Autoimolação

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O polonês Ryszard Siwiec se incendeia em protesto contra a Invasão da Tchecoslováquia.

Autoimolação é o ato de se atear fogo no próprio corpo, geralmente como protesto ou martírio.

No hinduísmo e xintoísmo, a autoimolação de maneira ritual é tolerada, como forma de devoção, protesto ou renúncia.[1] Na Índia ocorria a prática do chamado sati ou sattee, onde viúvas de certas atiravam-se à fogueira da pira crematória do finado esposo. O governo indiano baniu o ritual em 1829, mas algumas mulheres da zona rural ainda o praticam.[2]

Casos notáveis incluem o monge vietnamita Thích Quảng Đức, que se autoimolou em 1963 contra a política religiosa do governo de Ngo Dinh Diem,[3] e o tunisiano Mohamed Bouazizi, que ao se incendiar em protesto ás condições econômicas de seu país em 2010 inspirou a revolução de Jasmim e levou muitos a praticarem a autoimolação nas revoltas da Primavera Árabe.[4] [5]

Referências

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