Banda do Casaco

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Banda do casaco)
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde Fevereiro de 2008).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirus. Veja como referenciar e citar as fontes.
Banda do Casaco
Informação geral
País  Portugal
Gêneros Rock progressivo
Folk
Período em atividade 1974 - 1984
Gravadora(s) Universal Music
EMI-Valentim de Carvalho
Imavox
Transmédia
Integrantes
António Pinho
Luís Linhares
Nuno Rodrigues
Celso de Carvalho
Cândida Branca Flor
Né Ladeiras
Gabriela Schaaf

Banda do Casaco foi uma banda musical portuguesa de rock progressivo e uma das mais votadas ao esquecimento após o 25 de Abril.

Depois do fracasso comercial que foi o projecto Filarmónica Fraude, António Pinho (vocalista) e Luís Linhares (teclas) juntam-se ao ex-Música Novarum Nuno Rodrigues (vocalista, guitarra) e a Celso de Carvalho (violoncelo, contrabaixo) para formar o grupo Banda do Casaco.

Este grupo juntou uma pesquisa etnográfica à música pop, criando um trabalho de grande qualidade a nível musical e em que não foi descurada a crítica social, como aliás já tinha acontecido com a Filarmónica Fraude. Durante a sua existência (1974 a 1984) passaram pelas suas fileiras inúmeros músicos de grande nível, tendo algumas vezes a sua passagem pela Banda do Casaco sido o trampolim para uma carreira a solo.

Em 1976, em Coisas do arco da velha, a memorável participação vocal de Cândida Branca Flor assegurou ao grupo a obtenção do título de 'Melhor Disco do Ano'.

Nuno Rodrigues assegurou sozinho a direcção do álbum Também Eu de 1982.

Depois da saída do letrista de sempre António Pinho, Nuno Rodrigues reuniu Celso de Carvalho, José Fortes, Ramón Galarza, José Moz Carrapa e Zé Nabo. A maior parte das vozes é de Concha. Nas vozes aparece ainda o próprio Nuno Rodrigues e Ti Chitas, pastora beirã de Penha Garcia.

Em 1993, Nuno Rodrigues e Né Ladeiras reúnem-se para gravar a faixa "Matar Saudades" produzida por António Emiliano que foi incluída na reedição de "Banda do Casaco com Ti Chitas".

Índice

[editar] Ao vivo

Tocaram ao vivo apenas três vezes. Aula Magna, Feira de São Mateus em Viseu e Casa do Povo em Cacia.

"A Casa do Povo estava cheia de velhos. Mulheres com bigode e tudo. Como isto é! Não sei porque é que nos contrataram para tocar ali. Não consigo perceber. Estávamos a tocar contra um muro. Tudo a olhar para nós. Para aquelas aves raras." (António Pinho a O Mirante)

[editar] O futuro

António Pinho lançou o desafio a Nuno Rodrigues para fazerem alguns inéditos para uma antologia. Fez quinze letras para ele escolher.

Em 1993, a Universal Music reeditou em CD os dois primeiros álbuns do grupo. Após a morte de Celso de Carvalho devido a um cancro (1998), saiu reeditado também em CD o 3º disco do grupo, Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos, pela Companhia Nacional de Música, em Novembro de 2006.

Em 2006, saiu o livro As Letras como poesia, pela Objecto Cardíaco, republicado em 2009, pela Afrontamento, que começa com uma análise das Letras de António Avelar de Pinho, escritas para o álbum NO JARDIM DA CELESTE.

[editar] Discografia

Ano Nome Formato
1975 Dos benefícios dum vendido no reino dos bonifácios Disco de vinil / CD
1976 Coisas do arco da velha Disco de vinil / CD
1977 Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos Disco de vinil / CD
1978 Contos da barbearia Disco de vinil
1980 No Jardim da Celeste Disco de vinil / CD
1982 Também Eu Disco de vinil / CD
1984 Com Ti Chitas CD

[editar] Compilações

Ano Nome Formato
1988 Banda do Casaco Disco de vinil
1996 Natação Obrigatória CD

[editar] Ligações externas

Ferramentas pessoais
Espaços nominais
Variantes
Ações
Navegação
Colaboração
Imprimir/exportar
Ferramentas
Noutras línguas