União. No dia 25 de março de 2000, aniversário de 92 anos do clube, o marketing inovou na camisa ao estampar um patrocínio master denominado "Galo". Atualmente o patrocínio Master do Atlético é do Banco BMG, enquanto que o Premium é realizado pela construtora MRV Engenharia. No início da temporada 2014 o fornecedor de material esportivo do Galo passou a ser fornecido pela empresa alemã Puma.

Master
Material esportivo

Hino

O hino foi composto por Vicente Motta, em 1969. Já o primeiro hino oficial do clube foi composto em 1928 por Augusto César Moreira (música) e Djalma Andrade (letra).[94]

O primeiro hino

10 de fevereiro de 1928 é a data oficial de entrega do hino. Com letra do poeta Djalma Andrade e música do maestro e professor Augusto César Moreira, foi entregue em festa na residência do maestro pelo engenheiro Adhemar Moreira. Cantado por um coral de garotas, sua música encantou a todos os presentes. Ele foi dedicado pelo maestro ao nosso então presidente, Leandro Castilho de Moura Costa.

Moura Costa era baiano, seus pais vieram para Barbacena em 1889, quando ele tinha somente um ano de idade. Formou-se em Direito na cidade de Belo Horizonte e foi dono do jornal Diário de Minas. Presidente entre 1926 e 1930, Moura Costa morreu de ataque cardíaco em 1931. Ele somente vestia roupas das cores preto e branca e, devido a doença, assistia aos jogos do Galo do lado de fora do Estádio Antônio Carlos. Andava de um lado para o outro, acompanhando a partida através dos gritos da torcida alvinegra.[95]

O hino atual

* O hino heróico de um clube guerreiro

Em 1969, um mineiro natural de Montes Claros, chamado Vicente Motta, foi convidado por Alberto Perini, membro da diretoria do Galo para que compusse um novo hino para o Atlético Mineiro.

Motta, que vencera os dois últimos concursos de marchinhas de carnaval de Belo Horizonte, recebeu algumas exigências: o hino deveria exaltar a campanha vitoriosa de 1950 na Europa e a conquista do título de Campeões dos Campeões em 1937. O lado vingador do Galo também não deveria ficar de fora.

Imediatamente ele aceitou. E depois de estudar o estilo de Lamartine Babo - autor de todos os hinos dos times de futebol do Rio de Janeiro e o mestre do assunto - começou a compor o hino. Motta disse uma vez:

Cquote1.svg Eles queriam, que o hino falasse de conquistas, como o título de Campeão dos Campeões de 1937 e da vitoriosa excursão à Europa em 1950, quando o time voltou com o título de Campeão do Gelo Cquote2.svg
Vicente Motta

O hino é um dos mais belos do futebol mundial e constata-se que é o mais cantado no futebol brasileiro nos estádios (um verdadeiro "hit"). Por ser cantado na 1ª pessoa do plural ("Nós somos do Clube Atlético Mineiro/jogamos com muita raça e amor"), consegue contagiar coletivamente a massa atleticana, apaixonada e fiel ao seu clube e às suas cores , apesar de ser cantado errado por boa parte da torcida confundindo alguns versos.

Patrimônio

O escudo do Galo na calçada da sede de Lourdes.

Sede social

A sede de Lourdes é um prédio de dois andares no bairro Lourdes em Belo Horizonte, onde funciona o setor diretivo e administrativo do C.A.M. Foi fundado em 1962, na data do aniversário do clube. Também abriga a Sala de Troféus Vilibaldo Alves e o Auditório Elias Kalil.[96]

Clube Labareda

Conjunto arquitetônico moderno, com quadras de esporte, piscinas, restaurantes e salão social panorâmico. Localizado às margens da Avenida Pedro I e ao lado da cabeceira do Aeroporto da Pampulha, com uma área de 150 mil métros quadrados.[97] 19° 50′ S 43° 57′ W

Loja do Galo

Em dezembro de 2001 o Clube Atlético Mineiro iniciou a parceria com a Roxos e Doentes, empresa responsável pela administração da Loja do Galo, inaugurando, assim, uma loja temática própria. Com um projeto moderno, a Loja do Galo constitui o principal canal de varejo do clube, atuando hoje com seis unidades na cidade de Belo Horizonte. Em 2003, surgiu a Galo Express, primeira loja móvel de artigos de futebol do país, e iniciou-se a comercialização de produtos oficiais através da internet, na loja virtual.

