Automação comercial

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Automação comercial é a aplicação de métodos e ferramentas para automatizar processos comerciais, isso é, mecanizar e agilizar processos manuais, alcançando total eficiência.

A integração entre o homem e a máquina somados a gestão, busca reduzir a mão-de-obra e despesas, além de gerência e controle operacional sobre um comércio. Com a automação, tarefas passíveis de erros, como: cálculo e digitação de preços, quantidades, preenchimento de um cheque, emissão de nota fiscal; ficam mais seguras e eficientes. Melhorando o trabalho dos funcionários e o atendimento aos clientes.

Histórico[editar | editar código-fonte]

O processo de Automação Comercial no Brasil está ocorrendo em um ritmo muito acelerado e é inevitável. Primeiramente, deve-se a recessão econômica, que gera a necessidade reduzir custos, elevar o lucro e a produtividade. E também a necessidade do Órgão Administrador de Tributos Federais (Receita Federal) combater a Sonegação e garantir a Arrecadação devida.1

Evolução dos Equipamentos Fiscais[editar | editar código-fonte]

Em 1878, foi inventada a primeira Caixa Registradora, por James e John Ritty, nos Estados Unidos. Para controle dos recebimentos de vendas. Posteriormente, surgiram as Caixas Registradoras Eletrônicas (CRE) que não pararam de evoluir até o atual Ponto de Venda (PDV). A partir de 1986, surgiram os primeiros Convênios Fiscais que oficializaram a utilização de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). Até o momento existem três tipos:

  • ECF-MR: Máquina Registradora
  • ECF-PDV: terminal de Ponto de Venda
  • ECF-IF: Impressora fiscal2

Ferramentas[editar | editar código-fonte]

Sistemas de Informação[editar | editar código-fonte]

  • Sistemas de Informação Comerciais ou Negociais buscam armazenar e consultar informações essenciais, como: produtos, serviços, clientes, fornecedores, vendedores, representantes, etc; unificar ou integrar as ferramentas de trabalho (compras, vendas, controle de estoque e faturamento), gerar relatórios referente as operações anteriores e também, controlar o fluxo de caixa.

Equipamentos[editar | editar código-fonte]

  • O Checkout, estrutura física que comporta o PDV, pode ser constituído por: PC's, microterminal inteligente ou máquina registradora (antigamente), ECF, Scanner, Pin Pad, POS discado, gaveta de dinheiro;
  • Microterminal, impressoras de pedido ou produção, de gôndola, de escritório, balanças, coletor de dados, Pocket PC, Tablet, smartphone, etc.

Etapas[editar | editar código-fonte]

O processo de Automação de um Comércio é altamente Complexo, conforme o tamanho do estabelecimento e as técnicas da empresa responsável pela automação, e pode levar de 3 dias à 2 anos. Ele é divido nas seguintes etapas:

Fase 1[editar | editar código-fonte]

  • Levantamento de necessidades
  • Definição dos Recursos de Hardware e Software
  • Treinamento e envolvimento dos usuários3
  • Implantação e Acompanhamento
  • Manutenção e Suporte4

Fase 2[editar | editar código-fonte]

  • Integração das Filiais com a Matriz
  • Integração da Matriz com seus fornecedores

Referências

  1. Para mais informações, vide: Nota Fiscal Paulista, Nota fiscal eletrônica, PAF-ECF (Programa de Aplicativo Fiscal para uso de Emissor de Cupom Fiscal)[1].
  2. Matricial ou Térmica, sendo que a primeira caiu em desuso, devido a evolução tecnológica do segundo tipo deste ECF.
  3. Na prática, nem sempre é possível realizar o treinamento dos usuários antes da Implantação. Podendo esta ocorrer em paralelo ao Treinamento e Acompanhamento.
  4. A manutenção e suporte, não se referem somente ao Hardware, mas também ao Software e ao seu Banco de Dados. No cenário atual, as empresas prestam até mesmo suporte remoto.

Estabelecimentos Comerciais[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]