Back to Black (canção)

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"Back to Black"
Single de Amy Winehouse
do álbum Back to Black
Lado B "Valerie"/"Hey Little Rich Girl"
Lançamento 27 de abril de 2007 (2007-04-27)
Formato(s) CD single, download digital, vinil
Gênero(s) Neo soul, blues
Duração 4:01
Gravadora(s) Island
Composição Amy Winehouse, Mark Ronson
Produção Ronson
Cronologia de singles de Amy Winehouse
Último
Último
"You Know I'm No Good"
(2007)
"Tears Dry on Their Own"
(2007)
Próximo
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"Back to Black" é uma canção gravada pela cantora e compositora britânica Amy Winehouse para o seu segundo álbum de estúdio homônimo, Back to Black (2006). A sua composição foi realizada pela própria vocalista com o auxílio de Mark Ronson, que também ficou responsável pela sua produção. Derivada de origens estilísticas de neo soul e blues, a faixa descreve o seu relacionamento conturbado com o ex-assistente de vídeo Blake Fielder-Civil e possui como temática lírica a mágoa que a artista sente com a infidelidade e a perda do amante. Foi lançada como o terceiro single do disco em 27 de abril de 2007 na Irlanda e três dias depois no Reino Unido, através da editora discográfica Island Records.

A obra foi bem recebida pela crítica contemporânea especialista após o seu lançamento, que a comparou aos trabalhos da banda The Supremes e das Vandellas e ao drama presente nas canções dos grupos femininos dos anos 1960, como The Shangri-Las. No campo comercial, também obteve destaque, principalmente após a morte da cantora, em 2011. No Reino Unido, o tema debutou na 73.ª posição da lista oficial dos mais vendidos e conseguiu como posição mais elevada o número 25, em 2007, vindo a conquistar uma nova posição pico em 2011, ao catalogar-se no oitavo lugar. Nos Estados Unidos, não se posicionou na principal parada musical do país, a Billboard Hot 100, figurando apenas nos 55.º e 19.º postos dos periódicos genéricos Digital Songs e R&B Songs. No continente europeu, obteve um desempenho mais exitoso, tendo atingido as vinte primeiras posições das tabelas da Áustria, Holanda, França, Alemanha, Espanha e Suíça, alcançando o número um na Grécia e Polônia. No Brasil, a composição também não conseguiu entrar na parada publicada pela edição nacional da revista Billboard, mas ainda assim foi premiada pela Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD) com disco de ouro, por mais de oitenta mil cópias distribuídas no país.

Em reconhecimento ao trabalho da intérprete, o material foi eleito um dos melhores singles lançados em 2007 e, ainda, figurou na lista "Melhores Músicas dos Anos 2000", da revista Rolling Stone. Como forma de divulgação, a artista executou-a em vários programas de televisão, como The Album Chart Show, da rede Channel 4, e incluiu-a no repertório da turnê promocional do álbum, além de lançar um vídeo musical através do seu canal no serviço Vevo.[1]

Antecedentes, desenvolvimento e composição[editar | editar código-fonte]

Mark Ronson participou da composição e produção de "Back to Black".

Em novembro de 2005, após finalizar os seus projetos com o seu álbum de estreia, Frank (2003), Amy Winehouse deu início às gravações de um novo material com Salaam Remi, o responsável pela produção de todas as canções do seu primeiro disco.[2] No entanto, as sessões de desenvolvimento do projeto foram canceladas nesse mesmo mês, devido aos problemas que a cantora estava a enfrentar. Depois de alguns meses vendo Winehouse sem realizar nenhum empreendimento musical, Guy Moot, executivo da gravadora EMI Music, resolveu apresentá-la a Mark Ronson, esperando que a dupla pudesse elaborar algo junta.[3] [4] Ronson, após conhecer a cantora, motivou-a a realizar novas gravações.[4] Sendo assim, ela se dirigiu ao seu estúdio e tocou algumas faixas de bandas como The Shirelles e Angels.[5] Numa entrevista com a revista Rolling Stone, Ronson revelou:

Eu me inspirei no que ela estava falando e naquela noite fiz a bateria e o piano de "Back to Black", além de acrescentar um monte de reverb no pandeiro (...) Quando mostrei para ela no dia seguinte ela falou: 'Está incrível'. Então continuou: 'É assim que quero que meu álbum soe.[3]

Sei que há pessoas no mundo que têm problemas piores que se apaixonar e ver isso explodir na sua cara. Mas eu não queria apenas acordar bebendo, e chorando, e escutar as Shangri-Las, e ir dormir, acordar bebendo, e escutar as Shangri-Las. Então eu transformei isso em música, e foi assim que consegui atravessar a crise.

— Amy Winehouse sobre o fim do seu relacionamento, que serviu de inspiração para a composição.[6]

"Back to Black" é uma canção de tempo moderado que incorpora elementos de estilo neo soul e blues em sua linha melódica, com duração de quatro minutos e um segundo.[6] A sua gravação decorreu em março de 2006 nos estúdios Daptone Studios, em Miami, na Flórida, Chung King Studios, em Nova Iorque, e Metropolis Studios, em Londres, Inglaterra, sob a produção de Mark Ronson.[7] A sua composição foi construída com o trabalho do lúgubre fundo de acordes de guitarras com reverberação, pandeiros, pianos, sinos e tambores.[8] Os arranjos musicais ficaram a cargo de Gabriel Roth e Ronson, ao passo que o processo de remixagem foi feito por Tom Elmhirst, com o auxílio de Matt Paul. Trataram da engenharia Dom Morley, Jesse Gladstone e Mike Makowski, enquanto Zalon Thompson e Ade Omotayo serviram como vocalistas de apoio e Chris Elliott responsabilizou-se pela orquestração.[8]

A letra da canção foi composta por Amy Winehouse e Mark Ronson.[9] Liricamente, o tema descreve o conturbado relacionamento da artista com o então assistente de vídeo Blake Fielder-Civil e retrata a mágoa que Winehouse sente com a infidelidade e a perda do amante, que a deixou para reatar o relacionamento com a sua antiga namorada.[10] Musicalmente, foi comparada a "Baby Love" (1964) da banda The Supremes, a "Jimmy Mack" (1967) das Vandellas e às canções do grupo The Shangri-Las.[6] De acordo com a partitura publicada pela Sony/ATV Music Publishing, a música foi escrita em compasso simples com um metrônomo de 130 batidas por minuto, em uma clave de e sol maior e o vocal de Winehouse varia entre as notas G3 e G4, com sequência básica de Ré-Sol-Si-Lá.[11]

Crítica profissional[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
BBC Music 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[12]
MusicOMH (Positiva)[13]
Digital Spy 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[14]

Após o seu lançamento, a música recebeu análises positivas por parte da crítica contemporânea especialista, que elogiou o drama contido em sua melodia e a comparou às canções dos grupos femininos dos anos 1960. Steve Perkins, da emissora de televisão e rádio BBC Music, por exemplo, notou na canção uma depressão desesperante, liderada pelo refrão do piano e pelo fúnebre naipe de cordas, definindo os vocais da cantora como emotivos.[12] Analistas do tabloide inglês Daily Mirror escreveram: "Com a Amy não há um momento de tédio, e isso inclui a faixa-título do disco, um maravilho conto, opulento mas amargo, de um caso de amor confuso que deu errado".[15] Editores do periódico britânico Metro declararam que a faixa mostra o talento da artista como uma letrista de maneira pungente.[16] O tabloide escocês Daily Record declarou: "É incrivelmente e ridiculamente bom. Ela está em chamas nesta faixa".[15]