Em maio de 2007, em mais uma iniciativa pioneira, o Clube Atlético Mineiro lançou o projeto de expansão da Loja do Galo em parceria com a empresa Francap (Franchising Capital Parters), responsável pela seleção dos franqueados. Desde então, já foram criados quatro contratos de franquia. Assim, também há mais cinco lojas espalhadas pela Grande Belo Horizonte.

Centro de Treinamento: a Cidade do Galo

Vista aérea da Cidade do Galo

A Cidade do Galo é o maior e mais completo centro de treinamento e concentração da América do Sul e foi construido na cidade de Vespasiano.

Encontram-se em execução as obras do alojamento das categorias de base, com estrutura completa inclusive para acompanhamento escolar, e capacidade para 60 (sessenta) jovens. A etapa seguinte, será a conclusão das obras da concentração da equipe profissional com vinte apartamentos duplos, restaurante, cozinha industrial, auditório completo e área de lazer com piscina e salão de jogos.


Em maio de 2010, após a realização de estudo com bases científicas rigorosas e respaldado por acadêmicos da mais alta especialização, a Cidade do Galo foi apontada o melhor centro de treinamento do Brasil.[98] [99] [100]

Em 2014, a Cidade do Galo será o centro de treinamento da Seleção Argentina de Futebol durante a Copa do Mundo, onde o cronograma dos argentinos inclui um jogo no Mineirão.[101]

Diamond Mall

Entrada do Diamond Mall

Localizado na Avenida Olegário Maciel, ao lado da sede social do clube, o Diamond Mall é um dos mais modernos e luxuosos shoppings do estado de Minas Gerais. Inaugurado em 1996, possui mais de 200 lojas, praça de alimentação e seis salas de cinema. Ocupa um quarteirão inteiro na região central de Belo Horizonte (21.386 m²),[102] dos quais quatro andares são destinados a estacionamentos.[102]

O terreno do shopping foi construído na área do Estádio Presidente Antônio Carlos[103] , antigo campo do Atlético entre 1929 e 1969, tendo sido arrendado mediante contrato[104] e acordo comercial firmados em 28 de julho de 1992 junto do consórcio MTS/IBR.[105] [106] O shopping é a segunda maior fonte de receitas para o Atlético, e segundo o contrato, a edificação pertencerá totalmente ao clube depois de 30 anos à contar da inauguração.[107]

Vila Olímpica

A Vila Olímpica foi construída em 1973 e foi palco da preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1982, e do Atlético Mineiro principalmente na década de 1970. Fazem parte da sua estrutura: campo de futebol com um gramado de alta qualidade, departamento médico, salão social, moderna e confortável sauna, academia de ginástica, parque aquático e restaurantes.[108]

Estádio

Segundo dados da ADEMG, o Atlético é o clube que mais levou torcedores ao campo em toda história do estádio.[109]

Estádio Antônio Carlos

O extinto estádio foi construído onde hoje se localiza o Shopping Diamond Mall. Era o grande palco do Galo e foi lá que o time fez grandes apresentações. Foi demolido em 1990.

A partida de inauguração do Estádio Antônio Carlos foi Atlético 4 x 2 Corinthians, no dia 29 de maio de 1929, onde houve recorde de público. Porém, a capacidade de apenas 5 mil pessoas rapidamente passou a não comportar a torcida. Após a inauguração do Estádio Independência, em 1950, o Atlético Mineiro quase não jogou mais em Lourdes. Por muito tempo, o "Alçapão" foi conservado apenas em respeito à tradição. Hoje, no local, está instalado um shopping center chamado Diamond Mall, que pertence ao Atlético Mineiro, é considerado um dos mais luxuosos de Minas Gerais.

  • Nome Oficial: Estádio Presidente Antônio Carlos
  • Capacidade: 5.000
  • Inauguração: 30/05/1929
  • Primeiro Jogo: Atlético Mineiro 4 x 2 Corinthians
  • Primeiro Gol: Valeriano (Corinthians)
  • Demolição: 1990
  • Recorde de Público: 5.000 pessoas
  • Dimensões do Gramado: 110m x 75m
  • Endereço: Avenida Olegário Maciel, 1600, Lourdes.

