Batismo de Sangue

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Batismo de Sangue
 Brasil
2007 • cor • 110 min 
Direção Helvécio Ratton
Roteiro Helvécio Ratton
Dani Patarra
Elenco Caio Blat
Daniel de Oliveira
Cássio Gabus Mendes
Ângelo Antônio
José Carlos Aragão
Género drama
Idioma português
Página no IMDb (em inglês)

Batismo de Sangue é um filme brasileiro realizado em 2006 e lançado em 2007, dirigido pelo cineasta Helvécio Ratton. O filme é baseado no livro homônimo de Frei Betto que foi lançado originalmente no ano de 1983, e vencedor do prêmio Jabuti.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Na cidade de São Paulo, no final da década de 1960, o convento dos frades dominicanos torna-se uma das mais fortes resistências à ditadura militar vigente no Brasil. Movidos por ideais cristãos, os frades "Tito", "Betto", "Oswaldo", "Fernando" e "Ivo", passam a apoiar logistica e politicamente o grupo guerrilheiro Ação Libertadora Nacional, comandado à época por Carlos Marighella. O grupo dissocia-se após uma conversa entre Frei Diogo e seus frades, de onde se conclui a necessidade de dispersão do grupo a partir de então.

Frei Ivo e Frei Fernando partem para o Rio de Janeiro, onde são surpreendidos e torturados por oficiais brasileiros que, acusando-os de traidores da igreja e traidores da pátria, perguntam por informações sobre o local de reunião do grupo para a posterior captura e execução de seu líder, Carlos Marighella. Após sofrerem tortura, os frades informam aos policiais o horário e o local de reunião do grupo, onde Marighella costumava receber recursos oriundos dos frades. Marighella foi então surpreendido e executado por policiais do DOPS paulista, sob o comando do delegado Sérgio Paranhos Fleury. Frei Betto, refugia-se no interior do Rio Grande do Sul onde é encontrado, preso, e une-se ao restante do grupo no presídio de Tiradentes, em São Paulo, em 1971. Os frades são posteriormente julgados e sentenciados a quatro anos de reclusão em regime fechado.

A única exceção é Frei Tito, que é libertado em troca do embaixador suiço Ehrenfried von Holleben, juntamente com outros presos políticos, em 11 de junho de 1970, e se exila na França. Frei Tito não consegue superar as sequelas psicológicas sofridas após ser preso e torturado e acaba suicidando-se.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Principais prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Festival de Cinema de Brasília (2006)

  • Vencedor nas categorias:
Melhor diretor
Melhor fotografia (Lauro Escorel)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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