Repórteres do jornal Financial Times elogiaram o tema melancólico da canção, dizendo: "É o tipo de lamento que Ennio Morricone costumava escrever.[15] Jack Aiello, crítico do website Yahoo! Music, definiu a canção como uma balada esplêndida, moldada com letras desoladoras.[17] Leah Greenblatt, da revista estadunidense Entertainment Weekly, descreveu-a como uma balada lúgubre e geniosa,[18] ao passo que Will Hermes, da mesma revista, escreveu: "A faixa-título invoca as Shangri-Las, apesar de fazer uma referência à anatomia masculina que certamente poderia ter feito as heroínas dos grupos femininos dos anos 1960 ruborizarem-se".[19] Nick Levine, do site Digital Spy, definiu-a como: "Uma épica ostentação Spectoriana, com uma letra de fim de caso amoroso, um naipe de cordas melodramáticas e vocais absolutamente emocionantes".[14] Na Slant Magazine, Sal Cinquemani também prezou a composição e colocou-a na 11.ª posição de sua lista "Melhores Músicas de 2007", comentando: "'Back to Black' não é apenas o melhor momento da cantora, mas também o do produtor Mark Ronson".[20] Tim Chester, da revista britânica NME, declarou que a composição contém as letras mais impetuosas de Winehouse,[21] ao passo que na lista das melhores canções da década a equipe da revista colocou-a na 61.ª posição e adjetivou-a de resoluta e ferozmente franca.[22] Além disso, também foi catalogada no número 98 na lista "Melhores Músicas dos Anos 2000", da revista Rolling Stone, em 2011, com os analistas da publicação descrevendo os vocais da artista como violentamente comoventes no decorrer da melodia.[23]

Vídeo musical[editar | editar código-fonte]

O vídeo musical da canção foi gravado em meados de 2006 e início de 2007 e disponibilizado para comercialização em 19 de março de 2007, na loja virtual iTunes Store, enquanto no Youtube foi liberado apenas em 2009, através do canal de Winehouse no serviço Vevo.[24] Foi dirigido por Phil Griffin, assim como os telediscos promocionais de "Rehab" e "You Know I'm No Good", e filmado no cemitério Abney Park Cemetery, no distrito Stoke Newington, e algumas cenas nos Jardins Gibson, ambos em Londres.[25] O vídeo mostra Amy Winehouse em um enredo que gira em torno de um cortejo fúnebre e do sofrimento da cantora com a perda de seu amor.[26]

Começa com a artista em sua casa, com alguns integrantes da sua banda em sua sala — provavelmente amigos que iriam ao funeral.[27] Posteriormente, mostra Winehouse a entrar em um carro e dirigindo-se ao cemitério. Na trajetória, a cantora desse do veículo e caminha até o local onde ocorrerá a cerimônia, interpretando a música.[27] Ao longo da gravação, Winehouse é vista em diferentes cômodos da casa, inclusive em um quarto, onde chora pela perda do amante. No último versículo, a cantora está a jogar um pouco de terra no local onde enterra uma caixa, cuja lápide tem a escritura: "R.I.P o coração de Amy Winehouse",[25] vindo a deixar o local em seguida.[27]

Faixas e versões[editar | editar código-fonte]

"Back to Black" foi disponibilizado através de download digital em lojas como Amazon.com e iTunes, e em formato físico. No Reino Unido, foi disponibilizado como um LP de edição limitada, que contém, além da versão original da música, uma versão remix com a banda inglesa The Rumble Strips.[28]

Maxi single do Reino Unido
N.º Título Duração
1. "Back to Black"   4:01
2. "Valerie" (Jo Whiley Live Lounge) 3:53
3. "Hey Little Rich Girl"   3:33

Créditos[editar | editar código-fonte]

Lista-se abaixo os profissionais envolvidos na elaboração de "Back to Black":[8]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

