Basílica de Santo Ambrósio e São Carlos

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8329 - Roma - San Carlo al Corso - Facciata - Foto Giovanni Dall'Orto, 29-March-2008.jpg

A Basílica de Santo Ambrósio e São Carlos (em italiano: Basilica dei Santi Ambrogio e Carlo al Corso, mais conhecida como San Carlo al Corso), é uma basílica menor de Roma, na Itália, localizada na Via del Corso. É dedicada a Santo Ambrósio e São Carlos Borromeu.

A construção foi iniciada na ocasião da canonização de São Carlos Borromeu (1610), sob a direção de Onorio Longhi e, após sua morte, de seu filho Martino Longhi. A cúpula foi projetada por Pietro da Cortona (1668), que também foi responsável pela abside e a rica decoração interna. A fachada foi desenhada pelo cardeal Luigi Alessandro Omodei, que não gostou do projeto elaborado por Carlo Rainaldi.

O plano interno é em cruz latina. A abóbada central tem afrescos com uma Queda dos Anjos Rebeldes(1677-1679) de Giacinto Brandi. O retábulo, representando os santos Ambrósio e Carlos, foi pintado por volta de 1685-1690 por Carlo Maratta. No deambulatório encontra-se um nicho onde um relicário contém o coração de São Carlos. Foi doado à igreja em 1614 pelo cardeal Federico Borromeo, um primo do santo. A segunda capela do lado direito é dedicada a Maria, auxílio dos cristãos, com uma imagem da Virgem doada por São Vicente Pallotti no século XIX. A terceira capela à direita é dedicada à Sagrada Família. No lado esquerdo, uma representação do Redentor e Santos Ambrósio e Carlos, assim como um monumento sepulcral de Federico Borromeo.

Capela de Santo Olavo[editar | editar código-fonte]

A Capela de Santo Olavo II da Noruega, à esquerda da nave, é dedicado ao rei que se converteu ao cristianismo. A capela foi inaugurada pelo cardeal Lucido Maria Parocchi em 9 de abril de 1893, no 50º aniversário da primeira missa celebrada legalmente na Noruega desde a Reforma Protestante. A pintura, do artista polonês Pio Wleonski, retrata a vitória do rei viking sobre seu próprio passado pagão, representado por um dragão. Foi um presente ao Papa Leão XIII pelo 50º aniversário da sua ordenação episcopal. Uma pequena imagem no altar mostra Santa Ana e sua filha, a Virgem Maria. Santa Ana era uma santa muito popular na pré-Reforma na Noruega. As relíquias de um mártir romano, São Saturnino, estão enterrados no altar. A capela foi restaurada e reinaugurada pelo Bispo Gran de Oslo em 1980.

Referências[editar | editar código-fonte]

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