Baleia-jubarte

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Humpback Whales - South Bank.jpg

Tamanho do animal comparado a um humano
Tamanho do animal comparado a um humano
Estado de conservação
Status iucn3.1 LC pt.svg
Pouco preocupante [1]
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Mysticeti
Família: Balaenopteridae
Género: Megaptera
Gray, 1846
Espécie: M. novaeangliae
Nome binomial
Megaptera novaeangliae
(Borowski, 1781)
Distribuição geográfica
Cypron-Range Megaptera novaeangliae.svg
Tubérculos cefálicos característicos da espécie
A forma de ondulação, as marcas negras e brancas e as cicatrizes que permitem a identificação dos exemplares
A jubarte

A baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae), também conhecida como baleia-preta, baleia-corcunda, baleia-xibarte, baleia-cantora ou baleia-de-bossa, é um mamífero marinho da ordem dos cetáceos que vive em mares do mundo todo.

Os machos da espécie medem de 15 a 16 metros; as fêmeas, de 16 a 17. O peso médio é de aproximadamente 40 toneladas, sendo que o maior exemplar já visto possuía 19 metros.

É uma espécie protegida desde 1967 e, em 2008, as estimativas do número de indivíduos variam dos 30 mil[2] aos 65 mil exemplares.[3]

Descrição geral[editar | editar código-fonte]

São reconhecidas facilmente graças a numerosos sinais. Possuem a parte superior totalmente negra, parte inferior branca ou um pouco mais escura. A cabeça e mandíbula inferior estão recobertas de pequenas protuberâncias características da espécie, chamadas de tubérculos cefálicos, ou dérmicos, que na realidade são folículos pilosos.

A cauda possui manchas negras e brancas visíveis quando o animal submerge, e as ondulações da sua parte posterior e os desenhos em suas barbatanas caudais (próprias de cada exemplar) são utilizadas para identificação.

Cada barbatana peitoral (também com manchas negras e brancas e com um desenho próprio de cada animal) pode alcançar até um terço do comprimento do corpo, muito mais que qualquer outra espécie da ordem dos cetáceos. Para explicar esta diferença tão notável, várias hipóteses têm sido apresentadas: algumas acreditam que se deva a uma adaptação evolutiva para assegurar uma maior facilidade de movimento, outras acreditam que seja para melhorar a regulação térmica interna durante os movimentos migratórios em que a temperatura varia consideravelmente, de acordo com a região.

Quando a baleia emerge, expulsa o ar de seus pulmões formando uma nuvem de até três metros. O ar quente, proveniente dos pulmões, condensa imediatamente em contato com o ar frio. A barbatana dorsal, achatada, aparece fora da água após este movimento respiratório e permanece visível até que a barbatana caudal desapareça.

Assim como os demais membros de sua espécie, a baleia possui entre 16 e 20 sulcos ventrais, que são na realidade pregas paralelas que vão da mandíbula até o umbigo e que permitem uma maior abertura da boca.

As barbas características da subordem são produções córneas que filtram a água, retendo o alimento. A jubarte conta entre 270 e 400 barbas de cor escura, dispostas a cada lado da boca.

As fêmeas possuem um lóbulo de 15 centímetros de diâmetro na região genital que permite diferenciar os sexos, já que o pênis dos machos está geralmente escondido na ranhura genital. As baleias parem normalmente a cada dois ou três anos. A gestação dura onze meses. É raro, mas certas fêmeas podem dar à luz dois anos seguidos.

O filhote mede ao nascimento de quatro a quatro metros e meio e pesa aproximadamente 700 quilogramas. É amamentado por sua mãe durante um ano, sendo sua única fonte alimentícia durante os seis primeiros meses. Os seis meses seguintes alternam com o alimento que são capazes de capturar eles mesmos. Os filhotes abandonam suas mães ao início de seu segundo ano, quando alcançam aproximadamente os nove metros de comprimento.

Os jovens alcançam a maturidade sexual aos cinco anos. Vivem, geralmente, de 40 a 50 anos.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O nome científico Megaptera significa asas grandes (do grego "mégas" = grande e "pterón" ou "ptéruks" = asas) em clara referência às suas barbatanas peitorais. Seu nome específico novaeangliae é devido ao naturalista alemão Georg Heinrich Borowski que a descreveu pela primeira vez a partir de observações realizadas na Nova Inglaterra.

Seu nome comum, jubarte, provém provavelmente da alteração do antigo nome francês jubartes, proveniente da palavra inglesa gibbard, ou da latina gibbus, que significa jubarte - pela forma que toma sua espalda quando submerge (cf. FEW t. 18, p. 76a e t. 4, p. 132b).