"Back to Black" fez a sua primeira aparição em uma tabela musical através da 49.ª posição da IRMA Singles Chart, da Irlanda, em 3 de maio de 2007.[29] Dois dias depois, conseguiu a 73.ª colocação da parada oficial do Reino Unido, a UK Singles Chart.[30] Inicialmente, o tema não obteve muito destaque comercial, conseguindo estabelecer a sua posição mais elevada de 2007 somente após cinco semanas de permanência na tabela, quando apresentou um salto da quadragésima colocação para a 25.ª.[31] No entanto, a obra conseguiu reassumir posições nas tabelas britânicas na semana de 24 de julho de 2011, logo após a divulgação da morte de Amy Winehouse, reentrando na 81.ª colocação da lista, com mais de três mil cópias digitais vendidas.[32] Na edição de 6 de agosto, saltou para a oitava posição, com outros 27 mil exemplares faturados, estabelecendo uma nova posição pico na tabela.[33] [34] Simultaneamente, ocupou o quarto lugar da UK R&B Songs.[35] De acordo com a Official Charts Company (OCC), a música havia vendido 244 mil unidades em território britânico, até agosto de 2011.[34] O single é o terceiro mais bem vendido da carreira de Amy Winehouse no país — atrás apenas de "Valerie", um cover da banda The Zutons, originalmente lançado em 2006, e "Rehab".[36]

No continente americano, o material não obteve muito destaque. Nos Estados Unidos, ele fez a sua primeira aparição através da Billboard Digital Songs, na 55.ª colocação da edição de 6 de agosto de 2011, com mais de 31 mil cópias transportadas, enquanto na R&B/Hip-Hop Digital Songs figurou no 19.º lugar.[37] No Brasil, o trabalho foi condecorado com o certificado de ouro da Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD), pelas mais de oitenta mil unidades digitais vendidas, mas mesmo assim não conseguiu posicionar-se nas tabelas publicadas pela Billboard Brasil.[38]

Na Europa Continental, a composição obteve um desempenho comercial mais positivo, qualificando-se entre as cinquenta primeiras posições das tabelas da Holanda, Alemanha, Dinamarca, Bélgica e Portugal. Na Áustria, o tema estreou na 65.ª posição, em fevereiro de 2008, e chegou à sua posição mais elevada como número três, onde se manteve durante quatro edições seguidas.[39] Na Polônia, a composição chegou à primeira posição em julho de 2008 e manteve-se no topo durante três semanas não-consecutivas.[40] Também chegou ao pódio da parada publicada pela IFPI Grécia e, mais tarde, o single acabou por ser certificado com disco de platina, em reconhecimento às mais de quinze mil cópias distribuídas na nação.[41] Na França, a obra debutou na 42.ª posição e alcançou a sua posição mais elevada, o número quinze, em 2 de agosto de 2011, ao vender mais de quatro mil réplicas digitais.[42]

Histórico de lançamento[editar | editar código-fonte]

"Back to Black" foi enviada às estações de rádio irlandesas em 27 de abril de 2007. O tema também foi comercializado como CD single e maxi single. Três dias depois, a obra foi disponibilizada nos mesmos formatos em solo britânico e em download digital. Em território estadunidense, foi lançado apenas em maio do mesmo ano.

País Data Formato Gravadora
 Irlanda 27 de abril de 2007 Download digital[64] Island Records
CD single[65]
 Reino Unido 28 de abril de 2007 LP (Edição limitada)[8]
30 de abril de 2007 Maxi single[66]
Download digital[64]
CD single[65]
 Estados Unidos 14 de maio de 2007 Download digital[67] Universal Music Group

Referências[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  1. Newkey-Burden, Chas. Amy Winehouse Biografia (em português). BrasilEditora Globo, 2008. ISBN 978-85-250-4580-5

Notas de rodapé[editar | editar código-fonte]

