Bangu Atlético Clube
| Bangu | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Nome | Bangu Atlético Clube | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Alcunhas | Alvirrubro Banguzão |
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| Torcedor/Adepto | Banguense | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Mascote | Castor | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Fundação | 17 de abril de 1904 (107 anos) | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Estádio | Moça Bonita | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Capacidade | 9.564 pessoas[1] | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Presidente | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Treinador | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Patrocinador | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Material esportivo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Competição (Futebol) |
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| Ranking nacional | 54º lugar, 341 pontos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Website | Bangu | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Bangu Atlético Clube é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro, capital do estado do Rio de Janeiro, oficialmente fundada a 17 de abril de 1904, mas o futebol já era praticado neste bairro do Rio de Janeiro que o Alvirrubro Suburbano carrega no nome desde o Século XIX.
[editar] História
Entre as suas principais conquistas, estão o vice-campeonato Brasileiro, em 1985, e o Campeonato Carioca nos anos de 1933 e 1966.
Seu uniforme é composto de camisas com listras verticais vermelhas e brancas, calções brancos e meias com listas horizontais na mesma cor da camisa; seu mascote é um castor.
É, atualmente, o 54º colocado no ranking da CBF e o sexto no ranking carioca.
A origem do clube de futebol surge na extinta Fábrica Bangu, que existia no bairro de mesmo nome, localizado na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Alguns britânicos que trabalhavam no local, especialmente o escocês Thomas Donohoe, apresentaram o esporte para os brasileiros, trazendo bolas de futebol ao Brasil, ainda no Século XIX.
A primeira partida foi disputada em 1894, embora a história "oficial" do início do futebol brasileiro não registre o fato, que conta com farta documentação reunida pelo historiador banguense Carlos Molinari. A versão que indica Charles Miller como introdutor do futebol no Brasil procura desqualificar esse momento, alegando que os jogos realizados anteriormente não ocorreram em capos com medidas oficiais, tampouco com uma organização que previa, entre outras coisas, uniformes às equipes.
Em dezembro de 1903, o inglês Andrew Procter sugeriu a fundação de um "club", após observar o entusiasmo de seus colegas. A fundação ocorreu em 17 de abril de 1904, quando foi fundado oficialmente o Bangu Atlético Clube.
O primeiro jogo aconteceu no dia 24 de Julho de 1904, contra o Rio Cricket and Athletic Association, clube de origem inglesa de Niterói, com derrota por 5 a 0. Contudo, já no jogo seguinte, o Bangu conquistou sua primeira vitória: 6 a 0 contra o Andaraí.
Em 1905, o Bangu foi um dos fundadores da primeira Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro e, desde o início, teve seu nome vinculado à classe operária fabril e ao bairro que carrega no nome.
No Campeonato Carioca de 1916 o Bangu terminou empatado com o Botafogo de Futebol e Regatas na segunda colocação. O campeão foi o America Football Club, com quem o Bangu faz o importante clássico, menos visado na atualidade, América versus Bangu.
O Bangu sempre teve tradição de revelar grandes jogadores e, no final da década de 1920, lançou Domingos da Guia, lenda do futebol brasileiro conhecido como El Divino Mestre, com passagens em outros grandes clubes do Brasil, da Argentina e do Uruguai e pai de outra grande revelação do Bangu, Ademir da Guia.
Em 1921, três importantes jogadores banguenses, Claudionor Corrêa, Américo Pastor e José de Mattos, foram convocados para defender a Seleção Brasileira no Sul Americano, na Argentina, mas como eram operários da Fábrica Bangu, não foram liberados por seus chefes para disputar a competição.
No ano de 1929 o Bangu ganhava o curioso apelido de Mulatinhos Rosados . Há duas versões para a história. Na primeira, o apelido levava em conta que o time do Bangu era formado basicamente por mulatos. Como suas camisas desbotavam ao suarem, as listras vermelhas pareciam rosadas, surgiu o nome. Na segunda versão, o presidente da época, Antônio Pedroso, para responder a um dirigente adversário que dissera "Como tem crioulo neste time!", respondeu: "Crioulos não, mulatinhos rosados". A história ocorrida com o clube brasileiro pioneiro na luta contra o racismo no futebol brasileiro deve ser entendida de maneira extremamente simpática e singela, se não folclórica.