19° 55′ S 43° 56′ W

O Mineirão

O Atlético já mandou seus jogos no Estádio Independência e atualmente, o clube manda seus jogos no Estádio do Mineirão. O Estádio Governador Magalhães Pinto é o quarto maior estádio de futebol do Brasil, ficando atrás dos tradicionais Maracanã e Morumbi e do reformado Estádio Nacional de Brasília.[110]

Independência

Torcida

Torcida do Atlético no Mineirão.

Segundo pesquisa IBOPE de 2014, o Atlético é considerado o clube de fora do Eixo Rio-São Paulo mais popular do Brasil.[111]

Segundo os dados do Mineirão, a Massa, como é conhecida a torcida atleticana, possui as maiores médias de público e o maior público pagante do Mineirão.

A Massa é conhecida internacionalmente por seu fanatismo, criatividade e bom humor. A torcida é, consagradamente, o maior patrimônio do clube, tendo como forma de reconhecimento a camisa 12 aposentada em sua homenagem.

Torcidas organizadas

A primeira torcida organizada que se conhece, foi fundada em Belo Horizonte, ainda nos meados dos anos de 1920. Dona Alice Neves, mãe de Mário Neves, um dos fundadores do clube, uniformizava e costurava bandeirinhas para que a equipe de futebol contasse com o apoio da sua torcida feminina. Foi com o coral dessas garotas que, na inauguração do Estádio Antônio Carlos, em 1929, o hino original foi entoado nos campos pela primeira vez. A torcida organizada mais antiga ainda em atividade é a Dragões da F.A.O. (Força Atleticana de Ocupação), que acompanha o clube desde 1969.

Atualmente a maior torcida organizada do Atlético Mineiro é a GCRTOES Galoucura. Fundada em 11 de novembro de 1984, a Galoucura é considerada uma torcida popular. Hoje ela conta com mais de 40 mil associados.

Dia do Atleticano

Em 2007 a prefeitura de Belo Horizonte publicou no Diário Oficial do Município uma lei instituindo o dia 25 de março como o Dia do Atleticano A Lei é originária do Projeto de Lei n° 1.368/07, de autoria do Vereador Reinaldo Lima.[112]

Recordes

Alguns dos vários recordes estabelecidos pela Massa Atleticana ao longo dos 100 anos de história do Galo:

  • 1 - Campeão de público em dez das 43 edições do Campeonato Brasileiro (1971, 1977, 1990, 1991, 1994, 1995, 1996, 1997, 1999, 2001)
  • 2 - Segunda maior média de público pagante em todas as edições do Campeonato Brasileiro, com 24,6 mil torcedores por partida. Fonte: "É disso que o povo gosta" - Estudo realizado pela empresa de Gestão Esportiva Golden Goal em 2007.
  • 3 - Recorde absoluto de público de todas as divisões do futebol brasileiro em 2006, com 606.520 pagantes em 19 jogos no Campeonato Brasileiro, média de 31.922 pagantes por partida.
  • 4 - Maior público pagante da história do Mineirão (Atlético x Flamengo - 13 de fevereiro de 1980 - 115.142 pagantes), sem contar os clássicos regionais.
  • 5 - Segunda maior média de público em uma única edição do Campeonato Brasileiro. (55.664 pagantes por jogo no Brasileiro de 1977).

Médias de público no Brasileirão

O Atlético foi o primeiro clube a ter alcançado a marca dos dez milhões de torcedores levados ao seu estádio no Campeonato Brasileiro, somando-se todas as suas participações desde o primeiro campeonato, em 1971. Ao final de 2006, 12.350.287 torcedores foram torcer pelo Galo na principal competição nacional.

O Atlético é o segundo colocado no ranking geral de médias de público em casa no Campeonato Brasileiro, contando todas as edições, atrás apenas do Flamengo. Possui a melhor media de público em 10 das 37 edições do campeonato brasileiro. Essas são as médias de público do Atlético ano a ano:

Brasil Médias no Brasileirão
Ano Média Ano Média Ano Média Ano Média Ano Média
1971 - 1981 32.786 1991 26.763 2001 30.679 2011 14.179
1972 20.396 1982 26.693 1992 17.310 2002 22.248 2012 18.309
1973 17.813 1983 39.249 1993 10.650 2003 14.034 2013 11.436
1974 12.727 1984 21.199 1994 22.673 2004 10.222 2014 -
1976 46.581 1986 36.150 1996 25.449 2006 31.922
1977 55.664 1987 34.879 1997 23.342 2007 23.199
1978 14.958 1988 8.330 1998 19.562 2008 18.638
1979 18.965 1989 14.136 1999 42.322 2009 38.761
1980 48.252 1990 26.748 2000 13.657 2010 13.447*
  • *Temporada disputada na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.

