Rodovia Fernão Dias
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Rodovia Fernão Dias
(nome oficial)
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| Extensão | 1181 km (734 mi) | |||
| Inauguração | 1959 2005 (duplicação São Paulo-Belo Horizonte) |
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| Limite norte | Avenida Amazonas, Belo Horizonte, MG | |||
| Limite sul | Avenida Educador Paulo Freire, Vila Maria, São Paulo, SP | |||
| Concessão | Autopista Fernão Dias (OHL) (desde 2008) | |||
| Rodovias Federais do Brasil | ||||
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A Rodovia Fernão Dias é a denominação que a BR-381 recebe no trecho entre duas regiões metropolitanas brasileiras: a Grande São Paulo e a Grande Belo Horizonte.
A BR-381 é uma rodovia diagonal, de extrema importância econômica para o país, que foi duplicada no Governo FHC e posteriormente foi privatizada nos trechos que interligam as cidades de São Paulo a Belo Horizonte. A rodovia também serve de ligação entre os estados brasileiros do Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo.
A rodovia ainda permanece sendo administrada pelo governo federal nos trechos que interligam Belo Horizonte ao Estado do Espírito Santo.
A rodovia inicia-se na cidade de São Mateus, Espírito Santo, no entroncamento com a BR-101, chegando até a cidade de São Paulo, no entroncamento com a BR-116 Rodovia Presidente Dutra . Possui ao todo 1181 quilômetros, dos quais 95 são em São Paulo, 950 em Minas Gerais e 136 no Espírito Santo.
A rodovia atravessa importantes municípios da Região Sudeste.
Índice |
[editar] História
A história da rodovia BR-381 começa na época em que grupos de conquistadores Bandeirantes. Foi o bandeirante Fernão Dias, que esteve nos sertões de Minas Gerais e de São Paulo a procura de esmeraldas, o responsável pela abertura do caminho que provocou o surgimento da hoje conhecida rodovia Fernão Dias. O caminho por ele percorrido lembra em muito o traçado da atual rodovia.
Em 1959, foi inaugurada pelo presidente Juscelino Kubitscheck a ligação Belo Horizonte-Pouso Alegre quando ainda estava inacabada a obra. Contudo, apenas em 1961 a rodovia havia sido totalmente concluída, com a finalização das obras no trecho paulista.
Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), 43% da economia mineira, 20% de toda a produção do parque industrial de Minas e de São Paulo, cerca de 60% da produção nacional de ferro-gusa e aproximadamente 3 milhões de toneladas da produção agrícola mineira passam pela BR-381, representando uma circulação média de mais de 15 mil veículos - entre ônibus, caminhões e automóveis - por dia. Além disso, 25% da população mineira vivem e trabalham em sua área de influência.
Em outubro de 2007 a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) realizou o leilão da rodovia Fernão Dias, juntamente com outras rodovias Federais, e a OHL venceu oferecendo as menores tarifas de pedágio. A OHL BRASIL e o Governo Federal assinaram no dia 14 de fevereiro de 2008 o contrato de concessão por 25 anos para a gestão e operacionalização da Rodovia Fernão Dias (BR-381), com 562 km de extensão.[1]
Pelo sistema antigo de numeração das rodovias federais, em vigor até 1964, era conhecida como BR-55.
Entre 1995 e 2005, a rodovia foi duplicada entre a capital mineira e paulista pelos Departamentos de Estradas de Rodagem (DER) dos Estados de Minas Gerais e de São Paulo com recursos federais repassados por convênios firmados com o extinto Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), e posteriormente com o Departamento Nacional de Infraestrutura (DNIT).
[editar] Bloqueio total da pista sentido BH
Um deslocamento de terra afetou as estruturas do viaduto da pista norte no km 79 (sentido BH), entre São Paulo e Mairiporã. A pista foi totalmente bloqueada no dia 26 de fevereiro de 2010 e a concessionária deu um prazo de até 6 meses para a liberação do viaduto[2], no entanto em abril foi prometido que até junho o tráfego seria restabelecido com um desvio lateral à ponte contendo duas faixas de rolamento.[3]. Entre fevereiro e junho, o desvio foi feito pela Estrada Sezefredo Fagundes (SP-8), rodovia de pista simples e sinuosa, causando enormes congestionamentos. A partir das 10h do dia 1º de junho, o trecho que vai do km 76 ao km 79 da pista sentido São Paulo da rodovia foi liberado para mão dupla para que o tráfego da pista sentido Belo Horizonte fosse retomado. [4] Finalmente, o viaduto da pista norte foi liberado para o tráfego a partir das 9h do dia 7 de dezembro de 2010. [5]
Em abril de 2011 a ponte sobre o rio das velhas entre a barreira da policia federal rodoviaria e a chegada em belo horizonte (BH - Vitória) km 455, cedeu, bloqueando totalmente a passagem, forçando os motoristas a fazer rotas alternativas por Santa Luzia, Caéte/Sabará ou Ouro preto/Mariana. Devido a alta quantidade de veiculos que trafegam pelo trecho e a pista ser unica, o transito lento é constante gerando engarrafamentos de até 20 km (altura de ravena até BH). Uma ponte provisória de estrutura metálica foi montada para atender o problema, a nova ponte ja duplicada tem previsão para ficar pronta em Outubro de 2011. [6]
[editar] Principais municípios cortados pela BR-381
[editar] São Paulo
[editar] Minas Gerais
[editar] Espírito Santo
[editar] Localização das praças de pedágio
[editar] São Paulo
[editar] Minas Gerais
- km 902 - Cambuí
- km 804 - São Gonçalo do Sapucaí
- km 733 - Carmo da Cachoeira
- km 659 - Santo Antônio do Amparo
- km 596 - Carmópolis de Minas
- km 546 - Itatiaiuçu
Obs: Todas as praças são bidirecionais.