Batalha (Alagoas)

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Nota: Se procura outros significados de batalha, consulte Batalha.


Município de Batalha
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Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido Bandeira desconhecida
Hino
Aniversário
Fundação 22/12/1949
Gentílico Batalhense
Lema
Prefeito(a)
Localização
° ' " ° ' " ° ' " ° ' "
Estado Alagoas
Mesorregião Sertão Alagoano
Microrregião Batalha
Região metropolitana
Municípios limítrofes Major Isidoro, Belo Monte, Jaramataia, Traipu, Jacaré dos Homens
Distância até a capital 186 quilômetros
Características geográficas
Área 321,2 km²
População 16.247 hab. cont. IBGE/2007 [1]
Densidade hab./km²
Altitude 120 metros
Clima semi-árido
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH
PIB R$ U$ 20.248.230,00 1998
PIB per capita R$ U$ 1.506,00 1998

Batalha é um município brasileiro do estado de Alagoas. Localiza-se a uma latitude 09º40'40" sul e a uma longitude 37º07'29" oeste, estando a uma altitude de 120 metros. Sua população estimada em 2004 era de 15 705 habitantes.

O município de Batalha era, no início, conhecido por Belo Monte, situado à margem do rio São Francisco. O nome Batalha foi dado, segundo a lenda, por causa de uma luta entre soldados da polícia estadual e fanáticos seguidores de um leigo que dominava o local através da religião. A freguesia foi criada em 1855 sob as bênçãos de Nossa Senhora do Bom Conselho. Fez parte de Traipu até 1887 quando foi levada à condição de vila. Posteriormente, foi município com nome de Belo Monte. Somente em dezembro de 1947, uma lei estadual transferiu a sede do então município de Belo Monte para a Vila da Batalha.

O Rio Ipanema, que corta toda região, é seu principal acidente geográfico. Batalha é pólo centralizador da chamada Bacia Leiteira. A cidade tem como pontos atrativos a Serrinha Via Sacra, o Monumento ao Cinqüentenário e o Parque de Exposições. Seus principais eventos são: a festa da padroeira, Nossa Senhora da Penha (30 de agosto a 8 de setembro) e a Exposição Agropecuária (em outubro).

Praticamente toda a base da economia do município consiste na agropecuária. Situada na bacia leiteira alagoana, Batalha e seus habitantes já tiveram melhores dias. Constantes alterações climáticas interferiram anos seguidos na renda das famílias da região. Vários produtores quebraram - só os pequenos, os grandes conseguiram anistia de grandes valores de empréstimos bancários em tenebrosas transações com bancos públicos.

O maior empregador da cidade é a CAMILA, cooperativa que agrega os produtores rurais da região e de várias cidades vizinhas. Recentemente, após uma longa pendenga jurídica, a CAMILA mudou de direção, assumindo como novo presidente o prefeito de Belo Monte, cidade vizinha. Até aí tudo bem, se não fosse o fato da CAMILA tradicionalmente ser um trunfo na mão dos coronéis locais, que manejam seus empregados e os trocam ou mantém a depender de suas necessidaes eleitorais. Sem um braço local na direção da cooperativa, é obscuro o futuro dos empregados desta que votam em Batalha.

De setembro a janeiro o clima é notoriamente mais hostil. O intenso calor do dia é contrastado com o frio da noite, lembrando mesmo um clima de deserto. O rio local - "Ipanema" - parece não ser perene, e em épocas de pouca chuva praticamente desaparece. Por ser uma região de sertão, segue a regra das cidades vizinhas : bastam três dias de chuva para a paisagem local mudar completamente, tingindo de verde um cenário muitas vezes seco.


Referências

  1. Estimativas - Contagem da População 2007. IBGE. Página visitada em 14 de Novembro de 2007.


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