Bartolomeu Perestrelo

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Bartolomeu Perestrelo (c. 1400 - 1457-1458), fidalgo português, foi um dos descobridores do arquipélago da Madeira em 1419 ou 1420, juntamente com João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira.

Filho de Fillipo Pallastrelli, um comerciante de origem italiana que chegara a Lisboa nos finais do século XIV, tornou-se cavaleiro da casa do Infante D. João e mais tarde da do Infante D. Henrique.

É precisamente este último, na qualidade de Mestre da Ordem de Cristo, titular das ilhas, que lhe doou a capitania de Porto Santo, porquanto as do Funchal e de Machico foram doadas, respectivamente, a João Gonçalves Zarco e a Tristão Vaz Teixeira.

A sua capitania, cuja colonização efectiva terá começado em 1428 em moldes senhoriais foi, desde o início, a menos próspera das três, e a fome assolou-a constantemente.

Uma lenda atribuiu-lhe a responsabilidade pela escassa vegetação do Porto Santo, narrando que, na ocasião do seu primeiro desembarque na ilha, levava entre os seus pertences uma coelha prenhe que, tendo escapado, "povoou-a" com os seus descendentes. Estes por sua vez, reproduzindo-se sem predadores naturais, seriam os responsáveis pela destruição da vegetação que lá subsistia.

Sucederam-lhe na capitania o filho e depois o neto, ambos seus homónimos.

É considerado como tendo sido o pai da esposa de Cristovão Colombo, Filipa Moniz.

Bartolomeu Perestrelo era um cavaleiro da corte protegido de Infante D. Henrique. Foi um dos descobridores do arquipélago da Madeira. Atribui-se a este a descoberta da ilha de Porto Santo.

Depois da descoberta do arquipélago o Infante D. Henrique entregou a ilha, ou parte dela aos seus descobridores (capitães) para que as povoassem, cultivassem e desenvolvessem. Formaram-se assim as primeiras capitanias.

Cada capitão instalou-se na sua capitania e levou de Portugal colonos, animais domésticos, sementes e utensílios. Segundo os depoimentos recolhidos diz-se que Bartolomeu Perestrelo foi o que desenvolveu a ilha que lhe coube governar. Até há uma lenda na qual se conta que lhe foi atribuída a responsabilidade pela escassa vegetação do Porto Santo, narrando que, na ocasião do seu primeiro desembarque na ilha, levava entre os seus pertences uma coelha prenha que, tendo escapado, "povoou-a" com os seus descendentes. Estes por sua vez, reproduzindo-se sem predadores naturais, seriam os responsáveis pela destruição da vegetação que lá subsistia

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