Bahamut

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Bahamut, originalmente, provem de uma criatura aquática da Mitologia Árabe, mesmo que esta figura sofreu enormes e complexos processos de modernização com o tempo, por isso atualmente "Bahamut" é algo completamente diferente.

Se poderia dizer que o Bahamut original foi um peixe gargantuesco que residia em um mar imenso. Sobre seu lombo suporta o peso de um touro gigantesco que recebe o nome de Kujata, que se diz, tem quatrocentos olhos, quatrocentos narizes, quatrocentas bocas, quatrocentas línguas, quatrocentos ouvidos e quatrocentas patas; uma grande quantidade de apêndices entre cada uma das quais há uma distância de quinhentos anos de viagem, o que dá uma idéia abstrata do tamanho da criatura, abstrata igualmente. Kujata suporta sobre seu lombo, por sua vez, um rubi sobre o qual repousa um anjo, quem, por sua vez, suporta os sete infernos, que suportam a Terra onde por sua vez sobre ela, se encontram os sete Céus.

Atualmente[editar | editar código-fonte]

No folclore atual, Bahamut é reinterpretado como um grande dragão, normalmente como o rei ou seguidor daqueles que alcançam convencer-lhe (razões muito particulares, ou ainda fato de lutar pelo simples feito, pois assim é sua natureza de guerreiro). Bahamut é conhecido na mitologia da mesopotâmia como rei dos dragões, onde que ele tinha tamanho e força imensuráveis foi considerado o Deus dos Dragões.

Referências[editar | editar código-fonte]

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