Ato Institucional Número Doze
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
| Este artigo é parte da série Regime Militar no Brasil 1964–1985 |
|---|
| Perspectiva cronológica |
| Causas do golpe militar de 1964 no Brasil |
| Golpe Militar de 1964 |
| Anos de chumbo (Brasil) |
| Desaparecidos políticos no Brasil |
| Abertura política |
| Artigos de interesse |
| Operação Brother Sam |
| Operação Popeye |
| Constituição brasileira de 1967 |
| Luta armada de esquerda no Brasil |
| Milagre Econômico |
| Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais |
| Frente Ampla |
| Pacote de Abril |
| Novembrada |
| Pressão social |
| Diretas Já |
| Atos Institucionais |
| AI-1 • AI-2 • AI-3 • AI-4 • AI-5 • AI-6 • AI-7 • AI-8 • AI-9 AI-10 • AI-11 • AI-12 • AI-13 • AI-14 • AI-15 • AI-16 • AI-17 |
| Eventos |
| Comício da Central |
| Marcha da Família com Deus pela Liberdade |
| Marcha da Vitória |
O Ato Institucional Número Doze, ou AI-12, foi baixado pela Junta militar brasileira composta pelos ministros da Marinha, Augusto Rademaker, do Exército, Aurélio de Lira Tavares e da Aeronáutica Márcio de Sousa e Melo em 1 de Setembro de 1969.
Este ato institucional informava à Nação brasileira o afastamento do Presidente Costa e Silva, devido à sua enfermidade, portanto, assumiram o controle do Governo do Brasil, os Ministros militares, impedindo a posse do vice-presidente, Pedro Aleixo, afastado por sua intenção de restabelecer o processo democrático.