Bangu Atlético Clube

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Broom icon.svg
As referências deste artigo necessitam de formatação (desde novembro de 2011).
Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro.
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes fiáveis e independentes, mas elas não cobrem todo o texto (desde novembro de 2011).
Por favor, melhore este artigo providenciando mais fontes fiáveis e independentes, inserindo-as em notas de rodapé ou no corpo do texto, nos locais indicados.
Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirus. Veja como referenciar e citar as fontes.
Bangu
Escudo do Bangu.gif
Nome Bangu Atlético Clube
Alcunhas Alvirrubro
Banguzão
Torcedor/Adepto Banguense
Mascote Castor
Fundação 17 de abril de 1904 (107 anos)
Estádio Moça Bonita
Capacidade 9.564 pessoas[1]
Presidente Brasil Jorge Varela
Treinador Brasil Cleimar Rocha
Patrocinador Brasil Folhamatic
Brasil Quick Delivery
Brasil Fibrolar
Brasil Rede Mega Móveis
Brasil Frango Chic
Brasil Bangu Shopping
Material esportivo Brasil Rota do Mar
Competição
(Futebol)
Rio de Janeiro Campeonato Carioca
Rio de Janeiro Copa Rio
Ranking nacional 54º lugar, 341 pontos
Website Bangu
Kit left arm redlower.png Kit body bangu12h.png Kit right arm redlower.png
Kit shorts.png
Kit socks fcb0709h.png
Uniforme
titular
Kit left arm redborder.png Kit body bangu12a.png Kit right arm redborder.png
Kit shorts.png
Kit socks.png
Uniforme
alternativo
Kit left arm whiteborder.png Kit body bangu12t.png Kit right arm whiteborder.png
Kit shorts.png
Kit socks.png
Uniforme
alternativo
editar

Bangu Atlético Clube é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro, capital do estado do Rio de Janeiro, oficialmente fundada a 17 de abril de 1904, mas o futebol já era praticado neste bairro do Rio de Janeiro que o Alvirrubro Suburbano carrega no nome desde o Século XIX.

Índice

[editar] História

Equipe profissional do Bangu vice-campeã da Copa Rio em 2010

Entre as suas principais conquistas, estão o vice-campeonato Brasileiro, em 1985, e o Campeonato Carioca nos anos de 1933 e 1966.

Seu uniforme é composto de camisas com listras verticais vermelhas e brancas, calções brancos e meias com listas horizontais na mesma cor da camisa; seu mascote é um castor.

É, atualmente, o 54º colocado no ranking da CBF e o sexto no ranking carioca.

A origem do clube de futebol surge na extinta Fábrica Bangu, que existia no bairro de mesmo nome, localizado na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Alguns britânicos que trabalhavam no local, especialmente o escocês Thomas Donohoe, apresentaram o esporte para os brasileiros, trazendo bolas de futebol ao Brasil, ainda no Século XIX.

A primeira partida foi disputada em 1894, embora a história "oficial" do início do futebol brasileiro não registre o fato, que conta com farta documentação reunida pelo historiador banguense Carlos Molinari. A versão que indica Charles Miller como introdutor do futebol no Brasil procura desqualificar esse momento, alegando que os jogos realizados anteriormente não ocorreram em capos com medidas oficiais, tampouco com uma organização que previa, entre outras coisas, uniformes às equipes.

Equipe profissional, em 2007, que disputou a Série B Carioca. Foto: Paulo Roberto Rodrigues.

Em dezembro de 1903, o inglês Andrew Procter sugeriu a fundação de um "club", após observar o entusiasmo de seus colegas. A fundação ocorreu em 17 de abril de 1904, quando foi fundado oficialmente o Bangu Atlético Clube.

O primeiro jogo aconteceu no dia 24 de Julho de 1904, contra o Rio Cricket and Athletic Association, clube de origem inglesa de Niterói, com derrota por 5 a 0. Contudo, já no jogo seguinte, o Bangu conquistou sua primeira vitória: 6 a 0 contra o Andaraí.

Jorge Varela, presidente

Em 1905, o Bangu foi um dos fundadores da primeira Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro e, desde o início, teve seu nome vinculado à classe operária fabril e ao bairro que carrega no nome.

No Campeonato Carioca de 1916 o Bangu terminou empatado com o Botafogo de Futebol e Regatas na segunda colocação. O campeão foi o America Football Club, com quem o Bangu faz o importante clássico, menos visado na atualidade, América versus Bangu.