Comportamento social[editar | editar código-fonte]

A organização social das baleias-jubarte é escassa, os indivíduos costumam ser solitários ou vivem em grupos efêmeros que duram apenas algumas horas. Os agrupamentos são mais estáveis no verão, quando cooperam entre si para fins alimentares. Relações mais duradouras, de meses ou anos, entre casais ou pequenos grupos são raramente descritas. Sua distribuição mundial faz com que sejam vistas muitas vezes juntamente com outras baleias da família Delphinidae, mas raramente interagindo.

O cortejo sexual é realizado durante o período do inverno; a competição pela parceira é geralmente intensa. Grupos de machos de dois até vinte exemplares reúnem-se ao redor de uma fêmea para realizar exibições variadas, que servem para estabelecer as relações dominantes entre os machos. O cortejo dura várias horas e a "cobiçada" do grupo flutua entre a chegada de novos pretendentes e a saída dos machos perdedores. Podem ser realizados saltos, golpes com as barbatanas na superfície, ataques a outros machos ou fugas. Supõe-se que o canto das baleias participe também do ato de cortejo, mas não está claro se o propósito é a identificação entre os machos ou um chamado para o ato sexual em si (ou ambas). Entretanto, todos estes comportamentos também foram observados na ausência completa de fêmeas em potencial, o que levanta a possibilidade de que estes atos sejam ferramentas de comunicação, utilizadas com inúmeros propósitos.

Alimentação[editar | editar código-fonte]

Um grupo de 15 baleias caçando pelo método de rede de borbulhas de ar perto de Juneau, no Alasca.

A espécie alimenta-se exclusivamente durante o verão e vive de suas reservas de gordura durante o inverno. É um predador ativo que caça krill, copépodes e peixes em cardumes, como o arenque (Clupea harengus), o salmão, o carapau (Scomber scombrus), o escamudo (Pollachius virens), a arinca (Melanogrammus aeglefinus), no Atlântico Norte[4] [5] [6] , seja atacando-os diretamente ou golpeando a água com suas barbatanas para atordoá-los previamente.

A baleia-jubarte tem o mais diversificado repertório de métodos alimentícios de todas as baleias.[7] Sem dúvida a técnica de pesca mais original da jubarte é a de borbulhas de ar. Esta técnica foi desenvolvida por cerca de 250 indivíduos apenas. Várias baleias formam um grupo que cerca o cardume por baixo e expulsam o ar de seus pulmões, formando uma rede de bolhas que vão forçando o cardume a se concentrar e subir para a superfície. Esta cortina de bolhas serve também para esconder visualmente as baleias até o ataque final, quando estas sobem com a boca aberta, tragando milhares de peixes de uma única vez.

O diâmetro da rede das borbulhas de ar pode alcançar 30 metros e precisar da colaboração de 12 indivíduos. Algumas baleias assumem a tarefa de criar as bolhas, ao emitir sons, expulsando o ar através de seus espiráculos, e outras mergulham mais em direção ao fundo para forçar os peixes na direção da superfície. É possivelmente o exemplo mais espetacular de colaboração entre mamíferos marinhos[8] .

As jubartes podem ser atacadas pelas orcas. Esses ataques geralmente não resultam em algo mais sério que escoriações ou cicatrizes, embora seja provável que os filhotes possam vez ou outra serem mortos[9] .

A estratégia de pesca da baleia-corcunda inspirou biólogos portugueses a desenvolver métodos de pesca que substituam a rede de pesca, com todos os problemas e consequências que isso provoca, por bolhas de ar [10]

Canto[editar | editar código-fonte]

Além de suas acrobacias aquáticas, as jubartes são conhecidas por seus longos e complexos cantos musicais. Emitem, durante horas (ou até dias), padrões de notas graves que variam de amplitude e freqüência, repetindo seqüências de forma coerente e organizada. As baleias somente cantam durante o período de acasalamento, por isso supõe-se que as canções tenham por finalidade atrair parceiros.

Um fato interessante é que a canção, própria de cada baleia, evolui lentamente durante sua vida e nunca volta a uma seqüência de notas já cantada, mesmo anos depois[11] .

Distribuição[editar | editar código-fonte]

A baleia-jubarte pode ser vista em todos os oceanos, entre as latitudes 60ºS até 65ºN. É uma espécie migratória, que passa os verões nas águas frias de latitudes mais altas e que se reproduz em climas tropicais ou subtropicais. Percorrem distâncias de mais de 25.000 km ao ano, sendo recordistas entre os mamíferos. Como exceção as populações do Golfo Pérsico não são migratórias e permanecem em suas águas quentes o ano todo. Não há jubartes no Mar Báltico, nem no Oceano Ártico, nem na parte mais oriental do Mediterrâneo[12] .