Em 1933, a superioridade do Bangu na conquista de seu primeiro Campeonato Carioca foi incontestável, pois, em 10 jogos, venceu 7, empatou 2 e perdeu apenas 1, com 35 gols em 10 jogos, uma média impressionante de 3,5 gols por jogo. Na final Fluminense versus Bangu, vitória sobre o tricolor por 4 a 0.
Um dos grandes jogadores da história do Bangu foi Zizinho [1], tendo liderado o Bangu no final da década de 1940 e início da de 1950, conquistando o Torneio Início de 1950, o primeiro título de um clube no Maracanã, o vice-campeonato carioca de 1951 e o Torneio Início do Torneio Rio-São Paulo, também em 1951, na final carioca contra o rival América.
Em 1959, o Bangu também foi vice-campeão carioca, empatado com o Botafogo, tendo estes dois clubes feito uma partida extra para decidir a segunda vaga carioca para a Taça Brasil. Alguns sites, erroneamente, apontam essa partida como decisão do segundo lugar.
Em 1960, novamente uma conquista pioneira: o Torneio Internacional de Nova York ao enfrentar a Sampdoria (Itália), Rapid Wien (Áustria), Sporting (Portugal), Estrela Vermelha de Belgrado (Iugoslávia), IFK Norrköping (Suécia), e Kilmarnock (Escócia). Sob o comando de Elba de Pádua Lima, o Tim, o Bangu conquistara, de maneira invicta, o primeiro torneio de futebol profissional realizado em terras norte-americanas. Uma bela campanha, composta de 5 vitórias e 1 empate, 16 gols a favor e 3 contra (saldo de 13 gols). Também participaram desta competição, embora o Bangu não tenha chegado a enfrentar, Bayern Munique (Alemanha), Nice (França), Burnley (Inglaterra), New York Americans (EUA) e Glenavon (Irlanda do Norte).
Depois dos vice-campeonatos de 1964 e 1965, finalmente o Bangu reconquistaria o título do Campeonato Carioca em 1966, com 15 vitórias e 2 empates em 18 jogos, e com um 3 a 0 na decisão contra o Club de Regatas do Flamengo, já aos 3 minutos do segundo tempo, fazendo com que o atacante Almir Pernambuquinho, do Flamengo, arrumasse uma enorme briga para acabar de vez com o jogo e não sofrer uma humilhação ainda maior.
Em 1967, o Bangu seria novamente vice-campeão no Campeonato Carioca, perdendo o título no último jogo para o Botafogo pelo placar de 2 a 1.
Em 14 de Março de 1970, jogando no Estádio de Moça Bonita, o Bangu empatou com a Seleção Brasileira que seria tricampeã mundial: 1 a 1 .
Em 1984, o Bangu foi campeão da XIV President's Cup da Coréia do Sul, um torneio internacional disputado em Seul, na Coreia do Sul.
O Bangu em 1985 foi vice-campeão no Campeonato Carioca e vice-campeão no Campeonato Brasileiro, ao perder a final para o Coritiba nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal. Ambas as partidas foram marcadas pelas más arbitragens que favoreceram os adversários.
Em 1986, o Bangu participou, pela primeira vez, da Taça Libertadores da América. Todavia, seus resultados não foram nada convincentes: dois empates(1x1 com o Coritiba e 3x3 com o Deportivo Quito) e quatro derrotas (1x0 e 2x1 para o Barcelona de Guayaquil, 3x1 para o Deportivo Quito e 2x0 para o Coritiba).
Além dos títulos conquistados, o Bangu teve também, os artilheiros dos campeonatos cariocas de 1920, (Claudionor, 17 gols), 1922, (Pastor, 10 gols), 1930, (Ladislau da Guia, 20 gols), 1933, (Tião,15 gols), 1935, (Ladislau da Guia, 18 gols), 1963, (Bianchini, 18 gols), 1966, (Paulo Borges, 16 gols), 1967, (Paulo Borges, 13 gols) e em 1984, (Cláudio Adão, 12 gols).
Ladislau da Guia é até hoje o maior artilheiro da história do Bangu, com 217 gols. Irmão de Domingos da Guia, e dos também jogadores do Bangu, Médio e Luiz Antônio, além de tio de Ademir da Guia, formam duas gerações de craques que o Bangu revelou para o futebol brasileiro. Outro jogador da época de Ladislau que merece ser lembrado é Fausto dos Santos, um volante de muita técnica e espírito de liderança, que na Copa do Mundo de 1930, ganhou o apelido de a Maravilla Negra da imprensa uruguaia.