O Bangu sempre teve tradição de revelar grandes jogadores e, no final da década de 1920, lançou Domingos da Guia, lenda do futebol brasileiro conhecido como El Divino Mestre, com passagens em outros grandes clubes do Brasil, da Argentina e do Uruguai e pai de outra grande revelação do Bangu, Ademir da Guia.

Em 1921, três importantes jogadores banguenses, Claudionor Corrêa, Américo Pastor e José de Mattos, foram convocados para defender a Seleção Brasileira no Sul Americano, na Argentina, mas como eram operários da Fábrica Bangu, não foram liberados por seus chefes para disputar a competição.

No ano de 1929 o Bangu ganhava o curioso apelido de Mulatinhos Rosados . Há duas versões para a história. Na primeira, o apelido levava em conta que o time do Bangu era formado basicamente por mulatos. Como suas camisas desbotavam ao suarem, as listras vermelhas pareciam rosadas, surgiu o nome. Na segunda versão, o presidente da época, Antônio Pedroso, para responder a um dirigente adversário que dissera "Como tem crioulo neste time!", respondeu: "Crioulos não, mulatinhos rosados". A história ocorrida com o clube brasileiro pioneiro na luta contra o racismo no futebol brasileiro deve ser entendida de maneira extremamente simpática e singela, se não folclórica.

Em 1933, a superioridade do Bangu na conquista de seu primeiro Campeonato Carioca foi incontestável, pois, em 10 jogos, venceu 7, empatou 2 e perdeu apenas 1, com 35 gols em 10 jogos, uma média impressionante de 3,5 gols por jogo. Na final Fluminense versus Bangu, vitória sobre o tricolor por 4 a 0.

Estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho, conhecido como Moça Bonita.

Um dos grandes jogadores da história do Bangu foi Zizinho [1], tendo liderado o Bangu no final da década de 1940 e início da de 1950, conquistando o Torneio Início de 1950, o primeiro título de um clube no Maracanã, o vice-campeonato carioca de 1951 e o Torneio Início do Torneio Rio-São Paulo, também em 1951, na final carioca contra o rival América.

Em 1959, o Bangu também foi vice-campeão carioca, empatado com o Botafogo, tendo estes dois clubes feito uma partida extra para decidir a segunda vaga carioca para a Taça Brasil. Alguns sites, erroneamente, apontam essa partida como decisão do segundo lugar.

Em 1960, novamente uma conquista pioneira: o Torneio Internacional de Nova York ao enfrentar a Sampdoria (Itália), Rapid Wien (Áustria), Sporting (Portugal), Estrela Vermelha de Belgrado (Iugoslávia), IFK Norrköping (Suécia), e Kilmarnock (Escócia). Sob o comando de Elba de Pádua Lima, o Tim, o Bangu conquistara, de maneira invicta, o primeiro torneio de futebol profissional realizado em terras norte-americanas. Uma bela campanha, composta de 5 vitórias e 1 empate, 16 gols a favor e 3 contra (saldo de 13 gols). Também participaram desta competição, embora o Bangu não tenha chegado a enfrentar, Bayern Munique (Alemanha), Nice (França), Burnley (Inglaterra), New York Americans (EUA) e Glenavon (Irlanda do Norte).



Depois dos vice-campeonatos de 1964 e 1965, finalmente o Bangu reconquistaria o título do Campeonato Carioca em 1966, com 15 vitórias e 2 empates em 18 jogos, e com um 3 a 0 na decisão contra o Club de Regatas do Flamengo, já aos 3 minutos do segundo tempo, fazendo com que o atacante Almir Pernambuquinho, do Flamengo, arrumasse uma enorme briga para acabar de vez com o jogo e não sofrer uma humilhação ainda maior.

Em 1967, o Bangu seria novamente vice-campeão no Campeonato Carioca, perdendo o título no último jogo para o Botafogo pelo placar de 2 a 1.

Em 14 de Março de 1970, jogando no Estádio de Moça Bonita, o Bangu empatou com a Seleção Brasileira que seria tricampeã mundial: 1 a 1 .

Em 1984, o Bangu foi campeão da XIV President's Cup da Coréia do Sul, um torneio internacional disputado em Seul, na Coreia do Sul.

O Bangu em 1985 foi vice-campeão no Campeonato Carioca e vice-campeão no Campeonato Brasileiro, ao perder a final para o Coritiba nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal. Ambas as partidas foram marcadas pelas más arbitragens que favoreceram os adversários.

Fachada do Bangu Atlético Clube.

Em 1986, o Bangu participou, pela primeira vez, da Taça Libertadores da América. Todavia, seus resultados não foram nada convincentes: dois empates(1x1 com o Coritiba e 3x3 com o Deportivo Quito) e quatro derrotas (1x0 e 2x1 para o Barcelona de Guayaquil, 3x1 para o Deportivo Quito e 2x0 para o Coritiba).

