Basilica di Sant'Anastasia al Palatino

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Basilica di Sant'Anastasia al Palatino
Fachada da basílica
Fachada da basílica
Local Palatino
Região Roma
País Itália
Coordenadas
Religião Igreja Católica


Estilo arquitetónico Renascentista
Início da construção Final do século III
Fim da construção Início do século IV


Sant'Anastasia al Palatino é uma das mais antigas basílicas localizadas em Roma, na Itália.

História[editar | editar código-fonte]

A igreja foi construída no final do século III e início do século IV, possivelmente por uma romana chamada Anastasia. A igreja está listada sob o titulus Anastasiae nos atos do sínodo de 499. Posteriormente, ela foi consagrada a uma mártir de mesmo nome, Anastácia de Sirmio.

Sant'Anastasia foi restaurada por diversas vezes: papa Dâmaso I (r. 366-383), Papa Hilário (r. 461-468), papa João VII (r. 705-707), papa Leão III (r. 795-816) e o papa Gregório IV (r. 827-844). A igreja atual data da restauração do século XVII encomendada pelo papa Urbano VII.

Tradicionalmente, esta igreja está ligada ao culto de São Jerônimo, que possivelmente celebrou uma missa lá.

O atual cardeal-presbítero do Título de Santa Anastácia é Godfried Danneels. Antigos ocupantes da posição incluem John Morton, um arcebispo de Cantuária.

Arte e arquitetura[editar | editar código-fonte]

A última restauração, após a de Sisto IV, ocorreu em 1636, quando a fachada, com colunas dóricas na parte inferior e jônicas na superior, foi reconstruída após o ciclone de 1634. A nave reciclou as antigas colunas. O teto foi pintado com afrescos de Michelangelo Cerruti sobre o "Martírio dos santos" (1722).

A capela à direita tem uma pintura de "São João Batista" por Pier Francesco Mola. A última capela deste mesmo lado tem um afresco de Lazzaro Baldi intitulado "Cenas da vida dos santos Carlos Borromeo e Filippo Neri". O transepto direito tem uma pintura de "São Turíbio" (1726) de Francesco Trevisani. O altar-mor traz uma "Natividade" de Lazzaro Baldi e abaixo do altar está uma estátua de Anastácia de Sirmio de Ercole Ferrata. Ela mostra claramente a influência da "Beata Ludovica Albertoni", de Bernini. O transepto esquerdo traz uma "Madona do Rosário" de Baldi. A última capela da esquerda tem um "São Jerônimo" de Domenichino e, por fim, a outra capela tem um "Santos Jorge e Públio" por Etienne Parrocel.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Galeria[editar | editar código-fonte]