No ano de 2001, o Bangu ganhou a Medalha Tiradentes, honraria concedida pela Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro, por ter sido o Primeiro Clube Brasileiro a escalar atletas negros em seu time, ainda em 1905. Essa foi, é, e será eternamente, a maior conquista do Bangu, dentro ou fora de campo [2].
Em 2004, o Bangu viveu um momento negro em sua gloriosa história. Foi rebaixado para a Série B do Estadual do Rio de Janeiro no ano de seu centenário, após ser goleado pelo América Football Club. O treinador era Marcelo Cabo.
Em 2008, o Bangu consegue voltar à elite do futebol carioca ao vencer a Série B, competição de que vinha participando nos últimos quatro anos.
No Campeonato Carioca de 2009, depois de um péssimo início, sendo o único time sem vencer, o Bangu mostrou uma excelente recuperação na reta final da Taça Guanabara e da Taça Rio, terminando em sexto lugar e conseguindo uma vaga na Série D, competição que o clube, devido a dificuldades financeiras, abriu mão de disputar.
Em 2010, o clube terminou o campeonato carioca novamente na 6ª colocação. Foi ainda vice-campeão da Copa Rio, tendo perdido a decisão para o Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube. Com o vice- campeonato, o Bangu conseguiu uma vaga para a Copa do Brasil de 2011.
Em 2011, o Bangu teve uma camapnha pífia no Carioca, ficando na 13ª posição. Na Copa do Brasil o clube conseguiu a sua melhor classificação de sempre, ficando na 29ª posição (eliminando na primeira fase a Portuguesa-SP e sendo eliminado pelo Náutico-PE na segunda fase). Na Copa Rio o Bangu teve um desempenho regular ficando em 4º lugar com 6 vitórias, 4 empates e 6 derrotas.
Em 2011, a equipe do Bangu de Futebol de 7 teve um ano brilhante: foi vice-campeã brasileira, 3ª colocada na Copa do Brasil, campeã do Torneio Rio-Niteroi da 3ª divisão e vice-campeã do Torneio Municipal da 4ª divisão.
Em 2012, O clube investiu na reforma de seu estádio, visando receber os clubes grandes nas partidas do Campeonato Carioca. Após um mau início na competição, com duas derrotas nos dois primeiros jogos, o Presidente do Time demitiu seu técnico Marcão e contratou Carlos César para assumir o cargo.[2]
[editar] Títulos
[editar] Honrarias
(1950
) Taça dada pela Federação Chilena de Futebol pela excursão invicta do Bangu ao Chile.
(1962
) Honraria dada pela CBD ao America por 12 partidas de invencibilidade em gramados internacionais contra times estrangeiros. Os países visitados foram: Suriname, Bolívia, Colômbia e Equador.
(2001) Primeiro clube do Rio de Janeiro a escalar um atleta negro em 1907.
[editar] Internacionais
(1960
) Países participantes: Alemanha, Áustria, Brasil, Escócia, Estados Unidos, França, Inglaterra, Irlanda do Norte, Itália, Iuguslávia, Portugal e Suécia
(1984
) Países participantes: Alemanha, Bélgica, Brasil, Coreia do Sul, Guatemala, Peru e Tailândia.