  1. Organizações Globo (23 de julho de 2011). Biografia de Amy Winehouse (em português brasileiro). IG. Globo.com. Página visitada em 2 de agosto de 2011.
  2. Caspar Llewellyn Smith (31 de outubro de 2011). New Amy Winehouse album to be released (em inglês). The Guardian. Página visitada em 2 de agosto de 2011.
  3. a b Jenny Eliscu (14 de junho de 2007). Amy Winehouse: a diva e seus demônios (em inglês). Rolling Stone. Página visitada em 13 de outubro de 2013.
  4. a b Rolling Stone (27 de junho de 2012). Exclusive Book Excerpt: 'Amy, My Daughter' by Mitch Winehouse (em inglês). Wenner Publishing. Página visitada em 12 de outubro de 2013.
  5. Jenny Eliscu (23 de julho de 2011). Título não preenchido, favor adicionar (em inglês). Rolling Stone. Wenner Publishing. Página visitada em 13 de outubro de 2013.
  6. a b c Newkey-Burden, Chas. Amy Winehouse Biografia (em português). BrasilEditora Globo, 2008. ISBN 978-85-250-4580-5
  7. Créditos do álbum Back to Black (2006) por Amy Winehouse. Pág.: 15. Island/Universal Music.
  8. a b c d Zinc Media, Inc. Amy Winehouse ‎– Back to Black » Credits (em inglês). Discogs. Página visitada em 6 de novembro de 2013.
  9. Zinc Media, Inc. Amy Winehouse ‎– Back to Black » Credits - Composition (em inglês). Discogs. Página visitada em 6 de novembro de 2013.
  10. Mark Edward Nero (23 de julho de 2012). Best Amy Winehouse Songs: The Cream of the Crop (em inglês). About.com. Página visitada em 6 de maio de 2013.
  11. Amy Winehouse - Back to Black - Sheet Music (em inglês). Musicnotes.com. Sony/ATV Music Publishing. Página visitada em 21 de novembro de 2011.
  12. a b Steve Perkins (22 de abril de 2007). Track Review: Amy Winehouse - 'Back To Black' (em inglês). BBC Music. Página visitada em 6 de maio de 2013.
  13. John Murphy (30 de outubro de 2006). Album Review: Amy Winehouse – Back To Black (em inglês). MusicOMH. Página visitada em 12 de outubro de 2013.
  14. a b Nick Levine (3 de abril de 2007). Album Review: Amy Winehouse - 'Back To Black' (em inglês). Digital Spy. Página visitada em 12 de outubro de 2013.
  15. a b c Newkey-Burden, Chas. Amy Winehouse Biografia (em português). Brasil: Editora Globo, 2008. Páginas: 207. Página: 92. ISBN: 978-85-250-4580-5
  16. DMG Media, Inc (23 de julho de 2011). Amy Winehouse’s top 5 songs: From Rehab to Back To Black (em inglês). Metro. Página visitada em 6 de maio de 2013.
  17. Jack Aiello (24 de julho de 2011). Amy Winehouse: Her 10 Best Singles (em inglês). Yahoo! Music. Página visitada em 10 de janeiro de 2014.
  18. Leah Greenblatt (2 de agosto de 2011). Amy Winehouse: 10 Best Singles (em inglês). Entertainment Weekly. Página visitada em 2 de outubro de 2012.
  19. Will Hermes (9 de março de 2007). Music Review: Amy Winehouse - Back to Black (em inglês). Entertainment Weekly. Página visitada em 12 de outubro de 2013.
  20. Sal Cinquemani (15 de dezembro de 2007). The Best Albums & Singles of 2007 (em inglês). Slant Magazine. Página visitada em 12 de outubro de 2013.
  21. Tim Chester (23 de julho de 2011). Amy Winehouse - 10 Songs To Remember Her By (em inglês). New Musical Express. Página visitada em 12 de outubro de 2013.
  22. NME News (31 de maio de 2012). 100 Best Tracks of the 00s (em inglês). New Musical Express. Página visitada em 12 de outubro de 2013.
  23. Wenner Publishing (17 de junho de 2011). 100 Best Albums of the 2000s: Amy Winehouse - Back to Black (em inglês). Rolling Stone. Página visitada em 10 de janeiro de 2013.
  24. Apple Computer, Inc. Amy Winehouse Music Videos - Back to Black (em inglês). iTunes. Página visitada em 1 de dezembro de 2013.
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  26. Guilherme Bryan (24 de julho de 2011). Os videoclipes de Amy Winehouse (em português). Yahoo! Brasil. Página visitada em 25 de janeiro de 2013.
  27. a b c MTV Networks (30 de outubro de 2007). Amy Winehouse - Videos » Back to Black (em inglês). MTV Music Videos. Página visitada em 23 de maio de 2013.
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