Barata-americana
| Barata americana | ||||||||||||||||||
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Barata americana (Periplaneta americana)
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| Classificação científica | ||||||||||||||||||
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| Periplaneta americana Linnaeus, 1758 |
A barata-americana (Periplaneta americana) é uma espécie de barata grande, dotada de asas e geralmente tendo o tamanho entre 2,5 cm a 4 cm. É bem comum no Brasil, nos estados do sul dos Estados Unidos, e em países de clima tropical. Pode ser achada em diversos lugares do mundo, devido ao fato de ser transportada acidentalmente em viagens de comércio. Por conta disso é considerada uma espécie cosmopolita.
Foram relatadas aparições deste inseto no nordeste dos EUA (Nova Iorque), e no sul do Canadá (Montreal), geralmente perto de habitações humanas, por não tolerar o frio. A barata-americana também pode ser achada em vários portos pelo mundo. É considerada uma espécie sinantrópica, ou seja, que vive perto das habitações humanas, utilizando-se dos restos de alimentos para sua própria alimentação, e as construções ou até mesmo entulhos como abrigo.
Acredita-se que o inseto se originou na África, mas já estava estabelecido no sul dos EUA na época que foi dado um nome para a espécie.
O inseto pode viajar rapidamente, frequentemente se arremessando em algum buraco quando alguém entra em um cômodo, e cabe em buracos relativamente pequenos apesar de seu grande tamanho. É conhecida por ser muito ágil, e tem asas que a ajudam a ser uma boa voadora.
A barata-australiana prefere climas mais quentes e não é muito tolerante ao frio, porém, ela pode sobreviver em lugares fechados em climas mais frios. Ela se dá bem com condições úmidas mas também pode tolerar condições secas até o tempo que sua água acabe.
O inseto é geralmente considerado como peste, já que invade casas para viver e comer.
As baratas-americanas (vermelhas) produzem células que causam efeito regenerativo, dando a capacidade das células se renovarem. A regeneração tecidual depende do tipo de célula afetada pela injúria. Depende da capacidade de multiplicação da célula, considerando-se os tipos celulares vistos(lábeis, estáveis ou perenes). O epitélio se regenera rápido e facilmente quando destruído. Células hepáticas, o tecido ósseo, tem alto poder de regeneração. As células do músculo liso, são capazes de regenerar em resposta a fatores quimiotáticos e mitogênicos. Todas as variedades de tecido conjuntivo são capazes de se regenerar, mas em diferentes níveis de capacidade. O tecido nervoso periférico tem baixo poder de regeneração, mas pode se recompor diante de algumas agressões.