Além dos títulos conquistados, o Bangu teve também, os artilheiros dos campeonatos cariocas de 1920, (Claudionor, 17 gols), 1922, (Pastor, 10 gols), 1930, (Ladislau da Guia, 20 gols), 1933, (Tião,15 gols), 1935, (Ladislau da Guia, 18 gols), 1963, (Bianchini, 18 gols), 1966, (Paulo Borges, 16 gols), 1967, (Paulo Borges, 13 gols) e em 1984, (Cláudio Adão, 12 gols).

Ladislau da Guia é até hoje o maior artilheiro da história do Bangu, com 217 gols. Irmão de Domingos da Guia, e dos também jogadores do Bangu, Médio e Luiz Antônio, além de tio de Ademir da Guia, formam duas gerações de craques que o Bangu revelou para o futebol brasileiro. Outro jogador da época de Ladislau que merece ser lembrado é Fausto dos Santos, um volante de muita técnica e espírito de liderança, que na Copa do Mundo de 1930, ganhou o apelido de a Maravilla Negra da imprensa uruguaia.

No ano de 2001, o Bangu ganhou a Medalha Tiradentes, honraria concedida pela Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro, por ter sido o Primeiro Clube Brasileiro a escalar atletas negros em seu time, ainda em 1905. Essa foi, é, e será eternamente, a maior conquista do Bangu, dentro ou fora de campo [2].

Em 2004, o Bangu viveu um momento negro em sua gloriosa história. Foi rebaixado para a Série B do Estadual do Rio de Janeiro no ano de seu centenário, após ser goleado pelo América Football Club. O treinador era Marcelo Cabo.

Em 2008, o Bangu consegue voltar à elite do futebol carioca ao vencer a Série B, competição de que vinha participando nos últimos quatro anos.


No Campeonato Carioca de 2009, depois de um péssimo início, sendo o único time sem vencer, o Bangu mostrou uma excelente recuperação na reta final da Taça Guanabara e da Taça Rio, terminando em sexto lugar e conseguindo uma vaga na Série D, competição que o clube, devido a dificuldades financeiras, abriu mão de disputar.

Em 2010, o clube terminou o campeonato carioca novamente na 6ª colocação. Foi ainda vice-campeão da Copa Rio, tendo perdido a decisão para o Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube. Com o vice- campeonato, o Bangu conseguiu uma vaga para a Copa do Brasil de 2011.

Em 2011, o Bangu teve uma camapnha pífia no Carioca, ficando na 13ª posição. Na Copa do Brasil o clube conseguiu a sua melhor classificação de sempre, ficando na 29ª posição (eliminando na primeira fase a Portuguesa-SP e sendo eliminado pelo Náutico-PE na segunda fase). Na Copa Rio o Bangu teve um desempenho regular ficando em 4º lugar com 6 vitórias, 4 empates e 6 derrotas.

Em 2011, a equipe do Bangu de Futebol de 7 teve um ano brilhante: foi vice-campeã brasileira, 3ª colocada na Copa do Brasil, campeã do Torneio Rio-Niteroi da 3ª divisão e vice-campeã do Torneio Municipal da 4ª divisão.

Em 2012, O clube investiu na reforma de seu estádio, visando receber os clubes grandes nas partidas do Campeonato Carioca. Após um mau início na competição, com duas derrotas nos dois primeiros jogos, o Presidente do Time demitiu seu técnico Marcão e contratou Carlos César para assumir o cargo.[2]

Tribuna de honra do Estádio após a reforma, com as cadeiras cedidas pelo Maracanã

[editar] Títulos

[editar] Honrarias

(1950 Cscr-featured.png) Taça dada pela Federação Chilena de Futebol pela excursão invicta do Bangu ao Chile.

(1962 Cscr-featured.png) Honraria dada pela CBD ao America por 12 partidas de invencibilidade em gramados internacionais contra times estrangeiros. Os países visitados foram: Suriname, Bolívia, Colômbia e Equador.

(2001) Primeiro clube do Rio de Janeiro a escalar um atleta negro em 1907.

[editar] Internacionais

(1960 Cscr-featured.png) Países participantes: Alemanha, Áustria, Brasil, Escócia, Estados Unidos, França, Inglaterra, Irlanda do Norte, Itália, Iuguslávia, Portugal e Suécia

(1984 Cscr-featured.png) Países participantes: Alemanha, Bélgica, Brasil, Coreia do Sul, Guatemala, Peru e Tailândia.