[editar] Nacionais
(1985)
[editar] Regionais
(1967
)
(1951
)
[editar] Estaduais
(1951, 1964, 1965, 1967 e 1985)
Taça Rio: 1
(1987
)
[editar] Outros Torneios Internacionais
Torneio Triangular Internacional do Equador: 1957;
Torneio Triangular Internacional de Luxemburgo: 1958;
Copa Navidad de Caracas: 1958;
Torneio Quadrangular Internacional da Costa Rica: 1959;
Torneio Triangular Internacional da Áustria: 1961;
Torneio Quadrangular Internacional do Equador: 1962;
Torneio Quadrangular Internacional de El Salvador: 1998;
Torneio de Inverno : 1999;
[editar] Outras conquistas
Taça João Ferrer: 2 vezes — 1907 e 1911;
Torneio Imprensa: 1943;
Torneio Quadrangular do Rio de Janeiro: 1957;
Torneio Quadrangular de Recife: 1961;
Torneio Triangular de Porto Alegre: 1957;
Torneio Quadrangular de Belém do Pará: 1962;
Torneio Romeu Dias Pinto: 1972;
Torneio da Integração (Taça Almirante Heleno de Barros Nunes): 1976;
Torneio Hilton Gósling: 1977;
Taça Orlando Leal Carneiro: 1979**;- Torneio Comitê de Imprensa: 1980;
Torneio Quadrangular de Volta Redonda: 1988;
Taça Estádio Guilherme da Silveira Filho 50 anos: 1997;- Taça João Galindo: 1998;
- Copa Verão: 2004;
[editar] Categorias de base
Campeão Carioca de Juniores: 4
Campeão Carioca da Segunda Divisão de Juniores: 1
(2008)
Campeão Carioca Feminino Sub-17: 1
(2010)
Campeão Carioca Especial Sub-17: 1
(2011)
Torneio Otávio Pinto Guimarães Sub-20: 1
(2003)
** Antiga competição equivalente ao 2º turno do Campeonato Carioca
[editar] Futebol de 7
(2011
)
(2011
)
(2012
)
(2012
)
[editar] Histórico em competições oficiais
- Copa Libertadores da América: 01 (Melhor classificação: 16º em 1986)
- Campeonato Brasileiro Série A: 08 (Melhor classificação: 02º em 1985)
- Campeonato Brasileiro Série B: 09 (Melhor classificação: 08° em 1995) (Classificado para a Série A em 1980)
- Campeonato Brasileiro Série C: 05 (Melhor classificação: 08º em 1990)
- Torneio Roberto Gomes Pedrosa: 02 (Melhor classificação: 09º em 1967)
- Copa do Brasil: 02 (Melhor classificação: classificado para a 2ª fase em 2011)
- Torneio Rio-São Paulo: 07 (Melhor classificação: 03º em 1951)
- Campeonato Carioca A: 95 (Melhor classificação: 01º em 1933 e 1966)
- Campeonato Carioca B: 09 (Melhor classificação: 01º em 1911, 1914 e 2008)
[editar] Sobre escolha das cores da camisa
- As cores vermelha e branca instituídas como as cores do Clube, são devidas a iniciativa dos próprios ingleses que fundaram o Bangu, em homenagem, por certo, a São Jorge, padroeiro da Inglaterra, ou relembrando, segundo outra teoria, o Southampton FC, clube da Inglaterra fundado em 1885, cujo Brasão é representado por três rosas (duas vermelhas e uma branca) e as camisas são iguais.
[editar] Maiores públicos do Bangu
- Bangu 0 a 3 Flamengo, 143.978, 18 de Dezembro de 1966;
- Bangu 1 a 2 Botafogo, 111.641, 17 de Dezembro de 1967;
- Bangu 0 a 3 Flamengo, 107.474, 4 de Maio de 1980;
- Bangu 1 a 3 Flamengo, 96.187, 25 de Novembro de 1963;
- Bangu 1 a 2 Flamengo, 93.433, 15 de Dezembro de 1985;
- Bangu 1 a 0 Fluminense, 92.961, 6 de Janeiro de 1952;
- Bangu 1 a 1 Coritiba, 91.527, 31 de Julho de 1985;
- Bangu 1 a 2 Fluminense, 88.162, 18 de Dezembro de 1985;
- Bangu 0 x 2 Fluminense, 78.849, 20 de janeiro de 1952;
- Bangu 1 x 3 Fluminense, 75.106, 20 de dezembro de 1964;
[editar] Ranking da CBF
- Posição: 54º;
- Pontuação: 339 pontos;
Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.
[editar] Adversários
- Entre 1904 e 2010, de acordo com a página não oficial do Clube [3], as dez equipes com as quais o Bangu disputou mais jogos foram o América FC (272 jogos), o Fluminense FC (257), o Botafogo FR (249), o CR Flamengo (244), o CR Vasco da Gama (227), o São Cristóvão FR (182), o Madureira EC (173), o Bonsucesso FC (162), o Olaria AC (150) e a AA Portuguesa (91 jogos).
- Neste mesmo período, as dez equipes que o Bangu venceu mais vezes foram o América FC (98 vitórias), o Bonsucesso FC (90), o São Cristóvão FR (89) e o Madureira EC (89), o Olaria AC (80), o CR Flamengo (63), o Fluminense FC (56), a AA Portuguesa (53), o Botafogo FR (47) e o CR Vasco da Gama (41 vitórias).
- Já as dez equipes com as quais o Bangu mais vezes empatou foram o América FC (67 empates), o Botafogo FR (62), o Fluminense FC (47) e o CR Vasco da Gama (47), o Bonsucesso FC (42), o CR Flamengo (39), o São Cristóvão FR (38), o Olaria AC (37), o Madureira EC (35) e o Americano FC (31 empates).
