BeOS
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| BeOS | |
|---|---|
| Desenvolvedor: | Be Incorporated |
| Arquiteturas: | {{{arquitetura}}} |
| Modelo do desenvolvimento: | Código fechado |
| Lançado em: | {{{lançamento}}} |
| Versão estável: | R5.03/ 9 de agosto de 2000 |
| Versão em teste: | {{{versao_em_teste}}} |
| Mercado-alvo: | {{{mercado}}} |
| Família do SO: | BeOS |
| Kernel: | Kernel híbrido |
| Método de atualização: | {{{atualização}}} |
| Gerenciamento de pacotes: | {{{gestor_pacotes}}} |
| Interface: | {{{ui}}} |
| Interface: | BeOS |
| Licença: | Proprietária |
| Estado do desenvolvimento: | Descontinuado |
| Website: | Be Incorporated |
BeOS foi um sistema operacional (ou sistema operativo S.O.) multitarefa preemptivo e monousuário desenvolvido pela Be Incorporated.
O foco do desenvolvimento do BeOS desde o início foi em aplicações multimídia sendo escrito com o desempenho em mente que possibilitasse alta performance como o SMP (uso de mais de um processador quando disponível), microkernel, multithreading, sistema de arquivos de 64 bits e jornalado, arquitetura cliente-servidor, interface gráfica modularizada e programação orientada a objetos.
O BeOS não é baseado em UNIX, Mac nem Windows - é um sistema único e distinto que surgiu como alternativa para produção de trabalhos que envolvem criação.
Índice |
[editar] História
O BeOS foi um projeto de Jean-Louis Gassée um ex-executivo da Apple que decidiu investir num sistema operacional próprio.
Foi concebido em 1990 para rodar em computadores proprietários, os chamados BeBox. Posteriormente, foi portado para computadores PowerPC da Apple: o objetivo era oferecer uma alternativa ainda melhor que o próprio sistema proprietário da Apple e logo depois portado para PCs x86. Em 1998 a Apple fechou a plataforma Mac impossibilitando a instalação do BeOS em seus computadores, e no PC e em PowerPCs antigos que o BeOS tentou sobreviver.
Nos anos 90, o BeOS foi visto como uma alternativa às caras estações da Silicon Graphics, mas por volta de 1999 passou a ser utilizado mesmo por usuários que buscavam alternativas ao Windows e ao Linux, ou seja, que fosse completo e executasse as operações normais de um sistema. Em 2000 passou a ser oferecido numa versão compacta e livre para cópias na Internet. Em meados de 2001, a Be foi comprada pela Palm e o sistema descontinuado. A comunidade de usuários de BeOS não se intimidou e começou um novo projeto de sistema operacional livre chamado de OpenBeOS ou Haiku.
A versão gratuita do BeOS que foi lançada pela Be em 2000, chamada de BeOS 5 Personal Edition, ainda pode ser usada segundo seus termos de licença e continua sendo atualizada por fãs que adicionam drivers e uma variedade de programas também gratuitos. Essa versão possui uma característica muito importante: não necessita de particionamento do disco rígido para ser instalada. A instalação pode ser feita dentro da partição do Windows ou do Linux, sendo que o BeOS será iniciado a partir dela.
Em 2004 a yellowTAB conseguiu o código-fonte da versão 4.51 e continuou o desenvolvimento do BeOS renomeando o sistema para Zeta. Em Julho de 2005 a versão 1.0 do Zeta foi lançada ao preço de 99 euros. Em 2007 ele foi descontinuado.
O Haiku é atualmente o projeto de manter o BeOS vivo e totalmente em software livre.
[editar] Ver também
[editar] Referências
[editar] Ligações externas
- BeOS News
- Haiku OS Project site oficial do projeto que está re-escrevendo o BeOS com licença livre (MIT).
- BeOS PE MAX Edition ultima versão gratuíta do BeOS otimizada com drivers e programas gratuitos.
- yellowTab a nova detentora e desenvolvedora do Zeta, o novo BeOS.
- BeOS Brasil Grupo de usuários do sistema no Google Groups.