[editar] Nacionais

(1985)

[editar] Regionais

(1967 Cscr-featured.png)

(1951 Cscr-featured.png)

[editar] Estaduais

(1933 e 1966)

(1951, 1964, 1965, 1967 e 1985)

(1987 Cscr-featured.png)

(1911, 1914 Cscr-featured.png e 2008)

(1934 Cscr-featured.png, 1950 Cscr-featured.png, 1955 Cscr-featured.png e 1964 Cscr-featured.png)


Cscr-featured.png = Invicto

[editar] Outros Torneios Internacionais

[editar] Outras conquistas

[editar] Categorias de base

(1952, 1953, 1959, 1987)

(2008)

(2010)

(2011)

  • Rio de Janeiro Torneio Início de Juniores: 4

(1952, 1954, 1958, 1966)

(2003)

** Antiga competição equivalente ao 2º turno do Campeonato Carioca

[editar] Futebol de 7

  • Brasil Vice-Campeão Brasileiro

(2011 Cscr-featured.png)

  • Rio de Janeiro Torneio Rio-Niteroi da 3ª Divisão

(2011 Cscr-featured.png)

  • Rio de Janeiro Torneio Início da Copa Sigol

(2012 Cscr-featured.png)

  • Rio de Janeiro Challenge Preparatório da Liga de Futebol de 7 do Rio de Janeiro

(2012 Cscr-featured.png)

[editar] Histórico em competições oficiais

[editar] Sobre escolha das cores da camisa

  • As cores vermelha e branca instituídas como as cores do Clube, são devidas a iniciativa dos próprios ingleses que fundaram o Bangu, em homenagem, por certo, a São Jorge, padroeiro da Inglaterra, ou relembrando, segundo outra teoria, o Southampton FC, clube da Inglaterra fundado em 1885, cujo Brasão é representado por três rosas (duas vermelhas e uma branca) e as camisas são iguais.

[editar] Maiores públicos do Bangu

  1. Bangu 0 a 3 Flamengo, 143.978, 18 de Dezembro de 1966;
  2. Bangu 1 a 2 Botafogo, 111.641, 17 de Dezembro de 1967;
  3. Bangu 0 a 3 Flamengo, 107.474, 4 de Maio de 1980;
  4. Bangu 1 a 3 Flamengo, 96.187, 25 de Novembro de 1963;
  5. Bangu 1 a 2 Flamengo, 93.433, 15 de Dezembro de 1985;
  6. Bangu 1 a 0 Fluminense, 92.961, 6 de Janeiro de 1952;
  7. Bangu 1 a 1 Coritiba, 91.527, 31 de Julho de 1985;
  8. Bangu 1 a 2 Fluminense, 88.162, 18 de Dezembro de 1985;
  9. Bangu 0 x 2 Fluminense, 78.849, 20 de janeiro de 1952;
  10. Bangu 1 x 3 Fluminense, 75.106, 20 de dezembro de 1964;

[editar] Ranking da CBF

  • Posição: 54º;
  • Pontuação: 339 pontos;

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

[editar] Adversários

[editar] Estatísticas

[editar] Internacionais

Flags of the Union of South American Nations.gif Taça Libertadores
Ano 1986
Pos. 16º

[editar] Nacionais

Brasil Campeonato Brasileiro
Ano 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 49º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 31º 21º 08º 35º 02º 21º 03º 21º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos.
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos.
Brasil Campeonato Brasileiro - Série B
Ano 1980 1983 1989 1991 1992 1994 1995
Pos. 24° 22° 47° 16° 24° 21° 08°
Brasil Campeonato Brasileiro - Série C
Ano 1990 2000 2002
Pos. 08° 16° 13°
Brasil Torneio Roberto Gomes Pedrosa
Ano 1967 1968
Pos. 09° 10°
Brasil Copa do Brasil
Ano 2003 2004 2011
Pos. 40° 45° 29°

[editar] Interestaduais

São PauloRio de Janeiro Torneio Rio-São Paulo
Ano 1933 1951 1952 1953 1964 1966 2002
Pos. 04° 03° 09° 06° 05° 07° 15°