A população de jubartes parece se reconstituir mais facilmente que a de outras espécies de grandes baleias. A população passou de um mínimo de 20 mil exemplares na moratória de 1966 a mais de 35 mil na atualidade. Para comparar, a baleia-azul permaneceu com seus três mil exemplares em todo esse período.

Estima-se que a população de jubartes se compõe de 11.600 indivíduos no Oceano Atlântico norte, 7.000 no Oceano Pacífico norte e pelo menos 17.000 exemplares no hemisfério sul.

Taxonomia e evolução[editar | editar código-fonte]

Uma baleia-jubarte mostrando a cauda.

A baleia-jubarte é o único representante do gênero Megaptera constituindo sua própria subfamíla, os Megapterinae de uma família de oito espécies de baleias, os Balaenopteridae.

Estudos moleculares recentes indicam que as primeiras baleias que filtravam a água do mar para se alimentar apareceram no Eoceno há 35 ou 36 milhões de anos. Estas espécies evoluíram muito pouco durante um longo período.

Uma nova especiação ocorreu no Mioceno (há doze a quinze milhões de anos). Os resultados da análise molecular mostram que as linhagens da baleia-azul e do rorqual se separaram há mais de cinco milhões de anos e que nesse momento a jubarte já havia se diferenciado. A falta de provas fósseis de cetáceos não permite concretizar uma data mais exata que entre esses dois limites, menos de doze e mais de cinco milhões de anos.

Relação com os humanos[editar | editar código-fonte]

As baleias estão presentes nos contos de marinheiro desde sempre. O espetáculo destas criaturas gigantescas saltando sobre a água explica grande parte dessa atração. A jubarte deu, provavelmente, origem aos mitos dos monstros marinhos e dos cantos das sereias. Inclusive em nossos dias, os mergulhadores que se encontram em proximidade com jubartes cantando dizem que se sentem desorientados, provavelmente pela força das notas reproduzidas no tórax.

A caça das baleias[editar | editar código-fonte]

Gravura do século XVIII

A caça às baleias é realizada por razões econômicas recorrentes e distintas:

  • Alimentação (gordura e proteínas)
  • Aquecimento e iluminação (óleo)
  • Cordas (intestinos)
  • Produtos cosméticos
  • Produtos farmacêuticos

Durante muito tempo se pensou que esta caça era de origem pré-histórica, mas sem nenhuma prova real. Na realidade, várias pinturas rupestres na França e Espanha não foram reconhecidas como representando cenas deste tipo de caça até recentemente.

As primeiras pegadas históricas aceitas geralmente eram documentos que provam que os bascos já praticavam esta caça no século XI e um poema japonês anterior ao século X. Nos dois casos se trata de uma caça industrial sobre animais que chegam ou viajam a uma zona de reprodução durante suas migrações anuais.

As espécies caçadas pertenciam ao grupo das baleias-francas Eubalaena glacialis (baleia-franca do Cantábrico ou de Biscaia) e Eubalaena japonica (baleia do Pacífico Norte). Estes animais nadam lentamente e seus corpos flutuam naturalmente, uma vez mortos, o que facilita sua retirada da água.

Contudo, em 2004, a hipótese da origem pré-histórica da caça baleeira voltou a ressurgir com a identificação, na Coréia do Sul, de pinturas rupestres em Bangu-Dae, na baía do Ulsan. Nestas cenas estão representados distintos cetáceos e várias pinturas que são interpretadas como cenas de caça com arpões sobrepostos com silhuetas de baleias. Identificou-se nestas pinturas a Eubalaena japonica e baleias-cinzas. Tudo indica que esta prática desapareceu com a promulgação de distintos decretos reais do século VI, que proibiam a caça de animais sob influência do Budismo.

Estes elementos serviram para reinterpretar as pinturas rupestres francesas, espanholas e, em geral, de toda Europa do norte e a presença de ossos de cetáceos (de golfinhos e marsuínos) nas escavações paleolíticas das quais era difícil determinar se provinham de caças ou da recuperação de indivíduos encalhados.

Os especialistas consideram, atualmente, que isto nos traz as primeiras pistas sobre a caça baleeira em 5000 a.C.