Rivalidades

Estaduais

Atlético x Cruzeiro

O maior rival do Atlético é o Cruzeiro, clube popular que divide a preferência dos torcedores de Minas Gerais. Também chamado de Clássico Mineiro, o confronto trava a maior rivalidade do estado desde o início dos anos 1960 com a inauguração do Mineirão. A primeira partida ocorreu no dia 17 de abril de 1921 em um amistoso realizado em Belo Horizonte, onde o Cruzeiro derrotou o Galo por 3 a 0. Entretanto, o Atlético carrega consigo a vantagem histórica nas estatísticas dos clássicos há décadas, além de possuir a maior vitória dos confrontos, na qual derrotou o Cruzeiro por 9 a 2 no dia 27 de novembro de 1927 no Campeonato Citadino de Belo Horizonte . Em Campeonatos Brasileiros, o Atlético teve a oportunidade de eliminar o maior rival em duas oportunidades: nas quartas-de-finais de 1986 (dois empates bastaram para a classificação às semifinais) e em 1999, também nas quartas-de-finais (4 a 2 na ida e 3 a 2 na volta).

Outros clássicos estaduais

Nacionais

Atlético x Flamengo

O Atlético também possui uma rivalidade interestadual com o Flamengo, intensificada principalmente nos anos 1980 quando os dois clubes travaram partidas que mobilizaram milhares de torcedores no Brasil. Dentre elas, pode-se citar a final do Brasileiro de 1980, os polêmicos confrontos da Libertadores de 1981, as oitavas de final do Brasileiro de 1986 e a semifinal da Copa União de 1987. O primeiro confronto foi em 16 de junho de 1929, com vitória do Flamengo por 3 a 2.

Outros clássicos nacionais

Internacionais

Atlético x Olimpia
Outros confrontos internacionais

Diretoria

Atual
Presidente Vice-presidente Diretora Executiva Diretor Jurídico Diretor de Futebol
Alexandre Kalil Daniel Nepomuceno Adriana Branco Carlos Goulart Eduardo Maluf

Conselho Deliberativo

Órgão máximo do clube, o Conselho Deliberativo é composto por trinta e sete conselheiros Grande Beneméritos, 195 Conselheiros Beneméritos, 95 Conselheiros Natos e 150 Conselheiros Eleitos, totalizando 477 conselheiros.[113]

Presidente Vice-presidente Secretário do Conselho
João Baptista Ardizoni dos Reis Antônio Silva Passos Rogério Eustáquio Furtado da Costa

(Mandato: Outubro de 2007 a setembro de 2010)

Conselho Fiscal

  • Membros efetivos:
    • Fabiano Lopes Ferreira,
    • Mussi Assad Abuhid.
  • Suplentes:
    • Tárcio Primo Belém Barbosa,
    • Tarcísio Alves da Silva,
    • Sérgio Ramos de Matos.

Galo de Prata

O Galo de Prata é a comenda maior do clube, concedida desde janeiro de 1999 aos torcedores e organizações que de alguma forma ajudaram a construir ou a divulgar a nossa história.[114]

