Bairro gay

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Bandeira gay exposta no Castro, um dos principais bairros gays do mundo, localizado em San Francisco.

Bairro gay (também chamado de gueto gay) é uma locação geográfica urbana, geralmente com limites reconhecidos, cuja população é majoritariamente pertencente à comunidade LGBT: lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Este tipo de bairro frequentemente contém uma série de estabelecimentos orientados a este público, tais como bares gays, discotecas gays, saunas, restaurantes, bibliotecas e outros negócios.[1]

No Brasil[editar | editar código-fonte]

Parte LGBT da praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.

Em 2009, em uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo em dez cidades-capitais do país, estimou que 7,8% da população masculina brasileira era gay e 2,6% era bissexual (um total de 10,4%), enquanto que 4,9% da população feminina era lésbica e 1,4% era bissexual (um total de 6,3%).[2]

Na cidade do Rio de Janeiro, estimou-se que 19,3% da população masculina era gay ou bissexual. Na população feminina de Manaus, estimou-se que 10,2% das mulheres eram lésbicas ou bissexuais.

Os resultados obtidos pela pesquisa estão na tabela abaixo:

Rank Cidade Percentagem
da população
População GLB
rank
1 Rio de Janeiro 14.30% 1
2 Fortaleza 9.35% 2
3 Manaus 8.35% 3
4 São Paulo 8.20% 4
5 Salvador 8.05% 5
6 Brasília 7.95% 6
7 Belo Horizonte 6.85% 7
8 Curitiba 6.55% 8
9 Porto Alegre 5.95% 9
10 Cuiabá 5.65% 10

Referências

  1. Levine, Martin P. 1979. "Gay Ghetto" pp. 182-204
  2. Censo gay Mundo Mais (16 de março de 2009). Página visitada em 10 de outubro de 2012. Cópia arquivada em 6 de julho de 2011.
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