A caça na revolução industrial[editar | editar código-fonte]

Cena da caça de uma baleia, século XIX

A prática desta caça conheceu um grande auge com a aplicação de meios industriais a partir do século XIX. Auge, sobretudo, na Europa e na Rússia.

A guerra russo-japonesa, ocorrida entre os séculos XIX e o XX, tinha como motivo central o acesso aos recursos baleeiros do mar do Japão e do Pacífico Norte.

Neste período se introduziu tecnologia de caça muito importante:

  • Barcos capazes de levar a caça a alto mar.
  • Criação de frotas coordenadas para otimizar a exploração de zonas específicas.
  • Uso do canhão baleeiro.
  • Arpões explosivos.

No século XX[editar | editar código-fonte]

Preso ao barco, o corpo sem vida da baleia é levado até à fábrica. Fotografia do início do século XX.

Durante o século XX, ao menos duzentas mil baleias foram capturadas. A população global foi reduzida em mais de 90%. Depois do desaparecimento de algumas espécies, uma comissão internacional foi criada em 1949. Alguns países (Espanha, França, Holanda, Inglaterra) renunciaram a esta atividade de forma voluntária. Para impedir a extinção da família, uma moratória internacional foi instituída em 1966, que continua sendo aplicada atualmente. Quando esta moratória foi decidida, as baleias eram já tão raras que sua caça não era rentável. Oficialmente tinham-se caçado 250 mil exemplares, mas provavelmente o número era muito maior. A União Soviética era considerada o primeiro país a mentir sobre estes dados, declarando 2.710 mortes enquanto se calcula atualmente que caçaram ao menos 48 mil exemplares[13] .

Desde 2004 é permitida uma caça limitada nas ilhas São Vicente e Granadinas, no Caribe. Supõe-se que esta caça não põe em risco a população local[7] .

Segundo os defensores das baleias, a sobrevivência das espécies ainda não pode ser assegurada por várias razões:

  • A poluição dos oceanos aumenta.
  • Alguns países continuam a caça por "razões científicas".
  • Desenvolvimento da caça furtiva.

Somente alguns países continuam praticando esta caça, apesar da nova moratória de 1985:

  • Japão e Rússia de forma industrial.
  • Noruega em sua área costeira.
  • Islândia em sua área costeira para a indústria japonesa.
  • Certas populações seguem praticando a caça aborígine artesanal como esquimós do Alasca, Sibéria, Canadá e Caribe.

O turismo de observação[editar | editar código-fonte]

Nadadeira peitoral de uma baleia-jubarte

As baleias-jubarte são curiosas. Aproximam-se espontaneamente dos barcos e nadam ao redor. Enquanto este comportamento é um verdadeiro suicídio se o barco é um baleeiro, faz desta espécie um objetivo ideal do turismo de observação de baleias em vários lugares do mundo desde 1990.

Os lugares de observação são, por exemplo, a costa norte do Oceano Pacífico frente ao estado de Washington, a ilha de Vancouver e o Alasca; a costa sul do Oceano Pacífico frente a Sydney; a costa norte do Oceano Atlântico frente a Nova Inglaterra (Boston) ou frente à península de Snaefelsnes (oeste da Islândia), Baía de Samana e Banco da Plata (República Dominicana). No Brasil, os locais mais populares de observação de baleias jubartes estão no litoral da (Bahia): (Morro de São Paulo), (Praia do Forte)e (Caravelas). A baleia-jubarte é muito popular, já que demonstra comportamentos de ostentação que cativam ao público.

Como outros cetáceos, as mães são geralmente muito protetoras com seus filhotes, tentando por todos os meios colocar-se entre este e os barcos. Foi pedido, então, aos operadores turísticos para seguirem um código de conduta, evitando assim perturbar os filhotes e mães.

Pesquisas[editar | editar código-fonte]

Grupo de jubartes no litoral australiano

Ainda que se conhecesse perfeitamente a anatomia das jubartes, por conseqüência de sua caça, os fenômenos de migração e de comportamento social não foram descritos cientificamente até os anos 60 por dois estudos distintos de R. Chittleborough e de W.H. Dawbin.

Roger Payne e Scott McVey estudaram as baleias-jubarte em 1971. Suas análises dos cantos atraíram o interesse mundial dos meios de comunicação produzindo no público uma imagem da espécie de alta inteligência, provavelmente superestimada. Porém, esta superestimação da inteligência ajudou as organizações que se opunham a sua caça.

