Babar

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Babar
Morada Celesteville.
Espécie Elefante
Família Celeste (esposa) Arthur (cunhado), Pom, Flora, Alexander e Isabelle (filhos), Badou (neto)
Criado por Jean de Brunhoff
Gênero(s) Masculino
Primeira aparição L'Histoire de Babar
Projecto Banda desenhada  · Portal Cinema
Portal Televisão
Personagens do Babar Famíliares

Babar, o Rei dos Elefantes é um personagem fictício, protagonista do livro infantil francês L'Histoire de Babar, escrito por Jean de Brunhoff. Com o tempo os livros deram origem a uma série de tv e filmes que fez o personagem ser mais conhecido pelo mundo, além de um maior marketing. Atualmente ele é co-protagonista da série Babar e as Aventuras de Badou.

História[editar | editar código-fonte]

A história de Babar é iniciada quando ele nasce como um simples elefante na floresta até a morte de sua mãe por um caçador fazendo ele fugir para uma cidade onde ele se torna amigo de uma velha senhora humana que o educa fazendo-o andar e se comportar feito um humano e fazendo-o vestir roupas. Depois de um tempo já adulto ele retorna ao seu lar na floresta e salva seus amigos elefantes do caçador de sua mãe assim sendo coroado rei dos elefantes. Posteriormente ele se casa com Celeste e inicia a construção da Cidade dos Elefantes que ele batiza como Celesteville, além de ganhar três fihos Pom, Flora e Alexander. Posteriormente ele se torna rival de Rataxes, rei dos rinocerontes que tenta fazer de tudo para derrubar Babar.

Inspiração[editar | editar código-fonte]

A história é baseada nos contos que Cecile, a esposa de Brunhoff, relatava aos filhos do casal, Laurent e Mathieu. Este relato os agradou de tal forma que contaram a seu pai, cuja ocupação era de artista e pintor.

Publicação[editar | editar código-fonte]

Dessa maneira que ocorreu a Brunhoff escrever um livro ilustrado, somente para uso familiar. Logo, seu irmão, Michel de Brunhoff, e seu cunhado, Lucien Vogel, entusiasmados, publicaram o livro em 1931, pela editora Éditions du Jardin des Modes, com o título de "L'Histoire de Babar le petit éléphant" (A História de Babar, o pequeno elefante). Foi exibido na TV Cultura em 1993 às 18h, volta ao ar no final de 2006 às 9h, atualmente está na Rede Família, de Segunda à Sexta, às 10h30.

Jean de Brunhoff Criadar do Elefante

Laurent e a obra de seu pai[editar | editar código-fonte]

Jean de Brunhoff publicou seis histórias antes de falecer, em 1937. Seu filho Laurent de Brunhoff, que, como seu pai, era escritor e pintor, continuou a série a partir de 1946, com "Babar et Ce Coquin d'Arthur" e muitos outros. Foi Laurent também que, em1969, começou uma série para a televisão francesa.

História[editar | editar código-fonte]

Depois que sua mãe foi morta por um caçador, Babar chegou em Paris, onde se torna amigo da Velha Senhora. Ele finalmente volta para o reino dos elefantes após a morte do rei, que comeu cogumelos venenosos. Babar é coroado rei, e casa-se com sua prima Celeste, e funda a cidade de Célesteville. O elefante Babar trouxe da França muito da civilização ocidental (entre outros, trajes Ocidentais).

Outros personagens[editar | editar código-fonte]

  • Céleste: prima e esposa de Babar, rainha de Celesteville.
  • Pom, Flora, Alexander e Isabelle: os quatro filhos de Babar e Celeste. (O filho Alexander é uma homenagem a Alexander Schevtschenko)
  • Zéfiro: um dos mais antigos amigos de Babar (um macaco).
  • Arthur: um jovem primo de Babar (irmãozinho de Celeste).
  • A velha amiga (humana) de Babar: Foi ela quem ensinou-lhe a vida na cidade. Chamada apenas de "Senhora".
  • Cornélius: O mais antigo conselheiro de Babar.
  • Pompadour: Outro conselheiro de Babar, o mais aristocrático dos dois.
  • Trombadour Assessor de Pompadour.
  • Poutifour: O jardineiro de Babar.
  • Rataxès: Rei dos rinocerontes.
  • Basil: Conselheiro de Rataxès
  • Victor: o filho de Rataxès.

Críticas[editar | editar código-fonte]

As idéias implícitas nas história, foram muito criticadas por, entre outros, Ariel Dorfman. Dorfman justificava suas críticas dizendo que a história apoiava o colonialismo e proporcionava uma visão totalmente distorcida da história, com Babar representando o indígena, o negro, a ser "civilizado" pela metrópole, e a anciã sendo uma espécie de Rainha da Inglaterra.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Livros escritos por Jean de Brunhoff[editar | editar código-fonte]

  • Histoire de Babar (1931)
  • Le Voyage de Babar (1932)
  • Le Roi Babar (1933)
  • L'ABC de Babar (1934)
  • Les vacances de Zéphir (1936)
  • Babar en famille (1938)
  • Babar et le père Noël (1941)

Livros escritos por Laurent de Brunhoff[editar | editar código-fonte]

  • Babar et ce coquin d'Arthur (1948)
  • Pique-nique chez Babar (1949)
  • Babar dans l'Île aux oiseaux (1952)
  • La fête à Celesteville (1954)
  • Babar et le professeur Girafon (1956)
  • Le château de Babar (1961)
  • Je parle anglais avec Babar (1963)
  • Je parle allemand avec Babar (1966)
  • Je parle espagnol avec Babar (1966)
  • Babar à New York (1966)

Críticas[editar | editar código-fonte]

  • Dorfman, Ariel. De elefantes, literatura e medo: a comunicação americana. Habana: Casa de das Américas, 1986

Adaptações[editar | editar código-fonte]

Filmes[editar | editar código-fonte]

  • Le Triomphe de Babar de Alan Bunce (1990)
  • Babar, roi des éléphants de Raymond Jafelice (1998)
  • Le Retour de Babar (2006)

Series animadas[editar | editar código-fonte]