Batalha de Berzitia

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Batalha de Berzitia
Guerras bizantino-búlgaras
Data outubro de 774
Local Berzitia, Macedônia
Resultado Vitória bizantina
Combatentes
Primeiro Império Búlgaro Primeiro Império Búlgaro Império Bizantino
Comandantes
Primeiro Império Búlgaro Telerig Império Bizantino Constantino V
Forças
12 0001 80 0001
Baixas
Pesadas Desconhecidas

A Batalha de Berzitia (em búlgaro: Битката при Берзития) foi travada no outono de 774 perto da região de Berzitia, na Macedônia, entre as forças do Império Bizantino e do Império Búlgaro e terminou em vitória bizantina.

História[editar | editar código-fonte]

Após uma fracassada campanha do imperador bizantino Constantino V no início de 774, o cã búlgaro Telerig decidiu contra-atacar enviando um pequeno exército de 12 000 cavaleiros para sudoeste com a missão de capturar a cidade de Berzitia. Constantino soube do raide através de seus espiões em Pliska e conseguiu reunir uma grande força para resistir ao ataque búlgaro. Próxima da cidade, os bizantinos surpreenderam o exército inimigo e, depois de um longo combate, conseguiram derrotá-lo, principalmente por conta da enorme superioridade numérica.

Consequências[editar | editar código-fonte]

Constantino estava ansioso para se aproveitar desta vitória e iniciou uma nova campanha contra a Bulgária, mas, novamente, fracassou. Porém, após esta derrota, Telerig soube da existência de espiões bizantinos em sua corte e decidiu eliminá-los de uma vez por todas. Ele enviou uma mensagem para Constantino informando-o que queria fugir da Bulgária e se exilar em Constantinopla. Em troca, Telerig pediu ao imperador que indicasse pessoas de confiança em Pliska para ajudá-lo. Como Telerig não seria o primeiro governante estrangeiro a se refugiar na capital bizantino, Constantino acreditou na história e revelou ao cã búlgaro quem eram seus associados na corte búlgara. Telerig imediatamente ordenou que fossem todos presos e executados[carece de fontes?].

Referências

  1. a b Йордан Андреев, Милчо Лалков, Българските ханове и царе, Велико Търново, 1996, c. 41