- E as dez equipes que mais sofreram gols do Bangu foram o America FC (429 gols), o São Cristóvão FR (385), o Bonsucesso FC (355), o Madureira EC (340), o CR Flamengo (337), o Botafogo FR (318), o Fluminense FC (303), o Olaria AC (267), o CR Vasco da Gama (260) e o Canto do Rio FC (176 gols).
- Contra times de outros Estados da Federação, os melhores resultados do Bangu são contra o Clube Atlético Mineiro, com quem jogou 22 partidas. O recorde do Bangu em vitórias é contra o próprio Atlético Mineiro e o SE Palmeiras, com 7 vitórias sobre cada um. O maior número de empates foi contra o Atlético Mineiro e o EC Bahia, 6 empates com cada um e o maior número de gols também é contra o Atlético Mineiro, um total de 32 gols.
[editar] Estatísticas
[editar] Internacionais
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[editar] Nacionais
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[editar] Interestaduais
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[editar] Estaduais
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| Ano | 1911 | 1914 | 2005 | 2006 | 2007 | 2008 |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Pos. | 01° | 01° | 02° | 14° | 17° | 01° |
[editar] Goleadores
| Maiores Artilheiros | |||||||||||||
| Atleta | Gols | ||||||||||||
| Ladislau | 222 |
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| Moacir Bueno | 178 |
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| Nívio | 140 |
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| Menezes | 132 |
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| Zizinho | 120 |
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| Paulo Borges | 108 |
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| Arthurzinho | 90 |
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| Luís Carlos | 84 |
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| Décio Esteves | 88 |
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| Marinho | 80 |
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[editar] Treinadores
Ademar Pimenta
Alfredo González
Alfredo Sampaio
Antônio Lopes Júnior
Aymoré Moreira
Dé
Didi
Evaristo de Macedo
Flávio Costa
Gentil Cardoso
Luís Vinhaes
Martins Francisco
Menotti Manfrenatte
Moisés
Ondino Viera
Paulo César Carpeggiani
Plácido Monsores
Pinheiro
Tita
Tim
Vavá
Yustrich
Zagallo
Zé Maria
Zizinho
Zózimo
[editar] Jogadores na Seleção Brasileira
Em toda sua história o Bangu cedeu 15 jogadores para a Seleção Brasileira, sendo que, apenas três disputaram partidas em Copas do Mundo, Zizinho, em 1950, Zózimo, em 1958 e 1962 e Fidélis em 1966.
[editar] Jogadores com mais partidas
[editar] Ex-atletas famosos
[editar] TorcidaA torcida do Bangu, concentrada no bairro que o clube carrega no nome, foi identificada pela pesquisa de torcidas IBPS 2008 (2% da cidade do Rio de Janeiro em 1954, 1% no Estado do Rio de Janeiro em 1983), como tendo 0,3% dos torcedores do município do Rio de Janeiro, cerca de 20.000 pessoas, número que pode ser ainda maior, dadas as margens de erros das pesquisas.[3] [editar] HinoO Bangu tem também a sua história a sua glória, Enchendo seus fãs de alegria. De lá, pra cá, surgiu Domingos da Guia. Em Bangu se o clube vence há na certa um feriado. Comércio fechado, a torcida reunida até parece a do Fla-Flu, Bangu...Bangu...Bangu. O Bangu tem também como divisa na camisa, O vermelho sangue a brilhar, E faz cartaz, estouram foguetes no ar.
O mais curioso foi como Lamartine teve que escrever os hinos. Há muito tempo, o compositor vinha "enrolando" a gravadora com a entrega das músicas. Com a paciência esgotada, os diretores da indústria fonográfica tiveram a idéia de convidar Lamartine para um baile fictício. Ao chegar no lugar, não havia festa alguma, mas sim irritados empresários que prenderam o boêmio e só o deixariam sair depois que escrevesse a letra dos hinos de todos os clubes do Rio de Janeiro. E foi assim que o "malandro" Lamartine Babo, enfim, entregou as músicas à gravadora. Torcedor fanático do América, deixou para compor o hino do seu clube por último, e com certeza o fez um dos mais belos do país. O hino do Bangu também ficou pronto naquela noite, e como curiosidade, cita em sua letra o nome do grande craque Domingos da Guia. [editar] Torcidas organizadas
[editar] Livros sobre o Bangu
[editar] Ver também
Referências[editar] Ligações externas |