Publicações sobre o Atlético Mineiro

Livros
  • ÁVILA, Eduardo de. VENCER! VENCER! VENCER! A história do time do meu coração. Leitura: 20p. ISBN 9788573588200
  • BERTOZZI, Leonardo; BETING, Mauro; MARRA, Mário. Nós Acreditamos: Campeão Libertadores 2013. São Paulo: BB Editora, 2013.
  • DRUMMOND, Roberto. Uma paixão em preto e branco. Leitura, 2008. 168p. ISBN 9788573587968
  • DUCCA, Caio. A América é do Galo - Atlético Campeão da Libertadores 2013. Belo Horizonte: Magma Cultural, 2013. ISBN 9788598230368
  • FREIRE, Alexandre. Preto no branco: ensaios sobre o Clube Atlético Mineiro : o Galo entre a razão e a paixão. Belo Horizonte: Alexandre Freire, 2007. 203 p. ISBN 8590685608
  • GALUPPO, Ricardo. Raça e Amor - A Saga do Clube Atlético Mineiro Vista da Arquibancada. BDA, 2003. Coleção Camisa 13. 173 p. ISBN 8572342818
  • GALUPPO, Ricardo. Atlético Mineiro: Raça e Amor. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005. Coleção Camisa 13. 208 p. ISBN 8500016078
  • LIMA, Fael. A Tradução do Sentimento Alvinegro. 2013.
  • MATTOS, Amir. O time do meu coração: Clube Atlético Mineiro. Editora Leitura, 2008. 96 p.  ISBN 9788573588194
  • MURTA, Eduardo. Galo: Uma Paixão Centenária. Gutenberg, 2008. 192 p. ISBN 9788589239493
  • LISBOA, Luis Carlos. Reinaldo: Do Atletico Mineiro. Editora Rio Estacio de Sa. ISBN 8575790285
  • PAIVA, Fred Melo. O dia em que me tornei atleticano. Panda Books. 104 p. ISBN 9788588948679
  • PAIVA, Fred Melo. O Atleticano Vai ao Paraíso - do quase rebaixamento à conquista do título impossível. Fotos de Gabriel Castro. Belo Horizonte: Clube Atlético Mineiro, 2013.
  • VIEIRA, Fernando Antônio Freire. Memórias em preto e branco: 1948-1954. Belo Horizonte: FUMARC, 1999. 161 p.
  • ZILLER, Adelchi Leonello. Enciclopédia do Atlético: a vida, as lutas, as glórias do Clube Atlético Mineiro. 1974. 272 p.
  • ZILLER, Adelchi Leonello. Enciclopédia Atlético de Todos os Tempos: a vida, as lutas, as glórias do Clube Atlético Mineiro, o campeoníssimo das Gerais. Belo Horizonte. 2 ed. 1997.

Ver também

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Notas

  1. Em dezembro de 2010, a Confederação Brasileira de Futebol unificou a Taça Brasil, disputada de 1959 a 1968, e as edições de 1967 a 1970 do Torneio Roberto Gomes Pedrosa ao Campeonato Brasileiro propriamente dito, iniciado em 1971.[12]
  2. A antiga Copa Conmebol precedeu as extintas Copa Mercosul e Copa Merconorte e é a precursora da atual Copa Sul-Americana.[23] [24] [25] [26] [27]

Referências

  1. Edital de Licitação da Arena Independência.
  2. Ranking da CBF 2013
  3. Atlético - Lancepédia, sem data
  4. História do Atlético - iG, sem data
  5. História do Atlético - Gazeta Esportiva.net, dezembro de 2010
  6. Mascote - Site Oficial do Clube Atlético Mineiro, sem data
  7. Galo comemora aniversário de 105 anos em momento especial na história do clube - Superinteressante, 6 de dezembro de 2010
  8. Globo Esporte. Líder do ranking, Corinthians vê valor de marca subir R$ 127,3 mi em 2014. Visitado em 30 de Julho de 2014.
  9. Globo Esporte. O Atlético possui a 6º maior torcida do Brasil. Visitado em 27 de Agosto de 2014.
  10. Cruzeiro vence, mas Ronaldinho marca e confirma o título do GALO - Globoesporte, 19 de maio de 2013
  11. O clássico: Atlético x Cruzeiro - FIFA, sem data
  12. CBF anuncia oficialmente a unificação dos títulos de campeão brasileiro - O Globo, 22 de dezembro de 2010
  13. Copa dos Campeões 1978Jornal do Brasil, 16 de Agosto de 1978
  14. Copa dos Campeões 1978Jornal do Brasil, 20 de Agosto de 1978
  15. Copa dos Campeões 1978Jornal do Brasil, 23 de Agosto de 1978
  16. Símbolos e Marcas / Estrelas Vermelhas. Visitado em 05 de Novembro de 2013.
  17. Dossiê da unificação. Visitado em 07 de Novembro de 2013.
  18. RSSSFBRASIL Competições Nacionais. Visitado em 07 de Novembro de 2013.
  19. Torneios entre campeões estaduais Livro: A Unificação dos Títulos Brasileiros. Página visitada em 05 de Setembro de 2014.
  20. Torneios Nacional de Clubes. Visitado em 05 de Novembro de 2013.
  21. Blog do Futebol Mineiro: Confira a performance do Galo nas competições internacionais - Globoesporte, 25 de agosto de 2009
  22. Atlético-MG leva Libertadores pela 1ª vez com vitória heroica e "São Victor" nos pênaltis - UOL, 25 de julho de 2013
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