[editar] Estaduais

Rio de Janeiro Campeonato Carioca
Ano 1900 1901 1902 1903 1904 1905 1906 1907 1908 1909
Pos. 00° 00° 00° 00° 00° 00° 05°
Ano 1910 1911 1912 1913 1914 1915 1916 1917 1918 1919
Pos. 06° 09° 06° 02° 07° 07° 05°
Ano 1920 1921 1922 1923 1924 1925 1926 1927 1928 1929
Pos. 06° 04° 05° 07° 05° 07° 04° 07° 07° 05°
Ano 1930 1931 1932 1933 1934 1935 1936 1937 1938 1939
Pos. 04° 03° 04° 01° 03° 05° 06° 11° 06° 08°
Ano 1940 1941 1942 1943 1944 1945 1946 1947 1948 1949
Pos. 09° 06° 09° 06° 09° 08° 08° 09° 05° 05°
Ano 1950 1951 1952 1953 1954 1955 1956 1957 1958 1959
Pos. 03° 02° 04° 06° 03° 05° 05° 05° 05° 02°
Ano 1960 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969
Pos. 06° 04° 05° 03° 02° 02° 01° 02° 05° 06°
Ano 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 09° 06° 10° 08° 12° 06° 15° 06° 09° 07°
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 04° 04° 08° 03° 04° 02° 05° 03° 06° 07°
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 06° 10° 05° 04° 05° 05° 06° 06° 04° 09°
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 07° 09° 03° 06° 12° 06°
Ano 2010 2011
Pos. 06° 13º

Rio de Janeiro Campeonato Carioca - Série B

Ano 1911 1914 2005 2006 2007 2008
Pos. 01° 01° 02° 14° 17° 01°

[editar] Goleadores

Maiores Artilheiros
Atleta Gols
Ladislau 222 Gol marcado
Moacir Bueno 178 Gol marcado
Nívio 140 Gol marcado
Menezes 132 Gol marcado
Zizinho 120 Gol marcado
Paulo Borges 108 Gol marcado
Arthurzinho 90 Gol marcado
Luís Carlos 84 Gol marcado
Décio Esteves 88 Gol marcado
Marinho 80 Gol marcado


[editar] Treinadores

[editar] Jogadores na Seleção Brasileira

Em toda sua história o Bangu cedeu 15 jogadores para a Seleção Brasileira, sendo que, apenas três disputaram partidas em Copas do Mundo, Zizinho, em 1950, Zózimo, em 1958 e 1962 e Fidélis em 1966.

[editar] Jogadores com mais partidas

[editar] Ex-atletas famosos

[editar] Torcida

A torcida do Bangu, concentrada no bairro que o clube carrega no nome, foi identificada pela pesquisa de torcidas IBPS 2008 (2% da cidade do Rio de Janeiro em 1954, 1% no Estado do Rio de Janeiro em 1983), como tendo 0,3% dos torcedores do município do Rio de Janeiro, cerca de 20.000 pessoas, número que pode ser ainda maior, dadas as margens de erros das pesquisas.[3]

[editar] Hino

O Bangu tem também a sua história a sua glória,

Enchendo seus fãs de alegria.

De lá, pra cá, surgiu Domingos da Guia.

Em Bangu se o clube vence há na certa um feriado.

Comércio fechado, a torcida reunida até parece a do Fla-Flu,

Bangu...Bangu...Bangu.

O Bangu tem também como divisa na camisa,

O vermelho sangue a brilhar,

E faz cartaz, estouram foguetes no ar.


Foi em 1949 que o compositor Lamartine Babo, famoso por suas "marchinhas" de carnaval compôs os hinos dos clubes do Rio de Janeiro. A gravação, porém, só seria comercializada no ano seguinte, aproveitando a realização da Copa do Mundo no Brasil.

O mais curioso foi como Lamartine teve que escrever os hinos. Há muito tempo, o compositor vinha "enrolando" a gravadora com a entrega das músicas. Com a paciência esgotada, os diretores da indústria fonográfica tiveram a idéia de convidar Lamartine para um baile fictício. Ao chegar no lugar, não havia festa alguma, mas sim irritados empresários que prenderam o boêmio e só o deixariam sair depois que escrevesse a letra dos hinos de todos os clubes do Rio de Janeiro.

E foi assim que o "malandro" Lamartine Babo, enfim, entregou as músicas à gravadora. Torcedor fanático do América, deixou para compor o hino do seu clube por último, e com certeza o fez um dos mais belos do país. O hino do Bangu também ficou pronto naquela noite, e como curiosidade, cita em sua letra o nome do grande craque Domingos da Guia.

[editar] Torcidas organizadas

[editar] Livros sobre o Bangu

  • Bangu - Cantos do Rio, por Roberto Assaf (2004) .
  • Nós é que somos banguenses, por Carlos Molinari (2004).
  • Almanaque do Bangu, por Carlos Molinari (2006)
  • Eternamente Bangu, por José Rezende (2006) .

[editar] Ver também

Referências

[editar] Ligações externas

Ferramentas pessoais
Espaços nominais

Variantes
Ações
Navegação
Colaboração
Imprimir/exportar
Ferramentas
Noutras línguas