Quando os cientistas conseguiram que os desenhos da barbatana caudal pudessem servir como meio para identificar os indivíduos, a baleia-jubarte se transformou na espécie mais estudada, já que as demais espécies não tinham nenhum sistema simples de identificação. Um trabalho baseado em dados obtidos de 1973 a 1988 sobre exemplares do Atlântico norte proporcionou informação detalhada sobre a gestação, desmama, crescimento etc. Graças a esta descoberta, pôde-se moldar de forma precisa a dinâmica da população da espécie como se fosse usada a técnica de marcação e recaptura. Foi durante este período que se criou um catálogo fotográfico de todas as baleias do Atlântico norte administrado pelo Wheelock College (ver aqui). Outros projetos similares estão sendo realizados no Pacífico norte e em outras regiões.

Mídia[editar | editar código-fonte]

Baleia-jubarte comum vocalizando em um dia ventoso.
Gravado pelo National Park Service, usando um hidrofone que está ancorado próximo à foz de Glacier Bay, Alasca, para efeitos de monitoramento de ruído ambiente.

Problemas para escutar este arquivo? Veja introdução à mídia.
O canto de uma baleia-jubarte.
Gravado pelo National Park Service, usando um hidrofone que está ancorado próximo à foz de Glacier Bay, Alasca, para efeitos de monitoramento de ruído ambiente.

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Canto de uma baleia-jubarte.
Feito pelo National Oceanic and Atmospheric Administration

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Em inglês[editar | editar código-fonte]

  • The Emergence of Whales: Evolutionary patterns in the Origin of Cetacea. J.G.M. Thewissen (ed). Plenum, New York.
  • Humpback Whales. Phil Clapham. 1996. ISBN 0-948661-87-9
  • Humpback Whale. Phil Clapham. pp 589–592 in the Encyclopedia of Marine Mammals. ISBN 0-12-551340-2
  • National Audubon Society Guide to Marine Mammals of the World. Reeves, Stewart, Clapham and Powell. ISBN 03755411410
  • Dynamics of two populations of the humpback whale. R. G. Chittleborough. Australian Journal of Maritime and Freshwater Resources 16: 33–128.
  • The seasonal migratory cycle of humpback whales. W. H. Dawbin. In K.S. Norris (ed), Whales, Dolphins and Porpoises. University of California Press.
  • An ocean-basin-wide mark-recapture study of the North Atlantic humpback whale, T.D. Smith, J. Allen, P.J. Clapham, P.S. Hammond, S. Katona, F. Larsen, J. Lien, D. Mattila, P.J. Palsboll, J. Sigurjonsson, P.T. Stevick & N. Oien. Marine Mammal Science 15: 1–32.

Referências

  1. Megaptera novaeangliae. IUCN Red List. Página visitada em 19 de novembro de 2012.
  2. http://www.npca.org/marine_and_coastal/marine_wildlife/humpbackwhale.html
  3. http://www.iwcoffice.org/conservation/estimate.htm
  4. Overholtz W.J. and Nicholas J.R.. (1979). "Apparent feeding by the fin whale, Balaenoptera physalus, and humpback whale, Megaptera novaeangliae, on the American sand lance, Ammodytes americanus, in the Northwest Atlantic". Fish. Bull. (77): 285–287.
  5. Whitehead H.. (1987). "Updated status of the humpback whale, Megaptera novaeangliae, in Canada". Canadian Field-Naturalist 101 (2): 284–294.
  6. Meyer T.L., Cooper R.A. and Langton R.W.. (1979). "Relative abundance, behavior and food habits of the American sand lance (Ammodytes americanus) from the Gulf of Maine". Fish. Bull 77 (1): 243–253.
  7. a b Prepared by the Humpback Whale Recovery Team for the National Marine Fisheries Service, Silver Spring, Maryland. Recovery Plan for the Humpback Whale (Megaptera novaeangliae)'. [S.l.]: National Marine Fisheries Service, 1991. 105 p.
  8. Acklin, Deb. "Crittercam Reveals Secrets of the Marine World", National Geographic News, 2005-08-05. Página visitada em 2007-11-01.
  9. Clapham, P.J.. (1996). "The social and reproductive biology of humpback whales: an ecological perspective" (PDF). Mammal Review (26): 27–49.
  10. publico.pt. Baleia corcunda inspira biólogos portugueses a inventar forma de pesca. 5-9-2011. Página visitada em 5-9-2011.
  11. American Cetacean Society Fact Sheet. American Cetacean Society. Página visitada em 17 de Abril de 2007.
  12. Frettabladid. Frettabladid. Página visitada em 19 de novembro de 2007.
  13. Prof. Alexey V. Yablokov. (1997). "On the Soviet Whaling Falsification, 1947–1972". Whales Alive! 6. Cetacean Society International.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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